
20 a 22 de Novembro de 2020 – Transmissão ao vivo
Devido às restrições atuais, o número de vagas para a participação presencial na Formação de 2020 ficou bastante reduzido. Além disso, todos os anos muitas pessoas deixam de participar por conta da distância e dos custos de viagem envolvidos.
Pensando nisso, pela primeira vez ofereceremos a oportunidade de participação a distância da Formação, com transmissão ao vivo de todas as conferências durante os três dias de evento.

ADQUIRA SEU INGRESSO PARA ASSISTIR À FORMAÇÃO AO VIVO
De modo a cobrir as despesas envolvidas com a realização do evento e sua transmissão, o custo de participação é de R$25, que podem ser pagos por boleto ou cartão. Após confirmação de pagamento, você receberá um usuário e senha para acessar a área de transmissão do evento.
Pagamento online 100% seguro. São aceitos todos os cartões e boleto bancário.
Programação da Formação 2020
Sexta, 20/11/20
17h – Conferência de abertura
18h30 – 2ª Conferência
Sábado, 21/11/20
9h30 – 3ª Conferência
11h30 – 4ª Conferência
15h – 5ª Conferência
17h30 – 6ª Conferência
21h – Fórum
Domingo, 22/11/20
9h – 7ª Conferência
10h30 – Missa Solene
Como funciona o acesso?
Quando seu pagamento for confirmado, você receberá instruções de acesso por e-mail.
Importante:
- O acesso ao evento é pessoal e intransferível. Não é permitido compartilhar seus dados de acesso com terceiros (o sistema bloqueia)
- Uma família pode assistir, junta, ao evento usando o mesmo login, desde que no mesmo computador
- Se você não puder assistir ao vivo, não se preocupe: a gravação de cada conferência ficará disponível para assistir até segunda, 23/11/20.










































Julgamos oportuno dedicar um número inteiro de PERMANÊNCIA à memória de Thérèse Martin (2 de janeiro de 1873) que entrou no Carmelo de Lisieux com quinze anos de idade, e pronunciou os santos votos em 8 de setembro de 1890. No mesmo mês recebeu o hábito com o nome de Soeur Thérèse de l’Enfant-Jesus et de la Saint Face. Viveu somente sete anos a vida obscura e silenciosa de uma pequenina religiosa ignorada do mundo, rejeitada pelo mundo, mortificada, morta antes de morrer porque nunca escolheu nada entre os nadas do mundo, tendo escolhido TUDO da Santa Vontade de DEUS. Deixou por obediência um caderno de apontamentos onde registrou os pequeninos passos, ínfimos, quase imperceptíveis, de uma vida exterior insignificante. Esse caderno, depois de sua morte, foi publicado pelas freiras de Lisieux com o título “História de uma Alma”. E aqui começa uma outra história, a desse livro, que pode sem nenhum exagero ser considerada um dos espantosos milagres do século que terminava engalanado, estrepitoso, iluminado para festejar as grandezas de uma civilização desviada de Deus. Misteriosamente, incompreensivelmente, milagrosamente o insignificante livro de uma história insignificante, que facilmente poderia ser afastada como convencional ou como presunçosa, começa a difundir-se, aos milhares, aos milhões, e chega em pouco tempo até os confins do Extremo Oriente. Mas o milagre ainda maior foi o de ter sido compreendido, diríamos quase adivinhado, por carvoeiros, cozinheiros, por padres, por Papas e até por intelectuais. Muitos desses leitores descobriram o segredo profundo de Teresinha, o segredo da santidade, a grandeza da pequenês, a glória da humildade, e todos os demais paradoxos da Cruz, sinal de contradição, de tropeço e de escândalo. O sucesso explosivo, humanamente inexplicável da pequenina carmelita de Lisieux foi uma resposta de Deus ao estardalhaço dos homens.











A mãe de Monsenhor Raess, bispo de Estrasburgo, impedida por sua avançada idade, não compareceu à coroação de seu filho. Quando o novo Bispo a visitou, ela disse a ele, levantando sua voz: “Este, meu filho, é o seu quarto onde você nasceu. É aqui que Deus me deu a autoridade de mãe sobre você. Não se esqueça: embora sejais Bispo, mantenho meus direitos sobre meu filho. Se eu souber que você não cumpre com todos seus deveres, como se espera de ti, ainda encontraria forças para ir procurá-lo em Estrasburgo e recordar-lhe de suas obrigações.” Então a nobre cristã parou, fez um doloroso esforço com as pernas fraquejadas e, ajoelhando-se acrescentou: “E agora, Monsenhor, dê-me vossa bênção“.
A mãe do Cardeal Pie, de condição muito humilde – era esposa de um sapateiro – sendo viúva de forma precoce, provou de um inexprimível consolo ao ver seu filho aspirar ao sacerdócio. “Mas, Anne, o que quer fazer com seu filho?” perguntaram a ela seus vizinhos. “Farei dele um Papa“, respondeu ela, referindo-se ao nome de Pie, dado devido ao Papa reinante – Pio VII. Ela fez, com sua colaboração à Providência, não um Papa, mas um Bispo e Cardeal, um dos maiores do século XIX.
As graças que alcança a pessoa que ouve a Missa devotamente são estas:






