Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado de São Pio X de Lisboa, no terceiro Domingo de Páscoa, sobre como superar a aridez.
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PROGRESSISMO E CONSERVADORISMO: HISTÓRIA DA DISSOLUÇÃO DO HOMEM NO MUNDO E NA IGREJA NOS ÚLTIMOS 100 ANOS

Fonte: Sì Sì No No, ano XXXV, n. 14 – Tradução: Dominus Est
Esquema introdutório
• Antonio Gramsci (1891-1937) trabalhou na expansão do pensamento revolucionário da década de 1920 até o final da década de 1930. Seu estudo tinha como objetivo fazer com que a filosofia do materialismo dialético marxista fosse aceita intelectualmente por meio de manipulação mental (“entrismo”) e não pela força. Gramsci queria uma “revolução cultural”, ou seja, adquirir a hegemonia, o consenso e a direção da sociedade civil-cultural europeia (penetrando na escola, na imprensa, nas publicações, no judiciário e na mídia de massa). Só então se poderia pensar em ocupar o poder, o governo e o domínio do Estado. Gramsci é o progenitor de todas as correntes revolucionárias (Escola de Frankfurt, Estruturalismo francês) que tentarão, depois dele, trabalhar a revolta dentro do homem individual e não apenas na sociedade.
• Um autor que buscará revolucionar a Europa também religiosamente (e não só culturalmente como Gramsci) é Ernst Bloch (1885-1977), filósofo alemão de origem judaica, que na década de 1960 trabalhou para converter os católicos à dialética social-comunista por meio do diálogo, opondo à religião tradicional ou dogmática (tese) uma religião progressista (antítese), a fim de alcançar um messianismo terreno e imanentista ou “socialismo-cristão” (síntese). Infelizmente, sua estratégia foi bem-sucedida com o Concílio Vaticano II, que se propôs a dialogar com o mundo sem mais querer convertê-lo.
• Dos anos 1920-1930 até os anos 1960, a “Escola de Frankfurt” (Adorno-Marcuse), por meio de drogas, psicanálise, pansexualismo, moda e música pop, tentou revolucionar e aniquilar (a partir da Alemanha e dos EUA) o próprio homem nos aspectos mais profundos de sua alma e personalidade[1] (inclinações, intelecto e vontade) e não mais apenas a sociedade cultural (Gramsci) ou religiosa (Bloch). Continuar lendo
JESUS CONHECE O CORAÇÃO DE SEUS AMIGOS

Enquanto Ele estava em Jerusalém durante as festas da Páscoa, muitos creram nEle ao ver os milagres que realizava.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Nosso Senhor havia começado Seu ministério divino no Templo com um ato de suprema autoridade. A atenção foi atraída para Ele. Os discípulos acorreram a Ele imediatamente. O que Ele havia negado aos sumos sacerdotes do Templo, multiplicou na Cidade; confirmou Sua palavra com sinais. Assim, satisfez as exigências dos judeus e, indiretamente, colocou as autoridades em seus devidos lugares, as quais certamente estavam cientes dos milagres do Senhor.
Entre esses novos discípulos, muitos eram, na verdade, curiosos atraídos por qualquer novidade, mas em quem dificilmente se podia confiar. Eles ficavam impressionados com os milagres realizados por Jesus; ouviam suas palavras, ficavam comovidos e se misturavam facilmente à multidão que o cercava. Mas, no fundo, seus corações ainda estavam longe das profundas transformações que a verdadeira fé exige dos verdadeiros discípulos do Mestre.
Por isso, São João, que os conhecia e que talvez tivesse notado muitas deserções em suas fileiras, escreveu sobre eles: Continuar lendo
O PENSAMENTO DA ETERNIDADE
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A SEGUNDA TÁBUA DE SALVAÇÃO

Não é ao sacerdote que nos confessamos, mas ao próprio Jesus; o sacerdote é apenas um instrumento. Quão bondoso Jesus era para com aqueles que se aproximavam dele!
Fonte: Le Seignadou – Tradução: Dominus Est
“Tendo proferido estas palavras, soprou sobre eles e disse-lhes: “Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-Ihes-ão perdoados; aqueles a quem os retiverdes, ser–Ihes-ão retidos.” (João 20, 22-23).
Eis o poder extraordinário que Nosso Senhor Jesus Cristo deu aos seus Apóstolos e aos seus sacerdotes: apagar os pecados em Seu Nome. Ele providenciou um remédio tão eficaz e acessível quanto o mal e o pecado que abundavam no mundo.
O sacramento da penitência, comumente chamado de “confissão”, é uma obra de justificação e santificação. Destina-se a perdoar os pecados cometidos após o batismo. Santo Tomás de Aquino chama-o de “a segunda tábua de salvação”.(1) No coração do sacramento, por meio do sacerdote, seu instrumento livre e consciente, é o próprio Jesus quem age diretamente sobre a alma. Ele apaga as manchas do pecado e vivifica a alma com a vida sobrenatural da graça santificante. Essa graça tem dois aspectos: é “curativa” e “elevadora”; isto é, cura as feridas do pecado pessoal e eleva a alma a uma vida cristã mais perfeita. Essa é a parte de Jesus no sacramento da penitência. Continuar lendo
O BOM PASTOR – PALAVRAS DE D. LEFEBVRE
Fonte: FSSPX – Distrito do México – Tradução: Dominus Est
Eis algumas palavras de Mons. Marcel Lefebvre, fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, sobre o evangelho de hoje, domingo – Jesus, o Bom Pastor.
Nosso Senhor disse no Evangelho do Bom Pastor: “Tenho outras ovelhas que não são deste aprisco e é preciso que Eu as traga, e elas ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor “(Jo. 10, 16).
Esta exortação é completamente contrária ao ecumenismo moderno. Nosso Senhor pede que tragamos as ovelhas. Ele não diz que devemos deixa-las no rebanho onde estão, mas que as conduzamos a Ele. É o que faz o bom padre. Vai buscar as ovelhas perdidas e desviadas no erro, pelo pecado, neste mundo de pecado e sob a influência do demônio; vai busca-las corajosa e zelosamente, imitando desta maneira, o Bom Pastor.
Há de ter um coração de pastor, que vai buscar suas ovelhas uma a uma. Continuar lendo
SEGUNDO DOMINGO DEPOIS DA PÁSCOA: JESUS, O BOM PASTOR
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“E VÓS, NÃO TENHAIS MEDO!”

Ao chegarem ao túmulo onde o corpo de Jesus havia sido depositado, as santas mulheres — Maria Madalena e a outra Maria — ouviram, na manhã da Páscoa e por duas vezes, primeiro do anjo que rolou a pedra e depois do Cristo ressuscitado: “Não tenhais medo!”
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
A expressão, porém, não é nova nas Escrituras: pelo contrário, ela permeia todo o texto sagrado, a ponto de alguns terem encontrado até 365 vezes! Mas ela ganha todo o seu sentido na Páscoa, à luz da Ressurreição: se Jesus Cristo venceu o pecado com sua consequência, a morte, o que bem podem temer todos aqueles que depositaram nele sua fé e sua esperança?
Mais do que imaginamos, o medo — em todas as suas formas, fracas ou fortes — determina, ou pelo menos modifica, nossas ações, pensamentos, reações e planos. Como qualquer outra emoção, o medo não deve ser negado, nem mesmo rejeitado de forma absoluta: ele sinaliza àquele que o sente uma ameaça real ou imaginária; cabe a cada um, então, avaliar a realidade, a gravidade e a iminência do perigo para saber até que ponto é importante deixar o medo prosperar ou não no coração. Continuar lendo
IRMÃS DA FSSPX: 226 IRMÃS PROFESSAS E 20 NOVIÇAS APÓS AS CERIMÔNIAS DE QUASIMODO 2026

O Domingo de Quasimodo, 12 de abril de 2026, foi marcado pela cerimônia de tomada de hábito e profissões religiosas entre as Irmãs da Fraternidade São Pio X.




Quasimodo geniti infantes … Durante a Missa pontifical em Ruffec, rodeado por cerca de 40 sacerdotes, Irmãos e seminaristas, D. de Galarreta entregou o hábito das Irmãs da FSSPX a 6 jovens mulheres, enquanto 1 noviça pronunciava seus primeiros votos e 2 irmãs professas faziam seus votos perpétuos. As 122 freiras presentes cercaram com alegria suas integrantes mais jovens!





No mesmo dia, nos noviciados de Browerville, nos Estados Unidos, e Pilar, na Argentina, 8 noviças professaram seus votos e 2 postulantes receberam o hábito religioso, elevando o número de freiras professas para 226 e o número de noviças para 20. Deo gratias!
Uma congregação internacional por excelência, as Irmãs incluem 6 francesas, 6 australianas, 3 americanas, 1 chilena, 1 mexicana, 1 polonesa e 1 sul-africana.
Agradecendo a Deus por essas vocações, roguemos para que Ele envie muitas mais para esta bela congregação de freiras fundada por D. Lefebvre.


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“Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas”
Sobre as Irmãs da FSSPX e a vocação religiosa feminina pode ser visto clicando aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
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TRADIÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA FORMIDÁVEL E TEMIDA

Entre os benefícios espirituais das sagrações episcopais que ocorrerão em Écône em 1º de julho de 2026, estará o de permitir que todos aqueles que assim o desejarem vivenciem a Tradição, tal como pretendia Dom Marcel Lefebvre.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
É precisamente essa experiência que os progressistas temem, como afirmou inequivocamente o jesuíta Thomas Reese no Religion News Service, em 13 de abril de 2021: “A Igreja deve deixar claro que deseja o desaparecimento da liturgia não reformada [destaque nosso] e que só a autorizará por bondade pastoral para com os idosos que não compreendem a necessidade de mudança. Crianças e jovens não deveriam ser autorizados a assistir a essas missas [sic]..” – Em outras palavras, a Missa Tridentina é proibida para menores de 18 anos e reservada para maiores de 98 anos.
Esse é o objetivo do Motu proprio Traditionis custodes de 16 de julho de 2021, que reduz drasticamente a possibilidade de celebração da Missa Tridentina. Trata-se de confinar a Tradição, de confiná-la a uma reserva para uso de padres e fiéis que se espera que estejam em vias de extinção. E essas medidas profiláticas têm como objetivo proteger a “Igreja conciliar” – como a chamava Dom Giovanni Benelli, em 1976 – do “contágio” da Tradição. Continuar lendo
A ECLESIOLOGIA ILUSÓRIA DA FRATERNIDADE SÃO PEDRO – PELO PE. JEAN-MICHEL GLEIZE, FSSPX

O legalismo da Fraternidade São Pedro foge à vista do lobo e abandona as ovelhas.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
“Sagrações legítimas?” Este é o título de um texto assinado por “Theologus” e publicado em 11 de abril de 2026 no site “claves.org”(1) pelos sacerdotes da Fraternidade São Pedro. Nele, tentam demonstrar que a argumentação apresentada pela FSSPX para estabelecer a legitimidade das sagrações episcopais que se prepara para realizar, no próximo dia 1º de julho, seria vã.
Esse tipo de discurso não é novo. De fato, desde o início, ou seja, desde o “verão de 1988”, os sacerdotes determinados a não seguir D. Lefebvre em sua decisão de nomear sucessores para o episcopado têm se esforçado para justificar sua posição. Foram, principalmente, os sacerdotes da então nascente Fraternidade São Pedro e, entre eles, o padre Josef Bisig(2). E o fizeram apresentando a iniciativa das sagrações como conduzindo a um episcopado não católico, um episcopado cismático, um episcopado que veicula uma heresia implícita. Reforçado pelo padre de Blignières(3), o estudo do padre Bisig inspira em grande parte a reflexão atual dos padres da Fraternidade São Pedro, em particular tal como se expressa no texto publicado online em 11 de abril(4).
A novidade, se é que existe alguma, consiste em contestar os argumentos apresentados pela FSSPX por ocasião do anúncio das futuras sagrações de 1º de julho de 2026. E em acompanhar o estudo com uma “enfática homenagem” do Cardeal Sarah. Continuar lendo
DOMINGO “IN ALBIS”: SÓ EM DEUS SE ACHA A VERDADEIRA PAZ (OITAVA DA PÁSCOA)
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ONDE A TRADIÇÃO É VERDADEIRAMENTE VIVIDA, A IGREJA CRESCE.

Um sacerdote húngaro, o padre Daniel Östör, responsável pelo apostolado da juventude da FSSPX na Hungria, regressou de uma viagem de estudos aos Estados Unidos e transmitiu o seguinte relato.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
No início da Quaresma de 2026, durante minha viagem aos Estados Unidos, tive a oportunidade de visitar dois lugares de particular importância na vida da Fraternidade São Pio X: a cidade de Armada, no estado de Michigan, e St. Marys, no estado do Kansas. Esses dois lugares diferem em tamanho e história, mas manifestam duas faces da mesma realidade eclesial.
Armada é uma comunidade familiar com cerca de 600 a 800 membros — a primeira fundação da Fraternidade nos Estados Unidos — que se encontra hoje no início de uma nova fase de desenvolvimento. St. Marys, por outro lado, com seus 5.000 a 6.000 mil fiéis, é quase uma pequena cidade católica, e sob essa forma praticamente única no mundo.
A história de Armada remonta aos primórdios da Fraternidade. A comunidade foi fundada em 1973 pelo próprio D. Marcel Lefebvre. Foi uma experiência especial visitar locais diretamente ligados à sua pessoa e à sua obra. Durante a minha estadia, realizou-se um funeral: foi sepultado um pai de família com mais de noventa anos que, após o serviço militar, dedicou toda a sua vida à Fraternidade. Era pai de mais de dez filhos. A presença de numerosos filhos, netos, familiares e fiéis demonstrou de forma impressionante o quanto essas comunidades se apoiam nas famílias. Continuar lendo
A VERDADEIRA QUESTÃO EM JOGO NAS SAGRAÇÕES, SEGUNDO O CARDEAL MÜLLER – PELO PE. JEAN-MICHEL GLEIZE, FSSPX

O cardeal recrimina a Fraternidade por adotar a atitude daqueles que acreditam poder remediar as crises “se escondendo em um canto amuado de uma Igreja dos puros, último bastião de ortodoxia que deseja impor sua reintegração completa na Igreja Católica, convertendo-a ao seu próprio cenáculo”. Na verdade, não seria o contrário? Na realidade, não é a Igreja dos puros do Vaticano II, o último bastião entrincheirado do neomodernismo, que deseja impor uma pseudo unidade da Igreja, uma “plena comunhão eclesial”, convertendo todos os católicos à nova liturgia e à nova teologia do Concílio?
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
O cardeal Müller, o protótipo do conservador na Igreja?
O cardeal Gerhard Ludwig Müller, nascido em Mainz, em 1947, foi um homem de confiança de Bento XVI. Aliás, foi este último que, em 2 de julho de 2012, quis elevá-lo à dignidade de Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e, da mesma forma, lhe confiou a Presidência da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei. Dois anos depois, em 12 de janeiro de 2014 – tendo o Papa Bento XVI renunciado nesse ínterim – o Papa Francisco o elevou ao cardinalato.
E foi o novo Cardeal Müller que, no outono de 2014, cinco anos após as primeiras discussões doutrinais de 2009-2011, retoma – na sua qualidade de Presidente da Comissão Ecclesia Dei – o diálogo com a Fraternidade São Pio X, e recebe, em Roma, Dom Bernard Fellay, então Superior Geral da referida Fraternidade. Diálogo que atingiu um ponto sem retorno em 6 de junho de 2017, quando o Cardeal Müller, em nome da Santa Sé, enviou a Dom Fellay uma carta na qual era exigido que, no caso de uma normalização canônica da Fraternidade, ou de um restabelecimento da “plena comunhão”, os membros da Fraternidade “declarem, explicitamente, sua aceitação dos ensinamentos do Concílio Vaticano II e daqueles do período pós-conciliar, concedendo às referidas afirmações doutrinárias o grau de adesão que lhes é devido”, e que reconhecessem “não apenas a validade, mas também a legitimidade do Rito da Santa Missa e dos Sacramentos, de acordo com os livros litúrgicos promulgados após o Concílio Vaticano II”(1). Continuar lendo
O TRIUNFO DE CRISTO – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado de S. Pio X de Lisboa, no Domingo de Páscoa sobre o triunfo de NSJC
SERMÃO DE D. LEFEBVRE PARA A PÁSCOA – 11 DE ABRIL DE 1982
Clique na imagem acima para ouvir o Sermão
Tradução gentilmente cedida pelo nosso amigo Robson Carvalho
Caríssimos amigos,
Caríssimos irmãos,
Cristo Ressuscitou. Nós cremos nisso de toda nossa alma e de todo nosso coração. E como dizia o padre ontem, ao dispor os grãos de incenso em forma de Cruz sobre o Círio pascal, repetimos com ele hoje:
Christus heri et hodie: Cristo ontem e hoje.
Principium et finis alpha et oméga: Jesus Cristo é o Princípio e o fim de todas as coisas.
Ipsius sunt tempora et scæula: A Ele todos os tempos e todos os séculos.
Ipsius sunt gloria et imperium per omnia sæcula: A Ele a glória e o poder pelos séculos dos séculos.
Gloriosa vulnera custodiant nos: Que suas chagas gloriosas nos conservem, nos conservem na fé.
Sabeis, meus caríssimos irmãos, hoje existe entre os católicos, infelizmente, um grande número que hesita sobre a realidade da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nosso Senhor não teria tomado, não teria reavido seu Corpo. Esse Corpo que ele recebeu da Virgem Maria. Mas seria um corpo espiritual, um corpo diferente que ele teria tomado, reavido, e não aquele que foi crucificado sobre a Cruz. Ora, Nosso Senhor quis ele próprio, para combater esses erros, que houvesse entre os apóstolos um incrédulo, São Tomé, que não quis acreditar na realidade da Ressurreição de Nosso Senhor. Então Nosso Senhor se apresentou em pessoa enquanto ele mesmo estava presente, enquanto Tomé estava presente e lhe disse: “Tomé, vejas, coloques teus dedos em minhas feridas”. Continuar lendo
DOMINGO DE PÁSCOA: A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO E A ESPERANÇA DO CRISTÃO
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“…ET RESURREXIT TERTIA DIE…”
UMA FELIZ E SANTA PÁSCOA A TODOS NOSSOS AMIGOS, LEITORES E BENFEITORES!
SÁBADO SANTO – MEDITAÇÃO PARA A TARDE
SOLENIDADE DE MARIA SANTÍSSIMA DEPOIS DA SEPULTURA DE JESUS
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SÁBADO SANTO – MEDITAÇÃO PARA A MANHÃ
SÉTIMA DOR DE MARIA SANTÍSSIMA – SEPULTURA DE JESUS
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SEXTA-FEIRA SANTA – MEDITAÇÃO PARA A TARDE
SEXTA DOR DE MARIA SANTÍSSIMA – JESUS É DESCIDO DA CRUZ
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SEXTA-FEIRA SANTA – MEDITAÇÃO PARA A MANHÃ
MORTE DE JESUS
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O EXEMPLO DO BOM LADRÃO – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, na Terça-feira santa, sobre o exemplo que o bom ladrão nos oferece.
AMAI OS VOSSOS INIMIGOS – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, na Segunda-feira santa, sobre a necessidade de amarmos os nossos inimigos
TENDE EM VÓS OS SENTIMENTOS DE CRISTO – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, do Priorado S. Pio X em Lisboa, na Festa de Nossa Senhora das Dores, sobre a necessidade de acompanharmos os sentimentos de Cristo ao longo desta Semana Santa.
BOLETIM DO PRIORADO PADRE ANCHIETA (SÃO PAULO/SP) E MENSAGEM DO PRIOR – ABRIL/26

Caros fieís,
No mundo, a palavra “tradição” não tem uma conotação negativa. Pelo contrário, transmite uma imagem positiva e conota qualidade. Ao chegar em Indaiatuba, antes de virar na rua onde será construída a Igreja da Imaculada Conceição, um anúncio de um novo loteamento traz o título bastante apropriado: “A tradiçao encontra um novo capítulo”. No vídeo promocional do projeto, um orador argumenta: “Valorizar a história… raízes profundas… recebendo o novo sem perder a essência”. Ele compreende o conceito de tradição: receber, valorizar e transmitir.
Mas, na Igreja, por que é tão difícil falar sobre tradição(ões) hoje em dia? Vamos arriscar uma explicação baseada na preservação do patrimônio. Essa palavra (derivada do latim patrimonium) originalmente se referia a todos os bens e direitos herdados do pai (pater). Hoje em dia, adquiriu o significado mais geral de “propriedade transmitida a uma pessoa ou comunidade por gerações anteriores”. E quanto ao patrimônio religioso?
No início do ano, um padre diocesano de Minas Gerais me contou que tinha uns 15 anos quando o velho pároco de sua paróquia faleceu. Isso foi na década de 1980. O novo padre havia empilhado todas as vestes litúrgicas em uma propriedade rural para serem queimadas. Ele dirigiu um trator até a nave da igreja, arrancou o piso e removeu todos os corpos enterrados para fazer uma laje de concreto. Continuar lendo
DOMINGO DE RAMOS – GLORIA, LAUS ET HONOR
HINO PROCESSIONAL DO DOMINGO DE RAMOS
PEQUENAS MÃOS, GRANDE MISSÃO – O QUÊNIA PRECISA DE UMA NOVA IGREJA
Esta igreja é o único lugar no Quênia onde se celebra a Missa católica tradicional. Este é o nosso lar, um lugar onde todos podem vir, jovens ou idosos, ricos ou pobres, felizes ou, às vezes, um pouco tristes. Aqui, todos nos reunimos para participar do santo sacrifício da missa.
Mas nossa igreja precisa da sua ajuda.
É por isso que viemos aqui rezamos todos os dias, pedindo a Deus que ouça nossas orações e toque muitos corações generosos.
Estamos rezando por algo muito especial.
Venha, queremos lhe mostrar algo.
Esta é a Santa Cruz, nossa igreja.
E nós a amamos muito.
O lugar onde viemos encontrar Jesus na Missa tradicional em latim.
E é onde aprendemos a amar e servir a Deus.
Mas temos um problema.
Venha, deixe-nos mostrar a você.
Assim que temos que sentar todos os domingos.
E não se esqueça das solenidades e dias de festas.
Mesmo sendo desconfortável, não perderíamos esta Missa por nada.
E com mais famílias participando da Missa, alguns de nós simplesmente temos que ficar em pé.
Porque simplesmente não temos espaço suficiente.
Então, sentamos do lado de fora.
E isso não é tudo. Quando chove em nosso telhado de metal, fica muito difícil ouvir a Missa.
E quando chove no Quênia…
Chove mesmo”
Ave Maria…
Fale mais alto. Não conseguimos te ouvir.
É muito difícil nos ouvirmos por causa da chuva em nesse lugar.
Mas nada disso nos fará parar de rezar, porque Jesus e Nossa Senhora sempre nos ouvem.
Todos os dias rezamos por uma igreja maior.
Uma igreja onde todos tenham um lugar para assistir à Missa.
Onde a chuva não atrapalhe nossa oração. Uma bela igreja para Jesus, o Rei dos Reis.
Uma igreja onde a Missa tradicional continue por gerações.
Você nos ajudaria a construir esta igreja para a glória de Deus e para o futuro de nossa fé católica?
Ó glorioso São José, fiel guardião da Sagrada Família, modelo da Igreja universal.
Vós, que supris todas as necessidades, olhai com benevolência para esta casa de Deus, obtende para nós a graça, a coragem e os meios para concluir esta obra sagrada.
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Um outro belo vídeo de campanha pela construção dessa nova igreja pode ser visto clicando aqui.
MEDITEMOS NA PAIXÃO – PELO PE. JOSÉ MARIA, FSSPX
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, do Priorado S.Pio X de Lisboa, no primeiro Domingo da paixão, sobre a necessidade da meditarmos na paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo.
PADRE DE BLIGNIÈRES E A UNIDADE DA IGREJA – PELO PE. JEAN-MICHEL GLEIZE

A unidade da Igreja se baseia, em primeiro lugar, na fé, e não na obediência. Inverter esses princípios equivale a transformar a autoridade papal numa tirania.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Desde o anúncio das sagrações ocorrido no último dia 2 de fevereiro, o padre de Blignières ataca, com força redobrada, a Fraternidade São Pio X[1]. De acordo com ele, as sagrações episcopais de 1º de julho serão cismáticas e passíveis, como tais, da excomunhão latae sententiae. Ora, não o são, com toda a certeza, porque representam a medida excepcional à qual é legítimo recorrer em razão de um estado de necessidade bem óbvio para que ele precise ser demonstrado. Bem óbvio também para que seja possível demonstrar sua não existência.
Não obstante, de que meio o padre de Blignières se dota para concluir pelo cisma?
Duas estratégias lhe continuam viáveis. A primeira consiste em minimizar o estado de necessidade para concluir, daí, que ele não beira ao ponto de exigir a medida tão excepcional que as sagrações episcopais representam. A segunda consiste em invocar canonicamente o direito divino: ainda que o estado de necessidade exigisse a medida excepcional supramencionada, não deixaria de ser menos ilegítima e, portanto, impossível, porque consagrar bispos em contradição com a vontade do Papa seria contrário ao direito divino. Continuar lendo








