
Durante o encontro que o Padre Davide Pagliarani, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, teve em 12 de fevereiro de 2026 com o Cardeal Víctor Manuel Fernández, Prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé, este último declarou pessoalmente que “embora fosse possível dialogar sobre o Concílio, não seria possível corrigir seus textos“.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Essa declaração do prelado romano suscitou uma resposta por parte de D. Athanasius Schneider, bispo auxiliar de Astana, no Cazaquistão, em 17 de fevereiro. A seu ver, os textos de um concílio que se recusou a ser dogmático e se propôs a ser apenas pastoral podem perfeitamente ser revisados ou corrigidos.
Dom Schneider chega a pensar, inclusive, que a Santa Sé deveria ser grata à Fraternidade São Pio X, porque “atualmente é quase a única grande entidade eclesiástica a apontar aberta e publicamente a existência de elementos ambíguos e incorretos em certas declarações do Concílio e no Novus Ordo Missæ“.
Segundo ele, a Fraternidade poderia “contribuir de forma construtiva para o bem de toda a Igreja, mantendo uma distinção clara entre o que diz respeito à fé divinamente revelada e à doutrina definitivamente proposta pelo Magistério, e o que, tendo um caráter essencialmente pastoral em circunstâncias históricas particulares, está aberto a um estudo teológico aprofundado, como sempre foi prática na Igreja“. Continuar lendo










