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SOLENIDADE DE MARIA SANTÍSSIMA DEPOIS DA SEPULTURA DE JESUS
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SÉTIMA DOR DE MARIA SANTÍSSIMA – SEPULTURA DE JESUS
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SEXTA DOR DE MARIA SANTÍSSIMA – JESUS É DESCIDO DA CRUZ
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MORTE DE JESUS
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Retirado do livro: Les Mystères du royaume de la Grâce, Pe. Calmel – Tradução: Dominus Est
Sob mais de um aspecto, a Igreja de Deus pode ser definida como a cidade da graça cristã. Primeiro, no sentido óbvio de que o autor e dispensador de toda a graça, o próprio Jesus, permaneceu presente em sua Igreja por meio da Eucaristia; Ele está presente está alí em virtude de uma presença que não é diminuída e nem atenuada. Jesus em pessoa reside sempre em Sua Igreja, tão realmente presente quanto está presente à direita do Pai, tão realmente imolado quanto no Calvário, embora a presença e a imolação se realizem de modo sacramental. O autor da graça está para sempre presente em sua Igreja, não cessando de alcançá-la por contato sacramental e de cumulá-la de graças. Ele faz isso por meio de seus ministros, em virtude de poderes hierárquicos sobrenaturais, de sorte que a Igreja é constituída ao mesmo tempo como verdadeira cidade e como cidade santa.
A Igreja é ainda cidade da graça, no sentido de que a função própria e reservada dessa sociedade é de ordem sobrenatural; os poderes indestrutíveis conferidos à sua hierarquia asseguram, com a assistência indefectível do Espírito Santo, dois grandes tipos de função: por um lado, manter intacta e explicar a revelação definitiva dada por Nosso Senhor em vista de nossa salvação, de nossa vida segundo a graça; por outro lado, conferir os sacramentos, que são os sinais eficazes da graça, que nos configuram a Jesus Cristo e, ao menos para três deles, nos marcam com um caráter. Continuar lendo
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O Distrito da FSSPX na Itália enviou a todos os bispos residentes no país um livro, recém-publicado, no qual reitera as razões implícitas de suas anunciadas sagrações episcopais. O livro, publicado pela Edizioni Piane, editora oficial da FSSPX na Itália, com o eloquente título: “A Serviço da Igreja“, expõe os principais argumentos teológicos e canônicos que justificam o que D. Marcel Lefebvre, em 1988, chamou de “operação sobrevivência” da Tradição.
Fonte: FSSPX Itália – Tradução: Dominus Est
Entregue aos bispos nestes dias, o livro apresenta-se com a célebre citação de São Paulo: “Ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além daquele que já vos anunciamos, seja anátema” (Gl 1,8). Ao dizer “nós mesmos“, o Apóstolo se refere a todo o Colégio Apostólico, com Pedro à sua frente, e hoje devemos reconhecer a terrível realidade deste “evangelho” adulterado pelos próprios pastores do rebanho, que colocam as almas na necessidade de se protegerem, situação que fundamenta o direito de resistir à autoridade invocado pela Fraternidade São Pio X.
Este gesto pretende ser, escreve o Superior do Distrito, D. Gabriele D’Avino, em sua carta de apresentação aos Bispos, “um convite para renovar a reflexão sobre a crise” na Igreja e sobre a batalha que que é necessária empreender para contribuir para a sua restauração, na esperança de “poder proporcionar, com esta contribuição, um caminho comum de reflexão, estudo e debate, sempre e somente no interesse das almas e para a maior glória de Deus”. Continuar lendo
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Um texto do famoso convertido Pe. Joseph Lémann (1836-1915).
Fonte: Radio Spada – Tradução: Dominus Est
Desde o princípio, a Revolução foi venenosa, mas com arte, com habilidade; imitou e até superou as misturas de Agripina e Locusta .
Revisemos, por um momento, a Roma pagã: Locusta é uma famosa envenenadora da época dos Césares. Primeiro, ela foi incumbida de matar o Imperador Cláudio, a mando de Agripina. Em seguida, foi convocada ao conselho e incumbida de envenená-lo com engenhosidade! Um veneno de ação rápida demais tornaria evidente o assassinato de Cláudio. Um veneno de ação lenta demais lhe daria tempo para perceber o crime e garantir os direitos de Britânico, seu filho. Locusta compreende e encontra algo sofisticado em termos de venenos, que perturbará sua razão e extinguirá lentamente sua vida. Um eunuco fez o infeliz César beber esse veneno, colocando-o em um cogumelo, que ele saboreia com prazer: ele morre atordoado!
Um ano depois, Locusta se livrou de Britânico, que era um obstáculo para Nero. Desta vez, não lhe pediram um veneno lento, tímido e secreto, como aquele que ela havia preparado com tanta elegância para Cláudio, mas sim um veneno ativo, rápido e fulminante. Britânico caiu morto à mesa imperial. Continuar lendo
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Por Dardo Juan Calderón
Fonte: Adelante la Fe – Tradução: Dominus Est
[Nota do editor: o livro foi publicado, no Brasil, pela Editora Flos Carmeli – veja aqui]
Eis aqui um livro concebido com toda a técnica literária norte-americana para ser sucesso de vendas. Muito bem escrito, muito ameno, com humor e todas as surpresas de roteiro cinematográfico ou de novela de folhetim. Pode-se ler em algumas horas, esperando que aconteça o que promete o título – o que não acontece – mas não importa! o “embuste” de um título com “gancho” perdoa-se facilmente porque você se divertiu e diz: “que bobeira!… isso de infiltração maçônica nunca poder-se-á saber com ciência certa, tampouco a segurança de que houve tal assassinato, ou se existiu tal informe que ninguém viu. Mas dá-nos meios de ter a ideia mais conveniente à nossa fantasia!”
Devemos reconhecer que nenhum livro é “um” livro, mas tantos livros quanto são seus leitores e, em nosso caso, a perspectiva é a partir do mais antiquado “tradicionalismo”, lugar que nos leva às provisórias conclusões que aqui se arriscam e que se fazem desde a comodidade e gratidão de estar fora da ardilosa litis que se conta, longe dos dois bandos, e com a vantagem de ser um observador distante que se alimenta do Vetus Ordo.
Trata-se da luta de dois bandos que dura grande parte do século XX, dentro do Vaticano. Bandos que lutam pelo domínio do governo burocrático, perante uns Papas que não fedem nem cheiram. Melhor dizendo, às vezes fedem e às vezes cheiram, segundo lhes é inspirado o temor. Temor de serem os protagonistas de uma quebra ou cisma da Igreja, cisma que, como a espada de Dâmocles, pendeu sobre suas cabeças fazendo-lhes correr o risco de ficar com o descrédito histórico e eterno de ser, para a posteridade e perante Deus, não o Piloto da Barca de Pedro mas o Capitão do Titanic. Continuar lendo
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Fonte: Radio Spada – Tradução: Dominus Est
Alfonso Salmeron (Toledo, 8 de setembro de 1515 – Nápoles, 13 de fevereiro de 1585) foi um dos primeiros seis companheiros de Santo Inácio de Loyola. Foi um pregador muito talentoso e frutuoso, legado dos Pontífices Romanos junto aos príncipes, professor de teologia, mas, sobretudo, teólogo de Paulo III, Júlio III e Pio IV no Concílio de Trento.
Sua profunda familiaridade com as Sagradas Escrituras é evidenciada por seus 16 volumes de comentários sobre os Evangelhos, os Atos dos Apóstolos e as Epístolas Paulinas e católicas. Desta magnífica obra encontramos a seguinte passagem, que comenta as palavras “Ave, cheia de graça“, que manifestam a realidade da imunidade de Maria ao pecado original: Continuar lendo
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Fonte: Il Cammino dei Tre Sentieri – Tradução: Dominus Est
1. Por que o Senhor demora em nos responder quando Lhe pedimos graças? Por que às vezes parece quase “rejeitar” nossos pedidos? A resposta está no fato de que o Senhor quer que sejamos confiantes e pacientes. De fato, será justamente essa confiança e essa paciência ao pedir que nos darão méritos pela nossa fé… e, se for da vontade de Deus, também as graças de que precisamos, mas de acordo com o Seu tempo.
2. Leiamos um trecho da inestimável obra Confiança na Divina Providência, do Pe. Jean-Baptiste Saint Jure:
“Nunca se cansem de pedir, sejam constantes, sejam incansáveis em seus pedidos. Se hoje lhes forem negado o que pedem, amanhã obterão tudo; se este ano não conseguirem nada, o próximo ano lhes será mais favorável; não pensem, entretanto, que suas dores são inúteis: todos os seus suspiros são levados em conta; encontrarão proporcionalmente ao tempo que empregarem a pedir; estão acumulando um tesouro que os satisfarão de uma só vez, que superará todos os seus desejos. (…) a recusa que lhes é dada agora não é mais do que uma máscara que Deus usa para inflamar ainda mais o seu fervor. Continuar lendo
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Trecho da “Opera Omnia Di Giuseppe Toniolo” Volume I, Cidade do Vaticano 1952, págs. 16-23
Tradução: Gederson Falcometa
Na Ordem Espiritual Interior
1. Minhas orações de manhã e à noite: com a leitura em família (quando oportuno e não tarde) de um livro espiritual por poucos minutos – a recitação do viva do terço. O rosário inteiro, a cada sábado e a cada véspera das festas de Maria.
2. Todos os dias (se possível) ouvir a santíssima missa.
3. Frequentar o máximo possível a santíssima comunhão, mesmo várias vezes por semana, conforme o conselho do meu confessor. A confissão toda semana.
4. Todos os dias vinte minutos no máximo (incluindo a preparação e o agradecimento) de meditação, esta última possivelmente após a comunhão e antes de começar o estudo, a fim de colher os frutos da visita de Jesus e renovar os bons propósitos. Transcorrida, porém, a hora habitual para tal fim, e chegada a hora das ocupações ordinárias, renunciar à meditação, suprindo-a naquele dia com aspirações e jaculatórias mais frequentes. Continuar lendo