Fonte: SSPX USA – Tradução: Dominus Est
Durante uma cerimônia solene celebrada na igreja da Divina Misericórdia na Cracóvia, os bispos católicos poloneses reconheceram oficialmente a Cristo como Rei da Polônia. A cerimônia, que teve lugar no dia 19 de Novembro, contou com a presença do Presidente polonês, Andrzej Duda. Este ato de consagração foi repetido em todas as igrejas da Polônia no domingo, 20 de novembro, dia em que a maior parte da Igreja Católica Romana celebra a Festa de Cristo Rei, de acordo com o novo calendário litúrgico, revisado em 1970.
Este reconhecimento da realeza de Cristo neste dia é louvável, especialmente porque tanto o Ofício Divino como a Missa da Festa de Cristo o Rei eliminaram todas as referências tradicionais sobre o reinado social de Nosso Senhor. Estas infelizes mudanças, que foram feitas para aplacar a crença liberal de que a Igreja não deveria ter nenhum papel na vida política, felizmente, não deteram os bispos poloneses em seguirem os ensinamentos estabelecidos na Encíclica Quas Primas, de Pio XI.
A celebração desta festa, que se renovará cada ano, ensinará também às nações que o dever de adorar publicamente e obedecer a Jesus Cristo não só obriga aos particulares, mas também aos magistrados e governantes.
Realizada no aniversário da conversão da Polônia
A decisão de declarar a Cristo o Rei da Polônia chega durante o aniversário dos 1.050 anos do batismo da Polônia, que é tradicionalmente atribuída ao Sábado Santo de 14 de abril do ano 966, quando Mieszko I, o primeiro governante da Polônia, foi recebido na Igreja Católica. Embora muitos de seus súditos permaneceram pagãos, o zeloso trabalho missionário ocorrido durante os séculos posteriores ao batismo de Mieszko, resultou na total cristianização do país até o final do século XII. A conversão da Polônia aconteceu em um momento providencial, quando outros reinos eslavos, incluindo o Principado de Kiev em 988, começaram a levar a luz de Cristo para os povos que haviam estado imersos na escuridão da superstição e da idolatria.
Outras nações seguem as Consagrações Públicas
A declaração da realeza de Cristo sobre a Polônia ocorre após outros dois atos recentes de consagrações nacionais. Primeiro, em 21 de outubro de 2016, o Presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, consagrou seu país ao Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria durante a oração nacional realizada no café da manhã:
“Eu, Pedro Pablo Kuczynski, Presidente da República do Peru, pela autoridade outorgada a mim, faço um ato de consagração de mim mesmo, de minha família e da República do Peru ao amor e a proteção de Deus Todo-Poderoso e intercessão do Sagrado Coração de Jesus e do Coração Imaculado de Maria “.
Em seguida, dois dias depois, o Patriarca ucraniano greco-católico Sviatoslav Shevchuk, durante uma cerimônia em Fátima, consagrou a Ucrânia, ao Imaculado Coração de Maria com as seguintes palavras:
“Maria, nos apresentamos hoje diante de Ti e consagramos ao seu Imaculado Coração e colocamos sob Sua proteção a Ucrânia e outros países do leste europeu e o mundo. Te oferecemos toda a dor e sofrimento da Ucrânia, porque só através da conversão e do arrependimento virá a paz. Receba nosso sofrimento e salve nosso povo, nossa terra e o mundo do pecado e da morte“.
Católicos de todas as partes devem continuar esperando e rezando para que seus respectivos líderes eclesiásticos e seculares sigam imediatamente estes belos exemplos de consagrações nacionais a Nosso Senhor e à Sua Mãe Santíssima. Apesar do reinado da ideologia liberal em todo o mundo, há aqueles que não se esqueceram de que o homem precisa de Deus acima de todas as coisas, e que as nações do mundo Lhe devem obediência incondicional.
Sub umbra illius quem desideraveram sedi; et fructus eius dulcis gutturi meo — “Eu me sentei debaixo da sombra daquele a quem tanto tinha desejado; e o seu fruto é doce ao meu paladar” (Cant. 2, 3).
Iesus ergo fatigatus ex itinere, sedebat sic supra fontem — “Jesus, pois, fatigado do caminho, estava assim assentado sobre o poço” (Io. 4, 6).






























Um pastor protestante, inclinado já ao catolicismo, foi um dia com sua filhinha em visita à capital da Inglaterra. A menina contava apenas cinco anos.
Fonte: 

Há quase dois mil anos, Deus Incarnado enviou a Sua Igreja para a missão salvífica que lhe cabe, com as seguintes palavras: “-Ide por todo o mundo, e pregai a todas as gentes o Evangelho. Aquele que acreditar e for Baptizado, salvar-se-á; mas aquele que não acreditar condenar-se-á.” O mandato divino à Igreja Católica não poderia ser mais simples: converter o Mundo ao Cristianismo, para a salvação das almas.
Celebra-se a 17 de julho a festa de Santo Aleixo. Catarina esperava esse dia, com impaciência, para receber a santa comunhão. No entanto, achando-se indigna, suplicou ao Senhor que a purificasse. Teve então a sensação de que uma chuva de fogo e de sangue se espalhava sobre ela e a purificava até o íntimo da alma. De manhã, bem cedo, dirigiu-se para [a basílica de] São Domingos. Nada indicava que seu confessor fosse celebrar a missa: a Capella delle Volte estava deserta, as velas do altar apagadas, faltava o missal e Catarina não podia descobrir nenhuma daquelas pequeninas minúcias que revelam aos fiéis estar a missa por começar. Ajoelhou-se, porém, no lugar habitual e, pouco depois, apareceu Frei Tommaso que celebrou o santo sacrifício e lhe deu a sagrada comunhão. 
Livre-tradução do Artigo 
“Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que passa daí, vem do Maligno.” (Mt. 5,37)
Fonte: 
(de que lado você quer ficar?)
