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O padre Aureo Mendes analisa a obra de São Pio X diante dos ataques da maçonaria e do modernismo. O impressionante ataque contra a Santa Igreja perpetrado na primeira metade do século XX desemboca no Concílio Vaticano II como em sua consequência natural.
Para acessá-la, CLIQUE AQUI.

Colocamos abaixo dois textos do excelente blog O Segredo do Rosário sobre a Festa de hoje:
HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DE GUADALUPE
DESCOBERTAS CIENTÍFICAS SOBRE O MANTO DA VIRGEM DE GUADALUPE

No dia 15 de setembro, Festa de Nossa Senhora das Dores, duas freiras dominicanas do sul da Califórnia fizeram seus primeiros votos na FSSPX.




Há mais de dois anos, as duas irmãs foram obrigadas a deixar sua congregação devido ao modernismo. Elas rapidamente encontraram seu caminho para a FSSPX na Igreja de Nossa Senhora dos Anjos, em Arcadia, Califórnia.

Após um ano de preparação com os sacerdotes do Priorado, as irmãs fizeram seu ato de oblação diante do tabernáculo aberto. Cada uma recebeu um crucifixo e um anel, simbolizando seu papel como esposas de Cristo.
Em setembro desse ano de 2025 tivemos uma brasileira fazendo sua oblação entre as Oblatas da FSSPX (veja aqui).
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Para saber mais sobre as Oblatas da FSSPX clique aqui, aqui e aqui.
Para saber mais sobre as Irmãs Consoladoras do Sagado Coração de Jesus, clique aqui e aqui.
Sobre as Irmãs da FSSPX e a vocação religiosa feminina pode ser visto clicando aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

“É preciso compreendermos bem o papel da mulher no pecado para compreendermos bem o seu papel na Redenção. Eva explica Maria”
Thomas Dehau, op, Eve e Marie, 1950, p. 76.
Pelo Pe. Jean-Michel Gleize, FSSPX
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Em 8 de dezembro de 1854, na Constituição Apostólica Ineffabilis Deus, o Papa Pio IX definiu o dogma da Imaculada Conceição; em 2 de fevereiro de 1904, na encíclica Ad diem illum, o Papa São Pio X ensinou que a Mãe de Deus estava associada ao seu Filho no ato redentor de toda a humanidade; em 11 de outubro de 1954, na encíclica Ad caeli reginam, o Papa Pio XII baseou-se nesse duplo ensinamento de seus predecessores para declarar que a Mãe de Deus também compartilha a realeza de seu Filho sobre todas as almas. Assim, por mais de um século e meio, os papas prepararam o caminho para uma futura definição dogmática: espera-se que estas possam oferecer à fé de toda a Igreja Católica o que seria o dogma da Mediação Universal da Santíssima Virgem Maria.
Essa solene afirmação chegaria no momento oportuno para dissipar todas as ambiguidades decorrentes do Concílio Vaticano II. De fato, uma das consequências desse ecumenismo, que inspira a nova teologia, é a rejeição, mais ou menos velada da ideia de mediação. No caso de Cristo, assim como no de sua Mãe Santíssima, a ideia de mediação, real e objetiva, é substituída pela ideia de sacramentalidade: assim como seu divino Filho, a Virgem Santíssima é apresentada primordialmente como modelo para a consciência da Igreja; esta é, aliás, a ideia que aparece no Capítulo 8 da constituição Lumen Gentium. Observemos, por fim, o seguinte: esta verdade da mediação mariana nos dá acesso à compreensão profunda de um mistério que está, por ora, e providencialmente, no centro da devoção do povo católico: o mistério do Coração Imaculado e Doloroso de Maria. Se esse mistério fosse melhor explicado por meio desses ensinamentos do magistério, sem dúvida essa devoção que o expressa ganharia todo o seu sentido e se tornaria mais proveitosa. Continuar lendo
Clique na imagem acima para ler a Bula Ineffabilis Deus, de S.S. Pio IX, que definiu em 8 de dezembro de 1854, o Dogma da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.
E abaixo colocamos quatro sermões por ocasião da Solenidade da Imaculada Conceição: dois do do Pe. Carlos Mestre, FSSPX, em 2018 e 2024, outro do Pe. Samuel Bon, FSSPX, 2019 e outro ainda do Pe. José Maria, FSSPX, em 2023.
Acesse a leitura clicando na imagem.
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Clique nos links abaixo para ler os textos do Pe. D. Mézard, retiradas das obras de Santo Tomás
DA NECESSIDADE DA ENCARNAÇÃO – PARTE 1
DA NECESSIDADE DA ENCARNAÇÃO – PARTE 2
DA NECESSIDADE DA ENCARNAÇÃO QUANTO À SATISFAÇÃO SUFICIENTE PELO PECADO
“É absolutamente insustentável o princípio de que a Unidade deve ser recomposta: é devido, ao invés, cumprir todos os esforços para recolher os “separados” na Unidade que a Igreja jamais perdeu e jamais perderá“.
Fonte: Salve Regina – Tradução Gederson Falcometa
É agora comum no vocabulário a expressão de “comunidade cristã” em “não plena comunhão” com a Igreja, e através deste conceito serem justificadas as inumeráveis iniciativas ecumênicas as quais assistimos. Mas examinando-a à luz da doutrina tradicional, descobrimos que isso é incompatível com a própria natureza da Igreja.
Entre os elementos mais significativos introduzidos pela eclesiologia do Concílio Vaticano II há, como se pode notar, uma noção “analógica” do conceito de comunhão com a Igreja; referimo-nos a concepção que admite a possibilidade de união com a Igreja Católica em vários graus ou níveis: se temos assim uma plena comunhão e uma não plena comunhão, que então, se obtermos as consequências mais lógicas deste princípio, podem ser declinadas em mil modos: uma comunhão imperfeita, uma comunhão “as margens”, uma comunhão crescente, uma comunhão virtualmente existente, etc…
Este elemento, longe de revestir um interesse puramente acadêmico, é na realidade indispensável para assegurar dinamismo ao movimento ecumênico e, sobretudo para dar um fundamento eclesiológico as convergências (1) sobre o qual esse se funda e que entende estimular: estamos persuadidos que exatamente neste ponto se encontre principalmente o elemento doutrinal mais necessário e funcional a tal escopo. Na verdade todos os elementos cristãos presentes nas falsas Igrejas (a definição é obviamente incompatível com a nova eclesiologia) são apresentados como um reclamo a unidade da qual a Igreja Católica possuí em plenitude. Neste sentido eles já estariam operando e de alguma forma se delineariam já positivamente como fundamento de uma certa unidade: a comunhão já está presente ainda se não é ainda plena; é a não plena comunhão, mas contudo, comunhão.
Continuar lendo

A questão crucial não é se Cristo é Rei? Mas sim: Uma vez que Cristo é Rei, quem sou eu para viver como se fosse meu próprio soberano?
Fonte: Le Seignadou – Tradução: Dominus Est
Nas palavras de Pio XI em sua encíclica Quas primas (1925), “o remédio eficaz à peste que corrói a sociedade humana” hoje é a Realeza universal de Jesus Cristo. Um Rei? Como solução para os males do século XX? Não seria essa uma visão romantizada do passado? Essa palavra soa como uma moeda velha e enferrujada perdida no fundo de uma gaveta já ultrapassada. Vivemos, antes, na era do indivíduo-rei, do “eu primeiro”, de uma democracia corrompida. Esta verdade fundamental de que Jesus Cristo é Rei se opõe ao laicismo e ao naturalismo contemporâneos, ideologias que afirmam que a sociedade pode e deve ser governada “como se Deus não existisse”. Vemos os frutos amargos disso todos os dias em nossa pobre França… Se retirarmos Cristo Rei das sociedades naturais, o que acontece? A autoridade perde sua fonte sagrada e se torna tirania ou uma mera luta pelo poder. A lei perde sua base imutável e se torna uma opinião majoritária, mudando conforme os caprichos das pesquisas de opinião. A humanidade perde seu destino eterno e se torna uma mera produtora-consumidora destinada ao esquecimento.
Então, o que significa que Jesus Cristo é rei? E como isso pode ser vivenciado na realidade atual? Cristo pode ser visto como Deus a quem se presta culto privado, ou, no máximo, como uma bela figura histórica, um mestre espiritual… mas um rei que comanda?
No entanto, o Evangelho (João 18, 37: “Tu o dizes: ‘Eu sou rei’”) e a Igreja, em seu seguimento, são categóricos: Continuar lendo
Derramai, ó Céus, das alturas, o seu orvalho, e as nuvens chovam o Justo
Não vos irriteis, Senhor, e não recordeis nossas iniqüidades.
Eis que sua Cidade Santa foi feita um deserto:
Sião um deserto tounou-se, Jerusalém está desolada;
a casa de Sua santificação e de Sua glória, onde Vos louvaram nossos pais.
Derramai, ó Céus, das alturas, o seu orvalho, e as nuvens chovam o Justo
Pecamos, e estamos vivendo como imundos,
caímos nas profundezas, como uma folha morta no universo
e nossas iniqüidades nos arrastam como um vento forte:
escondeste Vossa face de nós e nos aquebrantastes com o peso de nossa própria iniqüidade.
Derramai, ó Céus, das alturas, o seu orvalho, e as nuvens chovam o Justo
Vede, Senhor, a aflição de seu povo,
e mandai rapidamente Aquele que está para vir:
enviai diante de nós o Cordeiro, Senhor de toda a Terra, da Rocha do deserto aos Montes das filhas de Sião,
e retirai o severo jugo de nossa sujeição.
Derramai, ó Céus, das alturas, o seu orvalho, e as nuvens chovam o Justo
Consolai-vos, Consolai-vos, Ó Meu povo, pois que vem tua Salvação.
Por que estais se consumindo em aflição, por que vos renovais em sua dor?
Eu salvar-te-ei, não tenhais medo: Eu Sou o Senhor teu Deus,
o Santo de Israel, o teu Redentor.
Derramai, ó Céus, das alturas, o seu orvalho, e as nuvens chovam o Justo!

Caros fiéis,
Tudo o que acontece na Europa tem repercussões nas Américas. Portanto, prestemos atenção.
A Revolução Francesa foi o fruto de duas correntes anticatólicas violentas: o Protestantismo, fundado por Lutero no século XVI, e a Maçonaria, fundada na Inglaterra em 1717. Assim como o Édito de Constantino em 313 e o batismo de Clóvis em 496 inauguraram uma sociedade abertamente cristã — o cristianismo emergindo das catacumbas e triunfando sobre a barbárie —, de modo parecido em 1789 inaugurou-se uma sociedade maçônica anticristã. Um dos pilares dessa nova sociedade é o laicismo: uma ideologia política que promove a exclusão da religião de todas as instituições públicas. O discurso oficial é sedutor: os conflitos surgem quando todos querem impor sua verdade, especialmente em questões religiosas; portanto, mantendo-se neutro, o Estado garante a paz. Na prática, isso significa que o Estado não reconhece nenhuma religião. Ele, portanto, comete uma profunda injustiça ao descartar a única religião verdadeira e age gravemente contra o bem comum ao conceder às falsas religiões os mesmos direitos que a verdadeira. Nesse sistema, a verdade é desprezada e o homem é superior à divindade. E na raiz dessa rebelião insensata, sabemos quem manipula o homem: Satanás. Em última análise, essa paz maçônica oferecida pelo mundo é uma paz diabólica. O laicismo é uma arma de guerra contra o cristianismo. Aqueles que não compreenderam isso pensam que podem usá-lo contra o islamismo, que está invadindo a Europa. Na realidade, o islamismo é outra arma contra o cristianismo, e essas duas armas são usadas juntas para a destruição da cristandade. Continuar lendo

O noviciado das Oblatas da FSSPX em Davao tem conhecido um crescimento notável desde a sua inauguração em 2018. Diante do crescente número de vocações, tornou-se necessária a construção de um novo noviciado na ilha de Iloilo. Abençoado em 19 de julho, o noviciado acolheu as oblatas em 17 de outubro.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Um noviciado que se tornou indispensável na Ásia.
Antes de 2018, os candidatos asiáticos precisavam viajar para a Suíça para ingressar no noviciado das Oblatas, uma jornada que muitas vezes era impossível. Para responder a essa dificuldade, o Pe. Davide Pagliarani fundou um noviciado específico para a Ásia em 15 de setembro de 2018, na cidade de Davao, sob o patrocínio de Nossa Senhora das Dores.


Essa decisão concretizou o antigo desejo dos superiores do Distrito asiático de oferecer às vocações locais um local de formação adequado e conveniente. Desde então, as candidatas têm podido vivenciar a vida de oblata sem sair do seu continente.


Crescimento rápido e contínuo
Os resultados foram imediatos.
– Quatro candidatas iniciaram seu postulantado já em 2017.
– Em 2020, quatro noviças fizeram seus primeiros votos.
– Até 2025, nove oblatas terão se graduado no noviciado filipino.
– Espera-se a entrada de duas novas integrantes – uma japonesa e uma filipina.
– Três freiras de outras congregações se candidataram para ingressar nas Oblatas.

As Oblatas já apoiam o apostolado do Priorado de São José em Davao: catequese, acampamentos de formação e auxílio a instituições de caridade locais. O noviciado tornou-se, assim, uma verdadeira força motriz da Tradição na Ásia.
Faz-se urgente a criação de um novo noviciado.

O crescente número de vocações tornou as instalações de Davao insuficientes. Após a visita da Superiora Geral em 2022, decidiu-se pela construção de um novo convento. As obras começaram no final de 2023 em Santa Bárbara, na ilha de Iloilo.

Em 19 de julho de 2025, D. Alfonso de Galarreta abençoou este novo monasterio, embora alguns edifícios essenciais ainda precisem ser concluídas, principalmente a capela principal.
Um centro vibrante para oração e formação.
A vida no noviciado é estruturada em torno da oração, do estudo e do serviço comunitário. O dia começa às 6h30 com meditação, Missa diária e aulas de Sagrada Escritura, espiritualidade, história da Igreja, canto gregoriano e trabalhos práticos. Todas as semanas incluem adoração, confissão, conferência espiritual, o Rosário e Completas.


As oblatas também dedicam seu tempo ao ensino do catecismo e aos deveres do convento. O ano é marcado por retiros, em especial para a festa de sua padroeira, Nossa Senhora das Dores, em 15 de setembro.





Em setembro desse ano de 2025 tivemos uma brasileira fazendo sua oblação entre as Oblatas da FSSPX (veja aqui).
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Na Parte 2 da 6ª aula do nosso curso, Dom Antônio Maria Araújo entra mais no detalhe da comparação entre a missa católica, a missa de sempre, e a missa nova de Paulo VI.
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Do novo rito da Missa à negação do sacrifício
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Em um artigo publicado por La Croix(1), o Pe. Martin Pochon SJ afirma deliberadamente o oposto do Concílio de Trento: Jesus “ofereceu o seu corpo e sangue, não a Deus, mas aos seus discípulos, em nome do seu Pai”, considerando que a doutrina tridentina não faz justiça ao verdadeiro significado evangélico da Ceia Pascal, e que o rito de Paulo VI contribuiu para recuperá-lo.
Recordemos o que afirma o Concílio de Trento: “Se alguém disser que na Missa não se oferece a Deus um verdadeiro e autêntico sacrifício ou que “ser oferecido” não significa outra coisa senão o fato de Cristo nos ser dado como alimento: que seja anátema.(2)” Continuar lendo


Uma indulgência plenária na hora da morte é concedida àqueles que praticam um determinado ato de caridade.
Fonte: FSSPX Ásia – Tradução: Dominus Est
A piedosa Madre Igreja nunca negligenciou, inclusive àqueles que se aproximam da morte, de prover auxílios oportunos para atender às necessidades das almas. Entre esses salutares auxílios, outro pode agora ser acrescentado. Muitos clérigos — especialmente aqueles encarregados do cuidado das almas, para que no momento supremo da vida o bem espiritual dos homens seja assegurado — apresentaram orações a Sua Santidade Pio X, para que o seguinte ato, quando realizado pelos fiéis ainda vivos, pudesse receber indulgência plenária na hora da morte: Continuar lendo

As Irmãs Consoladoras do Sagrado Coração de Jesus estão vivenciando um crescimento significativo: 72 jovens ingressaram no noviciado em Narni, na Itália, nos últimos cinco anos. Para responder a esse afluxo de vocações, a construção de uma nova igreja foi iniciada neste verão.

Fundada em 1961 pelo Pe. Basílio Rosati, sacerdote passionista, a Congregação das Irmãs da Consolação do Sagrado Coração de Jesus continua a crescer. Confiada em 1996 ao Pe. Emmanuel du Chalard (FSSPX), busca consolar o Coração de Nosso Senhor por meio de uma vida de oração, sacrifício e serviço. Seus principais apostolados permanecem sendo a educação, a catequese, o cuidado com os órfãos e as obras de misericórdia.

Instalado em Vigne di Narni, na Úmbria, o noviciado ocupa, desde 2021, um antigo mosteiro capuchinho do século XVII, agora totalmente restaurado para uso religioso. No entanto, o grande número de vocações tornou a capela pequena demais.


Diante desse crescimento, a congregação iniciou a construção de uma nova igreja durante o verão (europeuA obra, com duração estimada em dois anos e três meses, prevê também a ampliação dos edifícios: novos espaços para o trabalho apostólico, alojamentos para os sacerdotes, doze quartos adicionais para as Irmãs – que atualmente compartilham quartos –, um claustro central e um estacionamento.
Presente também na Índia e nos Estados Unidos, a comunidade continua, em ligação com a Fraternidade Sacerdotal de São Pio X, sua missão de consolação do Sagrado Coração e santificação das almas.
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CLIQUE AQUI e veja o belíssimo vídeo da Tomada de Hábito e Primeiros Votos das Irmãs Consoladoras nessa ano de 2025.
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“Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas”
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Muitos se preocupam por não sentirem nada quando rezam.
Fonte: Apostol nº 200 – Tradução: Dominus Est
Muitos se preocupam por não sentirem nada quando rezam; por não sentirem nada quando vão à confissão pedir perdão pelos seus pecados; por não sentirem nada quando comungam na Missa; por não sentirem nada quando se esforçam para amar a Deus ou perdoar o próximo. Não seria isso um sinal, dizem eles, de que Deus não os está ouvindo; de que seus pecados não estão perdoados; de que sua comunhão é ruim; de que seu amor por Deus é inexistente; de que seu perdão é hipócrita?
Essa preocupação é frequentemente reavivada pela lembrança de agradáveis sensações de bem-estar, plenitude, paz… às vezes até físicos: lágrimas, arrepios, sensações de calor… em certos momentos da vida – especialmente nos momentos que se seguem a uma conversão – a ponto de sermos tentados a associar, ou mesmo identificar, nossos sentimentos com a qualidade de nossa vida de fé. Continuar lendo
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A missa de Paulo VI, também chamada de “missa nova”, responde aos requisitos necessários para uma missa católica? Na 6ª aula do nosso curso, Dom Antônio Maria Araújo apresenta uma comparação entre a missa católica, a missa de sempre, e a missa nova de Paulo VI.
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“Nós aderimos de todo o coração e com toda a nossa alma à Roma católica, guardiã da fé católica e das tradições necessárias para a manutenção dessa fé, à Roma eterna, mestra de sabedoria e de verdade.
Pelo contrário, negamo-nos e sempre nos temos negado a seguir a Roma de tendência neomodernista e neoprotestante que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II, e depois do Concílio em todas as reformas que dele surgiram.
Todas estas reformas, com efeito, contribuíram, e continuam contribuindo, para a demolição da Igreja, a ruína do sacerdócio, a destruição do Sacrifício e dos Sacramentos, a desaparição da vida religiosa, e a implantação de um ensino naturalista e teilhardiano nas universidades, nos seminários e na catequese, um ensino surgido do liberalismo e do protestantismo, condenados múltiplas vezes pelo magistério solene da Igreja.
Nenhuma autoridade, nem sequer a mais alta na hierarquia, pode obrigar-nos a abandonar ou a diminuir a nossa fé católica, claramente expressa e professada pelo magistério da Igreja há dezenove séculos. Continuar lendo
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no XXIII Domingo depois de Pentecostes, com um comentário sobre a nota apostólica acerca de Nossa Senhora.

Fonte: DICI
Crédito das fotos à Caritatem Fotografia
Durante seis cerimônias realizadas nas últimas semanas em diversos Centros de Missa atendidos pela FSSPX no Brasil, cerca de 500 fiéis receberam o sacramento da Confirmação (incluindo as sub conditione).

As celebrações mais significativas ocorreram nos dias 1 e 2 de novembro, quando D. Fellay confirmou 162 fiéis em São Paulo e acolheu 14 postulantes na Ordem Terceira.




Fiéis vindos de longe

A cerimônia em São Paulo reuniu não apenas os fiéis da cidade, mas também crismandos de diversas regiões do país. Alguns viajaram 300, 400 ou até 1500 quilômetros para receber o sacramento.



Esforços que ilustram a sede espiritual por receber os sacramentos e a determinação de muitos católicos em viver plenamente sua fé, apesar das distâncias.

Um apelo à confiança e à coragem.
Em seus sermões, D. Fellay enfatizou a sublime realidade da presença do Espírito Santo na plenitude de seus dons. Ele encorajou os crismandos a não se deixarem influenciar pelas pressões mundanas ou pela perspectiva de isolamento que a fidelidade à fé pode acarretar.


A confirmação dá ao cristão a força para resistir, amar e seguir em frente, enquanto Deus permanecer como protetor, companheiro e artista divino para transformar as almas.


Com essas confirmações e as novas admissões à Ordem Terceira, a Casa autônoma da FSSPX no Brasil confirma seu dinamismo, impulsionado por uma juventude numerosa e motivada.





por São Pio X, janeiro de 1914
Fonte: Una Vox – Tradução: Dominus Est
Publicada originalmente aqui
Virgem bendita, Mãe de Deus, volvei benignamente vosso olhar do Céu, onde sois Rainha, para este miserável pecador, vosso servo.
Ele, embora consciente de sua indignidade, em reparação pelas ofensas que a vós foram cometidas por línguas ímpias e blasfemas, do fundo do seu coração, vos louva e exalta como a mais pura, a mais bela e a mais santa de todas as criaturas.
Bendiz o vosso santo nome, bendiz as vossas sublimes prerrogativas de verdadeira Mãe de Deus, sempre Virgem, concebida sem a mácula do pecado, Medianeira e Corredentora do gênero humano.
Bendiz o Pai Eterno, que vos escolheu de modo especial como Sua filha; bendiz o Verbo Encarnado, que, revestindo-se da natureza humana em vosso puríssimo ventre, vos fez Sua Mãe; bendiz o divino Espírito Santo, que vos escolheu como Sua Esposa.
Bendiz, exalta e agradece à augusta Trindade, que vos escolheu e vos favoreceu tanto a ponto de vos elevar acima de todas as criaturas à mais sublime altura.
Ó Virgem santa e misericordiosa, implorai o arrependimento daqueles que vos ofenderam e aceitai esta pequena homenagem de vosso servo, obtendo também para ele, de vosso divino Filho, o perdão de seus pecados.
Amém.

Em 26 de outubro, domingo, mais de 1000 fiéis se reuniram no coração do Rio de Janeiro para participar de uma procissão em honra a Cristo Rei, marcando o centenário da instituição desta festa pelo Papa Pio XI na encíclica Quas Primas (1925). O evento, marcado por grande fervor, foi organizado pelo Centro Cultural Permanência e pela FSSPX, com o apoio do Centro Dom Bosco.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Um testemunho público de fé no coração da cidade
A concentração começou na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, em frente ao monumento ao Santíssimo Sacramento erguido em 2024 pelo Centro Dom Bosco. Às 15h em ponto, a procissão teve início, precedida pela cavalaria da polícia militar, que abriu o cortejo com respeito e dignidade.


Por quase dois quilômetros, os fiéis acompanharam Nosso Senhor com piedade, em espírito de reparação e proclamação pública de sua realeza sobre as sociedades e sobre as almas.


As imagens mostram uma participação particularmente voltada para a família, com muitas crianças, jovens e pais, refletindo a vitalidade da fé transmitida e vivida diariamente.






Missa Pontifícal na chegada


A procissão terminou na Praça das Crianças, no Aterro do Flamengo, onde D. Bernard Fellay, Bispo da FSSPX, celebrou uma Missa pontifícal. Ele foi assistido por D. Lourenço Fleichman (OSB), D. Estevão (OSB) e o Pe. Montagut (Superior da Casa Autônoma da FSSPX no Brasil).




Segundo o Centro Dom Bosco, trata-se da “primeira Missa tradicional celebrada em público no Rio de Janeiro desde o Congresso Eucarístico Internacional de 1955“, um fato marcante para muitos católicos no Brasil que estão descobrindo cada vez mais a liturgia de sempre.
VEJA TODAS AS FOTOS E UM VÍDEO DA PROCISSÃO CLICANDO AQUI.
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As estranhas mudanças no comportamento dos fiéis em suas paróquias. Na quinta aula do curso sobre a crise na Igreja, Dom Lourenço Fleichman mostra como o novo espírito, a partir do Concílio Vaticano II, foi imposto aos fiéis através de movimentos que abriram as portas para o progressismo: Movimento Litúrgico, Ação Católica, Cursilhos de Cristandade, Carismatismo, entre outros.
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