CONVERSÃO DE SÃO PAULO APÓSTOLO
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Fonte: Radio Spada – Tradução: Dominus Est
Em 1971, sessenta importantes “estudiosos, intelectuais e artistas residentes na Inglaterra“, católicos e não católicos, dirigiram a Paulo VI a seguinte petição:
“Se algum decreto insensato ordenasse a destruição total ou parcial de basílicas ou catedrais, obviamente seriam as pessoas mais instruídas — independentemente de suas convicções pessoais — que se indignariam e se oporiam a tal eventualidade. Ora, o fato é que basílicas e catedrais foram construídas para a celebração de um rito que, até alguns meses atrás, constituía uma tradição viva. Referimo-nos à Missa católica romana. Contudo, de acordo com as últimas informações vindas de Roma, há um plano para cancelar essa Missa até o final deste ano.
Um dos axiomas da propaganda contemporânea, tanto religiosa quanto secular, é que o homem moderno em geral, e os intelectuais em particular, tornaram-se intolerantes a todas as formas de tradição e estão ansiosos para suprimi-las e substituí-las por outras. Mas, como tantas outras afirmações de nossa máquina publicitária, esse axioma é falso. Hoje, como em tempos passados, as pessoas instruídas estão na vanguarda do reconhecimento do valor da tradição e são as primeiras a soar o alarme quando ela é ameaçada. Não estamos considerando, neste momento, a experiência religiosa ou espiritual de milhões de indivíduos. Continuar lendo

A reverência que devemos aos mais velhos mantém a memória de que precisamos para agir com prudência.
Fonte: Fideliter nº 265 – Tradução: Dominus Est
Tradidi quod et accepi, “Transmiti o que recebi”. Consideramos quase banal essa frase, pois convivemos com ela cotidiamente. Preparando-se para sua sucessão, D. Marcel Lefebvre repetiu-a muitas vezes e quis que fosse gravado em seu túmulo. Retomou estas palavras que São Paulo escreveu aos Coríntios: “Foi do Senhor que aprendi o que vos ensinei.” Não podemos deixar de dar graças por tal gesto de heróica prudência, em um momento em que a chamada Missa de São Pio V tendia a desaparecer. Sem a sabedoria prática deste Bispo, esta Missa simplesmente teria desaparecido. Com efeito, desde o Vaticano II, tem sido afirmado e constantemente repetido que a única liturgia conforme à doutrina deste Concílio é a chamada missa de Paulo VI.
Assim, contra todas as probabilidades, mesmo romanas, D. Lefebvre forneceu aos católicos os meios para preservar, para manter e fortalecer sua fé, sem a qual é impossível agradar a Deus. As sagrações de 1988, essa “operação sobrevivência“, como ele a chamava, salvou a Tradição de seu desaparecimento, ou mais precisamente, mantiveram-na. Desta forma, outros Bispos poderiam assegurar futuras ordenações sacerdotais tradicionais para que outros sacerdotes continuassem a dispensar os sacramentos que são os meios ordinários de nossa Salvação. Continuar lendo
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, na Festa da Sagrada Família com uma exortação à boa educação católica dos filhos.

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A consciência é a manifestação da vontade de Deus que é transmitida aos homens pela voz da razão, pelos ditames do seu intelecto
Fonte: Bulletin Hostia ( SSPX Great Britain & Ireland) – Tradução: Dominus Est
1. A consciência é frequentemente chamada de “voz da razão” ou “voz de Deus“, porque nos exorta a fazer o bem e evitar o mal. Caim, que viveu muito antes de Moisés, sabia que havia cometido um mal ao matar Abel. Ainda hoje, em países pagãos que nunca ouviram falar dos mandamentos, os homens distinguem o bem do mal pela sua consciência. Por meio dela, conhecem a Deus; ela os exorta a obedecer.
Como disse São Paulo, falando dos gentios que não conheciam a lei judaica: “Com efeito quando os gentios, que não têm lei (escrita), fazem naturalmente as coisas que são da lei, esses, não tendo lei, a si mesmos servem de lei, e mostram que o que a lei ordena está escrito nos seus corações, dando-lhes testemunho a sua própria consciência e os pensamentos de dentro que os acusam, se fizerem o mal, ou também os defendem, se fizerem o bem.” (Rom 2, 14-15).
2. Se sempre obedecermos aos ditames da nossa consciência, jamais ofenderemos a Deus. Ela é um guia que Ele espera que sigamos. Surge do conhecimento da lei, seja ela natural ou revelada. Antes de qualquer ação, a consciência se manifesta a favor ou contra. Após a ação, conforme a tenhamos seguido ou ignorado, a consciência nos enche de paz ou inquietação.
Se uma pessoa é tentada a roubar, parece ouvir uma voz interior dizendo: “Não roube. Você sabe que roubar é errado.” Essa voz interior é a consciência. A consciência nos diz que Deus é nosso Legislador, nosso Juiz, nosso Recompensador e nosso Vingador.

Uma mesquita em Grozny, na Chechênia
O Serviço Federal de Estatísticas da Rússia (Rosstat) não publicou dados recentes, mas muitos demógrafos independentes acreditam que o declínio populacional da Rússia está se acelerando. As regiões que contrariam essa tendência seriam as áreas predominantemente muçulmanas da Ciscaucásia, onde a prática religiosa é forte.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
O Ano Novo ofereceu uma oportunidade para reafirmar a propaganda demográfica do Kremlin, mas a realidade estatística parece bem diferente. O Patriarca Kirill garante que o país está “lançando os alicerces para uma nova civilização“, mas a Academia Russa de Economia Popular alerta para o risco de desaparecimento de 130 cidades cuja população atual varia entre 5.000 e 10.000 habitantes.
No censo de 2010, a Rússia tinha 142.905.200 habitantes, e em janeiro de 2025, o Rosstat contabilizou 146.119.928, mas o aumento se deveu à população da Crimeia e de outras regiões “anexadas” da Ucrânia. No entanto, o declínio populacional nos últimos quinze anos chega a 4,4 milhões, e essa queda levou o Rosstat a manter os números de 2025 em segredo.
No entanto, muitos demógrafos independentes questionam os poucos dados oficiais disponíveis; um deles estima que a população atual da Rússia, incluindo a Crimeia e Donbas, não ultrapasse 143 milhões de pessoas e que, sem os “novos territórios“, a Rússia hoje mal chegaria a atingir 140 milhões de habitantes. Continuar lendo
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Em 1986, pela primeira, o Papa João Paulo II reuniu em Assis, na Itália, representantes de todas as religiões para rezarem juntos. A partir dali, o papa se refere a um “espírito” novo, ecumênico, que corresponde à obra inicial do ecumenismo no Concílio Vaticano II.
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Veja também alguns de nossos “Especiais” sobre assuntos relacionados ao vídeo:
ESPECIAIS DO BLOG: O ECUMENISMO
ESPECIAIS DO BLOG – PAPAS JOÃO PAULO II, PAULO VI E JOÃO XXIII

A imortalidade de que se fala nas academias, ou nos comentários tecidos em torno de um grande morto, como acontece agora com Hemingway, é aquela que Augusto Comte chamava de imortalidade subjetiva, e que consiste na sobrevivência, não da pessoa, mas das obras e dos passos. Essa imortalidade comporta graus, conforme seja maior ou menor o rumor que o finado tenha feito em torno de si. Há nomes sonoros que ficam na lembrança dos povos por séculos e séculos, enquanto outras vidas mais leves, mais silenciosas e cinzentas logo se apagam, às vezes no próprio mundo familiar. Lembra-me aqui um amigo que morreu deixando um magro legado de ressonâncias. Tão obscuro, tão pouco conseqüente fora que até um dia aconteceu-me, encontrando a viúva, abrir a boca para perguntar notícias do Belmiro, já morto, mais morto do que um prego de caixão de defunto como dizia Dickens. Calei-me a tempo quando recapitulei rapidamente a história póstuma do amigo. Deixara filhos e viúva, mas por uma ironia da sorte a viúva recebeu uma herança, empregou-se num desses cargos em que se ganha muito e pouco se faz, como tantos há nesta República, e assim a família conheceu melhor padrão nos dias de luto. Um ano depois a viúva namorava um guapo peruano que acabou de apagar na memória de todos a lembrança fugaz do pobre Belmiro. Lembro-me de um pormenor curioso da história do apagamento do Belmiro: um dia, trazendo os filhos para o colégio, de automóvel, entrou de mau jeito, como aliás freqüentemente o fazia, e tirou um pedaço, um pequeno pedaço do pilar do portão. Ficou aquela marca discreta, de que, ao cabo de algum tempo, suponho, só eu conhecia a causa. E sempre que passava por ali, e que via o arranhão na alvenaria, evocava a figura de Belmiro. Um dia, veio um pedreiro, recompôs o pilar, e com essa pá de cal desapareceu o último vestígio interessante de uma vida vivida meio século.
Creio que a ninguém escapa o ridículo que sempre acompanha esta tal imortalidade subjetiva, mesmo quando a figura imortalizada é imponente e o traço deixado na casca do planeta é um pouco maior do que um risco na cal. Ainda outro dia estive a ruminar meditações deste tipo diante de uma estátua que o escultor concebera e realizara em atitude oratória e que, exposta ao aguaceiro, tinha um aspecto lamentável.
Entretanto, apesar dessa carga de ridículo, a humanidade se obstina em guardar as lembranças dos mortos, e nós mesmos, se nos sondarmos com lealdade, descobriremos um esquisito desejo de sobrevivência na memória dos outros. De que nos vale isto? De que me vale meu nome pronunciado aqui ou acolá, com tais ou quais atributos, se eu não estou aqui ou acolá, pessoalmente, sobrevivente? Continuar lendo

Se nossa alma se sente pesada e melancólica, repitamos a ela as palavras do salmista: “Por que estás triste, ó minha alma? Espera em Deus…”
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Para começar, permitam-me narrar um pequeno fato ocorrido em uma de nossas escolas primárias. Certo dia, fui informada de que um policial me procurava na sala de visitas.
Apreensiva, dirigi-me à sala indicada e logo me deparei com um jovem que me cumprimentou gentilmente e simplesmente expressou seu desejo de matricular seu filho em nossa escola. Respirei aliviada quando ele explicou os motivos que o levaram a essa decisão. Então, de repente, ele me disse: “Irmã, faço parte da J.U.D.B.”
Sem entender, me perguntei se não seria uma abreviação de alguma força policial secreta…Mas o rosto sorridente do policial contrastava com meus pensamentos íntimos. “Hum… O que significa J.U.D.B.?”, perguntei, vagamente preocupada. E o homem me respondeu com um grande sorriso, um pouco surpreso com minha ignorância: “Ora, é a Jubilosa União de Dom Bosco!” Continuar lendo

Fonte: Radio Spada – Tradução: Dominus Est
Alfonso Salmeron (Toledo, 8 de setembro de 1515 – Nápoles, 13 de fevereiro de 1585) foi um dos primeiros seis companheiros de Santo Inácio de Loyola. Foi um pregador muito talentoso e frutuoso, legado dos Pontífices Romanos junto aos príncipes, professor de teologia, mas, sobretudo, teólogo de Paulo III, Júlio III e Pio IV no Concílio de Trento.
Sua profunda familiaridade com as Sagradas Escrituras é evidenciada por seus 16 volumes de comentários sobre os Evangelhos, os Atos dos Apóstolos e as Epístolas Paulinas e católicas. Desta magnífica obra encontramos a seguinte passagem, que comenta as palavras “Ave, cheia de graça“, que manifestam a realidade da imunidade de Maria ao pecado original: Continuar lendo

Aproveitemos, portanto, este início de ano para tomar resoluções com determinação.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Deus é imutável. “Em Deus, não há vicissitudes, nem sombra de mudança”(1). Deus não muda, não progride, não evolui, porque é perfeito. Ele “É aquele que é”. Ele tem a Si mesmo perfeitamente; Ele é ato puro; Ele é infinito em Suas perfeições. Ele não tem nada a adquirir; Ele não pode perder nada. Deus é, portanto, estável, e contemplaremos essa imobilidade no Céu com admiração.
Para alcançar essa visão beatífica do Céu, Nosso Senhor é muito claro: “Sede pois perfeitos, como também vosso Pai celestial é perfeito”(2). Em outras palavras, para sermos salvos, devemos nos assemelhar a Deus em suas perfeições. Se Deus é inabalável, então devemos nos esforçar para alcançar essa estabilidade em nossa vida espiritual e temporal.
Primeiro, porque é o fundamento de toda virtude. De fato, a virtude é o hábito de fazer o bem. Ora, não pode haver hábito sem estabilidade, sem regularidade, pois isso consiste precisamente em realizar as mesmas ações, as mesmas boas obras, regularmente e com perseverança. Assim como um edifício será tanto mais sólido quanto mais profundas forem seus alicerces e mais regular seu projeto, da mesma forma a repetição de nossas boas ações moldará a beleza de nossa alma. Continuar lendo

Ainda existem heróis capazes de cativar e nutrir nossos filhos? Sim, e cabe a nós torná-los conhecidos e amados.
Fonte: Le Chardonne t n° 350 – Tradução: Dominus Est
Sempre que as férias se aproximam, os pais ou avós dão provas de imaginação: como ocupar todos estes jovens, durante tanto tempo sobretudo quando crescem: acampamentos, estadia com os avós, descanso ou turismo familiar, por vezes até um curso utilitário…
Mas à medida que os dias passam, quantos pais se afligem ao ver seus filhos adolescentes ociosos, ou viciados em filmes, em jogos medíocres nas telas, em histórias em quadrinhos realmente feias e sem nenhuma riqueza… Mais afortunados são aqueles cujos filhos pedem livros para ler!
Poderá este tempo livre trazer algum enriquecimento para suas almas? Existem ainda exemplos capazes de cativá-los, de elevá-los?
Sim, esses heróis, portadores de ideais, estão à nossa porta. Cabe a nós torná-los amados e, portanto, torná-los conhecidos. Não sejamos limitados em nossa ambição: muitos heróis imaginários de aventuras sobre fundos históricos despertam o senso de virtudes que admiramos pouco a pouco antes de imitá-los.
Objetivamente falando, dificilmente veremos nossos jovens entusiasmarem-se com obras eruditas de reflexão filosófica, histórica ou contra-revolucionária, sobretudo durante o período de férias! Continuar lendo
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Fonte: Il Cammino dei Tre Sentieri – Tradução: Dominus Est
1. Por que o Senhor demora em nos responder quando Lhe pedimos graças? Por que às vezes parece quase “rejeitar” nossos pedidos? A resposta está no fato de que o Senhor quer que sejamos confiantes e pacientes. De fato, será justamente essa confiança e essa paciência ao pedir que nos darão méritos pela nossa fé… e, se for da vontade de Deus, também as graças de que precisamos, mas de acordo com o Seu tempo.
2. Leiamos um trecho da inestimável obra Confiança na Divina Providência, do Pe. Jean-Baptiste Saint Jure:
“Nunca se cansem de pedir, sejam constantes, sejam incansáveis em seus pedidos. Se hoje lhes forem negado o que pedem, amanhã obterão tudo; se este ano não conseguirem nada, o próximo ano lhes será mais favorável; não pensem, entretanto, que suas dores são inúteis: todos os seus suspiros são levados em conta; encontrarão proporcionalmente ao tempo que empregarem a pedir; estão acumulando um tesouro que os satisfarão de uma só vez, que superará todos os seus desejos. (…) a recusa que lhes é dada agora não é mais do que uma máscara que Deus usa para inflamar ainda mais o seu fervor. Continuar lendo

Bispos canadenses reagiram fortemente a uma emenda ao Projeto de Lei C-9, ou “lei contra o ódio”, que poderia criminalizar a divulgação de trechos das Sagradas Escrituras.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Em carta endereçada ao primeiro-ministro liberal Mark Carney em 4 de dezembro, a Conferência Canadense de Bispos Católicos (CCBC) se pronunciou contra as propostas de emendas ao Projeto de Lei C-9, a “lei contra o ódio“, que permitiria punir canadenses por citarem as Escrituras. A carta foi assinada pelo presidente da CCBC, D. Pierre Goudreault, Bispo da Diocese de Sainte-Anne-de-la-Pocatière.
O bispo explica: “A proposta de eliminar a defesa de textos religiosos de ‘boa fé’ suscita sérias preocupações. Essa isenção, cujo âmbito de aplicação é restrito, serviu durante muitos anos como garantia essencial para assegurar que os canadenses não fossem processados criminalmente pela expressão sincera e em busca da verdade de suas crenças, feita sem animosidade e enraizada em tradições religiosas de longa data.”
D. Goudreault acrescenta que “a supressão desta disposição corre o risco de criar incerteza para as comunidades religiosas, o clero, os educadores e outros que possam temer que a expressão de ensinamentos morais ou doutrinários tradicionais seja interpretada erroneamente como discurso de ódio e exponha o orador a processos que podem resultar em pena de até dois anos de prisão.“ Continuar lendo

Nesse inicio de 2026, enquanto as sociedades ocidentais buscam orientação para enfrentar o futuro, tornou-se comum ouvir elogios aos frutos históricos do cristianismo.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Celebra-se com entusiasmo o que o catolicismo produziu: civilização, ordem social, patrimônio artístico, coesão dos povos, senso de beleza e justiça. Muitos líderes políticos e intelectuais reconhecem hoje que o catolicismo moldou a Europa e permanece um alicerce cultural precioso.
Esse reconhecimento, por si só, merece ser ouvido. Mas torna-se insuficiente — e até perigoso — quando pretende preservar os frutos rejeitando a árvore da qual eles provêm.
Uma ideia amplamente difundida hoje defende uma forma de laicismo “benevolente” ou “positivo”. Segundo essa concepção, o Estado não é hostil ao cristianismo: ele o aceita, às vezes até o incentiva, desde que se limite a uma função cultural, patrimonial ou identitária. O catolicismo é então tolerado não por sua verdade, mas por sua utilidade social. Torna-se uma herança, um marco civilizacional, um baluarte simbólico contra o vazio espiritual ou a desordem moral. Continuar lendo

Para uma vida espiritual fervorosa, é necessário garantir que nossa vida natural seja equilibrada. Aqui estão algumas reflexões apresentadas pelo diretor de uma instituição educacional.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus est
Vivemos num mundo cada vez mais desordenado. E todos percebem, ainda que vagamente, que é necessário recuperar uma vida equilibrada se quisermos progredir na vida cristã, ou mesmo simplesmente levar uma boa vida cristã. Temos diante de nossos olhos as consequências desastrosas do modo de vida atual: depressões, separações ou divórcios, ansiedade crescente, desordens familiares, instabilidade e fraqueza de caráter, tibieza espiritual, vulnerabilidade de espírito…
Todos queremos evitar isso, para nós e para nossos filhos. É por isso que é necessário “começar pelo começo”, ou seja, impor a nós mesmos condições de vida saudáveis e equilibradas. Continuar lendo
Por que os reis abandonaram seus tronos e atravessavam o deserto em busca de um recém-nascido?
Para oferecer-lhe ouro, incenso e mirra.
Esses não são meros presentes de cortesia, mas uma profissão de fé.
Ouro por sua realeza,
Incenso por sua divindade,
Mirra por sua humanidade sofredora.
A Epifania não é apenas a festa dos Reis Magos,
é a manifestação da realeza social de Cristo.
Se os poderosos se curvam, por que nós não deveríamos?
Feliz Epifania a todos.
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Nosso amigo Leonildo Trombela Jr. foi convidado pelo Rafael, do canal União Católica Portuguesa, para discutirem alguns artigos traduzidos e escritos por ele em seu excelente site VERBUM FIDELIS:
– “A tentação do entrismo”, de Dardo Juan Calderón
– “Meu reino por um cargo”, de autoria do próprio Leonildo
Também foi discutida a série “Umbrais da Tradição Católica” e outros assuntos correlatos.
O Rafael também mantém uma página na plataforma substack, a qual recomendamos que assinem: https://substack.com/@uniaocatolicaportuguesa
Clique na imagem acima e acesse a Meditação de Santo Afonso para essa Festa.
E leia também:
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, Priorado S. Pio X, Lisboa na Festa da Oitava do Natal com uma meditação sobre o tempo.

Trecho da “Opera Omnia Di Giuseppe Toniolo” Volume I, Cidade do Vaticano 1952, págs. 16-23
Tradução: Gederson Falcometa
Na Ordem Espiritual Interior
1. Minhas orações de manhã e à noite: com a leitura em família (quando oportuno e não tarde) de um livro espiritual por poucos minutos – a recitação do viva do terço. O rosário inteiro, a cada sábado e a cada véspera das festas de Maria.
2. Todos os dias (se possível) ouvir a santíssima missa.
3. Frequentar o máximo possível a santíssima comunhão, mesmo várias vezes por semana, conforme o conselho do meu confessor. A confissão toda semana.
4. Todos os dias vinte minutos no máximo (incluindo a preparação e o agradecimento) de meditação, esta última possivelmente após a comunhão e antes de começar o estudo, a fim de colher os frutos da visita de Jesus e renovar os bons propósitos. Transcorrida, porém, a hora habitual para tal fim, e chegada a hora das ocupações ordinárias, renunciar à meditação, suprindo-a naquele dia com aspirações e jaculatórias mais frequentes. Continuar lendo