
A obra “Uma Jornada de Esperança”, de Leão XIV, rejeita a abordagem histórica da Igreja em relação ao erro religioso, considerando-a “defensiva” e “isolacionista”, ao mesmo tempo que propõe um “novo paradigma” de diálogo inter-religioso.
Fonte: Life Site News – Tradução: Dominus Est
O Vaticano publicou recentemente um “documento comemorativo” para marcar os 60 anos da “promulgação” da Nostra Aetate, a “Declaração sobre a Relação da Igreja com as Religiões Não-Cristãs” do Concílio Vaticano II.
O texto contém erros referentes a:
- A natureza da religião,
- As fontes da revelação,
- A virtude teologal da fé,
- A encarnação de Nosso Senhor,
- A relação entre a antiga e a nova aliança,
- Os deveres do Estado para com a verdadeira religião,
- A necessidade da Igreja para a salvação,
- A missão da Igreja para com aqueles que estão fora de seu rebanho,
- A maneira pela qual os batizados devem ser reconciliados com a Igreja,
- A proibição de participar em cultos falsos,
- O uso legítimo da violência por uma sociedade em legítima defesa.
Por trás desses erros específicos podem ser discernidos os sistemas errôneos do naturalismo, do liberalismo e do modernismo.
Considerado em sua totalidade, o texto é incompatível com a profissão pública da fé católica e com a unidade visível da Igreja de Cristo.
Os autores do texto
O documento, intitulado “Uma Jornada de Esperança: 60 Anos de Diálogo Inter-religioso e Fraternidade à Luz da Declaração Conciliar Nostra Aetate“, foi publicado em nome de três cardeais do Vaticano e seus secretários. Continuar lendo





















