SEDE POIS PERFEITOS, COMO TAMBÉM VOSSO PAI CELESTIAL É PERFEITO

Aproveitemos, portanto, este início de ano para tomar resoluções com determinação.

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Deus é imutável. “Em Deus, não há vicissitudes, nem sombra de mudança”(1). Deus não muda, não progride, não evolui, porque é perfeito. Ele “É aquele que é”. Ele tem a Si mesmo perfeitamente; Ele é ato puro; Ele é infinito em Suas perfeições. Ele não tem nada a adquirir; Ele não pode perder nada. Deus é, portanto, estável, e contemplaremos essa imobilidade no Céu com admiração.

Para alcançar essa visão beatífica do Céu, Nosso Senhor é muito claro: “Sede pois perfeitos, como também vosso Pai celestial é perfeito”(2).  Em outras palavras, para sermos salvos, devemos nos assemelhar a Deus em suas perfeições. Se Deus é inabalável, então devemos nos esforçar para alcançar essa estabilidade em nossa vida espiritual e temporal.

Primeiro, porque é o fundamento de toda virtude. De fato, a virtude é o hábito de fazer o bem. Ora, não pode haver hábito sem estabilidade, sem regularidade, pois isso consiste precisamente em realizar as mesmas ações, as mesmas boas obras, regularmente e com perseverança. Assim como um edifício será tanto mais sólido quanto mais profundas forem seus alicerces e mais regular seu projeto, da mesma forma a repetição de nossas boas ações moldará a beleza de nossa alma. Continuar lendo

POR QUE DEUS TAMBÉM SE USA DE NOSSA PACIÊNCIA PARA NOS CONCEDER GRAÇAS?

Fonte: Il Cammino dei Tre Sentieri – Tradução: Dominus Est

1. Por que o Senhor demora em nos responder quando Lhe pedimos graças? Por que às vezes parece quase “rejeitar” nossos pedidos? A resposta está no fato de que o Senhor quer que sejamos confiantes e pacientes. De fato, será justamente essa confiança e essa paciência ao pedir que nos darão méritos pela nossa fé… e, se for da vontade de Deus, também as graças de que precisamos, mas de acordo com o Seu tempo.

2. Leiamos um trecho da inestimável obra Confiança na Divina Providência, do Pe. Jean-Baptiste Saint Jure: 

“Nunca se cansem de pedir, sejam constantes, sejam incansáveis em seus pedidos. Se hoje lhes forem negado o que pedem, amanhã obterão tudo; se este ano não conseguirem nada, o próximo ano lhes será mais favorável; não pensem, entretanto, que suas dores são inúteis: todos os seus suspiros são levados em conta; encontrarão proporcionalmente ao tempo que empregarem a pedir; estão acumulando um tesouro que os satisfarão de uma só vez, que superará todos os seus desejos. (…) a recusa que lhes é dada agora não é mais do que uma máscara que Deus usa para inflamar ainda mais o seu fervor. Continuar lendo

PROJETO DE LEI CANADENSE PODE CONDENAR A BÍBLIA POR DISCURSO DE ÓDIO

Unigenitus e a Proibição à Leitura da Bíblia — Cooperadores da Verdade

Bispos canadenses reagiram fortemente a uma emenda ao Projeto de Lei C-9, ou “lei contra o ódio”, que poderia criminalizar a divulgação de trechos das Sagradas Escrituras.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Em carta endereçada ao primeiro-ministro liberal Mark Carney em 4 de dezembro, a Conferência Canadense de Bispos Católicos (CCBC) se pronunciou contra as propostas de emendas ao Projeto de Lei C-9, a “lei contra o ódio“, que permitiria punir canadenses por citarem as Escrituras. A carta foi assinada pelo presidente da CCBC, D. Pierre Goudreault, Bispo da Diocese de Sainte-Anne-de-la-Pocatière.

O bispo explica: “A proposta de eliminar a defesa de textos religiosos de ‘boa fé’ suscita sérias preocupações. Essa isenção, cujo âmbito de aplicação é restrito, serviu durante muitos anos como garantia essencial para assegurar que os canadenses não fossem processados criminalmente pela expressão sincera e em busca da verdade de suas crenças, feita sem animosidade e enraizada em tradições religiosas de longa data.”

D. Goudreault acrescenta que “a supressão desta disposição corre o risco de criar incerteza para as comunidades religiosas, o clero, os educadores e outros que possam temer que a expressão de ensinamentos morais ou doutrinários tradicionais seja interpretada erroneamente como discurso de ódio e exponha o orador a processos que podem resultar em pena de até dois anos de prisão. Continuar lendo

FRUTOS SEM A ÁRVORE?

Nesse inicio de 2026, enquanto as sociedades ocidentais buscam orientação para enfrentar o futuro, tornou-se comum ouvir elogios aos frutos históricos do cristianismo.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Celebra-se com entusiasmo o que o catolicismo produziu: civilização, ordem social, patrimônio artístico, coesão dos povos, senso de beleza e justiça. Muitos líderes políticos e intelectuais reconhecem hoje que o catolicismo moldou a Europa e permanece um alicerce cultural precioso.

Esse reconhecimento, por si só, merece ser ouvido. Mas torna-se insuficiente — e até perigoso — quando pretende preservar os frutos rejeitando a árvore da qual eles provêm.

Uma ideia amplamente difundida hoje defende uma forma de laicismo “benevolente” ou “positivo”. Segundo essa concepção, o Estado não é hostil ao cristianismo: ele o aceita, às vezes até o incentiva, desde que se limite a uma função cultural, patrimonial ou identitária. O catolicismo é então tolerado não por sua verdade, mas por sua utilidade social. Torna-se uma herança, um marco civilizacional, um baluarte simbólico contra o vazio espiritual ou a desordem moral. Continuar lendo

OS TRÊS REIS MAGOS AOS PÉS DE JESUS


Por que os reis abandonaram seus tronos e atravessavam o deserto em busca de um recém-nascido?

Para oferecer-lhe ouro, incenso e mirra.

Esses não são meros presentes de cortesia, mas uma profissão de fé.

Ouro por sua realeza,

Incenso por sua divindade,

Mirra por sua humanidade sofredora.

A Epifania não é apenas a festa dos Reis Magos,

é a manifestação da realeza social de Cristo.

Se os poderosos se curvam, por que nós não deveríamos?

Feliz Epifania a todos.

REGULAMENTO DE VIDA DO PROF. GIUSEPPE TONIOLO

Giuseppe Toniolo – Wikipédia, a enciclopédia livre

Trecho da “Opera Omnia Di Giuseppe Toniolo”  Volume I, Cidade do Vaticano 1952, págs. 16-23

Tradução: Gederson Falcometa


Na Ordem Espiritual Interior

1. Minhas orações de manhã e à noite: com a leitura em família (quando oportuno e não tarde) de um livro espiritual por poucos minutos – a recitação do viva do terço. O rosário inteiro, a cada sábado e a cada véspera das festas de Maria.

2. Todos os dias (se possível) ouvir a santíssima missa.

3. Frequentar o máximo possível a santíssima comunhão, mesmo várias vezes por semana, conforme o conselho do meu confessor. A confissão toda semana.

4. Todos os dias vinte minutos no máximo (incluindo a preparação e o agradecimento) de meditação, esta última possivelmente após a comunhão e antes de começar o estudo, a fim de colher os frutos da visita de Jesus e renovar os bons propósitos. Transcorrida, porém, a hora habitual para tal fim, e chegada a hora das ocupações ordinárias, renunciar à meditação, suprindo-a naquele dia com aspirações e jaculatórias mais frequentes. Continuar lendo

SACERDOTES QUE CONDUZEM À VITÓRIA

“Sede fiel até a morte, e te darei a coroa de vida” (Apoc. 2, 10)

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

É necessário participar do combate de Cristo para compartilhar sua vitória. Para isso, os cristãos precisam de sacerdotes que os guiem com segurança nestes tempos confusos, e, com coragem e realismo, tomem as decisões salutares, sem se esconder no silêncio.

Espera-se dos líderes da Igreja um ensino claro e sólido

Em um contexto de perda total de referências e da civilização cristã, os homens precisam, antes de qualquer coisa, possuir, de modo firme, as bases da fé católica. Esse será o ponto de partida da renovação. Logo, é preciso ensinar o catecismo, de um modo evangélico, claro e preciso. Contudo, para isso, os próprios sacerdotes devem possuir o tesouro da Tradição multissecular.

Nos seminários, a insistência sobre o rigor doutrinal e a espiritualidade sacerdotal autêntica visa nos tornar, humildemente, porém firmemente, soldados da fé, capazes de assegurar a transmissão da fé católica em toda sua pureza, de resistir aos desvios modernos e ao relativismo moral sob o pretexto de compaixão. Continuar lendo

ORAÇÃO PARA A PASSAGEM DO ANO

Resultado de imagem para rezando joelhoMeu Jesus  adorado, queremos vos oferecer nesta hora em que o tempo vira uma página da história dos homens, nosso olhar e nossas orações, contemplando o Mistério do Natal, do Vosso Presépio, onde nascestes para nos salvar.

E assim como fostes não mais do que uma frágil criança, dependendo em tudo de Vossa Mãe Santíssima e de S. José, Vosso Pai adotivo, assim queremos ser, diante de Vós e de Vosso Pai.

Antes  de tudo, queremos agradecer por todas as graças que recebemos ao longo deste último ano, graças de perdão, graças de amor, vindo em nossos corações pela Santa Comunhão. Também por todas as forças e ajudas que recebemos de Vós para bem realizar nossas obrigações e deveres, tanto materiais quanto espirituais.

Nós sabemos, ó Bom Jesus, que por causa do abandono em que vos deixamos por nossos pecados, tudo o que temos nos vem da pobreza da gruta em que nascestes, da Cruz que  aceitastes por nossa causa. E que, pela gloriosa Ressurreição alcançaremos, nós também, o Céu onde habitais.

Hoje o mundo se prepara para festejar um ano que termina, outro que começa. Nós queremos nos lembrar, antes de tudo, que foi o Vosso nascimento em Belém que deu origem a todos os séculos. Ali, naquela hora sublime,  o tempo parou de contar para dar início a uma nova era, marcada por Vossa presença sobre a Terra.

É assim que queremos viver todos os dias, lembrando que um dia, estivestes pisando o pó das nossas estradas, falando com nossa gente, morrendo sobre uma Cruz para  mostrar o caminho do Céu. Dessa lembrança virá nossa felicidade neste novo ano.

Que este ano bom seja para nós e para todos os nossos queridos pais, parentes e amigos, de verdadeira felicidade e sincera paz, e que os fogos e festejos dessa hora só nos faça estar mais próximos do tempo sem fim da Vossa Eternidade.

Pode-se ganhar uma indulgência plenária pela oração pública do Te Deum, na noite do dia 31 de dezembro e pelo canto público do Veni Creator no dia 1° de janeiro. 

BOLETIM DO PRIORADO PADRE ANCHIETA (SÃO PAULO/SP) E MENSAGEM DO PRIOR – JANEIRO/26

Quantos anos tinha São José quando Jesus nasceu?

Caros fiéis,

Quem é mais inútil do que uma criança? Não só não produz nada, como também consome. É preciso alimentá la, vesti-la, cuidar dela, protegê-la. Ela obriga a uma disciplina de vida: ter horários e estar disponível a qualquer momento. A sua presença exige sacrifícios: férias, carro, casa e lazer são reduzidos. Não é de se admirar, portanto, que a criança seja considerada, numa sociedade de consumo, um fardo. A taxa de fecundidade no Brasil é de cerca de 1,6 filho por mulher. Este número indica uma queda significativa na natalidade, sendo a taxa inferior ao limiar de reposição das gerações (2,1). O número de nascimentos anuais diminui, refletindo um rápido envelhecimento da população. No entanto, todos, especialmente os egoístas e os hedonistas, esperam uma velhice agradável; mas esta dependerá das crianças que nascem hoje. Os casais que recusam a vida, ou ignoram esta realidade, ou deixam o trabalho para outros…

Ter um filho e educá-lo é como plantar uma árvore. É um compromisso a longo prazo. Um tempo necessário para construir florestas e nações. A história da humanidade começou com a história de uma família, a dos nossos primeiros pais, Adão e Eva. A união de certas famílias entre si constituiu povos. A transmissão de territórios e culturas constituiu países. Os povos são imensas florestas compostas por múltiplas árvores genealógicas. Cada ramo, cada criança é suscetível de dar origem a uma nova árvore. Recebe a seiva vivificante e transmite-a com uma nova vitalidade. A tradição está no centro deste processo. Cada criança é um rebento, cada criança é uma riqueza para quem tem a humildade de se inscrever neste processo. Com efeito, a humildade é necessária para receber e o desapego é obrigatório para transmitir. Continuar lendo

SÓ SE PODE ENTRAR NO PRESÉPIO DE JOELHOS – PELO PE. JOSÉ MARIA, FSSPX

Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no Domingo dentro da Oitava de Natal com uma reflexão sobre a humildade e o espírito infantil necessário para viver um Santo Natal.

EXEGESE FUMÍGENA

 

Exegetas semeando dúvidas

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Por ocasião do Natal, tornou-se habitual dar a palavra a estudiosos sobre a historicidade dos relatos evangélicos. O jornal La Croix volta a fazê-lo(1), entrevistando dois especialistas: uma exegeta protestante de Montpellier e um padre jesuíta que leciona em Paris.

Percebe-se que eles parecem concordar que situar o nascimento do Salvador em Belém é uma reconstrução teológica e que o relato da vinda dos magos do Oriente não tem qualquer fundamento histórico. Quanto a saber se Jesus tinha consciência de ser Deus, a única certeza é que se trata de uma questão complexa! Nesses casos, basta dizer que essa não é a questão principal.

Em todas as ciências, incluindo a exegese, o valor das conclusões depende do valor dos princípios, independentemente do rigor do método empregado. Se quisermos estudar as Sagradas Escrituras com os preconceitos do racionalismo e das teorias contemporâneas sobre a composição dos textos sagrados, então podemos, sem dúvida, reescrever tudo sem hesitação; mas não devemos exigir a confiança do leitor sob o pretexto de autoridade científica. Continuar lendo

UMA MENSAGEM DE NATAL

O vídeo abaixo traz uma música muito simples, mas com uma mensagem muito bonita.

Conhecida principalmente nos países de língua espanhola, é chamada “El tamborilero” ou “El niño del tambor“. Conta a história imaginária de um menino pobre, que leva consigo apenas seu tamborzinho. Não tendo nada para presentear ao Menino Jesus na noite do Seu nascimento, o pequeno “tamborilero” decide dar ao Deus Menino uma serenata com seu pequeno instrumento – e, por fim, o Recém-Nascido o olha nos olhos e lhe sorri.

Nesta era neo-pagã e orgulhosa que vivemos – (onde o “naturalismo e o humanismo” já impregnam totalmente a mente do “homem moderno e livre”, tornando-os as “religiões oficiais” daqueles que negam a verdadeira religião, negam a Nosso Senhor e seus verdadeiros ensinamentos, daqueles que “… já não suportam a sã doutrina da salvação e levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades ajustaram mestres para si (2 Tim, 4, 3)) – rezemos para que o Menino Jesus seja o único objeto de nossos pensamentos e do nosso amor. Confiemos o coração à Santíssima Virgem, para que ela, suprindo as falhas de nossa preparação, melhor o disponha para receber todas as graças que o Salvador mereceu com seu nascimento segundo a carne.

Que, pelo exemplo dessa pobre criança, nós pecadores que buscamos sempre algo que possa agradar Nosso Senhor, possamos entregar verdadeiramente a Ele tudo o que temos…tudo o que somos…todas nossas misérias, angústias e sofrimentos… e claro, a alegria em poder amá-Lo e servi-Lo nesse “vale de lágrimas”… e com a pureza de um “tamborilero”, um dia, conseguir contemplar o sorriso de Nosso Senhor, na pátria celeste.

DESEJAMOS A TODOS OS NOSSOS AMIGOS, LEITORES E BENFEITORES UM FELIZ E SANTO NATAL !

TRADUÇÃO:

O caminho que leva a Belém, desce até o vale que a neve cobriu.
Os pastorzinhos querem ver o seu Rei. Lhe trazem presentes em seu humilde alforje.
Ropopopom, ropopopom…
Nasceu na gruta de Belém o Menino Deus!

Eu gostaria colocar aos teus pés algum presente que te agrade, Senhor.
Mas Tu bem sabes que sou pobre também e não possuo nada mais que um velho tambor…
Ropopopom, ropopopom…
Em Tua honra, diante da gruta, tocarei com meu tambor.

O caminho que leva a Belém eu vou marcando com meu velho tambor.
Não há nada melhor que Te possa oferecer… Seu sonzinho rouco é um canto de amor!
Ropopopom, ropopopom…
Quando Deus me viu tocando diante dEle, sorriu para mim!

LETRA ORIGINAL

El camino que lleva a Belén, baja hasta el valle que la nieve cubrió.
Los pastorcillos quieren ver a su Rey. Le traen regalos en su humilde zurrón,
ropopopom, ropopopom.
Ha nacido en el portal de Belén el Niño Dios

Yo quisiera poner a tus pies, algún presente que te agrade, Señor.
Mas Tú ya sabes que soy pobre también, y no poseo más que un viejo tambor,
ropopopom, ropopopom.
En Tu honor, frente al portal tocaré con mi tambor.

El camino que lleva a Belén yo voy marcando con mi viejo tambor:
nada mejor hay que te pueda ofrecer, su ronco acento es un canto de amor,
ropopopom, poroponponpon.
Cuando Dios me vio tocando ante Él, me sonrió.

UM FELIZ E SANTO NATAL – 2025

Celebrar a encarnação do Verbo como o grande mistério que está na origem da nossa filiação divina, dar graças a Deus e nos volver novamente nela para encontrar forças de renovação na nossa vida cristã: este é o verdadeiro objeto das festas do Natal.

Que o Menino Jesus chegue em vossas almas e às de vossos entes queridos e as encha de grande paz, alegria e graças em abundância. 

VÍDEO/CURSO 7: RETROSPECTIVA: DE S. PIO X AO VATICANO II – PARTE 2 – PELO PE. AUREO MENDES, FSSPX

Nesta segunda parte da Retrospectiva, de São Pio X a Vaticano II, o padre Aureo Mendes analisa os pontificados de Bento XV a Pio XII, a condenação da Nova Teologia, e a importante questão das mensagens de Nossa Senhora em Fátima.

Para acessá-la, CLIQUE AQUI.

TERCEIRO DOMINGO DO ADVENTO: O TESTEMUNHO DE SÃO JOÃO BATISTA E A MODÉSTIA CRISTÃ

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VÍDEO/CURSO 7: RETROSPECTIVA: DE S. PIO X AO VATICANO II – PARTE 1 – PELO PE. AUREO MENDES, FSSPX

O padre Aureo Mendes analisa a obra de São Pio X diante dos ataques da maçonaria e do modernismo. O impressionante ataque contra a Santa Igreja perpetrado na primeira metade do século XX desemboca no Concílio Vaticano II como em sua consequência natural.

Para acessá-la, CLIQUE AQUI.

ESTADOS UNIDOS: DUAS NOVAS OBLATAS PARA A FSSPX

No dia 15 de setembro, Festa de Nossa Senhora das Dores, duas freiras dominicanas do sul da Califórnia fizeram seus primeiros votos na FSSPX.

Há mais de dois anos, as duas irmãs foram obrigadas a deixar sua congregação devido ao modernismo. Elas rapidamente encontraram seu caminho para a FSSPX na Igreja de Nossa Senhora dos Anjos, em Arcadia, Califórnia.

Após um ano de preparação com os sacerdotes do Priorado, as irmãs fizeram seu ato de oblação diante do tabernáculo aberto. Cada uma recebeu um crucifixo e um anel, simbolizando seu papel como esposas de Cristo.

Em setembro desse ano de 2025 tivemos uma brasileira fazendo sua oblação entre as Oblatas da FSSPX (veja aqui).

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Para saber mais sobre as Oblatas da FSSPX clique aquiaqui aqui.

Para saber mais sobre as Irmãs Consoladoras do Sagado Coração de Jesus, clique aqui e aqui.

Sobre as Irmãs da FSSPX e a vocação religiosa feminina pode ser visto clicando aquiaquiaquiaquiaqui e aqui.

BREVE CONSIDERAÇÃO SOBRE O CORAÇÃO DOLOROSO E IMACULADO DE MARIA

Happy Feast of the Immaculate Heart of Mary | FSSPX News

“É preciso compreendermos bem o papel da mulher no pecado para compreendermos bem o seu papel na Redenção. Eva explica Maria”

Thomas Dehau, op, Eve e Marie, 1950, p. 76.

Pelo Pe. Jean-Michel Gleize, FSSPX

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Em 8 de dezembro de 1854, na Constituição Apostólica Ineffabilis Deus, o Papa Pio IX definiu o dogma da Imaculada Conceição; em 2 de fevereiro de 1904, na encíclica Ad diem illum, o Papa São Pio X ensinou que a Mãe de Deus estava associada ao seu Filho no ato redentor de toda a humanidade; em 11 de outubro de 1954, na encíclica Ad caeli reginam, o Papa Pio XII baseou-se nesse duplo ensinamento de seus predecessores para declarar que a Mãe de Deus também compartilha a realeza de seu Filho sobre todas as almas. Assim, por mais de um século e meio, os papas prepararam o caminho para uma futura definição dogmática: espera-se que estas possam oferecer à fé de toda a Igreja Católica o que seria o dogma da Mediação Universal da Santíssima Virgem Maria.

Essa solene afirmação chegaria no momento oportuno para dissipar todas as ambiguidades decorrentes do Concílio Vaticano II. De fato, uma das consequências desse ecumenismo, que inspira a nova teologia, é a rejeição, mais ou menos velada da ideia de mediação. No caso de Cristo, assim como no de sua Mãe Santíssima, a ideia de mediação, real e objetiva, é substituída pela ideia de sacramentalidade: assim como seu divino Filho, a Virgem Santíssima é apresentada primordialmente como modelo para a consciência da Igreja; esta é, aliás, a ideia que aparece no Capítulo 8 da constituição Lumen Gentium. Observemos, por fim, o seguinte: esta verdade da mediação mariana nos dá acesso à compreensão profunda de um mistério que está, por ora, e providencialmente, no centro da devoção do povo católico: o mistério do Coração Imaculado e Doloroso de Maria. Se esse mistério fosse melhor explicado por meio desses ensinamentos do magistério, sem dúvida essa devoção que o expressa ganharia todo o seu sentido e se tornaria mais proveitosa. Continuar lendo