A IGREJA E O PAPA EM TODOS OS TEMPOS E EM NOSSO TEMPO

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R.T. Calmel O.P.

Em uma conjuntura tão perigosa, será ainda possível ao simples fiel, ao modesto padre do campo ou da cidade, ao religioso que se sente cada dia mais isolado dentro de sua ordem; será possível à religiosa que se pergunta se ela não foi mistificada em nome da obediência; será possível a todas estas ovelhinhas do imenso rebanho de Jesus Cristo e de seu vigário não perderem a cabeça, resistirem a um imenso aparelho que os induz, progressivamente, a mudar de fé, mudar de culto, mudar de hábito religioso e de vida religiosa, em uma palavra mudar de religião?

Gostaríamos de repetir para nós mesmos com toda a doçura e acerto as palavras de verdade, as palavras simples da doutrina sobrenatural aprendidas no catecismo, que não agravassem o mal mas antes nos persuadissem profundamente, pelo ensinamento da Revelação, de que Roma, um dia, será curada; de que a Igreja que vemos, em breve perderá sua aparência de autoridade. Logo essa igreja se transformará em poeira, pois sua principal força vem de sua mentira intrínseca que passa por verdade, sem nunca ter sido efetivamente desmentida de cima. Gostaríamos, no meio de tão grande catástrofe, de nos dizer palavras que não estivessem muito defasadas com o misterioso discurso, sem ruído de palavras, que o Espírito Santo murmura no coração da Igreja.

1 —Mas por onde começar? Sem dúvida pela lembrança da verdade primeira que diz respeito ao senhorio de Jesus Cristo sobre sua Igreja. Ele quis uma Igreja que tivesse à frente o bispo de Roma, que é seu vigário visível e, ao mesmo tempo, bispo dos bispos e de todo o rebanho. Conferiu-lhe a prerrogativa da pedra a fim de que o edifício não ruísse nunca. Pediu, em uma oração eficaz, que seu vigário, ao menos, entre todos os bispos, não naufragasse na fé de sorte que, tendo-se recuperado depois de quedas das quais não seria necessariamente preservado, confirmasse por fim seus irmãos na fé; ou então, se não for ele em pessoa que fortaleça seus irmãos na fé, que seja um de seus primeiros sucessores.

Tal é sem dúvida o primeiro pensamento de conforto que o Espírito Santo sugere a nossos corações nestes dias desolados em que Roma está parcialmente invadida pelas trevas: não há Igreja sem vigário do Cristo infalível e detentor da primazia. Por outro lado, quaisquer que sejam as misérias, mesmo no domínio religioso, deste vigário visível e temporário de Jesus Cristo, é o próprio Jesus quem governa sua Igreja, que governa seu vigário no governo da Igreja; que governa seu vigário de tal maneira que este não possa comprometer sua autoridade suprema nas desordens ou cumplicidade que mudariam a religião. — Até aí se estende, em virtude da Paixão soberanamente eficaz, a força divina da regência do Cristo subido ao céu. Ele conduz sua Igreja tanto de dentro como de fora e domina sobre o mundo inimigo. Faz sentir seu poder a este mundo perverso, mesmo e sobretudo quando os operários da iniqüidade, como o modernismo, não somente penetram na Igreja, mas pretendem se fazer passar pela própria Igreja. Continuar lendo

COREIA: OS RESTOS MORTAIS DOS PRIMEIROS MÁRTIRES SÃO ENCONTRADOS

Os restos mortais dos três primeiros mártires católicos da Coreia foram descobertos em Wanju, perto de Jeonju, 243 Km ao sul de Seoul, relata a Eglises d’Asie (EdA), uma agência de notícias das Missões Estrangeiras em Paris.

Fonte: DICI – Tradução gentilmente cedida por um amigo ao Dominus Est

A identificação das relíquias foi anunciada no dia 1º de setembro pela Diocese de Jeonju numa coletiva de imprensa. “Nossa Igreja, que cresceu sobre as fundações postas pelo sangue derramado pelos mártires, finalmente descobriu os restos mortais daqueles que começaram a história dos mártires da Igreja na Coreia”, se regozijou Mons. John Kim Son-tae, Bispo de Jeonju.

Esses cristãos primitivos, dois irmãos e um primo, pertenciam a uma família nobre em Jeonju. Paulo Yun Ji-chung e Tiago Kwon Sang-yeon foram decapitados em 1791, e Francisco Yun Ji-heon foi enforcado, arrastado e esquartejado uma década depois em 1801, todos os três vítimas da perseguição anti-cristã na dinastia Joseon.

Paulo Yun Ji-sung foi batizado por Pedro Yi Seung-hun em 1787, depois de estudar a doutrina católica por três anos. Ele ensinou catecismo para sua mãe, seu irmão mais novo Francisco Yun e Tiago Kwon Sang-yeon, filho da irmã de sua mãe, e os introduziu à Igreja Católica. Continuar lendo

O OTIMISMO OBRIGATÓRIO: UM NOVO DOGMA DESDE O VATICANO II

conciliar

Desde o Concílio, parece que os cristãos têm a obrigação de dizer que tudo está bem, sob pena de serem excluídos da comunidade.

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Otimista ou pessimista, somos assim por temperamento. Minha mãe, que tinha um estômago bom, era muito otimista. Meu pai, que não tinha uma boa digestão a parodiava dizendo: “Se um de seus filhos quebra uma perna, ótimo, ele poderia ter quebrado as duas!” Mas meu pai e minha mãe eram, ambos, bons cristãos. A Igreja canonizou santos otimistas e santos muito pessimistas. Davi, ainda hoje, sem dúvida, inclina-se do alto do céu com seu Senhor para ver se ainda há um único homem que busca a Deus e constata em seu Salmo 13 que “todos juntos corromperam-se. Não há quem faça o bem.” É um pessimista. Santo Agostinho considera quase toda a raça humana como sendo condenada quando fala da Massa Damnata. Ele também é um santo pessimista.

Mas agora, desde a Gaudium et Spes, parece que os cristãos têm a obrigação de dizer, sob pena de serem excluídos da comunidade, que tudo está bem e que todos os homens se tornarão bons. É necessário, como disse o La Croix ao celebrar o 20 º aniversário do Concílio, “ignorar os profetas da desgraça”. Jeremias e suas lamentações, os cataclismos anunciados por Cristo não fariam mais parte da Bíblia. O verdadeiro Pai da Igreja agora é Jean-Jacques Rousseau, para quem a natureza humana não tem pecado original, mas apenas fraquezas (pecados veniais). Continuar lendo

ANTES QUE O MUEZIM CANTE DUAS VEZES…

A mesquita central de Colônia. Esta cidade conta atualmente com 120.000 muçulmanos (12% da população) e 35 mesquitas.

Poderá Jesus Cristo dizer à quarta cidade sagrada do cristianismo: “antes do muezim cantar duas vezes, negar-me-á três vezes”?

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Os três reis magos farão suas malas? Em 6 de outubro de 2021, a cidade de Colônia (Alemanha) deu sinal verde a um projeto que permitirá a difusão das chamadas às orações muçulmanas das sextas-feiras, no intervalo entre meio-dia e 15h, e com duração máxima de cinco minutos. Ouvidos sensíveis que se abstenham.

Colônia! Sua catedral gótica cujos pináculos afiados defenderam durante tantos séculos os restos mortais dos famosos Reis Magos abrigados em seu relicário monumental.

Colônia, que no século XII tornou-se a quarta cidade sagrada do Cristianismo, depois de Jerusalém, Roma e Constantinopla.

Colônia, sacrificada em 2021 no altar da “diversidade”, condenada a ouvir todas as sextas-feiras o chamado muçulmano à oração que proclama que “Alá é o maior, e Maomé, seu mensageiro”. Continuar lendo

OS ENSINAMENTOS DO CONCÍLIO VATICANO II FAZEM PROPRIAMENTE PARTE DO MAGISTÉRIO?

A CRÍTICA DO VATICANO II | DOMINUS EST

Pe. Jean-Michel Gleize, FSSPX

Fonte: Courrier de Rome nº 606, Janeiro de 2018 – Tradução: Dominus Est

UMA QUESTÃO DE PRINCÍPIO

A exortação pós-sinodal Amoris laetitia não deixou ninguém indiferente. Mas eis que, segundo o parecer do próprio Papa, a única interpretação possível do capítulo 8 desse documento é aquela dada pelos bispos da região de Buenos Aires na Argentina, quando afirmaram abertamente que o acesso aos sacramentos pode ser autorizado a certos casais de divorciados recasados. «O escrito é muito bom e explicita perfeitamente o sentido do capítulo 8 de Amoris laetitia, e não há outra interpretação», afirmou o Papa em uma carta de setembro de 2016. E eis que em junho de 2017 a Secretaria de Estado do Vaticano reconhece o estatuto de «Magistério autêntico» a essa afirmação.

Isso suscitará de novo uma questão já há muito estudada[1]. Estando admitido que as autoridades da hierarquia eclesiástica continuam em posse de seu poder de Magistério, pode-se perguntar: qual valor atribuir aos atos de ensino concedidos pelas autoridades em vigor na Igreja (o Papa e os bispos) desde o Concílio Vaticano II? Deve isso ser visto como o exercício de um verdadeiro Magistério, ainda que, no todo ou em parte, esses ensinamentos se desviem da Tradição da Igreja? A posição da Fraternidade São Pio X[2] sustenta que desde o Vaticano II em diante assolou (e ainda assola a Igreja), «um novo tipo de magistério, imbuído de princípios modernistas, que vicia a natureza, o conteúdo, o papel e o exercício».

Essa posição reteve toda a atenção de um representante designado pelo Sumo Pontífice, o Secretário da Comissão Pontifical Ecclesia Dei, Mons. Guido Pozzo, e inspirou a problemática fundamental de todo o seu discurso[3], indo na mesma linha daquele do Papa Bento XVI. O objetivo dessa problemática é validar aos olhos da Fraternidade o valor propriamente magisterial dos ensinamentos conciliares, antes de lhes fazer aceitá-lo. Porquanto é preciso que esse ensinamento seja aceito. Já antes das discussões doutrinais de 2009-2011, Bento XVI havia claramente anunciado essa intenção: «Deste modo torna-se claro que os problemas, que agora se devem tratar, são de natureza essencialmente doutrinal e dizem respeito sobretudo à aceitação do Concílio Vaticano II e do magistério pós-conciliar dos Papas. […] Não se pode congelar a autoridade magisterial da Igreja no ano de 1962: isto deve ser bem claro para a Fraternidade»[4]. Isso mostra a urgência ainda atual dessa questão crucial, que é uma questão de princípio. Nós a reexaminaremos aqui sob a forma sintética de uma questão disputada, fazendo valer os diferentes argumentos pró e contra, a fim de colocar em evidência a legitimidade da posição defendida até aqui pela Fraternidade. Continuar lendo

VÍDEO MENSAGEM DE DOM CARLO MARIA VIGANÓ…

Mons. Viganò: A ciência prostituiu-se aos interesses da elite | Oriundi.net

…por ocasão de uma manifestação organizada pela Associação “No Paura Day”

15 de Outubro, Turim

 Fonte: Permanência

Vocês se encontram reunidos, em grande número, nesta praça de Turim, enquanto milhares de pessoas ao redor do mundo manifestam sua oposição ao estabelecimento de uma tirania global. Milhões de cidadãos de todas as nações, sob o silêncio ensurdecedor da mídia, vêm gritando seu “não” há meses. Não à loucura pandêmica, não aos confinamentos, não aos toques de recolher, não à vacinação compulsória, não ao passaporte sanitário ou à chantagem de um poder totalitário à serviço das elites. Um poder que se mostra intrinsecamente mau, movido por uma ideologia infernal e motivado por objetivos criminosos. Um poder que agora declara ter quebrado o pacto social e já não nos considera como cidadãos, e sim como escravos de uma ditadura, hoje sanitária, amanhã ecológica.

Este poder está tão convencido de ter conseguido seu golpe de Estado silencioso que descaradamente nos lança não só a ideologia que o move, mas também a religião que o inspira. Hoje, no Quirinal – o palácio que já foi residência dos Soberanos Pontífices na cidade de Roma – foi inaugurada uma exposição emblemática intitulada O Inferno, marcada pela exposição da Porte de l’Enfer, uma escultura de Auguste Rodin, produzida entre 1880 e 1890. Esta obra destinava-se à entrada do Museu de Artes Decorativas de Paris, e o seu esboço foi também apresentado na Exposição Universal de 1900, para selar o carácter maçónico e anticatólico deste evento. E há anos, no Coliseu, encontra-se o ídolo de Moloque, dos sets do filme Cabiria. O demônio devorador de crianças, a porta do inferno inspirada nas Fleurs du mal de Charles Baudelaire, há poucos dias o Festival da Blasfêmia em Nápoles. Na cidade de São Januário, cartazes com horríveis blasfêmias contra Deus foram colocados – com a permissão da Câmara Municipal – para celebrar a liberdade de pensamento e de expressão, insultando Nosso Senhor.

Eles nos dizem claramente: são servos do diabo e, como tais, pretendem se afirmar, serem respeitados e propagar suas ideias. Não só isso, mas em nome de um poder usurpado – um poder que, segundo a Constituição, deveria pertencer ao povo – eles exigem nossa obediência até a automutilação, a privação dos direitos mais básicos e a supressão de nossa identidade. Continuar lendo

11/11/2013 – HÁ 8 ANOS, A PRIMEIRA MISSA DA FSSPX EM RIBEIRÃO

QUEM SOMOS? | DOMINUS EST

Prezados amigos, leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Hoje comemoramos 8 anos da primeira Missa rezada pela FSSPX em Ribeirão.

Uma história que começou com um grupo de alguns amigos estudando sobre a Tradição lá em 2005 e que, por desígnios de Deus, apenas em 2013 chegou à FSSPX, após o desastre da experiência das Missas Summorum Pontificum na cidade. Quanta história, quanto aprendizado….!!!

Naquela data, uma segunda feira, recebíamos o Pe. Rodolfo (autorizado pelo Pe. Maret, Prior de São Paulo, na época) para nossa primeira Missa da Missão da FSSPX em Ribeirão Preto.

Agradecemos a Deus por tantos benefícios que nos tem dado nesses anos e pedimos a todos que puderem, que rezem 3 Ave-Marias com as seguintes intenções: 1 pela Missão e fiéis da FSSPX em Ribeirão, 1 por toda a obra da FSSPX, e 1 por todos os sacerdotes da FSSPX, que sabemos não medirem esforços para atender a quem os procuram.

ATENÇÃO!!! TRANSMISSÃO AO VIVO FORMAÇÃO 2021: DIFICULDADES MORAIS DA VIDA MODERNA

MJCB2A Formação é uma jornada de palestras realizada uma vez por ano, presencialmente. Nela, são tratados temas de doutrina e espiritualidade – por exemplo, sobre a Missa Nova (2019), a vida espiritual (2018), as seitas no Brasil (2017), etc. Este ano tem como tema: Dificuldades Morais da Vida Moderna.

Devido às restrições atuais, o número de vagas para a participação presencial na Formação de 2021 ficou bastante reduzido. Além disso, todos os anos muitas pessoas deixam de participar por conta da distância e dos custos de viagem envolvidos.

Pensando nisso, tal como no ano anterior, ofereceremos a oportunidade de participação a distância da Formação, com transmissão ao vivo de todas as conferências durante os três dias de evento.

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Como funciona o acesso?

Quando seu pagamento for confirmado, você receberá instruções de acesso por e-mail. 

Importante:

  • O acesso ao evento é pessoal e intransferível. Não é permitido compartilhar seus dados de acesso com terceiros (o sistema bloqueia)
  • Uma família pode assistir, junta, ao evento usando o mesmo login, desde que no mesmo computador
  • Se você não puder assistir ao vivo, não se preocupe: a gravação de cada conferência ficará disponível para assistir assim que cada transmissão for encerrada.

A MISSA NOVA DE PAULO VI É UM SACRIFÍCIO? PARTE 2

Afirmar – como fizeram os promotores da Missa Nova – que a liturgia do Ofertório é uma adição inútil, imputável a uma certa teologia pós-tridentina, é não compreender nada da profunda realidade da Missa Católica.

Fonte: Courrier de Rome n ° 645 – Tradução: Dominus Est

A definição de sacrifício está indicada no seu devido lugar(1) por Santo Tomás, de acordo com as quatro causas: a causa material é a oferta de uma coisa sensível; a causa final é que esta oferta é feita somente a Deus para expressar sua soberania absoluta e nossa sujeição como criaturas, uma expressão que, por sua vez, é concretizada de acordo com os quatro fins particulares, que são: adoração, ação de graças, impetração e satisfação. A causa formal é que esse reconhecimento da soberania divina é significado na medida em que a coisa oferecida é submetida a uma certa transformação; a causa eficiente é um ministro legítimo mandatado por Deus e que é sacerdote no sentido próprio.

2 – De fato, só há um sacrifício aceito por Deus, que é o ato da Paixão de Cristo. De tal modo que este não foi apenas um sacrifício real, mas também o único sacrifício, o único que Deus quis e tal como Ele o quis segundo uma livre vontade que só a Revelação nos dá a conhecer. Os demais sacrifícios são apenas análogos, quer para simbolizar antecipadamente segundo o modo figurativo, como os da antiga Aliança, ou para torná-lo novamente presente segundo o modo sacramental, como o da Missa. O sacrifício da Missa, entendido como sacrifício no sentido próprio é, portanto, a oferta de Cristo imolado. Deve ser definido: 1) primeiramente, como uma oferta, e uma oferta agradável a Deus; 2) segundo, como uma imolação, a de Cristo oferecida a Deus neste estado de imolação. Aqui examinaremos a questão de saber se a Nova Missa de Paulo VI pode ser definida como uma oferta agradável a Deus. Examinaremos mais tarde, em outro artigo, a questão de saber se a Nova Missa de Paulo VI pode ser definida como o ato de uma imolação.

A importância do Ofertório de Missa(2)

3 – “Em suas características específicas”, comenta Da Silveira, “o ofertório da Missa de São Pio V sempre foi um dos principais elementos para distinguir a Missa Católica da Ceia Protestante”(3). É por isso que a supressão das orações do Ofertório, no Novus Ordo, é muito grave, uma vez que é esta supressão que representa uma das partes principais, senão a principal deste distanciamento apontado pela Breve Exame Crítico. Continuar lendo

CHINA RECOMPENSA DENÚNCIA DE ATIVIDADES CRISTÃ “ILEGAIS”

Um sistema de recompensa foi estabelecido em Heilongjiang, uma província no nordeste da China, para relatar “crimes” ligados à prática religiosa. Cada denúncia por telefone, email ou carta pode ser recompensada com um valor de até 130 euros.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Desde o início de agosto, no distrito de Meilisi Daur, cidade de Qiqiharna província de Heilongjiang ao nordeste do país, o “sistema de recompensa para denúncias de crimes relacionados a atividades religiosas ilegais” está em vigor.

De acordo com o China Christian Daily, cada denunciante pode receber uma recompensa variável de até 1000 yuans (cerca de US$ 150). O objetivo declarado é reprimir as “atividades religiosas ilegais”.

Este novo regulamento se soma ao estabelecimento de um “big brother” na prática da fé, às multas impostas aos Bispos pela celebração de Missas e destruição de igrejas, para citar apenas alguns casos recentes.

Mas os promotores querem tranquilizar: este reforço do controle “das atividades religiosas ilegais no distrito” pretende evitar “possíveis aglomerados de Covid-19.” Estamos tranquilos. Continuar lendo

ASSEMBLEIA PLENÁRIA DOS BISPOS FRANCESES EM LOURDES: UM ESPETÁCULO ANGUSTIANTE

Assemblée plénière des évêques à Lourdes : un spectacle affligeant • La  Porte Latine

O que fazem os Bispos num momento de crise para a Igreja na França?

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Os 120 bispos da França estão reunidos por 7 dias (da terça, 02 de novembro, até segunda, dia 08) em Lourdes para sua Assembleia Plenária de Outono, ao mesmo tempo que a Fraternidade São Pio X finaliza sua tradicional Peregrinação de Cristo Rei, que reuniu mais de 6000 fiéis.

O tempo raramente tem sido tão sério para a Igreja da França, a crise doutrinal, moral, litúrgica, disciplinar e espiritual que atravessa exige uma recuperação radical mais do que urgente. Disso depende a salvação de milhões de franceses, que se tornaram ovelhas sem pastores.

Agora, o que fazem os bispos? Falam de ecologia, infantilizam os pobres e dançam enquanto cantam “Que c’est bon“…Um espetáculo angustiante na quarta-feira, 3 de novembro na Assembleia Plenária da Conferência dos Bispos franceses:

Nota de nosso Blog: qualquer semelhança com quaisquer outras Conferências Episcopais não é mera coincidência

CONHEÇA O CONTEÚDO DOS TOMOS DA CAMPANHA ANO CRISTÃO DA EDITORA CARITATEM!

Lembram do início da Campanha Ano Cristão da Editora Caritatem? Se não, leiam aqui.

ano

Em cada um desses volumes você encontrará relatos das vidas dos santos conforme o calendário tradicional, informações do Martirológio Romano, além de leituras e orações diárias das missas para alimentar a sua vida espiritual todos os dias do ano.

Além disso, você terá acesso diariamente a exercícios piedosos acompanhados por reflexões sobre os textos sagrados e propostas de exercícios espirituais e resoluções práticas.

Mas cada tomo da coleção apresenta suas particularidades:

📒 Tomo 01 (Janeiro)

No decorrer do mês de janeiro, você terá contato com relatos biográficos de Santo Antão, São Sebastião, São João Crisóstomo, São Francisco de Sales e muitos outros exemplos de santidade, além de compreender o sentido espiritual da celebração da Circuncisão do Senhor e da Epifania.

📒 Tomo 02 (Fevereiro)

Durante os dias do mês de fevereiro, você conhecerá mais sobre a vida e as obras de São Valentim, Santo Inácio de Antioquia, São Brás, São Matias e outros exemplos importantes de santidade, além de entender melhor a solenidade da purificação de Nossa Senhora.

📒 Tomo 03 (Março)

Ao longo do mês de março, você terá contato com a grandeza das vidas de São Tomás de Aquino, São Gregório Magno, São Bento e muitos outros exemplos de santidade, com destaque especial para a festa do Patriarca São José.

O que você está esperando para garantir essa preciosidade no seu ano?

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