…que em todos os dias do ano se espelham “na Mulher” abaixo e A tem como exemplo de conduta de vida, nossos sinceros votos de crescimento espiritual e santificação.
Assim, parabenizamos a vocês, mulheres católicas, que no seu dia a dia (todos os dias do ano), como filhas de Nossa Senhora:
- Buscam incansavelmente sua santificação e a santificação de sua família;
- Que não se importam com comemorações liberais e pagãs;
- Não se deixam levar por ideologias feministas, esquerdistas e pela moda reinante;
- Que não querem essa “liberdade” anti-cristã para si e para suas filhas;
- Que não querem outro espaço a conquistar que não seja o coração do marido;
- Que sabem, como católicas, que homens e mulheres não são iguais em direitos e deveres;
- Que sabem, como solteiras, de seus direitos e deveres para com seu estado;
- Que sabem, como casadas, que não tem os mesmos direitos e deveres de seus maridos (e conhecem seus direitos e deveres para com o marido);
- Que sabem, como viúvas, de seus direitos e deveres para com seu estado;
Parabenizamos a vocês, mulheres católicas, que todos os dias, como filhas de Nossa Senhora:
- São virtuosas;
- São humildes;
- São generosas;
- São amáveis;
- São fiéis;
- São exemplo de caridade;
- São benevolentes;
- São exemplo de modéstia e pudor;
- Aceitam santamente o sofrimento;
- Aceitam com paciência todos os filhos que Deus envia;
- Se entregam à Providência;
- Que não colocam os bens materiais acima dos bens espirituais;
- Sabem o que é o verdadeiro amor cristão para com sua família e ao próximo;
- Concedem uma educação sobrenatural a seus filhos;
- São “o sol” de sua casa, iluminando e irradiando alegria, ternura, carinho e amor cristão aos filhos e ao marido;
Façamos hoje pequenos atos de desagravo ao Coração Imaculado de Maria, ao longo do dia. Façamos uma pequena penitência e ofereçamos à Mãe de Deus, pelos muitos membros do clero e pelos muitos católicos leigos que se atrevem a comemorar este dia que é fruto do liberalismo (o tal “Dia internacional da Mulher”).
Doce coração de Maria, sede nossa salvação.





Tende-se hoje a cair em uma dicotomia simplista entre heresia e ortodoxia. As palavras do cardeal Müller nos lembram que entre o branco (a plena ortodoxia) e o preto (a heresia aberta) há uma zona cinzenta que os teólogos têm explorado com precisão. Existem proposições doutrinárias que embora não sendo explicitamente heréticas, são reprovadas pela Igreja com qualificações teológicas proporcionais à gravidade e ao contraste com a doutrina católica. A oposição à verdade apresenta de fato diferentes graus, conforme seja direta ou indireta, imediata ou remota, aberta ou dissimulada, e assim por diante. As “censuras teológicas” (não confundir com as censuras ou penas eclesiásticas) expressam, como explica em seu clássico estudo o padre Sisto Cartechini, o julgamento negativo da Igreja sobre uma expressão, uma opinião ou toda uma doutrina teológica (Dall’ opinione al domma. Valore delle note teologiche, Edizioni “La Civiltà Cattolica”, Roma, 1953). Este julgamento pode ser privado, se for dado por um ou mais teólogos por conta própria, ou público e oficial, se promulgado pela autoridade eclesiástica.














