GOVERNO ESPANHOL QUER AFROUXAR LEI DE ABORTO

Irene Montero, Ministra da “Igualdade”

O governo social-comunista da Espanha se prepara para afrouxar a lei do aborto. O objetivo final seria descriminalizar definitivamente o aborto, ou seja, torná-lo um direito.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Após a aprovação da lei sobre a eutanásia e após o sinal verde do Conselho de Ministros para a Lei Trans, que permitiria uma mudança do estado civil a partir dos 14 anos, a coligação do Partido Socialista dos Trabalhadores Espanhóis (PSOE) e os comunistas do Podemos agora querem uma nova reviravolta sobre o aborto.

Como afirma a Ministra da Igualdade, Irene Montero, “a Espanha está pronta para descriminalizar definitivamente o aborto”, que desde 1985 já custou a vida a cerca de 150.000 crianças arrancadas de suas mães.

A entusiasta do aborto

A proposta compreende quatro objetivos declarados:

– terminar com os três dias obrigatórios de reflexão antes de proceder ao aborto, atualmente previstos na lei;

– aumentar as penas contra os socorristas, incluindo prisão, a fim de proteger as instalações para aborto e privar as mães de seu direito à informação;

– suprimir o consentimento dos pais para menores que desejam fazer um aborto;

– limitar a objeção de consciência dos trabalhadores da saúde, pois a maioria quer salvar vidas, acusando o aborto de não ter nada de médico.

Como é fácil constatar, o objetivo é, por um lado, fazer com que o aborto pareça um procedimento normal da vida, um cuidado rotineiro, que não precisa de uma longa reflexão. Por outro lado, limitar ao máximo a oposição à lei, especialmente por parte dos médicos que poderiam ser privados de um direito fundamental: a recusa de matar uma criança inocente. Continuar lendo

A NOVA DEFINIÇÃO DA MISSA SEGUNDO PAULO VI

messe

A forma da Missa nova é a reunião do “povo de Deus”, de modo que a Missa em si passa a ser apenas um acontecimento menor se dando no mesmo local. Esta é a essência da reforma desejada pelo Vaticano II.

Fonte: Courrier de Rome n ° 645 – Tradução: Dominus Est

1 – Em 3 de Abril de 1969, o Papa Paulo VI assinou a Constituição Apostólica Missale Romanum, promulgando o Missal Romano restaurado por decreto do Concílio Vaticano II. Este documento apresenta o Novus Ordo Missæ (abreviado como NOM) acompanhado de uma importante “Apresentação geral” ou Institutio generalis, compreendendo 341 artigos. Em 26 de março de 1970, este novo Missal foi objeto de uma segunda edição, compreendendo em sua “Apresentação Geral” um Preâmbulo e numerosas modificações(1).A terceira edição deste novo Missal reformado, apresentado em Roma em 22 de março de 2002 e aprovado pelo Papa João Paulo II, é acompanhada por uma nova versão revisada da Apresentação Geral, a Institutio generalis missalis romani, que contém 399 artigos.

2 – Longe de ter sido imposta da noite para o dia na Igreja, o NOM de Paulo VI é fruto de uma longa elaboração. A constituição Sacrosanctum conciliumsobre a liturgia do Concílio Vaticano II pedia por uma reforma no seu nº 50, inspirada numa lógica profunda, claramente afirmada no nº 21: “Nesta reforma, proceda-se quanto aos textos e ritos, de tal modo que eles exprimam com mais clareza as coisas santas que significam, e, quanto possível, o povo cristão possa mais facilmente apreender-lhes o sentido e participar neles por meio de uma celebração plena, ativa e comunitária”. O número 14 já especificava: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem àquela plena, consciente e ativa participação nas celebrações litúrgicas que a própria natureza da Liturgia exige e que é, por força do Baptismo, um direito e um dever do povo cristão, «raça escolhida, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido» (1 Ped. 2,9; cfr. 2, 4-5).

3 – O resultado deste desejo de reforma encontra-se no número 16 da Institutio generalis(2002) do NOM, que define a Missa como “a ação de Cristo e do Povo de Deus hierarquicamente organizado”.

4 – A fim de fornecer uma apreciação, apoiar-nos-emos no Breve Exame Crítico apresentado pelo Cardeal Ottaviani em seu nome e em nome do Cardeal Bacci ao Papa Paulo VI em 3 de setembro de 1969 (abreviado como BEC).

I – A versão de 1969

5 – A definição da Missa encontra-se na primeira edição da Institutio generalis, de 18 de novembro de 1969:

  • no nº 2 é definido como o memorial da paixão e ressurreição de Cristo.
  • no nº 7: “A Ceia do Senhor, também conhecida como Missa, é uma sinaxe sagrada, ou seja, a reunião do povo de Deus, sob a presidência do sacerdote, para celebrar o memorial do Senhor. É por isso que a reunião local da Santa Igreja cumpre de modo eminente a promessa de Cristo: “Quando dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu aí estou, no meio deles” (Mt, XVIII, 20).

6 – A missa é formalmente definida como tal. Ela é:

  • a reunião dos fiéis (causa formal)
  • para celebrar a memória ou a recordação do fato passado da Primeira Ceia (objetivo ou causa final)
  • sob a presidência do sacerdote (causa eficiente).

7 – Notemos que é o povo de Deus reunido que celebra; o povo é o agente da celebração: “congregatio populi Dei ad celebrandum”. A presença de Cristo provém (“quare”) desta reunião: é, portanto, a presença espiritual daquele que recordamos, sendo esta memória precisamente a ação do povo que constitui a causa final da reunião. Parece então que o pão e o vinho não são mais do que os símbolos usados ​​por esta reunião para representar aquele de quem nos recordamos.

8 – O BEC dá a seguinte avaliação, em primeiro lugar no que diz respeito à primeira parte: “A definição da Missa é, portanto, reduzida à de uma “ceia”: e reaparece continuamente (nos números 8, 48, 55, 56 do IG). Esta “ceia” é ainda caracterizada como sendo a da assembleia presidida pelo sacerdote; a da assembleia reunida para realizar “o memorial do Senhor”, que recorda o que fez na Quinta-feira Santa. Tudo isso não implica nem a presença real, nem a realidade do sacrifício, nem o caráter sacramental do sacerdote que consagra, nem o valor intrínseco do sacrifício eucarístico independentemente da presença da assembleia”. Do ponto de vista lógico, esta definição que se supõe ser a da Missa não contém nenhum dos elementos essenciais ao definido, como já foi objeto de definição do Magistério. “A omissão, em tal lugar, desses dados dogmáticos, só pode ser voluntária. Tal omissão voluntária significa sua “superação” e, pelo menos na prática, sua negação”.

9 – O BEC assinala que esta nova definição do nº 7 é imediatamente seguida, no nº 8, pela divisão da Missa em duas partes: Liturgia da palavra e Liturgia eucarística. O significado profundo desta divisão é indicado pelo próprio texto da IG, que nos diz que a Missa envolve assim uma dupla preparação: a preparação da “mesa da palavra de Deus” e da “mesa do Corpo de Cristo”, para que os fiéis possam ser “ensinados e restaurados”. “Há aqui”, observa a BEC, “uma assimilação das duas partes da liturgia, como se fossem dois sinais de igual valor simbólico. Assimilação essa que é absolutamente ilegítima”. A divisão da Missa confirma assim a definição da Missa, onde a presença de Cristo já não é a presença real sacramental, mas uma presença espiritual.

10 – Após a definição e divisão, a denominação. “A IG, que constitui a introdução do novo Ordo Missæ, utiliza numerosas expressões para designar a Missa, todas relativamente aceitáveis. Todas devem ser rejeitadas se utilizadas como são, separadamente e em termos absolutos, cada um adquirindo um significado absoluto pelo fato de serem usadas separadamente:

  • ação de Cristo e do povo de Deus;
  • Ceia do senhor;
  • refeição pascal;
  • participação comum na mesa do Senhor;
  • Oração eucarística;
  • Liturgia da Palavra e Liturgia Eucarística.

11 – Podemos concluir: “É evidente que os autores do NOM enfatizaram obsessivamente a Ceia e o memorial que dela é feita, e não a renovação (incruenta) do sacrifício da Cruz. Devemos inclusive observar que a fórmula: “Memorial da Paixão e da Ressurreição do Senhor” não é exata. A missa se refere formalmente apenas ao sacrifício, que é, em si mesmo, redentor; a ressurreição é o seu fruto”. Santo Tomás diz no Adoro Te: “O memoriale mortis Domini”.

II – A versão de 1970

12 – Essa definição foi revisada na segunda edição da Institutio generalis, aquela de 26 de março de 1970. As modificações nela introduzidas “não impõem uma mudança substancial nas observações que fizemos anteriormente sobre a Nova Missa”(2). Não devemos esquecer, de fato, que a Missa é, antes de mais nada, o equivalente a uma obra de arte, ou seja, a uma prática. Sempre podemos mudar a definição sem mudar a prática correspondente. No entanto, é a obra enquanto tal que deve ser julgada, mesmo que sua definição seja alterada. E esta obra é deficiente, como mostra o Breve Exame Crítico dos Cardeais Ottaviani e Bacci, porque oblitera a essência do que a obra pretende alcançar: a adesão a Jesus Cristo Salvador e Redentor. Como todas as outras elaborações escritas pós-evento, o Preâmbulo da IG revisada de 1970 foi escrito após a elaboração da nova Missa, a fim de justificá-la, mas ela própria continua a ser uma obra deficiente. Corrigir o IG não significa que se corrigiu a Missa: corrigir a definição deixando o definido como está não corrige nada.

13 – A definição corrigida da Missa aparece no n ° 7:

Na Missa ou Ceia do Senhor, o povo de Deus é convocado e reunido, sob a presidência do sacerdote, que representa a pessoa de Cristo, para celebrar o memorial do Senhor, ou sacrifício eucarístico. Portanto, esse encontro local da Santa Igreja cumpre de modo eminente a promessa de Cristo: «Quando dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estarei lá no meio deles» (Mt 18, 20). Com efeito, na celebração da Missa, onde se perpetua o sacrifício da cruz (Concílio de Trento, Sessão XXII, cap. 1; DS 1740; cf. Paulo VI, Profissão de fé, n. 24), Cristo está realmente presente na própria assembleia reunida em seu nome, na pessoa do ministro, em sua palavra e também, substancial e continuamente, sob as espécies eucarísticas (Paulo VI, Mysterium fidei)”.

14 – Essa nova definição é menos abertamente modernista. Mas a parte ortodoxa nesta definição não consegue eliminar o modernismo que se aproveita do equívoco(3). “Sempre há ambiguidades e desvios que não são pequenos”(4).

15 – A definição diz que “Na Missa ou Ceia do Senhor, o povo de Deus é convocado e reunido, sob a presidência do sacerdote que representa a pessoa de Cristo, para celebrar o memorial do Senhor ou o sacrifício eucarístico”. Existem cinco coisas a distinguir nesta frase.

  • O sujeito lógico do qual falamos e ao qual atribuiremos o predicado é o “povo de Deus”;
  • O que é dito sobre este povo de Deus? O povo de Deus é “convocado e reunido“.
  • A causa final desta forma: “celebrar a memória do Senhor ou o sacrifício eucarístico”.
  • A causa eficiente que conforma esta questão: “sob a presidência do sacerdote que representa a pessoa de Cristo”.
  • Por fim, ao dizer “na missa”, é enunciada uma circunstância de acordo com o lugar.

16 – A forma da Missa nova é a reunião do “povo de Deus”, de modo que a Missa em si passa a ser apenas um acontecimento menor se dando no mesmo local. Aquilo de que se fala, aquilo que será informado e determinado por um predicável não é a Missa, mas ocorre no que é chamado de Missa. A Missa é o lugar apropriado para a reunião do povo de Deus. A primeira versão de 1969 afirmava essa heresia de forma muito mais clara. Nesta segunda versão de 1970 a heresia é mais ambígua. Passou de “Missa é a reunião do povo de Deus” para “na Missa, o povo de Deus está reunido”.

17 – O erro mais grave consiste em manter aqui a afirmação inalterada da primeira versão de 1969, segundo a qual é precisamente o povo como um todo que celebra o memorial do Senhor ou o sacrifício eucarístico. Porque é o que sempre se diz, sem qualquer modificação: “In Missa […] populus Deiin unum convocatur […] ad memoriale Domini seu sacrificium eucharisticum celebrandum”. A palavra “celebrandum” tem aqui, como em 1969, sempre o “populus Dei” por sujeito e, portanto, por agente. E aí reside a essência da reforma desejada pelo Concílio Vaticano II.

Pe. Jean-Michel Gleize, FSSPX

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INDICAMOS TAMBÉM A LEITURA DO TEXTO MISSA NOVA: UM CASO DE CONSCIÊNCIA

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Notas:

  1. Estas foram analisadas no capítulo IV do livro de Arnaldo Xavier da Silveira, “La Nouvelle Messe de Paul VI, qu’en penser?”Editions de Chiré, Diffusion de la Pensée Française, 1975, p. 99 e seguintes.
  2. Arnaldo Xavier Da Silveira, “La Nouvelle Messe de Paul VI, qu’en penser?”Editions de Chiré, Diffusion de la Pensée Française, 1975, p. 100-101.
  3. Mons. Lefebvre, A Missa de sempre, textos compilados pelo Pe. Troadec, Clovis, 2005, p. 318-319. Publicado no Brasil pela Editora São Pio X, 2019.
  4. Arnaldo Xavier Da Silveira, “La Nouvelle Messe de Paul VI, qu’en penser?”Editions de Chiré, Diffusion de la Pensée Française, 1975, p. 117.

JUBILEU SACERDOTAL DE MONS. HUONDER

No dia 25 de setembro de 2021, na festa de São Nicolau de Flüe, padroeiro da Suíça, Mons. Vitus Huonder celebrou seu jubileu sacerdotal na igreja do Priorado de Wil. Ele foi ordenado padre por Mons. Johannes Vonderach, então Bispo de Chur, em 25 de setembro de 1971, na igreja de Thalwil.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

A cerimônia decorreu na igreja dedicada à Santíssima Trindade, perante um grande número de fiéis, alguns dos quais puderam acompanhar a Missa em um telão ao ar livre, a fim de respeitar as condições sanitárias locais.

Cerca de quinze padres estiveram presentes acompanhando esse jubileu, com a participação do segundo assistente da FSSPX, Pe. Christian Bouchacourt e também do Pe. Franz Schmidberger.

O coro, regido pelo Pe. Leonhard Amselgruber, cantou a Primeira Missa Pontifical polifônica, de Lorenzo Perosi, composta em 1897, provavelmente para o futuro Papa São Pio X, enquanto ele ainda era Patriarca de Veneza.

A presença de dois guardas suíços – eméritos – que receberam permissão para se apresentarem uniformizados, foi bastante comentada.

Na recepção que se seguiu, foi lida uma mensagem do Superior Geral da FSSPX, Pe. Pagliarani, que recordou a corajosa escolha de Mons. Huonder ao decidir retirar-se para uma casa da Fraternidade, e o subsequente isolamento, bem como o encorajamento que este gesto tem sido para algumas almas desorientadas ou hesitantes. Continuar lendo

UMA TENTATIVA DE COLOCAR SÃO PIO X NA ORIGEM DA NOVA MISSA

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

O site cath.ch publicou um estudo em duas partes intitulado “A missa ‘moderna’ versus a missa ‘de sempre‘” que tenta mostrar que a missa de Paulo VI seria tão tradicional quanto a Missa Tridentina. Os argumentos que apoiam esta tentativa de demonstração merecem uma nova perspectiva para mostrar sua fraqueza.

O primeiro argumento apresentado é o da “participação ativa”, que aparece 11 vezes na constituição sobre a liturgia do Concílio Vaticano II: a Sacrosanctum concilium. O artigo tenta atribuir sua autoria ao Papa São Pio X.

Mas essa tentativa está fundada em um equívoco grosseiro. A FSSPX.Actualités já forneceu prova disso. Há um equívoco – isto é, uma acepção significativamente diferente – entre o que exprime São Pio X – e igualmente o Papa Pio XII, e a constituição conciliar.

A noção de “participação ativa” segundo São Pio X retomada por Pio XII

Deve-se notar, antes de tudo, que o papa do Juramento Antimodernista usa tal termo no Motu Proprio Tra le Sollecitudini, de 1903, que se refere à música sacra. O Santo Papa faz da “participação ativa nos mistérios sagrados” “a primeira e indispensável fonte do verdadeiro espírito cristão”.

Mas para saber o que ele quis dizer com esta expressão, devemos considerar como São Pio X vai realizar este programa.

Quanto aos fiéis, de duas maneiras: encorajando a restauração do canto gregoriano para torná-lo acessível aos fiéis; e pela promulgação de dois decretos: sobre a comunhão das crianças desde a idade da razão e sobre a comunhão frequente. Canto e união com Cristo através da sagrada comunhão, é o que São Pio X entende por “participação ativa”. Continuar lendo

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OUTUBRO: MÊS DO ROSÁRIO

Nossa Senhora do Rosário – História Nossa Senhora

Prezados amigos, leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Nesse mês do Rosário, disponibilizamos abaixo os links para as Encíclicas de Leão XIII sobre o Rosário e Nossa Senhora.

“Ora pro nobis, sancta Dei Genetrix, Ut digni efficiamur promissionibus Christi.”

Aproveitamos para disponibilizar alguns textos já publicados em nosso blog sobre o Rosário:

FINALIZANDO O MÊS, UMA SELETA DE NOSSOS POSTS DE SETEMBRO

PRIMEIRA MISSA PÚBLICA DA FSSPX NA MINORITENKIRCHE, NO CORAÇÃO DE VIENA

Minoritenkirche, Viena - próximos eventos clássicos

Desde 29 de junho de 2021 uma das igrejas mais importantes de Viena tornou-se propriedade da Fraternidade Sacerdotal São Pio X (leia a matéria aqui). No dia 12 de setembro, a FSSPX celebrou sua primeira Missa pública na Minoritenkirche, no coração de Viena. A procissão que se seguiu contou com cerca de 1000 pessoas.

Vejam como foi nos vídeos abaixo:

INDICAÇÃO DE LEITURA: A MULHER FORTE

A Mulher Forte se tornou o livro principal das mulheres católicas na França e depois no mundo inteiro.

Resumo: “La Femme Forte” – A Mulher forte, escrita por monsenhor Landriot em 1862, é uma obra inspirada no livro de Provérbios 31, que conquistou uma enorme popularidade no mundo católico, justamente por realçar as características inerentes à mulher, suas peculiaridades, como a sua energia, sua coragem, a sua desenvoltura em lidar com as preocupações cotidianas; a sua resistência ao enfrentar os turbilhões nos quais são inseridas pelas contingências da vida; a maneira serena com que vivencia períodos de incertezas, tristezas; as dificuldades mais íntimas que permeiam o coração e alma de uma mulher; a sabedoria imperturbável com que cuida de seu lar, dos afazeres domésticos, de seus filhos, de seu marido; retrata como são verdadeiramente especiais e fortes.

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A obra  

A Mulher Forte é uma obra primorosa, escrita em 1876 por um grande sacerdote francês, Monsenhor Landriot, e ao longo dos séculos perpassou seus ensinamentos com maestria.

Portanto, profundamente enraizado na Tradição Católica, A Mulher Forte é o suspiro de um coração que deseja amar e servir a Deus como Ele deseja ser amado e servido – ao modelo das Sagradas Escrituras. Continuar lendo

RESULTADO FINAL DE NOSSA “AÇÃO ENTRE AMIGOS”

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Prezados amigos, leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Tempos atrás iniciávamos uma Ação entre amigos de um conjunto de oratórios (do Sagrado Coração de Jesus, do Imaculado Coração de Maria  e de São José).

Hoje, o Pe. Carlos (responsável pela Missão da FSSPX em Ribeirão) fez o sorteio após a Missa das 11h perante muitos fiéis que estavam no local.

O número sorteado foi o 195 e o ganhador foi o Sr. Fernando … , de Ribeirão Preto, final de telefone 5850.

Parabéns ao nosso amigo.

Ao mesmo tempo agradecemos, de coração, a todos que participaram e nos ajudaram (e ajudam ainda) na Campanha para construção de nossa futura capela (e se Deus permitir, um Priorado e uma escola). Agradecemos também aos que rezam pela intenção de nossa Missão e por toda a obra da FSSPX. Que Nossa Senhora e São José possam os retribuir de alguma forma. 

Contem com nossas orações, que é o único meio de retribuir gestos tão caridosos.

SEREMOS, EM BREVE, OS NOVOS LEPROSOS?

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Qualquer pessoa que, razoavelmente, pretenda fugir das injunções estatais e sanitárias, constantemente variáveis ​​e contraditórias, encontra-se marginalizada como um pária.

Fonte: Fideliter n ° 260 – Tradução: Dominus Est

É surpreendente que a própria palavra contágio só tenha surgido no século XIV. Obviamente, bem antes, doenças graves já se transmitiam por aproximação e precisavam de medidas de proteção. O dicionário nos mostra que contágio é um “substantivo feminino que data de 1375, e que vem do latim tangere, tocar”. E se formos um pouco mais a fundo, descobrimos que a ideia de transmissão de uma doença por contato não teve origem na ciência da medicina. Não, não teve! Desde a antiguidade cristã, sempre houve um grande medo da propagação do mal.

Em primeiro lugar, o primeiro e pior dos males, aquele que é transmitido a todos de geração em geração e priva a natureza de sua ordenação, é o pecado original. Ele desordena todas as nossas faculdades entregues à própria vontade, em detrimento do governo da razão. É, até mesmo, a razão de nossa vida mortal e de todos os nossos males. O único remédio é a paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, cujo sacrifício se renova no altar, na Missa, que é um verdadeiro sacrifício propiciatório (que já não se manifesta na nova e atualizada Missa de Paulo VI). “Quem me livrará deste corpo (em que habita o pecado, que é causa de morte espiritual)?” pergunta o Apóstolo.

Outrora, o pecado original e a heresia eram estigmatizados

Mas, além dessa corrupção natural, qual é esse mal que todos os Padres da Igreja combateram, tão justamente, porque era tão contagioso? É a heresia. O caridoso Agostinho é cruel quando se trata de deter este flagelo, em particular, o dos donatistas . E por que, se não porque os hereges de todos os matizes rejeitam os cânones da fé e dissolvem a unidade política e social à imagem dos efeitos do pecado original? Por recusarem as regras de crença e ação que vinculam todos os membros de um corpo social organizado, eles devem ser excluídos. Continuar lendo