Tem sido sempre este o fim que os Santos todos tem levado em vista: a conformidade com a vontade de Deus. Conhecendo muito bem que, nisto consistia a pureza da alma. O beato Henrique Suso, disse: «Deus não quer que nos abundemos em luzes espirituais, mas sim que em tudo nos conformemos com a Sua divina vontade.» E Santa Tereza: «Tudo o que se deve procurar no exercício da oração, é a conformidade da nossa vontade com a vontade divina, tendo por certo, que nisto consiste a maior perfeição.»
«Aquele que for mais superior nesta prática, receberá maiores mercês de Deus, e fará os maiores progressos no caminho da perfeição.» A Beata Stephania de Soncino, religiosa da Ordem de S. Domingos, sendo arrebatada em espírito e levada ao Céu em uma visão, viu algumas pessoas que conhecia e que tinham morrido colocadas entre os Serafins, e lhe foi dito que tinham sido exaltadas a tão alto grau de glória, em consequência de sua conformidade com a vontade de Deus, enquanto estiveram sobre a terra: e o beato Suso, que acima mencionamos, falando de si mesmo, exclama: «Eu antes queria ser o mais vil inseto que se arrasta pela terra, pela vontade de Deus, do que ser um Serafim por minha vontade.»
Nós devemos neste mundo aprender dos Santos, que estão no Céu, à maneira de amar a Deus. O amor puro e perfeito que os Bem-aventurados no Céu tem para com Deus, consiste em uma perfeita união da Sua à divina vontade. Se os Serafins entendessem ser esta vontade, que eles levantassem montes de área sobre as praias do mar, por toda a eternidade, ou que arrancassem erva nos jardins, eles o fariam com o maior prazer e gosto. E mais ainda: se Deus lhes significasse que seriam queimados no fogo do inferno, eles desceriam imediatamente ao abismo, para cumprirem a vontade divina. E é o que Jesus Cristo nos ensina a pedir, que se faça a vontade de Deus na terra, como os Santos o fazem no Céu. (S. Mat. VI. 10.) Nosso Senhor chama a David «um homem segundo o meu coração, porque cumpriu todas as minhas vontades.» (Atos, XIII. 22.) Continuar lendo














Quando falamos na palavra “padre” qual é o primeiro pensamento que nos vem em mente?
Já ouvi pessoas dizendo: “A camisa clerical faz o padre da cintura para cima, basta tirar a palheta e pronto! Não se parece mais com um padre! Estará vestida de forma social.”
Rev. Pe. Patrick de La Rocque, FSSPX




Foi doloroso e triste o quadro da família sem filhos que passou aos nossos olhos nas duas últimas instruções, mas o objeto das duas que virão agora é bem consolador e alegre: vou falar da “família numerosa”.
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