Realizada no dia 11 de outubro. Fonte: FSSPX Sud America
- Pe. Alvaro Calderón
- D. Fellay
- Padre Albisu
- Padre Mario Trejo
Realizada no dia 11 de outubro. Fonte: FSSPX Sud America
53 novos seminaristas na fsspx
Fonte: SSPX USA – Tradução: Dominus Est
A Fraternidade São Pio X está admitindo um total de 53 jovens para o primeiro ano de espiritualidade em seus diferentes seminários para o atual ano acadêmico 2015-2016.
No Hemisfério Norte, o Seminário de Santo Cura de Ars, em Flavigny (França), está recebendo 14 novos seminaristas (4 franceses, 4 suíços, 2 Gaboneses, 2 italianos, 1 nigeriano e 1 polonês) e 2 irmãos postulantes (1 francês e 1 canadense), bem como um pré-seminarista.
O Seminário Sagrado Coração, em Zaitzkofen (Alemanha) está recebendo 10 novos seminaristas (2 alemães, 2 tchecos, 1 austríaco, 1 francês, 1 lituano, 1 polonês, 1 russo e 1 sul-africano).
O Seminário St. Thomas Aquinas, em Winona – Minnesota (EUA) está recebendo 12 novos seminaristas e 5 irmãos postulantes (todos americanos), bem como 30 pré-seminaristas que farão os cursos na área de humanas, antes de iniciar seus estudos no seminário especializado.
No Hemisfério Sul, no início do novo ano letivo em março/2015 vimos a chegada, no Seminário de Nossa Senhora Co-Redentora em La Reja (Argentina), de 9 novos seminaristas (5 argentinos, 2 brasileiros, 1 chileno e 1 guatemalteco) e 3 irmãos postulante (1 americano, 1 brasileiro e 1 dominicano), e também de 14 pré-seminaristas.
No Seminário de Santa Cruz, em Goulburn (Austrália), 8 novos seminaristas tinham entrado como alunos do primeiro ano (2 australianos, 2 filipinos, 1 americano, 1 indiano, 1 queniano e 1 Ugandês), bem como 1 irmão postulante e 4 pré -seminaristas.
Isso faz com que para este ano de 2015 tenhamos um total de 53 seminaristas do primeiro ano e 10 entrando como postulantes a tornar-se irmãos. Houve 51 novos seminaristas em 2014, 43 em 2013, 50 em 2012, 57 em 2011 e 48 em 2010.
O caráter da vida da mulher e a iniciação da cultura feminina eram inspirados, conforme a mais antiga tradição, pelo seu instinto natural que lhe atribuía como reino próprio de atividade a família, a não ser no caso de, por amor de Cristo, preferir a virgindade. Retirada da vida pública e à margem das profissões públicas, a jovem, como flor que cresce guardada e reservada, estava destinada por sua vocação a ser esposa e mãe. Junto da mãe aprendia os labores femininos, os cuidados e negócios da casa e tomava parte na vigilância dos irmãos e irmãs menores, desenvolvendo assim as forças, o engenho, e instruindo-se na arte e no governo do lar. […] Hoje, pelo contrário, a antiga figura feminina está em rápida transformação. Podeis ver que a mulher, e, sobretudo a jovem, sai de seu retiro e entra em quase todas as profissões, até aqui exclusivo campo de ação e vida do homem. [1]
Digamos imediatamente que para Nós o problema feminino, tanto em seu complexo, como em cada um de seus múltiplos aspectos particulares, consiste todo na conservação e no incremento da dignidade que a mulher recebeu de Deus. […] Em que consiste, portanto esta dignidade que a mulher tem de Deus?
Em sua dignidade de filhos de Deus, o homem e a mulher são absolutamente iguais, como também a respeito do fim último da vida humana, que é a eterna união com Deus na felicidade do céu. É glória imortal da Igreja ter colocado em luz e em honra esta verdade e haver livrado a mulher de uma degradante servidão contrária à natureza. Mas o homem e a mulher não podem manter e aperfeiçoar esta sua igual dignidade, senão respeitando e colocando em ato as qualidades particulares, que a natureza lhes concedeu a um e a outra, qualidades físicas e espirituais indestrutíveis, das quais não é possível mudar a ordem sem que a própria natureza sempre novamente a restabeleça. […] Ainda mais. Os dois sexos, por sua própria qualidade particular, são ordenados um para o outro de tal modo que esta mútua coordenação exercita seu influxo em todas as múltiplas manifestações da vida humana social. Continuar lendo
De todo o coração vos damos as boas-vindas paternais, caros filhos e filhas, promotores e associados de “União Latina de Alta Moda”, que desejastes vir à Nossa presença para Nos testemunhar a vossa filial devoção, e ao mesmo tempo, implorar os favores celestiais sobre a vossa União, colocando-a, desde o seu nascimento, sob a proteção d’Aquele para cuja glória deve encaminhar-se toda a atividade humana, mesmo as profanas em aparência, segundo o preceito do Apóstolo dos Gentios:“Quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus”(I Cor 10, 31). Proponde-vos enfrentar com vistas a desígnios cristãos um problema tão delicado quanto complexo, cujos imprescindíveis reflexos morais foram, em todo tempo, objeto de atenção e de ansiedade para aqueles que, por ofício, na família, na sociedade e na Igreja, esforçam-se para preservar as almas das insídias da corrupção e a comunidade inteira da decadência dos costumes, isto é, o problema da moda, especialmente feminina.
É justo que, aos vossos generosos propósitos, correspondam a gratidão Nossa e da Igreja e os ardentes votos de que a vossa União, nascida e inspirada por uma são consciência religiosa e civil, atinja, mediante a esclarecida autodisciplina dos próprios artífices da moda, o duplo escopo declarado nos vossos estatutos: moralizar este importante setor da vida pública e contribuir para elevar a moda a instrumento e expressão de uma bem entendida civilização.
Ansiosos por encorajar tão louvável empreendimento, consentimos de bom gosto no pedido a Nós feito de vos expor algumas das ideias, especialmente sobre a reta formulação do problema e sobre os seus aspectos morais, fazendo-vos, outrossim, algumas sugestões práticas, aptas a assegurar à União uma bem aceita autoridade num campo frequentemente tão discutido. Continuar lendo
Publicamos abaixo um vídeo inspirador, da SSPX-USA com Tradução nossa: Dominus Est, da procissão realizada pela Capela da Assunção (FSSPX), na cidade de St. Mary, Kansas (EUA) no domingo passado, 4 de outubro.
As intenções dos rosários da procissão foram para o Sínodo, para que se defenda a santidade do matrimônio e da família.
Há poucos lugares no mundo como a Nossa Senhora das Dores. Localizado no sul de Phoenix, Nossa Senhora das Dores é uma comunidade católica que oferece uma vida completamente centrada em torno da Missa em latim e as tradições da fé.
Fonte: SSPX USA – Tradução: Dominus Est
Fonte: LifeSiteNews – Tradução: Dominus Est
Dra. Anca-Maria Cernea, médica do Centro de Diagnóstico e Tratamento-Victor Babes e Presidente da Associação dos Médicos Católicos de Bucareste (Romênia) fez a seguinte apresentação ao Papa Francisco e aos bispos sinodais na sexta-feira:
“Sua Santidade, Padres Sinodais, irmãos e irmãs, eu represento a Associação dos Médicos Católicos de Bucareste.
Eu pertenço à Igreja Catolica Greco-Romena.
Meu pai era um líder político cristão, e foi preso pelos comunistas por 17 anos. Meus pais estavam prestes a se casar, mas seu casamento aconteceu 17 anos depois.
Minha mãe esperou todos esses anos pelo meu pai, embora ela nem sabia se ele ainda estava vivo. Eles foram heroicamente fieis a Deus e a seu compromisso.
O exemplo deles mostra que a graça de Deus pode superar as terríveis circunstâncias sociais e pobreza material.
Nós, como médicos católicos, defendendo a vida e a família, podemos ver que isso, antes de tudo, é uma batalha espiritual.
A pobreza material e o consumismo não são a causa principal da crise da família.
A principal causa da revolução sexual e cultural é ideológica. Continuar lendo
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
A cerimônia oficial de lançamento da primeira pedra do novo Seminário da Fraternidade São Pio X nos EUA ocorreu no sábado, 20 de abril de 2013.
Naquele dia, D. Bernard Fellay, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, presidiu duas cerimônias solenes: o batismo dos sinos da capela do prédio do seminário e a bênção da primeira pedra.
Os seminaristas de Winona – estado de Minesota – estiveram presentes e serviram a Missa na manhã da cerimônia. Dom Fellay também deu uma palestra sobre o Jubileu de Prata das consagrações episcopais de 1988.
Para continuar a sua missão de formar sacerdotes católicos, de acordo com a tradição intemporal da Igreja, a Fraternidade Sacerdotal São Pio X elaborou o projeto de construir um seminário novo e maior que o atual de Winona, no pitoresco estado da Virginia.
Oferecemos a seguir uma série de fotos do progresso do trabalho já realizados nesse início do outono de 2015.
A dignidade sacerdotal é pois neste mundo a mais alta de todas as dignidades, nota Sto. Ambrósio. Ela excede, diz S. Bernardo, todas as dignidades dos imperadores e dos anjos. Santo Ambrósio ajunta que a dignidade do padre sobreleva à dos reis como o ouro ao chumbo. A razão disso, segundo S. João Crisóstomo, é que o poder dos reis só se estendem aos bens temporais e aos corpos, ao passo que o dos padres abrange os bens espirituais e as almas. Donde se conclui, em conformidade com o que fica exposto, que o poder ou a dignidade do padre é tão superior à dos príncipes como a alma ao corpo; era o que já tinha dito o Papa S. Clemente. É uma glória para os reis da terra honrar os padres; é isso próprio dum bom príncipe, diz o Papa Marcelo. Os reis, diz Pedro de Blois, apressam-se a dobrar o joelho diante do sacerdote, a beijar-te a mão, e a abaixar humildemente a cabeça para receberem a sua bênção. Reconhecem assim a superioridade do sacerdócio, diz S. João Crisóstomo. Conta Barónio que Leôncio, bispo de Trípoli, tendo sido chamado à côrte pela imperatriz Eusébia, lhe mandara dizer que, se queria a visita dele, era necessário que primeiro aceitasse as seguintes condições: que à sua chegada a imperatriz desceria do seu trono, viria inclinar a cabeça sob as suas mãos, pedir-lhe e receber dele a bênção; depois ele se assentaria, e ela só o poderia fazer com permissão sua. Terminava por dizer-lhe que, a não se darem essas condições, jamais poria os pés na sua côrte. Convidado para a mesa do imperador Máximo, S. Martinho brindou primeiro o seu capelão e só depois o imperador.
No Concílio de Nicéia, quis Constantino Magno ocupar o último lugar, depois de todos os sacerdotes, num assento menos elevado; e ainda se não quis assentar sem permissão deles. O santo rei Boleslau tinha pelos sacerdotes uma tal veneração que não se assentava na presença deles. A dignidade sacerdotal ultrapassa até a dos anjos, razão por que também estes a veneram. Velam os anjos da guarda pelas almas que lhe estão confiadas, de modo que, se elas se encontram em estado de pecado mortal, excitam-nas a recorrer aos sacerdotes, esperando que eles pronunciem a sentença de absolvição; assim fala S. Pedro Damião. Continuar lendo
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Durante séculos, os cristãos do Oriente só sobreviveram apoiados na força de um Ocidente profundamente católico. No momento em que esse último, tendo perdido sua alma, abandona covardemente esses cristãos perseguidos, a paróquia St. Nicolas du Chardonnet não quis se limitar às lamentações. Graças à sua generosidade e através da Juventude Pro, ela passou a ação.
No final desse verão, dez jovens da paróquia foram ao Iraque para dar todo o apoio possível a estes irmãos na fé, perseguidos por não terem querido negar a Cristo.
Nós os vimos amontoados em seus campos de refugiados. Nós os vimos vítimas de uma ociosidade forçada, pois qualquer trabalho, na maior parte do tempo, lhes é proibido. Nós os vimos, sobretudo, com suas feridas psicológicas e, infelizmente, muito frequentemente morais: a ignorância da confissão, o desconhecimento da recitação do Rosário, a quase total ausência de oração, apesar de uma identidade católica exteriormente muito forte. Continuar lendo
A ser proferido por todos os membros do clero, pastores, confessores, pregadores, superiores religiosos e professores em seminários de filosofia e teologia.
Eu, N.N., abraço e aceito firmemente todas e cada uma das coisas que foram definidas, afirmadas e declaradas pelo magistério inerrante da Igreja:
Principalmente aqueles pontos de doutrina que diretamente se opõem aos erros do tempo presente.
1 – E em primeiro lugar: professo que Deus, princípio e fim de todas as coisas, pode ser certamente conhecido e, portanto, demonstrado, como a causa por seus efeitos, pela luz natural da razão, mediante as coisas que foram feitas (Rom 1,20), isto é, pelas obras visíveis da criação;
2 – Em segundo lugar: admito e reconheço como sinais certíssimos da origem divina da religião cristã os argumentos externos à Revelação, isto é, os feitos divinos, e em primeiro lugar os milagres e profecias, e sustento que são sobremaneira acomodados à inteligência de todas as idades e dos homens, mesmo os deste tempo;
3 – Em terceiros lugar: creio igualmente com fé firme que a Igreja, guardiã e mestra da palavra revelada, foi próxima e diretamente instituída pelo próprio Cristo, verdadeiro e histórico, enquanto vivia entre nós, e que foi edificada sobre Pedro, príncipe da hierarquia apostólica, e sobre seus sucessores para sempre;
4 – Em quarto lugar: aceito sinceramente a doutrina da fé transmitida até nós desde os Apóstolos por meio dos Padres ortodoxos, sempre no mesmo sentido e na mesma sentença; e, portanto, rechaço de ponta a ponta a invenção herética da evolução dos dogmas, que passariam de um sentido a outro diverso do qual primeiramente a Igreja sustentou. Igualmente condeno todo erro, pelo qual, ao depósito divino entregue à Esposa de Cristo para que por ela seja fielmente guardado, substitui-se uma invenção filosófica ou uma criação da consciência humana, lentamente formada pelo esforço dos homens e que, posteriormente, deve se aperfeiçoar por um progresso indefinido. Continuar lendo
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Já faz um mês que voltei da minha última viagem a Vanuatu, mas esta noite de sábado, 22 de agosto ficou gravada na minha memória.
Na grande cabana que serve provisoriamente como nossa capela, um pobre neon alimentado por um pequeno gerador produzia uma luz pobre e fraca. Perguntei ao chefe Wan se eu poderia falar com ele e os homens da aldeia de nossas futuras visitas, da construção da igreja e especialmente da posição deles em relação à Tradição. Não foram apenas Wan e os homens que vieram, mas quase toda a aldeia estava lá.
Na verdade, depois de muitos anos sem uma visita de um sacerdote, o novo padre (local) responsável pela área esteve com eles entre minhas duas últimas viagens. À minha pergunta de como eles se encontram em relação à Igreja moderna, a resposta do chefe foi um grande momento da Tradição. Ele se levantou e disse em um Bislama que eu pude entender muito bem: Continuar lendo
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
A comunidade do noviciado cercou o Pe. Karl Stehlin, Superior do Distrito da Ásia da Fraternidade Sacerdotal São Pio X durante a sua visita para a renovação dos votos dos Irmãos.
A comunidade de Iloilo conta com 3 padres, 5 Irmãos professos (dos quais três já estão professos para a vida), 2 postulantes e 4 pré-seminaristas. O pré-seminário teve a alegria de enviar ao seminário de Goulburn, na Austrália, 3 seminaristas: 2 filipinos e 1 coreano.
Novamente os sacerdotes e irmãos do noviciado agradecem calorosamente aos amigos e benfeitores pela ajuda da qual nada seria possível: que Nosso Senhor os abençoe e que Nossa Senhora os guarde sob sua proteção, sem esquecer nossa profunda gratidão a São José.
Pe. Conrad Daniels
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Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Se a Letônia e a Estônia constituem Estados distintos da Rússia, os padres que, em nome da Fraternidade, asseguram o apostolado nesses países, são os mesmos. A história muito encorajadora que se lê abaixo relata dois retiros espirituais pregados a pastores protestantes. Uma página épica do trabalho da graça.
As boas relações que um pastor luterano da Estônia mantinha conosco, padres da Fraternidade e do Priorado de Kaunas, já eram antigas. E, entretanto, nada permitia suspeitar a iniciativa que este pastor tomaria um dia. Nada, exceto o interesse que ele manifestou pelo ensino tradicional da Igreja católica.
Assim, esse pastor luterano nos surpreendeu, e nos surpreendeu agradavelmente, quando nos convidou para pregar um retiro a alguns dos seus colegas na Estônia. Dissemos sim imediatamente, e então dirigi-me, no dia marcado, ao lugar previsto para acolher os retirantes.
E que lugar! Um presbitério luterano… Lugar no qual um padre da Tradição católica iria pregar os exercícios de Santo Inácio de Loyola às almas seduzidas pela doutrina de Lutero!
Os retirantes não eram, certamente, numerosos: sete ao todo. Estávamos no campo. A igreja do vilarejo datava do século XIII. Estávamos no mês de Novembro de 2007.
Comecei então minha pregação, e anunciei a todos, desde o primeiro dia, que recitaríamos todas as noites o rosário. Um dos pastores, vindo como ele da Letônia, mostrou descontentamento, e justificou-o recordando os argumentos mais habituais que se opõem à devoção mariana na Igreja católica. Lhe respondi colocando em suas mãos um belo rosário, e relembrando as palavras de São Luis Maria Grignon de Montfort: “Afinal, quando você diz o rosário, não fará senão cinqüenta vezes uma oração muito bíblica, cujo centro não é outro senão Jesus. Pois a Ave Maria culmina nestas palavras: ‘Bendito é…..Jesus…”. Continuar lendo
Fonte: FSSPX Itália – Tradução: Dominus Est
Ocorreu nos dias 5/6 de Setembro de 2015, a 27ª edição da Peregrinação Nacional Bevagna-Assis, do Distrito italiano da Fraternidade São Pio X, dedicado à figura de São João Bosco, padroeiro dos jovens e exemplo de devoção, oração e ação .
Dom Bosco foi, de fato, um sacerdote zeloso pela salvação das almas e por isso ele foi odiado pelos liberais, maçons e valdense. Um homem de Deus totalmente inserido em seu tempo, mas muito desapegado do mundo; … um Santo, em suma, assim como cada um de nós deve se esforçar para ser, com a ajuda da graça de Deus.
Atraídos pelo seu exemplo e o do Santo padroeiro da Itália, Francisco de Assis, foram, este ano, mais de duzentos os peregrinos que aderiram a esta jornada de dois dias de caminhada e oração, que começou na manhã de sábado, dia 5, em Bevagna e chegou, na tarde de domingo, 6 de setembro na Basílica de São Francisco de Assis, depois de um percurso de cerca de 45 quilômetros que teve como marcos significativos a cidade e os locais sagrados de Montefalco, Foligno e Spello .
“Cansados e sujos, mas felizes!” assim resumiu a experiência, uma menina do numeroso e animado grupo de jovens e crianças que, sob sol e chuva, ao longo das estradas e entre os campos, fizeram-se peregrinos em honra a São Francisco e Dom Bosco .
De nada adianta discutir sobre um evento do porte do Concílio Vaticano II se não se conhece sua história. O autor deste livro é um padre que teve como papel estabelecer um Centro de Imprensa no Vaticano, durante o Concílio.
Acompanhando seu desenrolar, entrevistando os bispos, analisando documentos, cartas, regimentos, deixou-nos por escrito o que se pode chamar dos Bastidores do Concílio. Dentro deste contexto, o que mais impressionou ao autor foi a força do grupo de bispos da Europa Central, que se denominaram Aliança Européia, diante de pequenos grupos mais conservadores que tentavam segurar a avalanche de reformas e novidades. Uma leitura viva, apaixonante e que não deixará nossos leitores indiferentes. Prefácio de Dom Lourenço Fleichman OSB.
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Na crise atual, este livro é um verdadeiro compêndio das Verdades atacadas pelos erros modernos. Coloca em plena luz, de um modo particularmente esclarecedor, a posição que deve ser sustentada para se permanecer fiel à Igreja.
A apresentação sob forma de perguntas e respostas tem o mérito de tornar o raciocínio do autor facilmente acessível e de assim permitir, a todos, uma boa compreensão sobre a crise e sobre os seus remédios.
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Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Santíssimo Padre,
É com grande preocupação que constatamos ao nosso redor a degradação gradual do matrimônio e da família, origem e fundamento de toda a sociedade humana. Esta dissolução está se acelerando com força, sobretudo através da promoção legal dos comportamentos mais imorais e mais depravados. A lei de Deus, mesmo simplesmente natural, é hoje pisoteada publicamente, os pecados mais graves se multiplicam de modo dramático e clamam vingança ao Céu.
Santíssimo Padre,
Não podemos negar que a primeira parte do Sínodo dedicado aos “desafios pastorais da família no contexto da evangelização” nos deixou profundamente alarmados. Temos ouvido e lido, de grandes autoridades eclesiásticas – que se atribuem vosso respaldo, sem serem desmentidas – afirmações tão contrárias à verdade, tão opostas à doutrina clara e constante da Igreja sobre a santidade do matrimônio, que nossa alma tem ficado profundamente perturbada. Todavia, o que mais nos preocupa são algumas das suas palavras que dão a entender que poderia haver uma evolução da doutrina para responder às novas necessidades do povo cristão. Nossa preocupação brota da condenação que São Pio X fez, na encíclica Pascendi, do alinhamento do dogma a supostas exigências contemporâneas. Pio X e vós, Santo Padre, receberam a plenitude do poder de ensinar, santificar e governar em obediência a Cristo, que é a cabeça e pastor do rebanho em todo tempo e em qualquer lugar, e de quem o Papa deve ser o verdadeiro Vigário na terra. O objeto de uma condenação dogmática não pode se converter, com o tempo, em uma prática pastoral autorizada.
Deus, autor da natureza, estabeleceu a união estável entre homem e mulher com vistas a perpetuar a espécie humana. A Revelação do Antigo Testamento nos ensina de modo claríssimo que o matrimônio, único e indissolúvel, entre um homem e uma mulher, foi estabelecido por Deus, e que suas características essenciais foram subtraídas à livre escolha dos homens para permanecer sob a proteção divina particular: “Não cobiçarás a mulher do teu próximo” (Ex 20, 17). Continuar lendo
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Na presença de cerca de quinze sacerdotes e 150 fiéis, D. Alfonso de Galarreta – no seminário Santo Cura de Ars, de Flavigny – entregou a batina a 3 irmãos postulantes (2 franceses e 1 italiano): Augustin de Cauna (Irmão Ambrósio), Guillaume Jorand (Irmão Bruno) e Eduardo Montecalvo (Irmão Athanase-Marie).
Depois de vestir seus novos trajes, pronunciaram seus atos de oblação na Fraternidade Sacerdotal de São Pio X, onde o bispo respondeu:
“Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, eu aceito as promessas que acabara de fazer e em troca eu te recebo na qualidade de noviço da Fraternidade São Pio X.”
Então o celebrante entregou a cada noviço um crucifixo, objeto de sua meditação ao longo de todo noviciado:
“Receba esta cruz, sinal da Paixão de Jesus Cristo, a fim de que seja para você o fundamento de fé, a defesa na adversidade e bandeira perpétua da vitória.”
D. Galarreta foi auxiliado no altar dos padres Patrick Troadec, diretor do seminário (padre-assistente), Pablo Suarez, Tesoureiro Geral (primeiro diácono), Olivier du Châtelet (segundo diácono), Michael Demierre (diácono) Eric Peron (subdiácono), enquanto o irmão Jean-Baptiste Rame atuou como sub-diácono portador da cruz.
Mede-se a dignidade do padre pelas altas funções que ele exerce. São os padres escolhidos por Deus, para tratarem na terra de todos os seus negócios e interesses; é uma classe inteiramente consagrada ao serviço do divino Mestre, diz São Cirilo de Alexandria. Também Santo Ambrósio chama ao ministério sacerdotal uma “profissão divina”. O sacerdote é o ministro que o próprio Deus estabeleceu como embaixador público de toda a Igreja junto dele, para o honrar e obter da sua bondade as graças necessárias a todos os fieis.
Não pode a Igreja inteira, sem os padres, prestar a Deus tanta honra, nem obter dele tantas graças, como um só padre que celebra uma Missa. Com efeito, sem os padres, não poderia a Igreja oferecer a Deus sacrifício mais honroso que o da vida de tods os homens: mas o que era a vida de todos os homens, comparada com a de Jesus Cristo, cujo sacrifício tem um valor infinito? O que são todos os homens diante de Deus senão um pouco de pó, ou antes um nada? O profeta Isaías diz: “São como uma gota de água… e todas as nações são diante Dele como se não fossem” (Is 40, 15-17).
Assim, o sacerdote que celebra uma Missa rende a Deus uma honra infinitamente maior, sacrificando-lhe Jesus Cristo, do que se todos os homens, morrendo por Ele, lhe fizessem o sacrifício das suas vidas. Mais ainda, por uma só Missa, dá o sacerdote a Deus maior glória do que lhe têm dado e hão de dar todos os Anjos e Santos do Paraíso, incluindo também a Virgem Santíssima, porque não lhe podem dar um culto infinito como o faz um sacerdote celebrando no Altar. Continuar lendo
Quão grande seja a dignidade da casta união conjugal, podemos principalmente reconhecê-lo, Veneráveis Irmãos, pelo fato de Cristo, Nosso Senhor, Filho do Pai Eterno, tendo tornado a carne do homem decaído, não só ter incluído, de forma particular, o matrimônio — princípio e fundamento da sociedade doméstica e até de toda a sociedade humana — naquele desígnio de amor por que realizou a universal restauração do gênero humano; mas, depois de o ter reintegrado na pureza primitiva de sua divina instituição, tê-lo elevado à dignidade de verdadeiro e “grande” (Ef 5, 32) sacramento da Nova Lei, confiando, por isso, toda a sua disciplina e cuidado à Igreja, Sua Esposa.
Para que, todavia, esta renovação do matrimônio produza, em todos os povos do mundo inteiro e de todos os tempos, os seus desejados frutos, é preciso, primeiro, que as inteligências humanas se esclareçam acerca da verdadeira doutrina de Cristo a respeito do matrimônio; e convém ainda que os esposos cristãos, fortificada a fraqueza da sua vontade pela graça interior de Deus, façam concordar todo o seu modo de pensar e de proceder com essa puríssima lei de Cristo, pela qual assegurarão a si próprios e à sua família a verdadeira felicidade a paz.
Mas, ao contrário, quando desta Sé Apostólica, como de um observatório, olhamos à nossa volta, verificamos na maior parte dos homens, com o esquecimento desta obra divina de restauração, a ignorância total da altíssima santidade do matrimônio cristão. Vós o verificais, tão bem como Nós, Veneráveis Irmãos, e o deplorais conosco. Desconhecem essa santidade, ou a negam impudentemente ou, ainda, apoiando-se nos princípios falsos de uma moralidade nova e absolutamente perversa, a calcam aos pés. Esses erros perniciosíssimos e esses costumes depravados começaram a espalhar-se até entre os fiéis e pouco a pouco, de dia para dia, tendem a insinuar-se no meio deles; por isso, em razão da Nossa missão de Vigário de Cristo na terra, de Supremo Pastor e Mestre, julgamos que Nos compete levantar a Nossa voz Apostólica para afastarmos dos pascigos envenenados as ovelhas que Nos foram confiadas, e, tanto quanto em Nós caiba, conservá-las imunes.
Resolvemos, pois, falar-vos, Veneráveis Irmãos, e, por meio de vós, a toda a Igreja de Cristo e até a todo o gênero humano, a respeito da natureza do matrimônio cristão, da sua dignidade, das vantagens a benefícios que dele dimanam para a família e para a própria sociedade humana; dos gravíssimos erros contrários a esta parte da doutrina evangélica, dos vícios contrários à vida conjugal, e, enfim, dos principais remédios que é mister empregar, seguindo os passos do Nosso predecessor de feliz memória, Leão XIII, cuja Carta EncíclicaArcanum(Enc. Arcanum divinae sapientiae), acerca do matrimônio cristão, publicada há 50 anos, fazemos Nossa e confirmamos pela presente Encíclica; e declaramos que, se expomos mais largamente alguns pontos de acordo com as condições e necessidades da nossa época, aquela Encíclica não só não se tornou obsoleta mas conserva seu pleno vigor.
E, para tomarmos como ponto de partida aquela mesma Encíclica, que é quase toda consagrada a provar a divina instituição do matrimônio, a sua dignidade de sacramento e a sua inquebrantável perpetuidade, lembremos em primeiro lugar o fundamento que permanece intacto e inviolável: o matrimônio não foi instituído nem restaurado pelos homens, mas por Deus; não foi pelos homens, mas pelo restaurador da própria natureza, Cristo Nosso Senhor, que o matrimônio foi resguardado por lei, confirmado e elevado; por isso essas leis não podem depender em nada das vontades humanas nem sujeitar-se a nenhuma convenção contrária dos próprios esposos. É esta a doutrina da Sagrada Escritura (Gn 1, 27-28; 2, 22-23; Mt 19, 3 e seg.; Ef 5, 23 e seg.); é esta a constante e universal tradição da Igreja, esta a definição solene do Sagrado Concílio de Trento, que, tomando as próprias palavras da Sagrada Escritura, proclama e confirma que a perpetuidade e a indissolubilidade do matrimônio, bem como a sua unidade e imutabilidade, provêm de Deus, seu autor (Conc. Trid. sess. 24).
Mas, embora o matrimônio por sua própria natureza seja de instituição divina, também a vontade humana tem nele a sua parte, e parte notabilíssima; pois que, enquanto é a união conjugal de determinado homem e de determinada mulher, não nasce senão do livre consentimento de cada um dos esposos: este ato livre da vontade por que cada uma das partes entrega e recebe o direito próprio do matrimônio (Cf. Cod. Iur. Can. c. 1081, § 2) é tão necessário para constituir um verdadeiro matrimônio, que nenhum poder humano o pode suprir (Cf. Cod. Iur. Can. c. 1081, § 1). Esta liberdade, todavia, diz respeito a um ponto somente, que é o de saber se os contraentes efetivamente querem ou não contrair matrimônio e se o querem com tal pessoa; mas a natureza do matrimônio está absolutamente subtraída à liberdade do homem, de modo que, desde que alguém o tenha contraído, se encontra sujeito às suas leis divinas e às suas propriedades essenciais. O Doutor Angélico, dissertando acerca da fidelidade conjugal e da prole, diz: “No matrimônio estas coisas derivam do próprio contrato conjugal, de tal modo que, se no consentimento que produz o matrimônio se formulasse uma condição que lhe fosse contrária, não haveria verdadeiro matrimônio” (Sum. Theol. part. III, Suplem., q. XLIX, art. 3.º). Continuar lendo
Existe, nesta confusão de idéias em que os cristãos parecem comprazer-se, uma tendência particularmente prejudicial à fé e tanto mais perigosa quanto ela se apresenta sob as aparências de caridade. A palavra, que apareceu em 1927 por ocasião dum congresso realizado em Lausanne, deveria por si própria prevenir os católicos se eles se referiam à definição que lhe dão todos os dicionários: ”Ecumenismo: movimento favorável à reunião de todas as Igrejas cristãs numa só.” Não se podem misturar princípios contraditórios, é evidente, não se podem reunir de maneira a fazer deles uma só coisa, a verdade e o erro. A não ser que se adotem os erros e se rejeite toda ou parte da verdade. O ecumenismo se condena por si mesmo.Imagens da solene cerimônia de consagração da igreja dedicada à Nossa Senhora das Dores, em Phoenix, Arizona (EUA) em 13 de setembro de 2015.
O vídeo pode ser visto aqui.