HERESIA EM VÍDEO INTER-RELIGIOSO DO PAPA?

pope-francis-jan-2016-interfaith-video-460Fonte: SSPX USA – Tradução: Dominus Est

Escrito por John Vennari (Catholic Family News)

Católicos de todo o mundo estão escandalizados com a mais recente manifestação da aberração Conciliar. O vídeo (que publicamos aqui), lançado pelo Papa Francisco, por suas intenções de oração para janeiro — uma celebração pan-religiosa com todas as religiões do mundo onde Francisco pede mais diálogo e afirma que nós,membros de todas as religiões, somos todos “filhos de Deus. “[1] 

Naturalmente, não há no vídeo nenhum apelo à conversão dos acatólicos para a única e verdadeira Fé. 

O vídeo gerou muita discussão em diversas páginas de redes sociais ecatólicoso modernismo e a heresia da apresentação. No entanto, talvez alguns sacerdotes bem-intencionadospareciam confusos com todo o transtorno: “Desculpe”, disse um deles, “o que precisamente é herético na declaração? Não vejo qualquer declaração afirmando que todas as religiões são iguais. (pluralismo?)”

Aqui está a chave para entender o que é verdadeiramente acontece. 

O Modernismo raramente opera com “afirmações precisamente heréticas.” Seu método é uma práxis que aborda de maneira inédita o que está em conflito com o magistério perene.  Continuar lendo

CATECISMO ANTICOMUNISTA – PARTE 3

CNBBO SOCIALISMO 

77 Haverá outro meio de preparar os homens para o comunismo?

            Outro meio de preparar os homens para o comunismo é o socialismo. 

78 Que vem a ser o socialismo?

            O socialismo é o sistema que professa que todos os meios de produção, de transporte, o ensino, a assistência, toda a propriedade, devem per tencer ao Estado. 

79 Para o socialismo, qual é o papel do individuo?

            Para o socialismo o individuo é meio e não fim da sociedade. Por isto o Estado deve se ocupar de tudo, e cuidar do indivíduo em todos os setores, deixando a este somente aquilo que o Estado mesmo não pode fazer. 

80 Neste caso, o socialismo é o mesmo que o comunismo?

            Não. O fim de um e outro é o mes mo o estabelecimento de uma sociedade sem classes, a abolição da propriedade privada e da inicia tiva privada, e a entrega ao Estado de todos os meios de produção. A diferença está em que o socialismo procura alcançar estes objetivos com meios brandos, usando da propaganda doutrinária e  das eleições, enquanto que o comunismo prefere recorrer à violência. Os meios são diferentes, mas o fim é o mesmo. O socialismo é como uma rampa pela qual o mundo desliza suavemente da ordem natural e divina para o comunismo.  Continuar lendo

MAIS UM EVENTO DA NOVA ORDEM MUNDIAL, ATRAVÉS DO “ECUMENISMO” PÓS CONCILIAR

APOIO MUNDIALISTA A COMUNIDADE TAIZÉ
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Trinta mil jovens se reuniram durante cinco dias em Valência (Espanha).

 

Fonte: Distrito da FSSPX no México

 

Unanimidade absoluta em torno da comunidade ecumênica de Taizé (1), que celebrou em Valência (Espanha), de 28 de dezembro a 01 de janeiro, o Encontro Europeu de Jovens. Trinta mil pessoas, 15 mil vindas de fora da Espanha, “católicos” e protestantes indistintamente, puderam desfrutar da Catedral de Valência e da igreja de Santa Catarina para seus atos de oração e workshops de intercâmbio de experiências e testemunhos. As vigílias de oração pela paz no Ano Novo foram celebradas em todas as paróquias. Presidiram esses atos o Cardeal Arcebispo de Valência, Antonio Cañizares, e o superior da comunidade de Taizé, Irmão Alois (foto). Estiveram presentes os bispos que receberão o próximo encontro: o Arcebispo Católico de Riga, Zvignevs Stankevics e o arcebispo da Igreja Evangélica Luterana da Letônia, Janis Vanags. 

 

E o Papa Francisco através do secretário de Estado, monsenhor Pietro Parolin, enviou uma mensagem de saudação ao Arcebispo de Cantuária, o Patriarca Ecumênico Bartolomeu, ao presidente do Departamento de Relações Exteriores do Patriarcado de Moscou, ao secretário-geral da Federação Luterana Mundial, ao Secretário Geral da Comunhão Mundial das Igrejas Reformadas assim como ao secretário-geral do Conselho Ecumênico de Igrejas. Finalmente, apresentaram as suas declarações de apoio: o Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon e o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk.

 

Estamos, portanto, em pleno “ecumenismo” …

 

Rezemos pela conversão de todas essas pobres pessoas que estão no erro, e que Deus nos proteja!

(1) A Comunidade de Taizé é uma comunidade monástica protestante ecumênica, fundada em 1940 pelo teólogo suíço Roger Schutz, conhecido como irmão Roger, em Taizé, na França, que continua a ser a sua sede.

CATECISMO ANTICOMUNISTA – PARTE 2

COMUNA REVOLUÇÃO E A CRISTANDADE

33 Qual é para o comunismo o critério supremo da verdade, da moral e do direito?

            O critério supremo da verdade, da moral e do direito é para o comunismo a ação revolucionária.

           Assim como para o católico o fim supremo é a vida eterna, para o comunista o fim supremo da vida é a Revolução. 

34 Que e a Revolução?

            Revolução, com maiúscula, é a rejeição de Deus, de Cristo, da Igreja, e de tudo o que deles provém, é a organização da vida humana somente segundo a razão humana e as paixões humanas. Seu ideal é a Cidade do homem sem Deus, oposta à Cristandade e à ordem natural, que é a Cidade de Deus.

35 Que é a Cristandade?

            Cristandade é a sociedade temporal organizada segundo Deus, isto é, de acordo com o direito natural e a palavra de Deus, revelada por Jesus Cristo, transmitida, interpretada e aplicada à vida pela Igreja Católica. 

36 Quais são os fundamentos da Cristandade?

            Os fundamentos da Cristandade são dois: o direito natural e a Revelação, trazida por Jesus Cristo e transmitida pela Igreja Católica. Continuar lendo

CATECISMO ANTICOMUNISTA – PARTE 1

ANTIO QUE É O COMUNISMO E O QUE ELE ENSINA

1 Que é o comunismo?

           O comunismo e uma seita internacional, que segue a doutrina de Karl Marx, e trabalha para destruir a sociedade humana baseada na, lei de Deus e no Evangelho, bem como para instau rar o reino de Satanás neste mundo, implantando um Estado ímpio e revolucionário, e organizando a vida dos homens de sorte que se esqueçam de Deus e da eternidade. 

2 Qual é a doutrina que a seita comunista ensina?

            A seita comunista ensina a doutrina do mais completo materialismo.

3 Que ensina o materialismo comunista a, respeito de Deus?

           O materialismo comunista ensina que Deus não existe, e que só existe a matéria.

4 Contenta-se a seita comunista em ensi nar que não há Deus e que só existe a matéria?

           A seita comunista dá grande importância a um materialismo pratico, em que o homem cogita se Deus existe ou não, mas procede, pensa e organiza sua vida sem se incomodar com Deus nem se lembrar dEle. Assim; aos poucos chega também ao materialismo teórico.

           O comunista verdadeiro é materialista teórico e prático, para poder levar seus prosélitos ao caminho aludido.  Continuar lendo

E O VATICANO SE ABRE AO COMUNISMO VERDE…

Fiat Lux: Iluminando nossa casa comum, cerimônia de luz para a Abertura do Extraordinária Jubileu do Ano Santo da Misericórdia, destacando Laudato Si ‘e 2015 Paris Conferência do Clima – Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima – UNFCCC (COP21) da Praça de São Pedro, Cidade do Vaticano.

Fonte: ACI

“Fiat lux: Iluminar a nossa casa comum”, evento que surpreendeu milhares de pessoas na noite da última terça-feira no Vaticano. Foi um espetáculo de luzes e imagens através do qual iluminaram a fachada e a cúpula da Basílica de São Pedro por motivo do início do Jubileu da Misericórdia.

As diversas imagens projetadas mostraram o homem e sua relação com a natureza, assim como os efeitos que a mudança climática e o mau trato a criação estão causando ao mundo.

A projeção começou às 19h e durou aproximadamente duas horas, realizou-se também no contexto da COP21 (Cúpula do Clima) que acontece em Paris, para refletir e tomar medidas contra os efeitos da mudança climática. Seu objetivo foi “sensibilizar os cidadãos do mundo a fim de criar um novo movimento global para proteger a casa comum”.

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Deixamos uma pergunta no ar: Como anda a fé do povo mesmo?

CNBB EM DEFESA DA MAMÃE DILMA

Comissão Brasileira Justiça e Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, questiona motivos que levaram presidente da Câmara a abrir processo contra a petista e diz que ele agiu por interesse pessoal.

Fonte: Congresso em Foco

A Comissão Brasileira Justiça e Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), criticou hoje (3) o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que autorizou aabertura de processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Em nota, a CNBB questiona os motivos que levaram Cunha a aceitar o pedido de abertura do processo.

Manifestando “imensa apreensão”, a comissão da CNBB diz que a atitude de Cunha “carece de subsídios que regulem a matéria” e que a sociedade está sendo levada a crer que “há no contexto motivação de ordem estritamente embasada no exercício da política voltada para interesses contrários ao bem comum”. Para a CNBB, Cunha agiu por interesse pessoal.

A entidade católica, que, na época em que o então presidente Fernando Collor enfrentou processo de impeachment, participou de uma manifestação pela ética na política, afirma no comunicado divulgado hoje que “o impedimento de um presidente da República ameaça ditames democráticos, conquistados a duras penas”. “[…] Que autoridade moral fundamenta uma decisão capaz de agravar a situação nacional com consequências imprevisíveis para a vida do povo? […] É preciso caminhar no sentido da união nacional, sem quaisquer partidarismos, a fim de que possamos construir um desenvolvimento justo e sustentável”, acrescenta a comissão da CNBB. Continuar lendo

AS VÁRIAS POSIÇÕES TOMADAS NA CRISE ATUAL

frame-crise-na-igreja1) PROGRESSISMO: se subdivide em diversas categorias:

a) Obediência cega: aqueles que não admitem resistência às autoridades. É a posição mais cômoda na crise atual. Tem vários graus. Há até aqueles que dizem: “Prefiro errar com o Papa a acertar sem ele”, “Se o Papa fosse para o inferno eu iria junto”. Peca por excesso: chama-se subserviência. Destes tais dizia São Bernardo: “Aquele que faz o mal, sob o pretexto de obediência, faz antes um ato de rebeldia do que de obediência”.

b) Ultra-progressismo: são aqueles que, seguindo os princípios do Concílio Vaticano II, são mais lógicos e vão até às últimas conseqüências, sendo mais avançados do que as próprias autoridades auto-demolidoras da Igreja, não respeitando os freios que estas, por receio de escândalo, tentam impor. São os que, por exemplo, promovem os cultos afros, na linha da inculturação preconizada por João Paulo II; são os que pregam o ecumenismo total, na linha do encontro ecumênico de Assis; são os que apóiam as invasões de terra e o socialismo, na linha da teologia da libertação, etc.

c) Oficialismo: é a posição daqueles que, talvez pelo receio de serem chamados cismáticos, procuram tranqüilizar a própria consciência dizendo que seguem as autoridades oficiais da Igreja, mesmo quando favorecem à autodemolição. É a tentação da oficialidade, que reconhecemos ser bastante forte e sedutora, como se viu na Paixão de Jesus, quando a grande maioria do povo preferiu ficar do lado das autoridades religiosas oficiais que condenavam injustamente a Jesus, que ficou com poucos amigos fiéis.

Os que defendem tal posição teriam ficado com Aarão, sumo sacerdote oficial escolhido por Deus, que levou o povo a adorar o bezerro de ouro; teriam ficado com Caifás, sumo sacerdote oficial, que condenou a Jesus, teriam ficado com o Papa Libério, que favoreceu ao semi-arianismo e excomungou Santo Atanásio; teriam ficado com o Papa Honório que foi anatematizado pela Igreja, após sua morte, por ter também favorecido à heresia. Continuar lendo

RESPOSTAS A ALGUMAS OBJEÇÕES SOBRE A DANÇA E A MODÉSTIA

dsalaoEsse post é continuação do ESTUDO SOBRE A DANÇA E A MODÉSTIA

Para concluir, deve-se responder a algumas objeções que levantam os jovens para justificar sua assistência, organização e diversão nos bailes modernos. Não são todas as que se escutam, mas são suficientemente representativas no modo de pensar da juventude de nossa época e mesmo de nossos ambientes tradicionais:

1) Eu não peco porque não danço com má intenção:

É necessário reconhecer o justo direito que o homem tem de uma sã diversão, mas isso não torna bom o que é de si mau. Dançar com boa intenção; qual é essa boa intenção? Está dirigida pela modéstia e pela temperança? Será realmente boa, ou “aparentemente” boa e não um verdadeiro bem[57] o que se está buscando? E, ainda admitindo a retidão da intenção, ela não pode mudar de nenhum modo a natureza das coisas, não pode fazer que o que é naturalmente mau, moralmente, seja bom. Se os bailes são maus ou menos honestos em si, se as circunstâncias que o rodeiam são más não é lícito dançar nem assistir a tais diversões…

2) Há muitas pessoas que dançam e são boas, inclusive melhores que muitas outras que vão à Igreja:

Este argumento é um verdadeiro sofisma: estas pessoas poderão ser boas em muitas outras coisas, talvez em todas as outras, mas nisto de dançar não o são…, e, portanto, não têm a verdadeira bondade cristã, não são católicos virtuosos. Chamar de bom ao que não é integralmente bom é não falar com propriedade, é esquecer aquele princípio que nos recorda Santo Tomás: “a ação não será absolutamente [simpliciter] boa se todas as bondades não se concentram nela, porque o bem, como diz Dionísio, resulta da integridade da causa, e o mal, de um só defeito singular”[58], e mais clara e explicitamente o diz o apóstolo Santiago: “Porque qualquer um que houvesse guardado toda a Lei, e faltasse em um só ponto, tornou-se culpado de tudo”[59]. Deve-se negar em absoluto que um jovem ou uma jovem possa ser muito bom nem propriamente bom diante de Deus se frequenta estes bailes modernos… Continuar lendo

ESTUDO SOBRE A DANÇA E A MODÉSTIA

danNa sociedade cheia de contradições em que vivemos, a dança se transformou para quase toda a juventude, algo quase necessário, e para não poucos, a coisa mais importante de suas vidas. O fim de semana é esperado com ansiedade e planejado cuidadosamente com muita antecedência, de maneira que todo o ano está organizado em torno dessas reuniões mundanas, festas, noitadas, boates, discotecas, etc., onde os jovens esgotam seus corpos e pervertem suas almas desde a meia-noite até a madrugada, por meio da dança[16], com conversas frívolas quando não abertamente más incluindo bebidas e até drogas…

“A moral da Igreja é imutável e o que ontem era vaidade, ocasião próxima de escândalo ou de pecado, o é hoje e o será sempre”, ensinava com toda razão Dom Antônio de Castro Mayer em sua sempre vigente e mais atual que nunca, carta pastoral sobre os “Problemas do Apostolado Moderno”[17]. Por isso é importante um juízo acertado sobre a dança e as suas circunstâncias, que sirva, tanto aos pastores de almas como aos fiéis devotos que vivem no mundo, para julgar e obrar segundo a reta razão e os princípios perenes da moral católica.

1. NOÇÕES PRÉVIAS

O Cardeal F. Roberti define a dança como “um conjunto de movimentos rítmicos com os quais se expressam sentimentos de entusiasmo, especialmente de alegria”[18], e assim entendido, conforme a sã teologia moral deve-se afirmar que a dança não é em si intrinsecamente má[19]. Como também não o são a música e a poesia.

Pode-se então considerar a dança como uma atividade honesta de distração, expressão ou manifestação de alegria da alma, realizada por movimentos corporais compassados, e até como a expansão de um culto religioso…: “chegam os primeiros cristãos, ainda impregnados dos usos pagãos, diz um autor, introduzindo a dança nos ritos da Igreja…” E é significativo que os primeiros monges se chamassem coristas[20]. Recorde-se aqui a dança do rei David diante da arca da aliança e outras ações semelhantes que conta o Antigo Testamento[21], como também alguns bailados ou danças folclóricas, individuais ou em grupo, ainda que de ambos os sexos, por ocasião de festas civis em que os participantes giram e realizam movimentos separadamente…, e ainda alguns outros que poderíamos chamar danças da corte ou de salão até a metade do século XVIII.
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A IMODÉSTIA DAS PRAIAS (E NAS PISCINAS)

tal-mae-tal-filha-artkini-conjunto-biquini“Todo o mundo está colocado debaixo do Maligno.  A obra diabólica penetra em todo lugar. Mas um dos lugares preferidos por Satanás é a praia (e nas piscinas) no período de verão. Aqui a imoralidade inunda, porque o mal aparece legalizado.

A veste indecente na praia (e nas piscinas) é a ruína moral de muitas almas. Mas o que mais Me fere é ver na praia, com vestes livres, as mulheres que normalmente costumam acercar-se da Mesa EucarísticaElas creem na sua cegueira, que a veste indecente seja lícita, pelo fato de que muitas pessoas a usam. 

O mal é sempre mal. A conduta pouco correta de muitas mulheres não justifica a má conduta própria. Satanás alegra-se em ver na praia as suas servas e já conta com vê-las consigo no Inferno. Eu, ao invés, Me aflijo ao ver aquelas almas, pelas quais derramei o Meu Sangue, tornadas em instrumentos do Demônio por motivo do nudismo descarado. Continuar lendo

41 ANOS DA DECLARAÇÃO DE D. LEFEBVRE

archbishop_marcel_lefebvre_declaration“Nós aderimos de todo o coração e com toda a nossa alma à Roma católica, guardiã da fé católica e das tradições necessárias para a manutenção dessa fé, à Roma eterna, mestra de sabedoria e de verdade.

Pelo contrário, negamo-nos e sempre nos temos negado a seguir a Roma de tendência neomodernista e neoprotestante que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II, e depois do Concílio em todas as reformas que dele surgiram.

Todas estas reformas, com efeito, contribuíram, e continuam contribuindo, para a demolição da Igreja, a ruína do sacerdócio, a destruição do Sacrifício e dos Sacramentos, a desaparição da vida religiosa, e a implantação de um ensino naturalista e teilhardiano nas universidades, nos seminários e na catequese, um ensino surgido do liberalismo e do protestantismo, condenados múltiplas vezes pelo magistério solene da Igreja.

Nenhuma autoridade, nem sequer a mais alta na hierarquia, pode obrigar-nos a abandonar ou a diminuir a nossa fé católica, claramente expressa e professada pelo magistério da Igreja há dezenove séculos. Continuar lendo

FRANCISCO: EUCARISTIA PARA LUTERANOS?

screen_shot_2015-11-15_at_7.35.20_pmFonte: SSPX USA – Tradução: Dominus Est

No domingo, 15 de novembro de 2015, o Papa Francisco visitou a Igreja Evangélica Luterana de Roma, onde participou de uma sessão Q & A (Perguntas e Respostas). No final da visita, Francisco ofereceu um cálice para os luteranos.

Aqui estão alguns trechos da recente visita do Santo Padre à comunidade luterana de Roma. Papa Francisco disse que católicos e luteranos devem procurar o perdão pelas perseguições passadas. No final de uma oração conjunta, ele disse: “Basta pensar nas perseguições, entre nós que temos o mesmo batismo. Pense em todas as pessoas que foram queimadas vivas … Temos que pedir perdão um ao outro por isso, pelo escândalo da divisão“.

O papa respondeu perguntas da congregação. Em particular, uma mulher Luterana casada com um católico italiano falou. Ela expressou sua dor em não ser capaz de receber a Comunhão: “A dor que sentimos juntos devido a uma diferença na fé” e questionou o papa sobre a possibilidade “de finalmente participarem juntos da comunhão“.

Na frente de três cardeais (Walter Kasper, Kurt Koch e Agostino Vallini) e da multidão de participantes, em sua maioria Suiços/Alemães, o papa deixou a resposta na consciência da mulher.

O papa começou com uma piada: “A questão sobre a partilha da Ceia do Senhor não é fácil para mim responder, sobretudo na frente de um teólogo como o Cardeal Kasper – Estou com medo!” Continuar lendo

O QUE DIZER DA CREMAÇÃO DOS CORPOS?

poFonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est

Parece que agora está se tornando moda cremar os mortos. E essa prática está aumentando muito rapidamente devido, sobretudo, às autoridades religiosas que nunca reprovaram e, nem sequer advertiram os fiéis sobre sua malícia, porque temos que saber que queimar os corpos dos fiéis é totalmente contrário à doutrina e às práticas cristãs.

Os argumentos dos “cremacionistas” em favor da incineração parece ser bastante atraente. A palavra mágica (e tão moderna!) para que todos a engulam consiste em dizer que a cremação é o sistema mais prático. Entre outras coisas, se a compararmos com o enterro tradicional, a incineração é muito mais barata, pois economizamos o “caixão”, a cripta, etc. Além disso, as cinzas podem ser guardadas em casa, em uma caixa de pequeno volume. E no topo de vantagens, esta nova prática é muito mais higiênica do que a lenta decomposição de um cadáver.

Porém, os católicos devem saber que não se trata aqui de uma questão meramente prática. Na realidade, a escolha que faz a Igreja do sepultamento em relação à cremação, se baseiam em razões tanto teológicas como de sentido comum.

No Antigo Testamento

A prática tradicional do supultamento, ou seja, enterrar os mortos, é essencialmente judaico-cristã. Já no Antigo Testamento, os judeus eram praticamente os únicos que enterravam os mortos, colocando-os abaixo da terra. Deus tinha pronunciado esta sentença: “Retornarás à terra, pois dela foi retirada”

Na lei de Moisés está escrito com grande precisão que é um dever sagrado o de enterrar os mortos, incluindo aqueles que foram condenados ou inimigos. O sepulamento tornou-se o sinal distintivo dos judeus. A história de Tobias, a quem louvava a Sagrada Escritura, porque fazia todo o possível para enterrar os mortos à noite, mesmo arriscando a sua própria vida, nos ensina de uma maneira especial: “Quando oravas tu e tua nora Sara, eu apresentava suas orações diante do Santíssimo. Quando enterravas os mortos, eu também lhe assistia. Quando se levanta sem preguiça e deixavas de comer para ir para enterrá-los, não me ocultava essa boa obra, antes estava contigo “(Tob, 12, 12…). Continuar lendo

ME CRUCIFICAS COM A TUA IMODÉSTIA!

Selige_Angela_von_FolignoSanta Angela de Foligno foi uma mulher mundana, escrava da moda e suficientemente rica para satisfazer todos os seus caprichos em perfumes, jóias, penteados, chapéus, pinturas e todo tipo de badulaque usado pelas mulheres da sua época. Depois de passar pelo crivo da dor – depois de casada rica, morreram simultaneamente seu marido e todos os seus filhos – e da penitência, foi protagonista de uma impressionante conversão e mudança tão drástica de vida, que mereceu da JESUS estas visões e revelações, cujo resumo fizemos.

A vaidade e o desejo de agradar os homens cederam lugar à humildade e à mortificação e ao amor de Jesus Crucificado. Deus permitiu que o demônio a tentasse duramente na carne e ela saiu vitoriosa da batalha. Das revelações de Jesus saiu seu livro: “Experiências, espirituais, revelações e consolações da Bem-Aventurada Ângela de Foligno”. Esta obra teve tal aceitação entre os teólogos que foi atribuído a ela o honroso título de “Mestra dos Teólogos”. Ela morreu em 1309 com 61 anos, consumida pela dor, pelos sofrimentos e penitências.

Vamos ler com atenção as palavras de Nosso Senhor à Santa:

“Quando a morte te arrancar deste mundo, cheio de vaidades e luxos sem razão, e chegardes a Minha Presença para ser julgada… vendo os pecados que os homens cometeram ao olhar para o teu corpo escassamente coberto, tu própria ficarás envergonhada”.

Que pretexto poderás então apresentar-Me? Ai de ti mulher pelos teus escândalos! Ai de ti que perdeste o pudor e a vergonha! Porque procedes assim? Porque me crucificas novamente com os cravos da tua imodéstia? Continuar lendo

VÂNDALAS ABORTISTAS PICHAM A CATEDRAL DA SÉ, EM SÃO PAULO

Organizadora de protesto se isenta de culpa, mas “se solidariza” com as vândalas: “Igreja é instrumento do patriarcado”

catedral-da-sc3a9-pichada-por-abortistas-foto-cris-faga-folhapressFonte: Aleteia

Na véspera do chamado “Dia das Bruxas”, 3.000 manifestantes pró-aborto fizeram um protesto em São Paulo contra o projeto de lei 5.069/2013, de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que pretende restringir o acesso ao aborto legal nos casos de estupro.

O protesto terminou em vandalismo: a catedral da Sé, no centro de São Paulo, foi pichada por abortistas com seus clichês costumeiros: “Se o papa fosse mulher, o aborto seria legal“, “Tire seus rosários dos meus ovários” e outros indícios similares de falta de argumentos.

A arquidiocese de São Paulo divulgou nota: Continuar lendo

A CORRUPÇÃO DA MORAL ATRAVÉS DA MODA IMODESTA

modesTraduzido e adaptado por Andrea Patrícia

“A religião não teme a ponta da adaga, mas pode desaparecer sob a corrupção. Não vamos nos cansar de corrupção: nós podemos usar um pretexto, como o esporte, a higiene, os recursos da saúde. É necessário corromper, que nossos meninos e meninas pratiquem o nudismo no vestir. Para evitar muita reação, deve-se avançar de forma metódica: despir-se, em primeiro lugar até o cotovelo e, depois, até os joelhos, depois braços e pernas completamente a descoberto, mais tarde, a parte superior do tórax, ombros, etc., etc.”

International Review of Freemasonry (Revista Internacional de Maçonaria), 1928

Uma ex-apresentadora de boletins meteorológicos no canal do tempo, modelo, atriz e Miss Michigan National Teen-Ager, Colleen Hammond viveu o sonho americano e descobriu que isso é um pesadelo. Enquanto trabalhava na televisão, ela voltou à fé católica. No momento em que seu primeiro filho nasceu, Colleen “viu a luz” e abandonou sua carreira de grande sucesso na televisão para se tornar dona-de-casa e mãe, agora vivendo com o marido e seus quatro filhos no norte do Texas.

Em 2004 a Sra. Colleen Hammond escreveu um livro intitulado “Dressing With Dignity” (vestindo-se com dignidade), que se tornou um best-seller instantâneo. Este inovador livro desafia a moda de hoje e fornece as informações que você precisa para se proteger e proteger seus amados da investida do mau gosto do vestuário imodesto.

Nós publicamos aqui excertos do Capítulo IV do presente livro, “Desenhos Contra a Modéstia e Reação Católica”, que fala sobre as forças por trás da revolução da moda feminina no século 20: Continuar lendo

DECLARAÇÃO DE D. FELLAY A PROPÓSITO DO RELATÓRIO FINAL DO SÍNODO SOBRE A FAMÍLIA

mgr_fellayFonte: La Porte Latine

O Relatório final da segunda sessão do Sínodo sobre a família, publicado no dia 24 de outubro de 2015, longe de manifestar um consenso entre os padres sinodais, é a expressão de um compromisso entre posições profundamente divergentes. São recordados alguns pontos doutrinais sobre o matrimônio e a família católica, mas o texto apresenta também omissões e ambiguidades lamentáveis, especialmente as lacunas abertas na disciplina em nome de uma misericórdia pastoral relativista. A impressão geral que emerge do documento é a de uma confusão que não deixará de ser explorada em forma contrária ao ensinamento constante da Igreja.

Por isso consideramos necessário reafirmar a verdade recebida de Cristo sobre a função do papa e dos bispos (1) e sobre a família e o matrimônio (2). Fazemo-lo com o mesmo espírito que nos levou a apresentar uma súplica ao Papa Francisco antes da segunda sessão deste Sínodo.

1 – A função do papa e dos bispos[1]

Como filhos da Igreja Católica, cremos que o bispo de Roma, sucessor de São Pedro, é Vigário de Cristo e cabeça de toda a Igreja. Seu poder é uma jurisdição em sentido próprio, por cuja razão tanto os pastores como os fiéis das Igrejas particulares, considerados individualmente ou em conjunto, inclusive quando estão reunidos em concílio, sínodo ou conferências episcopais, estão submetidos a ele por um dever de subordinação hierárquica e de verdadeira obediência.

Deus assim dispôs as coisas para que, ao guardar com o bispo de Roma a unidade da comunhão e da profissão da mesma fé, a Igreja de Cristo fosse um só rebanho sob um só pastor. A Santa Igreja de Deus foi divinamente constituída como uma sociedade hierárquica, na qual a autoridade que governa os fiéis vem de Deus por meio do papa e dos bispos que lhe estão submetidos.[2] Continuar lendo

NOS BASTIDORES DO SÍNODO

IMPRESSÕES SOBRE O SÍNODO DA FAMÍLIA: O ESPÍRITO CONTRA A LETRA

12088425_10153058478025723_4365017566234380313_nPor Pe. Romano | FratresInUnum.com

As três últimas semanas, para a Igreja Católica, foram vividas com muita intensidade e ansiedade. De fato, era grande a expectativa sobre as conclusões que os Padres Sinodais e, em última instância, o Papa, iriam dar às questões mais problemáticas envolvendo as famílias, em especial aos divorciados em segunda união e à possibilidade dos mesmos poderem ter acesso aos sacramentos, isto é, à confissão e à comunhão. Tal debate, iniciado no Sínodo extraordinário do ano passado com a proposta do cardeal Kasper e de outros purpurados e teólogos, havia suscitado forte apreensão por parte de milhares de fiéis – clérigos e leigos – que se chocaram diante de uma posição frontalmente contrária à doutrina sobre a indissolubilidade do matrimônio, divinamente revelada e confirmada, ao longo dos séculos, pelo magistério da Igreja, a despeito de fortes pressões e perseguições.

Como se encerra o Sínodo? Desde o Concílio Vaticano II, nenhuma assembleia da cúpula da Igreja havia suscitado tanto interesse, sobretudo por parte da mídia. E, a despeito de se afirmar que o centro do debate era a família, e não a questão da comunhão para os divorciados em segunda união, o que se viu foi uma dura batalha, no interior da aula sinodal, sobre esta questão, entre posições bastante divergentes: de um lado, os inovadores; do outro lado, os fiéis à doutrina católica. O segredo, que deveria ser mantido ao longo dos trabalhos, deixou de sê-lo, desde o início, e foi despudoradamente apresentado à mídia. A imagem que se queria passar, evidentemente, era a de uma Igreja mais “humana”, samaritana, misericordiosa, que punha ao centro o homem, na sua situação concreta. Esta imagem é a que o Papa Francisco, desde o início de seu pontificado, tem se esforçado para passar. E não é difícil perceber de que lado está o Papa. Para se entender o que virá depois do Sínodo, não é tanto ao texto das propostas dos Padres Sinodais  ao Papa que devemos nos ater. Francisco sabe o que quer, e irá até o fim em seu projeto revolucionário. Continuar lendo

PODEMOS CHAMAR A MISSA NOVA DE “RITO ROMANO ORDINÁRIO”?

NOVA
pelos Padres do Priorado Padre Anchieta

A esterilidade da igreja conciliar, como a denominou um famoso cardeal, está chegando às últimas etapas, como um cadáver no qual a decomposição vai-se acelerando mais e mais. Infelizmente, a França, outrora primogênita da Igreja (não da conciliar) está na dianteira, e os dados são assustadores: a média de idade no seu clero é de mais de 70 anos, párocos idosos estão a cargo de dezenas de paróquias (nos casos extremos, mais de cem), uma parte ínfima da população pratica a religião, etc, etc. O fim está próximo, distando talvez em 5 ou 6 anos. Mas assim como ela é primeira no mal, o é também no bem. Considere-se que hoje 25% das ordenações francesas são de sacerdotes jovens que “fazem a escolha pelo rito tradicional”, isto considerando a tradição num sentido amplo, e não só a FSSPX. Agora, nesta pequena onda de volta ao normal, por assim dizer, é evidente que existem passos a serem dados uns depois dos outros, tal qual uma pessoa que, depois de sofrer um gravíssimo acidente, precisa fazer uma reabilitação progressiva. Poderíamos dizer que a missa nova (e a liturgia em geral) é a causa próxima do mal, já que “lex orandi lex credendi”, e assim uma corrosiva e desnaturada liturgia corresponde a um povo corroído e desnaturado (ou talvez poderíamos dizer des-sobrenaturalizado). Pois bem, a causa próxima do reestabelecimento da Igreja será sem dúvida a missa e todos os outros sacramentos dos quais e pelos quais flui a vida divina (eles são causa instrumental da graça).

Agora para dizê-lo sem rodeios, o Corpo Místico morre por falta de circulação da graça divina de um modo análogo ao corpo físico de qualquer ser vivo onde as veias já não transportam o sangue. O que o Motu Proprio Summorum Pontificum chama de “rito ordinário” da missa não pode ser considerado tal por razões seriíssimas, que podem ser reduzidas a uma só: a doutrina contida nela não forma parte do depósito da Revelação divina. Mas, será possível que uma missa (e a liturgia em geral) aprovada pela autoridade competente padeça deste defeito de base? É fato! Continuar lendo

A EFICÁCIA DO RITO “ORDINÁRIO”

ordinPelos padres do Priorado Padre Anchieta, FSSPX

Não são poucos os que insistem, talvez de boa-fé, que a missa nova é tão católica quanto a missa que chamamos tridentina, e isso se vê refletido no modo habitual de falar com a já conhecida expressão “rito ordinário-extraordinário”. Mas, como já se disse no artigo anterior sobre o tema, detrás da missa nova achamos uma outra teologia que não pertence ao depósito da revelação e que lhe é estanha; tal teologia é chamada pelos seus mesmos criadores de Mistério Pascal. Já não é possível negar a existência desta teologia posto que os mesmos papas, começando por Paulo VI até o atual a reconhecem abertamente e a consideram o primeiro princípio da liturgia. Como o MP não é uma idéia única, mas um sistema completo de pensamento, é necessário estudá-lo por partes à luz da doutrina católica para que aos poucos nos vá revelando seus secretos pensamentos.

Vamos agora tocar um ponto neurálgico do dito sistema, e que à sua vez é também centralicíssimo na missa católica e que é o modo como se realiza o sacrifício dentro dela. Ensina Pio XII: No altar há uma imolação incruenta “com sinais exteriores, que são signos de morte, já que, graças à‘transubstanciação’ do pão no Corpo e do vinho no Sangue de Cristo, assim como está realmente presente seu Corpo, também o está seu Sangue; e dessa maneira as espécies eucarísticas, sob as quais Ele se acha no altar há uma imolação incruenta, simbolizam (figurant) a cruenta separação do Corpo e do Sangue” (DzH 3848). Todo católico sabe que o fato da transubstanciação ocorre por uma única razão: o poder sacerdotal conferido na ordenação dos Apóstolos na última ceia (fazei isto) e que, geração após geração, a Santa Igreja guardou e distribuiu aos que o mesmo Senhor chamava (vocação). Em resumidas contas: a missa é o que é por que tem sacerdote, e ponto final. Continuar lendo

PADRE DARIUSZ OKO RESPONDE AO ATAQUE CALUNIOSO DO “PADRE GAY” KRZYSZTOF CHARAMSA

SOBRE A REVELAÇÃO DE UM MONSENHOR VATICANO.

Por Toronto Catholic Witness | Tradução: Gercione Lima – FratresInUnum.com: Pe. Oko ganhou fama por seus escritos sobre a “homo-heresia”. Seu artigo “Com o Papa contra a homo-heresia” pode ser lido em Rorate Caeli. Lecionou e escreveu sobre a infiltração de homossexuais no sacerdócio. E os fatos provaram como ele está correto:

Dois anos atrás, o jornal católico polonês Fronda publicou um longo ensaio, o qual também foi publicado pela revista católica alemã Theologisches. O tema foi a “Homohäresie” e a existência de uma “máfia gay” operando dentro da Igreja Católica. O autor descreve a existência de uma rede de padres homossexuais em todos os níveis da hierarquia da Igreja, incluindo a Cúria Romana, que dão cobertura um ao outro….

Padre Dariusz Oko a respeito do Padre Charamsa: “em seu orgulho, ele se colocou acima da Igreja …”

Pe. Oko.

Pe. Oko.

Pergunta (Boguslaw Rapala): Padre Krzysztof Charamsa anunciou publicamente que é gay. E é você, Reverendo Padre Professor, que é o alvo dos ataques mais farpados por parte dele? Como o senhor reage a tudo isso? 

Pe. Dariusz Oko: Após o ataque contra mim, que foi lançado na quarta-feira (pelo jornal católico liberal Tygodnik Powszechny, ed. Barona), eu percebi que ele era gay e foi confirmado. Eu o adverti que ele poderia acabar como os padres Węcławski e Czajkowski e foi confirmado. Dá pra ver que ele nutre um ódio terrível contra mim e está vivenciando justamente o que ele atribui a mim. Mas, como cristão, eu o perdôo e oro por ele; eu convido-o a palestras e seminários. Posso ver nele sérios transtornos de personalidade, e que ele precisa de ajuda. Se ele precisa de um psiquiatra ou psicólogo, eu conheço alguns, e ele pode até mesmo ter o seu tratamento pago. Continuar lendo

INDICAÇÃO DE LEITURA: O RENO SE LANÇA NO TIBRE

reno_1De nada adianta discutir sobre um evento do porte do Concílio Vaticano II se não se conhece sua história. O autor deste livro é um padre que teve como papel estabelecer um Centro de Imprensa no Vaticano, durante o Concílio.

Acompanhando seu desenrolar, entrevistando os bispos, analisando documentos, cartas, regimentos, deixou-nos por escrito o que se pode chamar dos Bastidores do Concílio. Dentro deste contexto, o que mais impressionou ao autor foi a força do grupo de bispos da Europa Central, que se denominaram Aliança Européia, diante de pequenos grupos mais conservadores que tentavam segurar a avalanche de reformas e novidades. Uma leitura viva, apaixonante e que não deixará nossos leitores indiferentes. Prefácio de Dom Lourenço Fleichman OSB.

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INDICAÇÃO DE LEITURA: CATECISMO DA CRISE NA IGREJA

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Na crise atual, este livro é um verdadeiro compêndio das Verdades atacadas pelos erros modernos. Coloca em plena luz, de um modo particularmente esclarecedor, a posição que deve ser sustentada para se permanecer fiel à Igreja.

A apresentação sob forma de perguntas e respostas tem o mérito de tornar o raciocínio do autor facilmente acessível e de assim permitir, a todos, uma boa compreensão sobre a crise e sobre os seus remédios.

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RATZINGER NÃO PODIA “VENDER NEM COMPRAR”

Da coluna de Maurizio Blondet | Tradução: Gercione Lima – FratresInUnum.com – Um outro leitor, estimulado pelo mesmo artigo, me envia um blog com uma notícia digna de nota: http://sauraplesio.blogspot.it/2015/09/giallo-vaticano.html

Quando, em fevereiro de 2013, o Papa Bento XVI renunciou de modo súbito e inexplicável, o IOR [conhecido como “Banco do Vaticano”] tinha sido excluído da rede SWIFT. Assim, todos os pagamentos do Vaticano se tornaram impossíveis e a Igreja foi tratada como um Estado-terrorista (secundum América) como o Irã. Era a ruína econômica, bem preparada por uma violenta campanha contra o IOR e que foi confirmada pela abertura de investigações criminais da justiça italiana (que nunca deixa de obedecer a certas ordens internacionais).

Poucos sabem o que é a SWIFT (Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication): em teoria, é uma “clearing house” (câmara de compensação) mundial que une 10500 bancos espalhados por 215 países. Na verdade, é o centro mais oculto e exclusivo do poder financeiro globalista-americano, o centro de resgate sobre o qual se apoia a hegemonia do dólar, o meio mais poderoso de espionagem econômica e política (em prejuízo especialmente de nós, europeus) e o meio mais temível com o qual a rede financeira global esmaga as pernas dos estados que não a obedecem.

O Banco Central do Irã, por exemplo, por pressão judaica, foi excluído da rede SWIFT em retaliação ao alegado programa nuclear. Isso significa que o Irã não pode mais vender seu petróleo em dólares, que seus cartões de crédito não valem no exterior, e que nenhuma transação financeira internacional pode ser conduzida por Teerã, exceto por dinheiro vivo e na clandestinidade, sob formas ilegais de acordo com a ordem internacional. Em 2014, o banco francês BNP Paribas foi condenado pela “justiça” a pagar (para os EUA) 8,8 milhões de dólares por ter ajudado Teerã a contornar o bloqueio da SWIFT. Continuar lendo

BOMBA: AS REUNIÕES SECRETAS PARA A ELEIÇÃO DE BERGOGLIO

Máfia eclesiástica.

A eleição de Jorge Bergoglio foi o fruto de reuniões secretas que cardeais e bispos, organizados por Carlo Maria Martini, mantiveram por anos em St. Gallen, Suíça. É o que revelam Jürgen Mettepenningen e Karim Schelkens, autores de uma biografia recém-publicada do cardeal belga Godfried Danneels, que chamou o grupo de cardeais e bispos de “Mafiaclub”.

Por Marco Tosatti, La Stampa, 24 de setembro de 2014 | Tradução: Gercione Lima – FratresInUnum.comDanneels, segundo os autores, teria trabalhado por anos para preparar a eleição do papa Francisco, realizada em 2013. Ele próprio, além disso, em um vídeo gravado durante a apresentação do livro, em Bruxelas, admite ter feito parte de um clube secreto de cardeais que se opunham a Joseph Ratzinger. Rindo, ele o define como “um clube no estilo máfia que tinha o nome de St. Gallen”.

O grupo queria uma reforma drástica da Igreja, muito mais moderna e atual, com Jorge Bergoglio-Papa Francisco no comando, como depois veio a acontecer. Além de Danneels e Martini, segundo revelado no livro, faziam parte também do grupo o bispo holandês Adriaan Van Luyn, os cardeais alemãos Walter Kasper e Karl Lehman, o cardeal italiano Achille Silvestrini e o britânico Basil Hume, entre outros.

Assim escreve o jornal belga “Le Vif”: “Em 13 de março de 2013, um velho conhecido estava ao lado do novo Papa Francisco: Godfried Danneels. Oficialmente, ele estava lá como decano dos cardeais-presbíteros, mas, na realidade, trabalhou durante anos como o discreto criador do rei”.

Danneels foi convidado novamente pelo Papa Francisco para participar do Sínodo sobre a Família, a ser realizado em outubro, em Roma. Sua participação, no entanto, foi muito criticada. Ele havia tentado dissuadir uma vítima de abuso sexual de denunciar o autor, um bispo (tio da vítima), e, por esta razão, na época do Conclave em 2013, na Bélgica havia muitos que não queriam que ele participasse da eleição do novo Papa.

Além disso, as suas posições sobre o casamento gay e o aborto (de acordo com a revelação de dois parlamentares belgas, ele teria escrito pessoalmente ao Rei da Bélgica, exortando-o a assinar a lei [autorizando-os], com a qual ele [Danneels] concordava) não parecem em sintonia com o Magistério da Igreja. E até mesmo com o que o Papa Francisco afirma.

DECLARAÇÃO DO ANO DE 1974

“Nós aderimos de todo o coração e com toda a nossa alma à Roma católica, guardiã da fé católica e das tradições necessárias para a manutenção dessa fé, à Roma eterna, mestra de sabedoria e de verdade.

Pelo contrário, negamo-nos e sempre nos temos negado a seguir a Roma de tendência neomodernista e neoprotestante que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II, e depois do Concílio em todas as reformas que dele surgiram.

Todas estas reformas, com efeito, contribuíram, e continuam contribuindo, para a demolição da Igreja, a ruína do sacerdócio, a destruição do Sacrifício e dos Sacramentos, a desaparição da vida religiosa, e a implantação de um ensino naturalista e teilhardiano nas universidades, nos seminários e na catequese, um ensino surgido do liberalismo e do protestantismo, condenados múltiplas vezes pelo magistério solene da Igreja.

Nenhuma autoridade, nem sequer a mais alta na hierarquia, pode obrigar-nos a abandonar ou a diminuir a nossa fé católica, claramente expressa e professada pelo magistério da Igreja há dezenove séculos. Continuar lendo