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12 DE OUTUBRO – DIA DE NOSSA SENHORA APARECIDA
PEQUENA CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA

“Enquanto Roma planejava um procedimento para os padres que desejassem deixar a FSSPX, muitos padres do clero diocesano e de comunidades religiosas continuam, em todo o mundo, a se aproximar da Fraternidade ou a ingressar nela”, observou a FSSPX.
Fonte: Life Site News – Tradução: Dominus Est
A Fraternidade São Pio X (FSSPX) divulgou na sexta-feira uma lista de padres diocesanos e religiosos de todo o mundo que se uniram à Fraternidade recentemente, sem se deixarem intimidar pelas penalidades ou pelas (injustas e inválidas) excomunhões declaradas pelo Vaticano.
“Após as sagrações, os padres diocesanos continuam a se voltar para a Tradição”, escreveu a conta oficial da FSSPX no Twitter, em uma publicação em francês.
A conta da rede social passou a nomear padres de todo o mundo que se juntaram à FSSPX mesmo depois de os bispos da FSSPX terem sido declarados “excomungados” em julho de 2026, ou que se juntaram anteriormente, mas permaneceram nela, sem se deixarem intimidar pelas sanções impostas pelos seus bispos diocesanos. Continuar lendo
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Ao exaltar a maternidade divina da Santíssima Virgem, a Igreja celebra a Mãe por excelência e o modelo de todas as mães.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Esta festa foi instituída em 1931 pelo Papa Pio XI por ocasião do 15° centenário do Concílio de Éfeso, onde foi proclamado o dogma da maternidade divina de Maria.
Nos textos da liturgia, a Igreja expressa como Maria é Mãe de Jesus, mas também nossa Mãe, uma vez que é por sua intercessão que ela obtém para nós a graça que nos une sobrenaturalmente ao seu Filho divino. A maternidade virginal de Maria estende-se desde Cristo, que ela realmente gerou na sua carne, a todos os membros do Corpo místico do Filho de Deus.
Este ensinamento é exposto por São Pio X na encíclica Ad diem illum (1904):
“Não é Maria a Mãe de Deus? Portanto é Mãe nossa também. Todos, portanto, que, unidos a Cristo, somos, consoante as palavras do Apóstolo, “membros do seu corpo, de sua carne e de seus ossos” (Ef 5, 30), devemos crer-nos nascidos do seio da Virgem, donde um dia saímos qual um corpo unido à sua cabeça. É por isso que somos chamados, num sentido espiritual e místico, filhos de Maria, e ela é, por sua vez, nossa Mãe comum. Mãe espiritual, contudo verdadeira mãe dos membros de Jesus Cristo…”

A obra “Uma Jornada de Esperança”, de Leão XIV, rejeita a abordagem histórica da Igreja em relação ao erro religioso, considerando-a “defensiva” e “isolacionista”, ao mesmo tempo que propõe um “novo paradigma” de diálogo inter-religioso.
Fonte: Life Site News – Tradução: Dominus Est
O Vaticano publicou recentemente um “documento comemorativo” para marcar os 60 anos da “promulgação” da Nostra Aetate, a “Declaração sobre a Relação da Igreja com as Religiões Não-Cristãs” do Concílio Vaticano II.
O texto contém erros referentes a:
Por trás desses erros específicos podem ser discernidos os sistemas errôneos do naturalismo, do liberalismo e do modernismo.
Considerado em sua totalidade, o texto é incompatível com a profissão pública da fé católica e com a unidade visível da Igreja de Cristo.
Os autores do texto
O documento, intitulado “Uma Jornada de Esperança: 60 Anos de Diálogo Inter-religioso e Fraternidade à Luz da Declaração Conciliar Nostra Aetate“, foi publicado em nome de três cardeais do Vaticano e seus secretários. Continuar lendo
Revmo. Pe. José Maria, igreja de Nossa Senhora Rainha de Portugal, Lisboa, no décimo nono domingo depois de pentecostes, sobre a necessidade de ter almas fortes diante de Deus.

Publicada em 24 de junho de 2026, a Profissão de Fé Católica da Fraternidade São Pio X é apresentada aqui em várias partes. Esta sétima parte recorda o lugar único que Deus reservou para a Bem-Aventurada Virgem Maria na obra da salvação: Mãe de Deus, sempre virgem, Corredentora e Medianeira Universal. Diminuir seus privilégios em nome do ecumenismo não é honrar melhor a Cristo, mas sim desconsiderar a ordem divina.
VI – A Santíssima Virgem Maria na economia da salvação
46 – Creio que a Santíssima Virgem Maria ocupa na história da salvação um lugar único desejado por Deus desde toda a eternidade, e que a sua condição, portanto, não é a condição comum das demais criaturas. Aquele que havia decidido dar o seu Filho aos homens havia também decidido dar-lhe uma Mãe.
47 – Professo que a Bem-aventurada Virgem Maria, por um privilégio singular, foi imaculada desde o primeiro instante da sua conceição, a fim de ser a digna Mãe de Jesus Cristo. Preservada do pecado original em previsão dos merecimentos de Cristo e, desta sorte, remida de um modo mais sublime, cumulada de graça desde o primeiro instante da sua existência, Maria sempre se mostrou perfeitamente fiel à vontade de Deus.
48 – Creio que Ela permaneceu sempre virgem, antes, durante e depois do parto; a sua virgindade perpétua manifesta a origem divina do seu Filho e a sua consagração total à obra de Deus. Continuar lendo

A igreja da Immaculata teve que acompanhar o crescimento de St. Mary’s. Apenas três anos após sua consagração, já é preciso preparar o futuro: a paróquia, as escolas e as vocações continuam a crescer.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Dom Lefebvre já enxergava longe
Em 1979, D. Lefebvre foi a Saint Mary’s, no Kansas (EUA), por ocasião de uma peregrinação organizada pela The Angelus, a revista da Fraternidade nos Estados Unidos. A FSSPX havia sido estabelecida ali havia apenas alguns anos.
Na Festa da Assunção, o arcebispo abençoou a pedra fundamental da Igreja da Immaculata, cujo edifício anterior havia sido recentemente destruído por um incêndio. Em seu sermão, anunciou que os fiéis viriam “do norte, do sul, do leste e do oeste” à St. Mary’s para venerar a Virgem Santíssima.
Aquilo que era apenas um projeto nascente tornou-se um dos apostolados mais importantes da Fraternidade São Pio X no país. Em uma carta dirigida a um dos paroquianos, D. Lefebvre chegou a expressar o desejo de ver um lugar estabelecido no coração do país onde reinasse a devoção ao Imaculado Coração de Maria. Continuar lendo

Palestra proferida no Priorado São José, em Mendoza, na Argentina em 18 de setembro de 2026 e publicada pelo excelente site Verbum Fidelis.
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Leão XIV recebe uma delegação da Federação Luterana Mundial no Vaticano, em 1º de outubro de 2026.
A quatro anos antes do quinto centenário da Confissão de Augsburgo,texto fundador do luteranismo, Leão XIVdeseja torná-la um novo passo na aproximação com os protestantes. Mas que unidade pode ser construída sobre erros aos quais a Igreja já respondeu oficialmente em 1530?
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Ao receber uma delegação da Federação Luterana Mundial, em 1º de outubro de 2026, Leão XIV expressou sua esperança de que o 500º aniversário da Confissão de Augsburgo, em 2030, se tornasse uma “profunda experiência ecumênica”, dando uma “nova energia e nova alegria” à caminhada rumo à “unidade plena e visível”.
O Papa começou por expressar a sua satisfação com o amadurecimento das relações entre luteranos e católicos nas últimas décadas. Ele destacou, em particular, como “uma etapa importante do caminho ecumênico” a Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação, assinada em Augsburgo em 1999 pela Igreja Católica e pela Federação Luterana Mundial.
Ele também mencionou os trabalhos conjuntos dedicados à Eucaristia e ao ministério eclesial. “Uma comunhão renovada na fé apostólica, nos sacramentos e nos ministérios é o objetivo de nosso caminho ecumênico de graça”, declarou ele. Continuar lendo

Publicada em 24 de junho de 2026, a Profissão de Fé Católica da Fraternidade São Pio X é apresentada aqui em várias partes. Essa sexta parte professa que Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, é o único Mediador e Salvador da humanidade. Por meio de seu sacrifício na Cruz, Ele mereceu a salvação para todos, mas essa salvação deve ser recebida pela fé, conversão e graça: nem todos são salvos somente por esse ato.
V – Jesus Cristo, Verbo Encarnado, único Mediador e Redentor
37 – Creio e professo que Nosso Senhor Jesus Cristo é o Verbo eterno de Deus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, consubstancial ao Pai, segundo a divindade, e de mesma natureza que nós, segundo a humanidade, semelhante a nós, a não ser no pecado 41. É Ele o único Mediador entre Deus e os homens, o único Salvador do gênero humano, o único Rei das almas e das sociedades, prometido por Deus, na sua misericórdia, aos nossos primeiros pais, e anunciado pelos profetas.
38 – Professo que, ao chegar a plenitude dos tempos, o Filho de Deus se encarnou, não para confirmar o homem na sua dignidade humana ou para lhe revelar a imagem de Deus nele, mas para o salvar do pecado e tornar a dar-lhe acesso à vida eterna. Nascido da Virgem Maria, sem deixar de ser Deus, tomou uma natureza humana verdadeira, viveu entre nós, ensinou a verdade, cumpriu as profecias, manifestou a sua divindade pelos seus milagres, e então se ofereceu livremente sobre a Cruz em sacrifício propiciatório pelos pecados do mundo.
39 – Professo que a Redenção é uma satisfação verdadeira oferecida à justiça divina, em reparação pelo pecado original e pelos pecados pessoais. Cristo, Sacerdote e Vítima em sua humanidade santa, resgatou-nos pelo seu sangue. Arcando com os nossos pecados e sofrendo a pena que nos era devida, oferece ao seu Pai um ato perfeito de obediência, ato de amor e de reparação, ao qual a dignidade da sua Pessoa divina conferia um valor meritório infinito. Continuar lendo

Para ouvir o sermão, clique aqui.
Caríssimo Padre Maret,
Com que alegria te acompanhamos hoje ao altar de Nosso Senhor. Todos os que te rodeiam, todos os que aqui se encontram e vieram assistir e participar da tua primeira Missa, alegram-se por haver doravante um sacerdote do Valais, saído da nossa casa de Écône e que, estamos persuadidos, fará honra a este Valais católico e às tradições deste cantão. Tradição de fé, tradição de generosidade: tantas vocações saíram desta terra abençoada, tantos missionários, tantos religiosos, tantas religiosas. Não é possível que as graças e as bênçãos que Deus concedeu a este país com tão grande abundância se tenham esgotado. Por isso hoje nos alegramos verdadeiramente e damos graças a Deus por um filho desta terra poder subir ao altar e oferecer o Sacrifício de Nosso Senhor.
Peço-te primeiro, caro amigo, que lances um olhar para o passado, a fim de contemplar e reconhecer todas as graças que Deus te concedeu. Creio que quase todos os presentes nesta cerimônia conhecem tanto as alegrias profundas e espirituais quanto as graças que recolheste no seio da tua família; mas todos conhecem igualmente as provações. Provação cruel que Deus enviou à tua família; é preciso, porém, considerá-la — e, graças a Deus, tua querida mãe e todos os teus irmãos e irmãs a encaram com fé profunda, com fé sobrenatural, de modo que sabem que Deus a quis para que a família recebesse graças particulares, as quais de fato recebeu e continua a receber.
Tu mesmo, caro amigo, recebeste graças particulares e especiais ao longo de todo o seminário, graças à tua família e às orações daqueles que te cercaram na juventude. Agradece hoje a Deus por todas essas graças e peçamos a Ele que alivie as provações da tua família. Continuar lendo
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Queridos fiéis,
Neste mês de outubro, mês dedicado especialmente ao Santo Rosário e coroado pela festa de Nossa Senhora do Rosário no dia sete, eu gostaria de elevar algumas reflexões sobre a grandeza desta oração profundamente católica. É uma oração divina pela sua constituição essencialmente bíblica, pela sua origem entregue diretamente pelas mãos de Nossa Senhora e pelos seus efeitos de inúmeros milagres.
“O Rosário é um baluarte de salvação e de paz que Deus, em sua grande misericórdia, quis dar à humanidade na pessoa de sua augusta Mãe.” (Fidentem Piumque Animum, Papa Leão XIII)
O nome do Santo Rosário não deve ser uma simples denominação material, mas uma expressão de nossa vida íntima com Deus, uma expressão de sua graça — desta graça que deve santificar-nos particularmente e ser, ao mesmo tempo, um poderoso socorro em nossos grandes combates. Rezar bem e regularmente o Rosário, todos os dias e com boa vontade, é sempre possível. É preciso, inclusive, chegar ao ponto em que essa recitação diária não seja para a alma apenas um dever que se impõe — e que, por isso mesmo, poderia às vezes parecer pesado e até fastidioso —, mas uma necessidade do nosso coração, da nossa fé e da nossa vida espiritual, que não podem prescindir deste alimento amado, inteiramente consolador e fecundo. Continuar lendo

No dia dessa grandiosa Santa, disponibilizamos abaixo alguns links sobre ela:
A VIA MARIANA DA “PEQUENA TERESA” NO FIM DE SUA VIDA
EDITORIAL DA REVISTA PERMANENCIA NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE SANTA TERESINHA (1973)
SANTA TERESINHA, POR GUSTAVO CORÇÃO

Clique aqui para ler a Meditação de Santo Afonso sobre os Anjos da Guarda.
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Para um bom entendimento sobre questões referentes aos anjos colocamos abaixo alguns links sobre o assunto:

Publicada em 24 de junho de 2026, a Profissão de Fé Católica da Fraternidade Sacerdotal São Pio X é apresentada aqui em várias partes. Esta quinta parte relembra a realidade do pecado original e a profunda ferida que ele infligiu à natureza humana. Ela afirma, contra o naturalismo moderno, que nem o progresso, nem a ciência, nem a cultura podem salvar o homem: ele precisa da Redenção e da graça de Cristo.
IV – O pecado original e a condição humana
29 – Creio que os nossos primeiros pais foram por Deus estabelecidos num estado de justiça e de santidade originais, e dotados dos dons de integridade, de impassibilidade e de imortalidade. Por um favor particular de Deus, possuíam não apenas a integridade da sua natureza própria, mas ainda os dons sobrenaturais que os ordenavam à vida mesma de Deus. Adão, cabeça e princípio da humanidade, recebeu ademais o dom de ciência.
30 – Professo que, pela sua desobediência, Adão realmente cometeu o pecado original, que se transmite a todos os homens pela geração. Esse pecado é para todos um pecado de natureza, que os condena à morte, ao sofrimento, à ignorância e à concupiscência. Despojados da graça santificante e dos dons preternaturais, que não podiam mais transmitir à sua descendência, Adão e Eva foram expulsos do paraíso terrestre.
31 – Em Adão, no entanto, a natureza do homem não foi destruída, mas tão somente ferida. A sua inteligência, embora obscurecida, permanece capaz de conhecer a verdade; seu livre-arbítrio, embora enfraquecido, permanece capaz de querer e de amar o bem natural. Por essa razão, rejeito todas as doutrinas que, num pessimismo desesperado, consideram que o homem está irremediavelmente corrompido e é incapaz de qualquer bem. Continuar lendo
Revmo. Pe. Carlos Mestre, igreja de Nossa Senhora Rainha de Portugal, Lisboa, no décimo oitavo domingo depois de pentecostes, sobre o que significa blasfemar e o que fazer para reparar a honra divina.
Clique na imagem para ler a Meditação de Santo Afonso sobre essa data e clique aqui para ler um texto do Pe. Xavier Beauvais, FSSPX sobre as Glórias de São Miguel.

Rei Lear expulsando sua filha Cordélia, de Richard Earlom (Londres, 1743–1822)
Por Andrew J. Clarendon
Fonte: Angelus Press – Tradução: Dominus Est
No livro Ideias Têm Consequências, Richard Weaver escreve: «É evidente que o domínio singular da língua, próprio do poeta, é o que lhe permite enxergar as potências latentes nas circunstâncias. Ninguém ensina melhor do que ele a causa e o efeito nos negócios humanos; […] os poetas são os mais rápidos a apreender a verdade necessária.» Quem lida com «o poder evocativo das palavras […] e a força poderosa do símbolo» não surpreende que ensine verdades profundas mesmo séculos depois da morte. No grau mais alto, a lição poética tem valor perene.
Tão grande é o poder da inspiração que o poeta chega a parecer profeta: pensa-se na famosa Quarta Écloga de Virgílio, dita messiânica porque se lê como anúncio da vinda de Cristo. Em inglês, o maior poeta é, naturalmente, Shakespeare, cujas peças, embora apresentem determinado enredo e determinadas personagens, exprimem temas universais.
As lições que transmitem aplicam-se, por isso, a outras situações e servem para compreender a causa e o efeito nos negócios humanos. Neste ano em que se celebra o cinquentenário da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, reler alguns temas da tragédia Rei Lear e da comédia Como Gostais é um modo poético e conatural de apreciar melhor a defesa da tradição e da ortodoxia feita por Dom Lefebvre. Continuar lendo

Sobre nosso último post PAPA LEÃO XIV CELEBRA O LEMA MAÇÔNICO E REVOLUCIONÁRIO FRANCÊS “LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE”….vejamos o que D. Lefebvre diz sobre a Revolução implantada na Igreja através do Vaticano II.
Clique nesse link para acessar o texto e entender o porquê disso: LIBERDADE RELIGIOSA, IGUALDADE COLEGIAL, FRATERNIDADE ECUMÊNICA

O Papa Leão XIV celebrou um lema usado pelos maçons que remonta à sangrenta Revolução Francesa, período marcado pelo ódio anticatólico.
Fonte: Life Site News – Tradução: Dominus Est
O Papa Leão XIV celebrou um lema da Revolução Francesa usado pelos maçons — “Liberdade, Igualdade, Fraternidade” — como “imperativos éticos universais” durante um discurso no Palácio do Eliseu na sexta-feira.
“A França foi responsável por avanços significativos em nosso mundo, incluindo o reconhecimento dos direitos humanos fundamentados na natureza da pessoa humana, particularmente a liberdade religiosa”, afirmou Leão na presença do presidente Emmanuel Macron e de autoridades francesas.
“Essa ênfase constante na dignidade inerente a cada pessoa encontra eco em vosso lema nacional. Liberdade, igualdade e fraternidade não são simplesmente palavras estampadas na fachada dos vossos edifícios públicos; referem-se a imperativos éticos universais que encontram também na mensagem do Evangelho uma fonte inesgotável de inspiração e realização”, disse o pontífice.
A referência de Leão a “Liberdade, igualdade e fraternidade” como “imperativos éticos universais” é preocupante porque, embora essas palavras sirvam como lema nacional da França, elas também servem como lema do Grande Oriente Maçônico e da Grande Loja da França. O lema tem origem na Revolução Francesa, que se opôs ferozmente à Igreja Católica e matou milhares de bispos, padres, religiosos e leigos católicos na guilhotina durante o “Reino do Terror”.
O elogio de Leão à “liberdade religiosa” que, segundo ele, foi reconhecida pela França também contraria a compreensão tradicional da Igreja Católica sobre o assunto. A encíclica Quanta Cura e o Syllabus, do Papa Pio IX, condenaram a ideia de que “todo homem é livre para abraçar e professar a religião que, guiado pela luz da razão, considerar verdadeira”. Continuar lendo
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Revmo. Pe. Carlos Mestre, igreja Nossa Senhora Rainha de Portugal, Lisboa, no décimo sétimo Domingo depois de Pentecostes, sobre a necessidade de amar a Deus acima de todas as coisas.
Em entrevista concedida ao Distrito italiano da Fraternidade São Pio X e publicada em 11 de agosto de 2026, o Padre Daniele Di Sorco expõe os limites da infalibilidade papal e os diferentes graus do magistério do Papa.
FSSPX Itália — Quais são os limites da infalibilidade papal? Em particular, como distinguir entre o ensinamento privado do Papa, o magistério público não infalível e a definição solene ex cathedra ? E o que aconteceria se um Papa ensinasse algo contrário a uma verdade já definida pelo magistério anterior?
Padre Daniele di Sorco — O ensinamento católico sobre a infalibilidade do Papa encontra-se, em primeiro lugar, no Concílio Vaticano I, um grande ato do magistério que definiu essa verdade, e, em segundo lugar, no ensinamento de teólogos católicos antes, durante e também depois do Concílio, que esclareceram, sob a orientação do magistério, o verdadeiro significado desses ensinamentos.
É preciso, antes de tudo, distinguir entre o ensinamento privado e o ensinamento público do Papa. Continuar lendo

Fonte: Le Parvis nº 169 – Tradução: Dominus Est
O martírio é o principal ato da virtude da fortaleza.
A crise atual na Igreja pode-nos levar a várias perguntas e, entre elas: Quanto tempo irá durar? Parece haver muitas opções para lidar com o sofrimento e as inquietações que ela provoca. Tanto a precipitação quanto a hesitação prolongada, mesmo que com boas ações, nos conduzem pelo caminho errado e nos levam a tomar decisões equivocadas.
Nestes tempos marcados por incertezas, sofrimentos e provações, a doutrina católica oferece uma perspectiva especial por meio da virtude da fortaleza, uma das quatro virtudes cardeais. Ela pode ser definida da seguinte forma: “A fortaleza é a virtude moral que assegura, diante das dificuldades, firmeza e constância na busca do bem. Ela fortalece a resolução de resistir às tentações e superar os obstáculos na vida moral. A virtude da fortaleza nos capacita a vencer o medo, inclusive da morte, e a enfrentar provações e perseguições. Ela nos dispõe a chegar até a abnegação e ao sacrifício da própria vida para defender uma causa justa.” Essa virtude não é uma simples resistência estoica ou uma coragem puramente natural. É uma disposição habitual da alma, aperfeiçoada pela graça, que ordena o apetite irascível — aquela parte de nós que reage às dificuldades e ameaças — segundo a razão iluminada pela fé. Santo Tomás de Aquino, na Suma Teológica (I-II, q. 123), esclarece que a fortaleza tem como principal objeto o medo e a ousadia, particularmente diante dos perigos da marte. Consiste em dois movimentos complementares: “aggredi” (enfrentar, atacar o mal) e “sustinere” (suportar; perseverar). Em tempos de crise, é frequentemente o segundo que prevalece: a paciência e a constância diante daquilo que não pode ser mudado imediatamente. Continuar lendo

No dia 16 de setembro de 2026 foi publicado no site da Santa Sé o último documento aprovado pelo papa Leão XIV e assinado pelos prefeitos dos dicastérios para a Promoção da unidade dos cristãos, para o Diálogo inter-religioso e para a Doutrina da fé. A presença desse último, na pessoa do cardeal Fernández, é particularmente significativa: ela enfatiza a extensão doutrinária do documento.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Trata-se da nota Um caminho de esperança. Sessenta anos de diálogo e de fraternidade inter-religiosa à luz da declaração conciliar Nostra ætate. O título e o subtítulo já dizem quase tudo. Limitar-nos-emos a algumas observações. Aqueles que desejarem aprofundar a questão encontrarão material suficiente nos textos citados em nota.
A nota recorda que “a declaração Nostra ætate nasceu após a Segunda Guerra mundial e que inicialmente não se referia ao diálogo com as demais religiões, mas constituía uma resposta às trágicas consequências do antissemitismo, que culminaram na Shoah”. Foi após o seu encontro “com o judeu Jules Isaac (ateu e comunista, ndt.), tornado possível pela mediação de Maria Vingiani, fundadora do Secretariado para as Atividades Ecumênicas”, que João XXIII, “já muito sensível a essa questão, […] encarregou o cardeal Augustin Bea de redigir um texto conciliar destinado a sanar e renovar as relações entre a Igreja e o povo judeu” (§ 4). Continuar lendo

As repugnantes blasfêmias proferidas em certas instituições da Igreja não provocam quaisquer reações das autoridades, que estão ocupadas demais com o processo sinodal.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Um artigo no site da Conferência Episcopal Alemã, katholisch.de, provocou protestos em todos os meios de comunicação católicos ditos conservadores. O texto apresenta, sem a menor análise crítica, uma obra publicada por Simone e Claudia Paganini, professores de teologia, exegese e filosofia, ambos considerados católicos devotos. O livro busca, em diversas figuras bíblicas, indícios de distúrbios psicológicos: depressão em Moisés, transtorno obsessivo-compulsivo em Jó (afinal, ele oferece sacrifícios pelos possíveis pecados de seus filhos), tendências maníacas em Judite, uma propensão ao álcool no próprio Jesus (já que seus adversários o chamam de bêbado) e narcisismo em Deus, por ele afirmar ser o único Deus. Era só isso que faltava.Diante dessa repugnante blasfêmia, ainda aguardamos os comunicados anunciando a proibição de toda oração pública nos santuários de Lourdes ou Mariazell para tais escritores e todos aqueles que os recomendam, como a Conferência Episcopal Alemã. Qual seria a reação? “E daí?”, diria Jesus, segundo o evangelho apócrifo do Padre Arnaud Alibert, editor-chefe de La Croix. Assim como nas polêmicas em torno das uniões contra a natureza, nos responderão que isso não é o mais importante. O que é urgente é a sinodalidade e a denúncia dos pecados contra a ecologia. A Igreja está atordoada com encontros sinodais, mistagógicos e kerigmáticos, e obcecada por cubos de gelo e espécies ameaçadas de extinção. Continuar lendo