A Escritura diz: Bendito seja o Senhor, minha rocha, que adestra as minhas mãos para a guerra, e os meus dedos para a batalha (Sl 144: 1). Preparar as pessoas para a guerra — uma guerra moral e espiritual, e não uma guerra de tiros — deve incluir uma definição clara diante dos erros de nosso tempo, e uma aplicação clara e amorosa da verdade sobre o erro e a luz sobre a escuridão

Mons. Charles Pope – LifeSiteNews | Tradução Sensus fidei:
Há uma consternação crescente entre alguns católicos no sentido de que a Igreja, pelo menos em sua liderança, está vivendo no passado. Parece que não há consciência de que estamos em guerra e que os católicos precisam ser convocados à sobriedade, à progressiva separação da cultura dominante, ao corajoso testemunho e contínuo martírio.
Já vai longe a escuridão sobre nossa cultura, mas na maioria das paróquias e dioceses, acontece de tudo, menos o alarme sóbrio realmente necessário em tempos como estes.
A Escritura diz: Bendito seja o Senhor, minha rocha, que adestra as minhas mãos para a guerra, e os meus dedos para a batalha (Salmo 144: 1). Preparar as pessoas para a guerra — uma guerra moral e espiritual, e não uma guerra de tiros — deve incluir uma definição clara diante dos erros de nosso tempo, e uma aplicação clara e amorosa da verdade sobre o erro e a luz sobre a escuridão. Continuar lendo
Jorge era um verdadeiro anjinho que a todos edificava por suas virtudes. Fez a primeira comunhão num colégio de Rouen.
Então aquela serva, ébria, incapaz de se dominar, como que em pé diante de Deus, dizia:
a) O AMOR DOS PEQUENINOS

Quando se encontrou sozinha na sua cela, teve Catarina uma visão das mais singulares. Viu uma árvore imensa, carregada de frutos magníficos, em torno da qual uma moita de espinhos se elevava tão alta e densa, que difícil se tornava aproximar-se dela e colher-lhe os frutos. Pouco adiante, elevava-se uma pequena colina coberta de espigas de trigo que já amadureciam para a colheita, lindos de aspecto, mas cujas espigas ocas convertiam-se em pó ao contato das mãos que as tocavam. E diante da árvore, uma multidão se detinha a considerar-lhe os frutos, ansiosa por colhê-los. Como se ferissem porém, nos espinhos, uns após outros renunciavam imediatamente à tentativa de vencer a sebe.


O que é a ocasião?
Na Exortação Apostólica, que sugere estas considerações, insiste o Papa, sobre a ação dos falsos doutores, que, vivendo no meio do povo de Deus, corrompem a Fé e a Religião. Assim, diz que é “para nós, Bispos”, aquela advertência que se encontra em São Paulo: “virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajuntarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas” (2 Tim. 4, 3-4), e mais adiante, torna Paulo VI ao mesmo toque de alerta, ainda com palavras do Apóstolo: “do meio de nós mesmos, como já sucedia nos tempos de São Paulo, surgirão homens a ensinar coisas perversas para arrebatarem discípulos atrás de si (Atos 20, 30)” (p. 105).
Prezados amigos, prezados leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
Entre pessoas cultas, raramente se encontram homens francamente irreligiosos, ateus e ímpios. Ateísmo grosseiro “não fica bem”, não convém à “boa sociedade”. Infelizmente, com maior frequência encontram-se homens que, se não negam a religião, também não a praticam: os indiferentes.
Em 1901 começou, na França, o fechamento de todos os conventos e a expulsão dos religiosos. Foi nesse ano que se deu, em Reims, o caso seguinte contado pelo Cardeal Langenieux, arcebispo daquela cidade. Havia em Peims, entre outros, um hospital que abrigava somente os doentes atacados de doenças contagiosas, que não encontravam alhures nenhum enfermeiro que quisesse cuidar deles.
Os Santos foram tentados e não se queixavam. Resistiam. Se, após algumas escaramuças, vos declarais fatigada, achando a luta dura demais e demasiado longa, é que nunca compreendestes esta palavra tão enérgica do apóstolo: “Na vossa luta contra o pecado ainda não resististes até o sangue!”
Celebra-se a 17 de julho a festa de Santo Aleixo. Catarina esperava esse dia, com impaciência, para receber a santa comunhão. No entanto, achando-se indigna, suplicou ao Senhor que a purificasse. Teve então a sensação de que uma chuva de fogo e de sangue se espalhava sobre ela e a purificava até o íntimo da alma. De manhã, bem cedo, dirigiu-se para [a basílica de] São Domingos. Nada indicava que seu confessor fosse celebrar a missa: a Capella delle Volte estava deserta, as velas do altar apagadas, faltava o missal e Catarina não podia descobrir nenhuma daquelas pequeninas minúcias que revelam aos fiéis estar a missa por começar. Ajoelhou-se, porém, no lugar habitual e, pouco depois, apareceu Frei Tommaso que celebrou o santo sacrifício e lhe deu a sagrada comunhão. 

Na guerra da Criméia um coronel francês recebe a ordem de apoderar-se de um fortim. Sem hesitar um instante, avança à frente de seu regimento, que ficou também eletrizado à vista de tamanha coragem. Calmo e impassível no meio das metralhadoras e baionetas, como se se encontrasse numa parada militar, toma de assalto a bateria inimiga, terrivelmente defendida pelos russos.
(Esta conferência foi proferida na Jornada de Formação do MJCB em 2012. Apresentamos aqui a sua transcrição). 
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