LADAINHA DO SANTÍSSIMO NOME DE JESUS

nomeSenhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.

Jesus Cristo, atendei-nos.

Pai Celeste que sois Deus, tende piedade de nós.

Filho, redentor do mundo, que sois Deus.

Espírito Santo, que sois Deus,

Santíssima Trindade, que sois um só Deus,

Jesus Filho de Deus vivo,

Jesus, esplendor do Pai, Continuar lendo →

OS NOVÍSSIMOS

novA Morte: o primeiro novíssimo

O Livro do Eclesiástico contém um conselho fundamental para nossa salvação: “Em todas as tuas obras, lembra-te dos teus novíssimos, e jamais pecarás (Ecl. 7, 40). Assim se recordamos sempre da morte, do juízo, do céu e do inferno jamais pecaremos. Se o mundo anda tão mal, é porque pouco se medita ou mesmo não se cogita seriamente sobre os Novíssimos. Os Santos, no entanto, não só os tinham sempre presentes, mas também pregavam sobre eles aos outros. Um deles foi o grande Santo Afonso Maria de Ligório, Doutor da Igreja e grande moralista.

Aos 22 anos, formado em Direito Civil e Canônico e um dos mais promissores advogados de Nápoles, tudo abandonou, após um lapso involuntário na defesa de uma causa judicial, para entregar-se às pregações populares.Fundou a Congregação do Santíssimo Redentor e escreveu inúmeras obras. É de sua famosa Preparação para a Morte que extraímos trechos que versam sobre os Novíssimos, começando hoje com a morte.

* * *

“Considerai que sois pó, e que em pó vos haveis de tornar. Virá um dia em que morrereis e sereis lançado à podridão num fosso, onde o vosso único vestido serão os vermes. Tal é a sorte reservada a todos os homens, aos nobres e aos plebeus, aos príncipes e aos vassalos. Logo que a alma saia do corpo com o último suspiro, dirigir-se-á à eternidade e o corpo deverá reduzir-se a pó.

“Imaginai que estais vendo uma pessoa que acaba de exalar o último suspiro; considerai esse cadáver deitado ainda no leito, com a cabeça pendida sobre o peito, os cabelos em desalinho banhados ainda nos suores da morte, os olhos encovados, as faces descarnadas, o rosto acizentado, a língua e os lábios cor de ferro… o corpo frio e pesado. Empalidece e treme quem quer que o vê. Quantas pessoas, à vista de um parente ou de um amigo morto, não mudaram de vida e não deixaram o mundo! Continuar lendo →

O CRISTÃO PRECISA DE HUMILDADE, CARIDADE E DISCERNIMENTO

peregTais são as ações santas e agradáveis, que exijo dos meus servidores, ou seja, as virtudes internas devidamente comprovadas. Eu não me contento com atos só exteriores, corporais, realizados em diferentes e numerosas mortificações, com atos que na realidade são apenas meios para se atingir a virtude. Tais penitências pouco me agradam, se não se fazem acompanhar das virtudes internas, indicadas acima. Digo mais: se uma pessoa se penitencia sem discernimento, pondo todo o seu afeto na mortificação enquanto tal, até impedirá sua perfeição. Quem se penitencia há de valorizar o amor, desprezar a si mesmo, ser humilde, paciente; há de ter todas as virtudes, deve alimentar o desejo da minha glória e a salvação dos homens. Essas virtudes mostrarão que seu egoísmo morreu e que perenemente destrói a sensualidade através do amor pela virtude.

É com tal discernimento que se deve praticar a penitência. Em outras palavras: é mister dar mais importância às virtudes que à mortificação. Esta última será um meio para aumentar as virtudes e será feita de acordo com a necessidade, na exata medida das forças pessoais. Aqueles que consideram as mortificações como essencial, obstaculizam a própria perfeição. Seria esta uma atitude tomada sem a iluminação do autoconhecimento e sem a exata consideração da minha bondade; estaria fora do reto caminho. Seria uma atitude sem discernimento, que valoriza o que eu não valorizo, que não despreza o que eu desprezo. O discernimento consiste num exato conhecimento de si e de mim; o discernimento enraíza-se nesse autoconhecimento. É como um rebento intimamente unido à caridade.
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DAS AFEIÇÕES DESORDENADAS

abcSe, porém, alcança o que desejava, sente logo o remorso da consciência, porque obedeceu à sua paixão, que nada vale para alcançar a paz que almejava. Em resistir, pois, às paixões, se acha a verdadeira paz do coração, e não em segui-las. Não há, portanto, paz no coração do homem carnal, nem no do homem entregue às coisas exteriores, mas somente no daquele que é fervoroso e espiritual.

Todas as vezes que o homem deseja alguma coisa desordenadamente, torna-se logo inquieto. O soberbo e o avarento nunca sossegam; entretanto, o pobre e o humilde de espírito vivem em muita paz. O homem que não é perfeitamente mortificado facilmente é tentado e vencido, até em coisas pequenas e insignificantes. O homem espiritual, ainda um tanto carnal e propenso à sensualidade, só a muito custo poderá desprender-se de todos os desejos terrenos. Daí a sua freqüente tristeza, quando deles se abstém, e fácil irritação, quando alguém o contraria.

A Imitação de Cristo – Tomás de Kempis

A FILIAÇÃO DIVINA

Deu-lhes poder de se tornarem filhos de Deus (Jo 1, 12) 

Os homens tornam-se filhos de Deus por assimilação a Deus, e assim, por uma tríplice assimilação, os homens são filhos de Deus: 

[1] Pela infusão da graça; donde, quem quer que tenha a graça santificante torna-se filho de Deus (Gl 4, 6): E porque vós sois filhos, Deus mandou aos vossos corações o Espírito de seu Filho.  

[2] Pela perfeição das obras, pois quem faz obra de justiça é filho (Mt 5, 44): Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem. Deste modo serei filhos do vosso Pai, que está nos céus. 

[3] Alcançando a glória, tanto quanto a alma, pela luz da glória (1 Jo 3, 2): Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; como quanto ao corpo (Fl 3, 21): transformará o nosso corpo de miséria. E de ambos modos fala o Apóstolo (Rm 8, 23): esperando a adoção de filhos de Deus.  Continuar lendo →

O PARTO DA ALMA PENITENTE

nascEm sentido místico, podemos considerar que o parto da bem-aventurada Virgem Maria significa o parto da alma penitente, conforme a Escritura (Is 26, 17): Assim como a que concebeu, quando está próximo ao parto, confrangendo-se, dá gritos no meio das suas dores, assim somos nós, Senhor, diante da tua face.

A este parto convém místico convém o lugar do nascimento de Cristo, Belém. Diz São Bernardo: “Si também fores Belém pela contrição do coração, de modo que tuas lágrimas sejam teu pão de dia e de noite, e esta refeição te proporcione alegria contínua (Belém interpreta-se como a casa de pão), e se fores Judá pela confissão e cidade de David pelas obras de satisfação, nascera Cristo em ti, e encherá teu coração de alegria, hoje na graça, amanhã, na glória”. 

Deve-se advertir que, depois do parto da penitência, a alma penitente deve envolver-se com os panos da caridade contra a torpeza do pecado, que consiste na desordem interior da alma;   Continuar lendo →

QUATRO UTILIDADES DO NASCIMENTO DE CRISTO

partUm menino nasceu para nós, para que imitemos sua pureza e humildade, para sermos comovidos pela sua amabilidade e termos confiança na sua misericórdia. 

[1] Este pequenino nasceu para nós em sacramento de pureza. Narra a Escritura (Mt 1, 21): ele salvará o seu povo. Comenta são Bernardo, “eis que o próprio Cristo nos purgará de nossos delitos, eis o que limpará nossas misérias”. E santo Agostinho: “Ó bem-aventurada infância, pela qual foi reparada a vida de nosso gênero humano. Ó tão grato e deleitável vagido, pelos quais escapamos do pranto e ranger de dentes. Ó felizes panos, com os quais se limpou a sordidez de nossos pecados” 

[2] Nasceu para nós como exemplo de humildade. Diz São Bernardo: “Tratemos de imitar este pequenino; aprendamos dele que é manso e humilde de coração. Certamente, o grande Deus não se fez pequenino por nada. Por isso é intolerável atrevimento, após ter a própria Majestade rebaixado-se, inchar-se e engrandecer-se o  vermezinho.” 

[3] Nasceu para nós para acréscimo de caridade (Lc 12, 49): Eu vim trazer fogo à terra. Diz São Bernardo: “O Senhor grande, digno de todo louvor, fez-se pequenino e amável. Um menino nasceu, diz a Escritura. Ele nos é de todo amável, Ele que é pai, irmão, Senhor, ministro, recompensa e exemplo”. Noutro lugar: “Quanto mais humilhou-se ao tomar nossa humanidade, tanto maior revelou-se sua bondade. E quanto maior revelou-se sua bondade, tanto mais inflamou-se nosso amor”.  Continuar lendo →

SÃO JOÃO EVANGELISTA

EvangelistaUm dos seus discípulos, ao qual Jesus amava, estava recostado sobre o seio de Jesus (Jo 13, 23) 

Este discípulo é são João Evangelista, que escreve sobre si mesmo como se falasse de outro, querendo com isso evitar a jactância, conforme o fizeram outros que escreveram as Escrituras. Moisés, nos livros que escreveu, fala de si como se de outro: Falou Deus a Moisés. Também o faz são Mateus: viu um homem que estava sentado no telônio, chamado Mateus. E são Paulo: Conheço um homem… 

São João diz três coisas de si mesmo: 

[1] O amor que lhe fazia repousar em Cristo: estava recostado, i. é, repousava. Diz a Escritura (Jó 22, 26): Então porás tuas delícias no Onipotente, e levantarás o teu rosto para Deus. E noutro lugar (Sl 22, 2), conduz-me junto das águas para descansar. 

[2] O conhecimento dos segredos que Cristo lhe revelava, especialmente na redação deste Evangelho. Por isso diz que recostava sobre o seio de Jesus; ora, por seio se significa o secreto: O Unigênito, que está no seio do Pai, ele mesmo é que o deu a conhecer (Jo 1, 18).  

[3] O amor especial com que Cristo o amava. Por isso diz: ao qual Jesus amava. Não que o amasse singularmente, mas como se Jesus lhe amasse de modo mais excelente, de algum modo.    Continuar lendo →

CRISTO NASCEU PASSÍVEL E MORTAL

nascimentoEnviou Deus seu Filho em carne semelhante à do pecado (Rm 8, 3)

Não foi conveniente que Deus assumisse uma carne impassível e imortal, mas antes uma carne passível e mortal.

Primeiro porque foi necessário aos homens conhecerem o benefício da Encarnação para que, por esse motivo, se inflamassem do amor divino. E foi conveniente que assumisse uma carne semelhante à dos outros homens, passível e mortal, para manifestar a veracidade da Encarnação. Porém, se tivesse assumido uma carne impassível e imortal, aos homens, que desconheciam essa carne, pareceria que fosse um fantasma, e não verdadeira carne. 

Segundo, porque foi necessário que Deus assumisse a carne para satisfazer pelo pecado do gênero humano. Ora, um satisfaz pelo outro, quando um assume voluntariamente para si a pena devida ao pecado do outro, mas não devida a si. Ora, a pena devida ao pecado do gênero humano são a morte e os sofrimentos da presente vida. Por isso, foi conveniente que Deus assumisse a carne passível, mortal e sem pecado, para que, sofrendo e morrendo, satisfizesse por nós e afastasse o pecado.  Continuar lendo →

A ENCARNAÇÃO, AUXÍLIO PARA O HOMEM QUE BUSCA A BEM-AVENTURANÇA

angeli119Se alguém atenta e piamente considera os mistérios da Encarnação, encontrará neles grande profundeza de sabedoria que excede o conhecimento humano. Por isso, a quem os considera com piedade, apresentam-se cada vez mais as suas razões admiráveis.

Ora, deve-se ver que a Encarnação de Deus foi um eficacíssimo auxílio para o homem que busca a bem-aventurança:

[1] A perfeita bem-aventurança humana consiste na imediata visão de Deus. No entanto, poderia parecer a alguém que o homem jamais atingirá esse estado, porque é imensa a distância das duas naturezas. Mas, como Deus quis unir pessoalmente a si a natureza humana, fica clarissimamente manifesto que o homem pode unir-se com Deus pelo intelecto, vendo-o imediatamente. Por isso, foi convenientíssimo que Deus assumisse a natureza humana para elevar a esperança do homem na bem-aventurança. Por conseguinte, depois da Encarnação de Cristo, os homens começaram a aspirar sempre mais a bem-aventurança celeste, segundo o que ele mesmo disse (Jo 10, 10): Vim, para que tenham a vida, e a tenham em abundância.

[2] Além disso, como a perfeita bem-aventurança do homem consiste em tal conhecimento de Deus, que excede a capacidade de todo intelecto criado, foi necessário que houvesse uma certa prelibação desse conhecimento, segundo a qual o homem fosse encaminhado para aquela plenitude do conhecimento bem-aventurado, o que se realiza pela fé. Ora, o conhecimento que leva o homem ao fim último deve ser certíssimo, porque é o princípio de todas as coisas que levam para este fim. Por conseguinte, foi conveniente ao homem ser instruído pelo próprio Deus feito homem, para que tivesse certeza das verdades da fé e para que recebesse de modo humano a doutrina divina. Por esse motivo, vemos que, após a Encarnação de Cristo, os homens são ensinados com maior clareza e certeza sobre o conhecimento de Deus, segundo o que está escrito (Is 11,9): A terra encheu-se do conhecimento de Deus.
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A TÁTICA DO COMBATE (VIDA ESPIRITUAL)

olhaHi in curribus et hi in equis: nos autem in nomine Domini Dei nostri invocabimus (Sl 19,8).

Uns confiam em seus carros, outros em seus cavalos; quanto a nós, apoiamo-nos no nome do Nosso Deus que invocamos.

Se o trabalho da perfeição é uma luta, há, pois, uma estratégia a adotar, uma tática a seguir. Nos combates humanos, triunfa aquele que tem fé em si. O grande recurso do general é manter no coração do soldado a confiança no seu próprio valor.

No combate com o divino amor, o guerreiro mais terrível é a criancinha que nenhuma confiança tem em si mesma, e tudo espera de Jesus que com ela combate. Entretém incessantemente em tua alma a desconfiança absoluta em ti mesma e exalta cada vez mais tua confiança em Deus, e vencerás.

O pais do divino amor é situado além das fronteiras humanas. A nenhum homem é dado pretender sequer, com suas próprias forças, fazer ainda que um passo no caminho que para lá conduz.

O natural e o sobrenatural aproximam-se, entrelaçam-se tão bem, que a alma se engana muitas vezes. Ela atribui a si um papel que pertence exclusivamente à graça. Jesus insinuou-Se de tal modo em seu ser que não raro ela julga andar só, quando é levada em Seus divinos braços.
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NOBREZA E SERVIDÃO DA FAMÍLIA

nobreQuem não receia os berços tem de amar o trabalho. Enfrentar com alegria o dever conjugal é sujeitar-se a múltiplos cuidados, aos longos dias de labor, numa época em que todas as condições da vida social estão concebidas e estão adaptadas à medida mesquinha do indivíduo. Com uma leviandade aterradora para que quer refletir um pouco, a França do século dezenove, a “França eterna” dos poetas e dos discursos oficiais instalava-se comodamente numa política de desnatalidade como se tivesse renunciado a perpetuar-se. Aceitar a família numerosa num ambiente destes, correspondia a uma vocação ao heroísmo.

O senhor Martin e a esposa não recuaram diante da perspectiva. Para dizer a verdade, a dificuldade, se existia, não os colocava ante um problema. Nunca leram Malthus. Ainda não se ouvira falar de Ogino (1). Por um certo tempo puderam “realizar” o esplendor de uma união santificada pela continência voluntária. Nem mesmo lhes ocorreu a idéia de frustrarem a natureza ou de atentarem contra o plano divino. Os filhos nasciam: eram acolhidos como uma benção do Céu, e, em razão do mandato confiado, lá se arranjavam para os alimentar, para os vestir, para os educar, para os dotar. Deus, que impunha a tarefa, daria os meios …

Entretanto lidavam sem descanso. O estabelecimento de ourivessaria tinha cada vez mais fregueses. Os clientes sérios preferiam aquele comerciante afável, de probidade legendária, que, nem por uma fortuna, violaria o descanso dominical. Nas outras joalharias era ao Domingo que a animação redobrava, que as vendas atingiam o auge.

Os camponeses iam a Alençon fazer compras, fornecer-se para casamentos e para fazer presentes. Dirigiam-se habitualmente ao grande armazém do Barateiro, na rua da Ponte Nova e depois encaminhava-se, instintivamente para a relojoaria situada mesmo na frente. Mas encontravam a porta fechada. Impacientavam-se, mas em vão. A ordem era inviolável: se queriam comprar bugigangas, relógios, jóias, que fossem a outro lado. Ali respondiam-lhes com as palavras de Joana d’Arc ligeiramente modificdas: Continuar lendo →

ENTRE OS SANTOS DE DEUS

rezaQuem percorre a vida dos santos encontra verdadeiras glórias da vida doméstica e conjugal. Ora a mulher, ora o marido, ora ambos são santos.

… Sueva, mais tarde conhecida por Santa Serafina, teve um marido infame. Maltratava-a, ostensivamente gabava-se de ter amante, e por fim tocou a esposa para fora de casa. Nossa santa apegou-se com Deus e do seu sofrimento fez uma ascensão ao céu. – Realmente, há muitos casamentos infelizes e não é pouco viver amarrado pelos laços matrimoniais a um homem que em vez de ser auxílio é tormento para sua consorte.

Só um dia a infeliz esposa padeceu mais com o marido, do que num ano inteiro por causa de outras pessoas.

Há esposas que logo falam em divórcio, correm atrás de desquites, etc. Sueva mostrou o melhor meio: apegar-se a Deus e à religião. Em Deus há força e consolo. E quantas vezes o sofrimento da esposa converte o marido!

Dois casais mártires: Nicander e Daria, Marciano e esposa. O procedimento da duas mulheres foi tão diferente, leitora, que logo te pões a censurar a mulher de Marciano.
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AS MISSAS PELO PAPAI

meninaRefere o Pe. Mateo, apóstolo da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, que estando na Inglaterra em tempo de muito frio, preparava para a primeira comunhão um grupo de crianças de seis a nove anos.

– Dizei a vossas mamães que estou pregando o reino do Sagrado Coração e que vós haveis de ser seus missionários.

Depois que acabei de pregar, veio uma menininha e disse-me:

– Padre, meu pai nunca vem à Igreja. Vou contar à minha mamãe o que o Sr. nos disse e eu nunca perderei a missa.

Eu lhes havia pregado sobre o Coração de Jesus e pedido que me ajudassem a salvar almas ouvindo uma ou mais missas.

A menina, chegando a casa, disse à mamãe que todos os dias iria ouvir missas por seu pai.

– De manhã faz muito frio, filhinha.

– Não faz mal, mamãe, preciso fazer algum sacrificio para salvar a alma de meu papai.

– Bem, faça como quiser.

Três meses depois encontrei-me com a mesma menina.
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LEMBRETES ÀS FILHAS DE MARIA – MODÉSTIA E PUDOR FEMININO

Nossa Senhora“A beleza se não for temperada pela Modéstia é uma provocadora dos ape­tites animais, que mui facilmente atacam a fortaleza da alma e a derribam em pou­co tempo”(“O Decênio Crítico”, por um Assistente da Ação Católica, Cap. IV, Art. II, a).

Santo Agostinho diz às virgens cristãs: “Fugi da companhia e da palavra das mu­lheres, cuja doutrina não é conforme ao Evangelho e cuja vida é por qual­quer forma digna de censura”.

“Comporta-te com a Modéstia e a reserva que terias se contigo esti­vessem Je­sus e Ma­ria!”(“Imitação de Maria”, por um religioso anônimo, Liv. II, Cap. XXVIII).

“Uma recomendação particular a vós, meninas. Sede sempre modes­tas no ves­tir, no porte e no falar; modestas em tudo, para não serdes nunca motivo de es­cândalo para ninguém. Não imiteis certas jovens descaradas, que, talvez mes­mo sem pensar, le­vam uma vida que, por le­viandade de trato, é inteiramente escanda­losa e causa de tantos pecados”(Teólogo Giuseppe Pe­rardi, “Novo Manual do Cate­quista”, Part. II, n. 199). Continuar lendo →

O MANIFESTO DE UMA MÃE PELA MODÉSTIA

Barbara Curtis

Barbara Curtis

Por Barbara Curtis
Traduzido por Andrea Patricia

O verão está aí, o que significa fazer compras com as filhas, o que significa andar na ponta dos pés em torno de minas de roupas para evitar explosões na loja de departamentos.

“Sim, parece bonito em você, mas…”

Muito decotado, umbigo aparecendo, coxa demais. Não apropriado. Muito imodesto. Envia a mensagem errada.

“Querida, eu sei que suas amigas usam biquínis. Mas as “meninas Curtis” não. “

Era uma vez, não era tão difícil. Minha filha mais velha, Samantha – mãe agora de seis – terá em breve 42 anos de idade. Minha filha mais nova, Maddy, tem 18. O que isto significa – além de cansaço crônico – é que eu realmente criei duas gerações de crianças.

E deixe-me dizer-lhe, é muito mais difícil agora do que era nos anos 80. Lembro-me do sapo proverbial: Quando jogado em uma panela de água fervente, ele vai saltar para fora – mas quando a sua água fria é aquecida gradualmente ele pode ser fervido até a morte.

Nos últimos 25 anos, juntamente com o enbrutecimento de nossa cultura, houve um colapso completo na modéstia feminina natural. Sim, eu disse natural, porque, como Wendy Shalit, uma jovem estudante universitária judia e autora do best-seller A Return to Modesty, eu acredito que é parte da natureza da mulher ser modesta. Continuar lendo →

PRINCIPAIS DEVERES DO PADRE

padreO próprio Jesus Cristo diz que viera ao mundo para acender o fogo do amor divino. Eis ao que o padre deve consagrar toda a sua vida e todas as suas forças. Não tem que trabalhar em adquirir tesouros, honras e bens terrenos, mas unicamente em ver a Deus amado de todos os homens. Somos chamadas por Jesus Cristo, diz o autor da Obra imperfeita, não a procurar os nossos próprios interesses, mas a glória de Deus… O amor verdadeiro não se procura a si próprio; deseja em tudo andar à vontade do amado. Na antiga Lei disse o Senhor: Separei vos de todos os povos, para que fôsseis meus. Considerai estas palavras como dirigidas aos padres: Para que sejais meus, inteiramente aplicados aos meus louvores, ao meu serviço e ao meu amor; e, segundo S. Pedro Damião, para que sejais os cooperadores e dispensadores dos meus sacramentos; e segundo Sto Ambrósio: Para serdes os guias e pastores do rebanho de Jesus Cristo. Acrescenta o santo Doutor que o ministro dos altares não é mais seu mas de Deus.

O próprio Senhor diz que separa dos outros homens os padres, para os ter inteiramente unidos a si. O divino Mestre disse: Se alguém me está associado, que me siga; Si quis mihi ministrat, me sequatur (Jo. 12, 26). Para seguir a Jesus Cristo, deve o padre fugir do mundo, socorrer as almas, fazer amar a Deus, declarar guerra ao pecado. Deve olhar como feitas a si as injúrias contra Deus: Caíram sobre mim os ultrajes dos que vos ofendem. Entregues aos negócios do mundo, não podem os leigos render a Deus o tributo de homenagem e reconhecimento que lhe é devido; por isso, diz um sábio autor, o Pe. Frassen, é necessário escolher dentre os outros homens alguns que, pelo seu próprio estado, sejam obrigados a prestar ao Senhor a honra que lhe pertence.
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DEUS QUER SERVIR-SE DE MARIA NA SANTIFICAÇÃO DAS ALMAS

mariaA conduta das três pessoas da Santíssima Trindade, na encarnação e primeira vinda de Jesus Cristo, é a mesma de todos os dias, de um modo visível, na Igreja, e esse procedimento há de perdurar até à consumação dos séculos, na última vinda de Cristo.

Deus Pai ajuntou todas as águas e denominou-as mar; reuniu todas as graças e chamou-as Maria10. Este grande Deus tem um tesouro, um depósito riquíssimo, onde encerrou tudo que há de belo, brilhante, raro e precioso, até seu próprio Filho; e este tesouro imenso é Maria, que os anjos chamam o tesouro do Senhor11, e de cuja plenitude os homens se enriquecem.

Deus Filho comunicou a sua Mãe tudo que adquiriu por sua vida e morte: seus méritos infinitos e suas virtudes admiráveis. Fê-la tesoureira de tudo que seu Pai lhe deu em herança; é por ela que ele aplica seus méritos aos membros do corpo místico, que comunica suas virtudes, e distribui suas graças; é ela o canal misterioso, o aqueduto, pelo qual passam abundante e docemente suas misericórdias.

Deus Espírito Santo comunicou a Maria, sua fiel esposa, seus dons inefáveis, escolhendo-a para dispensadora de tudo que ele possui. Deste modo ela distribui seus dons e suas graças a quem quer, quanto quer, como quer e quando quer, e dom nenhum é concedido aos homens, que não passe por suas mãos virginais. Tal é a vontade de Deus, que tudo tenhamos por Maria e assim será enriquecida, elevada e honrada pelo Altíssimo, aquela que, em toda a vida, quis ser pobre, humilde e escondida até ao nada. Eis a opinião da Igreja e dos Santos Padres.12 Continuar lendo →

FÉ JUVENIL — FÉ VARONIL

jovemÉ bem possível, — oxalá todos o conseguissem! Que tenhas podido levar, da meninice para a mocidade, são e salvo o teu maior tesouro, tua fé infantil: e conseguido vencer, sem maiores abalos, os escolhos e tempestades dos anos da adolescência. Infelizmente, ainda assim, não estás fora de perigo. Uma última e grande prova te espera: cumpre transformar tua fé juvenil em fé varonil.

Aqui é preciso mencionar o grande número de moços que perderam a preciosa jóia da fé, durante o período universitário, após a terem conservado intacta, apesar das tentações, no decorrer do curso secundário.

Ao entrar no mundo, tua primeira observação será, infelizmente, que a religião, na vida de muitos camaradas teus e na de muitos adultos, tem um papel de somenos importância, se não estiver de todo estiolada. Por toda parte hás de ver quão facilmente moços sem experiências se metem pelo caminho da descrença. Contudo, não conseguirás ver quantos, já velhos, depois de experiências amargas, voltam ao ideal perdido. E, todavia, assim é.

Kant o grande filósofo, em sua adolescência, descreu de Deus, do livre arbítrio, da imortalidade da alma, mas viu-se finalmente na obrigação de declarar isso tudo como verdades indispensáveis.

Virchow e Du Bois-Rayínond, outrora próceres do materialismo, deram-lhe as costas. Vehr. Wundt e outros sábios de renome consideram suas próprias obras materialistas como estultícia e pecados de juventude.
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CERIMÔNIA DE CONFIRMAÇÃO EM LA REJA

Dom Alfonso de Galarreta confirmou 39 jovens no último sábado.

Fonte: Seminário de La Reja (Argentina)

No último sábado, 28 de novembro, Dom Alfonso de Galarreta concedeu o sacramento da confirmação a 39 jovens da Escola do Menino Jesus e das famílias de La Reja e de Buenos Aires.

A cerimônia, assistida por uma grande quantidade de fiéis, foi seguida por uma missa pontifical acolitada pelos meninos da Confraria de Santo Estevão.

A CONFIRMAÇÃO

A Santa Crisma ou Confirmação é um sacramento pelo qual recebemos o Espírito Santo. É impresso em nossa alma o caráter de soldados e apóstolos de Jesus Cristo e nos tornamos perfeitos cristãos. Esse sacramento nos confirma na fé e aperfeiçoa as outras virtudes e dons que recebemos no santo Batismo e, por isso, se chama Confirmação.

Rito

O bispo, para administrar o sacramento da Confirmação, estende primeiro as mãos sobre os confirmandos, invocando sobre eles o Espírito Santo; depois faz uma unção em forma de Cruz com a sagrada Crisma na testa de cada um, dizendo as palavras da forma; depois dá com a mão direita uma ligeira bofetada na bochecha, dizendo: a paz seja contigo; e, ao final, bendiz solenemente todos os confirmados.

É feita a unção na fronte, onde aparecem os sinais do temor e da vergonha, para que o confirmado entenda que não deve envergonhar-se do nome e da vida de cristão, nem ter medo dos inimigos da fé. É dada também uma ligeira bofetada no confirmado para que saiba que deve estar pronto para sofrer toda afronta e todo trabalho pela fé de Jesus Cristo.

Matéria

A matéria deste sacramento, além da imposição das mãos do bispo, é a Unção feita na testa do batizado com a sagrada Crisma. Neste sacramento, o óleo, que se derrama e conforta, significa a graça abundante que é derramada na alma do cristão para confirmá-lo na fé; e o bálsamo, que é cheiroso e livra da putrefação, significa que o cristão, fortalecido com esta graça, se torna apto para emitir o bom odor das virtudes cristãs e preservar-se da corrupção dos vícios.

Para conservar a graça da Confirmação deve o cristão fazer frequente oração, exercitar-se em boas obras e viver segundo a lei de Jesus Cristo, sem respeitos humanos.”

Extratos do Catecismo Maior de São Pio X

RESPOSTAS A ALGUMAS OBJEÇÕES SOBRE A DANÇA E A MODÉSTIA

dsalaoEsse post é continuação do ESTUDO SOBRE A DANÇA E A MODÉSTIA

Para concluir, deve-se responder a algumas objeções que levantam os jovens para justificar sua assistência, organização e diversão nos bailes modernos. Não são todas as que se escutam, mas são suficientemente representativas no modo de pensar da juventude de nossa época e mesmo de nossos ambientes tradicionais:

1) Eu não peco porque não danço com má intenção:

É necessário reconhecer o justo direito que o homem tem de uma sã diversão, mas isso não torna bom o que é de si mau. Dançar com boa intenção; qual é essa boa intenção? Está dirigida pela modéstia e pela temperança? Será realmente boa, ou “aparentemente” boa e não um verdadeiro bem[57] o que se está buscando? E, ainda admitindo a retidão da intenção, ela não pode mudar de nenhum modo a natureza das coisas, não pode fazer que o que é naturalmente mau, moralmente, seja bom. Se os bailes são maus ou menos honestos em si, se as circunstâncias que o rodeiam são más não é lícito dançar nem assistir a tais diversões…

2) Há muitas pessoas que dançam e são boas, inclusive melhores que muitas outras que vão à Igreja:

Este argumento é um verdadeiro sofisma: estas pessoas poderão ser boas em muitas outras coisas, talvez em todas as outras, mas nisto de dançar não o são…, e, portanto, não têm a verdadeira bondade cristã, não são católicos virtuosos. Chamar de bom ao que não é integralmente bom é não falar com propriedade, é esquecer aquele princípio que nos recorda Santo Tomás: “a ação não será absolutamente [simpliciter] boa se todas as bondades não se concentram nela, porque o bem, como diz Dionísio, resulta da integridade da causa, e o mal, de um só defeito singular”[58], e mais clara e explicitamente o diz o apóstolo Santiago: “Porque qualquer um que houvesse guardado toda a Lei, e faltasse em um só ponto, tornou-se culpado de tudo”[59]. Deve-se negar em absoluto que um jovem ou uma jovem possa ser muito bom nem propriamente bom diante de Deus se frequenta estes bailes modernos… Continuar lendo →

LUTAR SEMPRE – DESÂNIMO NA VIDA ESPIRITUAL

cavaleiro cruzadoLabora sicut bonus miles Christi (II Tim 2,3)

Trabalha como um bom soldado de Cristo

Os combates pelo amor são longos e por vezes difíceis, e toda alma, por pouco generosa que seja, verifica em si mesma, em dados momentos, um movimento de depressão que se chama desânimo.

Essa depressão nasce insensivelmente da acumulação de contratempos e reveses sucessivos. A alma sente-se abatida, depois, de repente, um acidente qualquer, uma pequena indisposição, uma fadiga corporal, uma palavra de repreensão, uma falta de atenção sobrevêm a nosso respeito e a alma desanima.

Então tudo se torna pesado. A conversação espiritual é insípida, os livros que de ordinário a estimulavam perdem o sabor, os exercícios espirituais tornam-se um ônus intolerável. Nada a encoraja, tudo a aborrece e a desgosta.

A vida espiritual parece uma ilusão; atingir-lhe o cimo, uma impossibilidade. E ela senta-se tristemente a meia encosta sem forças para as alturas. Eis, por certo, um sério obstáculo, que impede por vezes o caminho às almas mais resolutas. Importa procurar as causas do desânimo e os meios de frustrar-lhes a influência paralisante. Continuar lendo →

ESTUDO SOBRE A DANÇA E A MODÉSTIA

danNa sociedade cheia de contradições em que vivemos, a dança se transformou para quase toda a juventude, algo quase necessário, e para não poucos, a coisa mais importante de suas vidas. O fim de semana é esperado com ansiedade e planejado cuidadosamente com muita antecedência, de maneira que todo o ano está organizado em torno dessas reuniões mundanas, festas, noitadas, boates, discotecas, etc., onde os jovens esgotam seus corpos e pervertem suas almas desde a meia-noite até a madrugada, por meio da dança[16], com conversas frívolas quando não abertamente más incluindo bebidas e até drogas…

“A moral da Igreja é imutável e o que ontem era vaidade, ocasião próxima de escândalo ou de pecado, o é hoje e o será sempre”, ensinava com toda razão Dom Antônio de Castro Mayer em sua sempre vigente e mais atual que nunca, carta pastoral sobre os “Problemas do Apostolado Moderno”[17]. Por isso é importante um juízo acertado sobre a dança e as suas circunstâncias, que sirva, tanto aos pastores de almas como aos fiéis devotos que vivem no mundo, para julgar e obrar segundo a reta razão e os princípios perenes da moral católica.

1. NOÇÕES PRÉVIAS

O Cardeal F. Roberti define a dança como “um conjunto de movimentos rítmicos com os quais se expressam sentimentos de entusiasmo, especialmente de alegria”[18], e assim entendido, conforme a sã teologia moral deve-se afirmar que a dança não é em si intrinsecamente má[19]. Como também não o são a música e a poesia.

Pode-se então considerar a dança como uma atividade honesta de distração, expressão ou manifestação de alegria da alma, realizada por movimentos corporais compassados, e até como a expansão de um culto religioso…: “chegam os primeiros cristãos, ainda impregnados dos usos pagãos, diz um autor, introduzindo a dança nos ritos da Igreja…” E é significativo que os primeiros monges se chamassem coristas[20]. Recorde-se aqui a dança do rei David diante da arca da aliança e outras ações semelhantes que conta o Antigo Testamento[21], como também alguns bailados ou danças folclóricas, individuais ou em grupo, ainda que de ambos os sexos, por ocasião de festas civis em que os participantes giram e realizam movimentos separadamente…, e ainda alguns outros que poderíamos chamar danças da corte ou de salão até a metade do século XVIII.
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CARTA AOS AMIGOS E BENFEITORES – N° 85

fellay082610Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Caros Amigos e Benfeitores,

Estas últimas semanas nos mostram – com a multiplicação de ataques terroristas na Europa e na África, com a sangrenta perseguição de numerosos cristãos no Oriente Médio – quão profundamente perturbada está a situação do mundo. Na Igreja, o recente Sínodo sobre a família e a próxima abertura do Ano Santo não deixam de causar preocupações legítimas. Diante de tal confusão, nos parece útil compartilhar nossas reflexões respondendo às vossas perguntas. Acreditamos que esta apresentação permitirá destacar mehor como nós, que estamos ligados à Tradição, devemos reagir aos problemas encontrados hoje.

Em 01 de setembro o Papa Francisco deu a todos os fiéis, por iniciativa própria, a possibilidade de se confessarem com os sacerdotes da Fraternidade São Pio X durante o Ano Santo. Como o senhor interpreta este gesto? Ele traz algo de novo para a Fraternidade?

Na verdade, fomos surpreendidos por este ato do Santo Padre por ocasião do Ano Santo, pois ficamos sabendo, como todo mundo, pela imprensa. Como recebemos esse ato? Permita-me recorrer a um exemplo. Quando o fogo se enfurece, todos entendem que aqueles que têm os meios devem se esforçar para apagá-lo, sobretudo se não há bombeiros. Assim tem agido os padres da Fraternidade, durante todos os anos desta terrível crise que sacode a Igreja sem interrupção por 50 anos. Em especial, frente à trágica falta de confessores, nossos sacerdotes se entregaram ao serviço das almas dos penitentes, utilizando a situação de emergência previsto pelo Código de Direito Canônico. Continuar lendo →

NOVENA DA IMACULADA CONCEIÇÃO

imac…Coroada de doze estrelas

Devoção recomendada por S. José Calazans
Indulgência: 300 dias cada vez, plenária se todo mes (Pio IX)

Ave-Maria Puríssima, concebida sem pecado!

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amem. 

Louvemos e demos graças à Trindade Augusta de Deus que nos mostrou a Virgem vestida de sol, calçada de lua e coroada de doze estrelas (Pai Nosso)

Louvemos e demos graças ao Pai Eterno qne escolheu Maria para Filha (Glória ao Pai)

1) Louvado seja o Pai Eterno que predestinou Maria para Mãe do seu Filho (Ave Maria)
2) Louvado seja o Pai Eterno que preservou Maria de toda a culpa (Ave-Maria)
3) Louvado seja o Pai Eterno que adornou Maria com todas as virtudes (Ave Maria) 
4) Louvado seja o Pai Eterno que deu a Maria por esposo o puríssimo São José (Ave Maria)  

Louvemos e demos graças ao Filho de Deus, que escolheu Maria Para sua Mãe (Glória ao Pai) Continuar lendo →

É NA DIFICULDADE QUE SE PROVAM AS VIRTUDES

sofrAcabei de explicar como, sendo útil ao próximo, o homem manifesta seu amor por mim. Agora vou dizer como cada pessoa mostra possuir a paciência ao ser injuriada pelos outros; a humildade, quando se acha diante do orgulhoso; a fé, diante do infiel; a esperança, na presença de quem nada espera; a mansidão e a benignidade, ante o irascível. Todas estas virtudes revelam sua existência e são exercitadas no próximo, da mesma forma como é nele que os maus cometem seus pecados.

Vê bem. É diante da soberba que aparece a humildade. O homem humilde vence o orgulho, pois o orgulhoso é incapaz de prejudicar quem é humilde. Do mesmo modo o descrente – que não me ama, nem em mim espera – não faz diminuir a fé do homem fiel ou a esperança daqueles que a possuem no coração por meu amor. Ao contrário, até as faz crescer e manifestar-se mediante o amor altruísta. Meu servidor, percebendo que se trata de um descrente ou desesperado que não confia em mim, nem nele – pois aquele que não me ama, também não acredita em mim, não confia em mim, mas deposita a sua afeição na própria sensualidade – meu servidor não deixa de amar verdadeiramente tal pessoa, certo de que ainda encontrará em mim a salvação. Como vês, o servidor fiel comprova sua fé na descrença e na desesperança alheia. Em casos semelhantes e em qualquer outro que ocorra, ele demonstra possuir a virtude.
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A RIQUEZA E A IMORALIDADE

moda-imodesta-e-modestaA riqueza iníqua, o dinheiro ganho ilicitamente, arrasta para toda a baixeza.

Mulheres sem consciência se esquecem da sua dignidade, e pelo avultado lucro se prestam a se apresentarem através da tela da televisão ou do cinema de modo incorreto.

São milhões e dezenas de milhões de olhos imodestos que se colocam sobre tais mulheres.

Eu, que sou o Criador, dei uma Lei Moral. Quem na terra está autorizado a anulá-la? Ninguém!… Apesar disto esta Lei é zombada, pisada. E Eu, Justiça eterna, ficarei indiferente a isto?

No Divino Tribunal Me darão contas os diretores, os artistas e os que assistem às cenas despudoradas. A responsabilidade pesa, além disso, sobre a consciência dos pais, que permitem aos filhos assistirem às indecências da televisão.

Almas que viveis no lodo moral e disseminais ruínas e mortes, olhai-me crucificado, refleti em vosso caso e meditai no Inferno, onde eternamente cumprem e cumprirão grandes penas multidões de almas as quais um dia também viveram sobre a terra como vós, na libertinagem!… Continuar lendo →

A IMODÉSTIA DAS PRAIAS (E NAS PISCINAS)

tal-mae-tal-filha-artkini-conjunto-biquini“Todo o mundo está colocado debaixo do Maligno.  A obra diabólica penetra em todo lugar. Mas um dos lugares preferidos por Satanás é a praia (e nas piscinas) no período de verão. Aqui a imoralidade inunda, porque o mal aparece legalizado.

A veste indecente na praia (e nas piscinas) é a ruína moral de muitas almas. Mas o que mais Me fere é ver na praia, com vestes livres, as mulheres que normalmente costumam acercar-se da Mesa Eucarística. Elas creem na sua cegueira, que a veste indecente seja lícita, pelo fato de que muitas pessoas a usam. 

O mal é sempre mal. A conduta pouco correta de muitas mulheres não justifica a má conduta própria. Satanás alegra-se em ver na praia as suas servas e já conta com vê-las consigo no Inferno. Eu, ao invés, Me aflijo ao ver aquelas almas, pelas quais derramei o Meu Sangue, tornadas em instrumentos do Demônio por motivo do nudismo descarado. Continuar lendo →