REZEMOS PELA ALMA DO PADRE EUDES-ETIENNE PEIGNOT, FSSPX

Pe.Peignot morreu de câncer no fígado e ofereceu todos os seus atrozes sofrimentos pela FSSPX, pela escola Philibert Vrau que ele fundou (na França) e dirigiu até o fim, e por todas as escolas da Fraternidade.
Requiescat in pace
ESPECIAIS DO BLOG – O MODERNISMO DO PAPA JOÃO PAULO II

Em uma “Operação Memória” de nosso blog, trazemos novamente os 3 capítulos que publicamos da transcrição da conferência dada pelo Pe. Patrick de la Rocque, FSSPX, em novembro de 2007, por ocasião de um simpósio sobre a encíclica Pascendi Dominici Gregis.
Pe. de La Rocque, atualmente Prior de Nice, participou de discussões teológicas da FSSPX com Roma entre 2009 e 2011.
PARTE 1 – A IMANÊNCIA VITAL EM JOÃO PAULO II
PARTE 2 – A ENCARNAÇÃO NA PERSPECTIVA DE JOÃO PAULO II
PARTE 3 – A REDENÇÃO EM JOÃO PAULO II
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Outros textos sobre o Papa João Paulo II
O PECADO DE ADÃO E O AMOR DE DEUS PARA COM OS HOMENS
NESSE ADVENTO, UMA BELÍSSIMA MÚSICA, NA PREPARAÇÃO PARA O NATAL DE NOSSO SENHOR
Derramai, ó Céus, das alturas, o seu orvalho, e as nuvens chovam o Justo
Não vos irriteis, Senhor, e não recordeis nossas iniqüidades.
Eis que sua Cidade Santa foi feita um deserto:
Sião um deserto tounou-se, Jerusalém está desolada;
a casa de Sua santificação e de Sua glória, onde Vos louvaram nossos pais.
Derramai, ó Céus, das alturas, o seu orvalho, e as nuvens chovam o Justo
Pecamos, e estamos vivendo como imundos,
caímos nas profundezas, como uma folha morta no universo
e nossas iniqüidades nos arrastam como um vento forte:
escondeste Vossa face de nós e nos aquebrantastes com o peso de nossa própria iniqüidade.
Derramai, ó Céus, das alturas, o seu orvalho, e as nuvens chovam o Justo
Vede, Senhor, a aflição de seu povo,
e mandai rapidamente Aquele que está para vir:
enviai diante de nós o Cordeiro, Senhor de toda a Terra, da Rocha do deserto aos Montes das filhas de Sião,
e retirai o severo jugo de nossa sujeição.
Derramai, ó Céus, das alturas, o seu orvalho, e as nuvens chovam o Justo
Consolai-vos, Consolai-vos, Ó Meu povo, pois que vem tua Salvação.
Por que estais se consumindo em aflição, por que vos renovais em sua dor?
Eu salvar-te-ei, não tenhais medo: Eu Sou o Senhor teu Deus,
o Santo de Israel, o teu Redentor.
Derramai, ó Céus, das alturas, o seu orvalho, e as nuvens chovam o Justo!
MISSA DO PRIMEIRO DOMINGO DO ADVENTO, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
PRIMEIRO DOMINGO DO ADVENTO: A TEMERIDADE DO PECADOR E O DIA DO JUÍZO
A DESTRUIÇÃO DE JERUSALÉM – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido por ocasião do XXIV Domingo depois de Pentecostes, no Priorado São Pio X de Lisboa, com uma reflexão sobre o evangelho sobre o fim do mundo.(20/11/22)
MARIA SANTÍSSIMA CONDUZ OS SEUS SERVOS AO PARAÍSO
O MODERNISMO DO PAPA JOÃO PAULO II – PARTE 3/3 – A REDENÇÃO EM JOÃO PAULO II

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Pe. Patrick de la Rocque, FSSPX
A falsa concepção de universalidade da Redenção
Quanto às deformações que o modernismo traz ao dogma da Redenção, pensamos primeiro na falsa concepção que se tem da sua universalidade. Com efeito, para João Paulo II a Redenção realizada por Cristo é universal não somente no sentido de que ela é superabundante para todo o gênero humano e que ela é proposta a cada um de seus membros em particular, mas também porque ela é aplicada de fato a todos os homens tomados individualmente. Se, portanto, por um lado “em Cristo a religião deixa de ser um «procurar Deus como que às apalpadelas» (cf. Atos 17, 27), para se tornar resposta de fé a Deus que Se revela: […] resposta feita possível por aquele Homem único […] e cada homem se torna capaz de responder a Deus”, pelo outro o Papa acrescenta que “nesse Homem responde a Deus a criação inteira”[25]. Esta última expressão merece esclarecimentos. Ela poderia ser entendida de maneira católica se por criação se entendesse o ser humano, um resumo da criação, acrescentando que por criação inteira entendemos cada homem, não no sentido de cada homem em particular, mas de qualquer tipo de homem[26]. Ora, não é essa a interpretação de João Paulo II. Para ele, são todos os homens, ou seja, cada um em particular, que estão unidos a Cristo pelo mistério da Redenção. Ele afirmou isso claramente quando se dirigiu aos povos pagãos: “E no Espírito Santo, cada indivíduo, cada povo tornou-se – através da Cruz e da Ressurreição de Cristo – filho de Deus, participante da vida divina e herdeiro da vida eterna”[27].
Não insistirei aqui neste erro, que me pareceu mais sensato vincular à concepção que João Paulo II tinha da Encarnação. Conforme vimos, é nessa concepção que, segundo o Papa Wojtyla, todos os homens estão incluídos de maneira eficaz: “o homem – todos e cada um dos homens, sem exceção alguma – foi remido por Cristo; e porque com o homem – cada homem, sem exceção alguma – Cristo de algum modo se uniu, mesmo quando tal homem disso não se acha consciente”[28]. Desde esse ponto de vista, a Paixão e a Ressureição de Cristo não trouxeram nada de fundamentalmente novo. Eu destacaria apenas que essa concepção universalista de Redenção não decorre de um mal-entendido ou de uma interpretação injustificada do pensamento de João Paulo II. Ela é admitida por todos, a começar pelos seríssimos membros da Comissão Teológica Internacional, que declaravam em um de seus documentos escritos a pedido de João Paulo II: “Por causa das ações divinas da Encarnação redentora, todos os homens são dotados da dignidade de filhos adotivos de Deus; assim, tornam-se sujeitos e beneficiários da justiça e do supremo ágape”[29]. Continuar lendo
A PAIXÃO DE JESUS CRISTO, NOSSA CONSOLAÇÃO
O MODERNISMO DO PAPA JOÃO PAULO II – PARTE 2/3 – A ENCARNAÇÃO NA PERSPECTIVA DE JOÃO PAULO II
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Pe. Patrick de la Rocque, FSSPX
A Encarnação, ou a imanência fortalecida
No que diz respeito ao dogma da Encarnação, voltaremos ao sermão de João Paulo II em Bourget citado há pouco. Conforme vimos, o homem – todo homem – foi descrito como “interiormente ligado à sabedoria eterna”. E o papa prosseguiu: “Cristo veio ao mundo em nome da aliança do homem com a sabedoria eterna. Em nome desta aliança Ele nasceu da Virgem Maria e anunciou o Evangelho. Em nome desta aliança «crucificado… sob Pôncio Pilatos», padeceu na cruz e ressuscitou. Em nome desta aliança, renovada na sua morte e na sua ressurreição, deu-nos o seu Espírito. A aliança com a sabedoria eterna continua n’Ele”. O papa não diz que a aliança com Deus é restabelecida n’Ele – o que suporia que o homem a havia destruído anteriormente pelo pecado – mas que ela continua n’Ele. Dito de outra maneira, Cristo veio ao mundo “em nome da aliança do homem com a sabedoria eterna”, no contexto de uma imanência divina previamente existente. Ele veio para dar uma nova “força” a essa imanência, como que para “reconfigurá-la”. Qual é então essa nova “força”? O papa responde comentando Mt. 28, 18, onde Cristo diz: “Foi-me dado todo o poder no céu e na terra”: “«O poder no céu e na terra» não é um poder contra o homem. Nem é sequer um poder do homem sobre o homem. É o poder que permite ao homem revelar-se a si mesmo na sua realeza, em toda a plenitude da sua dignidade. É o poder de que o homem deve descobrir no seu coração a força específica, pelo qual ele deve revelar-se a si mesmo nas dimensões da sua consciência e na perspectiva da vida eterna”[12].
A dimensão universal da Encarnação
Segundo essa doutrina, a relação do homem com Cristo é profundamente modificada. Já não é mais Cristo que é o caminho para o Céu – Ele que todavia é o caminho, a verdade e a vida –, Cristo que é quem o homem deve se incorporar para alcançar a salvação. Não. Na concepção de João Paulo II, seria mais correto dizer que, ao contrário, é o homem que tem em si mesmo o caminho da salvação – a voz da sua consciência –, caminho ao qual Cristo veio fortalecer em todos os homens. Esta é a interpretação que João Paulo II faz da expressão conciliar que lhe é cara: “Porque, pela sua encarnação, Ele, o Filho de Deus, uniu-se de certo modo a cada homem”[13]. Para João Paulo II, a Encarnação tornou todos os homens, de maneira mais profunda ainda, filhos adotivos de Deus[14]. Citemos ainda João Paulo II: “Recordando que «o Verbo se fez carne», isto é, que o Filho de Deus se tornou homem, devemos tomar consciência de quanto se tornou grande, por meio deste mistério — isto é, através da encarnação do Filho de Deus — de quanto se tornou grande cada homem. Cristo, com efeito, foi concebido no seio de Maria e tornou-se homem para revelar o Amor eterno do Criador e Pai, e para manifestar a dignidade de cada um de nós”[15]. Continuar lendo
DA ASSISTÊNCIA À SANTA MISSA
O MODERNISMO DO PAPA JOÃO PAULO II – PARTE 1/3 – A IMANÊNCIA VITAL EM JOÃO PAULO II
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Conferência dada pelo Pe. Patrick de la Rocque, FSSPX, em novembro de 2007, na ocasião de um simpósio sobre a encíclica Pascendi Dominici Gregis.
Pe. de La Rocque, FSSPX (Atualmente Prior de Nice, participou de discussões teológicas com Roma entre 2009 e 2011).
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Dizer que o modernismo denunciado pela Encíclica Pascendi Dominici Gregis jamais esteve tão presente quanto esteve no Papa João Paulo II pode parecer severo. Essa afirmação, todavia, não passa de um eufemismo para qualquer pessoa familiarizada com o pensamento e os ensinamentos do falecido papa. Com efeito, se aceitarmos aquela definição fundamental do modernismo dada pelo Papa São Pio X, ou seja, da imanência vital que o caracteriza, devemos reconhecer em João Paulo II um papa profundamente modernista. Imanência vital: nenhum outro papa a ensinou mais do que ele. Parece-me possível até afirmar – sem a pretensão de demonstrar pormenorizadamente aqui – que essa imanência vital foi a fonte da qual se alimentou todo o pontificado de João Paulo II. Seja como for, sob a luz de tal critério os vinte e sete anos de seu soberano pontificado adquirem uma coerência notável.
Por enquanto, esta apresentação cuidará de discutir somente três pontos. Eu gostaria primeiramente de mostrar que João Paulo II se fez pregador explícito da imanência vital: alguns exemplos bastarão. Em seguida, decifraremos a leitura que ele fez, à luz da imanência vital, do dogma da Encarnação e depois por fim da Redenção. A conclusão então será imposta por si mesma: ao passar pelo humilhante itinerário da imanência, os dogmas católicos perdem sua própria substância. Nesse sentido, a evolução da teologia católica sob o pontificado de João Paulo II foi uma triste ilustração da constatação de São Pio X: o modernismo é o esgoto coletor de todas as heresias.
1) A imanência vital em João Paulo II
Deus misteriosamente presente no coração de cada ser humano
Que João Paulo II tenha ensinado o princípio de imanência vital é evidente. Tomemos por exemplo o discurso que proferiu junto aos cardeais da Cúria no dia seguinte a Assis, a fim de justificar seu gesto: “Toda oração autêntica é suscitada pelo Espírito Santo que está misteriosamente presente no coração de cada homem”[1]. Ele não diz mais que o Espírito Santo age pontualmente sobre o coração de cada homem por meio das graças atuais – o que a Igreja ensina –, mas sim que está misteriosamente presente no coração de todos os homens: isso é a afirmação do princípio de imanência vital. Continuar lendo
A PENA DA PERDA DE DEUS É O QUE FAZ O INFERNO
NA MORTE TUDO ACABA
EM QUE COISAS NOS DEVEMOS CONFORMAR COM A VONTADE DIVINA
EM 21 DE NOVEMBRO….HÁ 48 ANOS…
“Nós aderimos de todo o coração e com toda a nossa alma à Roma católica, guardiã da fé católica e das tradições necessárias para a manutenção dessa fé, à Roma eterna, mestra de sabedoria e de verdade.
Pelo contrário, negamo-nos e sempre nos temos negado a seguir a Roma de tendência neomodernista e neoprotestante que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II, e depois do Concílio em todas as reformas que dele surgiram.
Todas estas reformas, com efeito, contribuíram, e continuam contribuindo, para a demolição da Igreja, a ruína do sacerdócio, a destruição do Sacrifício e dos Sacramentos, a desaparição da vida religiosa, e a implantação de um ensino naturalista e teilhardiano nas universidades, nos seminários e na catequese, um ensino surgido do liberalismo e do protestantismo, condenados múltiplas vezes pelo magistério solene da Igreja.
Nenhuma autoridade, nem sequer a mais alta na hierarquia, pode obrigar-nos a abandonar ou a diminuir a nossa fé católica, claramente expressa e professada pelo magistério da Igreja há dezenove séculos. Continuar lendo
FESTA DA APRESENTAÇÃO DE MARIA SANTÍSSIMA
UM DIA, NO CÉU… PELO PE. JOSÉ MARIA, FSSPX
Sermão proferido por ocasião do XXIII Domingo depois de Pentecostes, no Priorado São Pio X de Lisboa, sobre a pátria eterna dos justos (13/11/22)
MISSA DO ÚLTIMO DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
ÚLTIMO DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: O FIM DO MUNDO E O PROCEDIMENTO DOS BONS CATÓLICOS EM TEMPO DE PERSEGUIÇÃO
JOÃO PAULO II, O PAPA DO HOMEM

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
*Texto escrito antes de sua beatificação
Algumas pessoas, certamente, conservaram a extraordinária personalidade de João Paulo II como: o “desportista de Deus” que percorria o mundo para levar a sua mensagem, o idoso que, uma vez doente, soube permanecer íntegro e fiel à sua missão. Outras foram marcadas por seus apóstrofos apelando às grandes aspirações: “Duc in altum! “, “Não tenha medo!”, “França, o que fizeste do seu batismo? “. As últimas destacam os gestos espetaculares deste Papa, ainda que desde então tenham adquirido uma certa banalidade:
- Vésperas na Catedral Anglicana em Canterbury em 1982,
- a Sinagoga ou Assis em 1986,
- o beijo do Alcorão em 1999,
- ou ainda a movimentada festa do Jubileu do ano 2000: abertura da Porta Santa com líderes de comunidades não católicas,
- o martirológio ecumênico ou a oração no Muro das Lamentações.
Gestos considerados proféticos, gestos que fizeram muitos sonharem com um mundo melhor sendo esse mais unido…
Quem é, então, João Paulo II? Podemos nos ater a esses acontecimentos factuais, seja para clamar com a multidão “santo súbito” ou para denunciar uma atitude considerada, no mínimo, desconcertante? Quem é, então, João Paulo II? Uma vez que a sua beatificação está na agenda, é importante desvendar a estrutura do seu pontificado, decifrar a sua mensagem fundamental.
Os discursos fundadores de um pontificado
Sem dúvida, João Paulo II foi, antes de tudo, o papa do homem. Se é necessário convencer-nos disso, basta voltarmos aos discursos fundadores do seu pontificado, como aquela primeira mensagem de Natal que, como jovem Papa, intitulou “Natal, a festa do homem” (mensagem de 25 / 12/78): Continuar lendo
DEVOÇÃO A SÃO JOAQUIM E SANTA ANNA, PAIS DE MARIA SANTÍSSIMA
A GRAÇA DE UMA BOA MORTE

O final do ano litúrgico é uma oportunidade para o cristão, no espírito da Igreja, meditar sobre os seus fins últimos e, em particular, sobre a preparação para uma boa morte. Numa época em que o fim da vida é confiscado e ameaçado pela eutanásia, é de grande utilidade destacar esta graça tão particular chamada “perseverança final”.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Podemos merecer a graça de uma boa morte, ou da perseverança final?
A perseverança final ou a boa morte não é outra coisa senão a continuação do estado de graça até o momento da morte. Ou, pelo menos, se alguém se converte no último momento, é a conjunção do estado de graça e morte. Em suma, a boa morte é a morte em estado de graça, a morte dos eleitos.
Este estado de graça no momento da morte permite ao homem participar pessoalmente na aquisição da sua felicidade eterna. É porque ele persevera até o fim na amizade com Deus e que Deus, em virtude dessa amizade, o introduz nos átrios eternos. O homem, então, na realidade, merece sua recompensa: “Servo bom e fiel, foste fiel no pouco, entra no gozo do teu Mestre.”
Mas se a felicidade do Céu é assim merecida pela perseverança na amizade de Deus, essa perseverança pode ser merecida, por sua vez, no sentido próprio da palavra mérito que implica um certo direito de obter esta graça? Podemos merecer aquilo pela qual merecemos o Céu? Continuar lendo
SÉTIMA PALAVRA DE JESUS CRISTO NA CRUZ
G7 SEM DEUS EM MÜNSTER: UM CRICIFIXO DE 482 ANOS REMOVIDO DURANTE ENCONTRO

Fonte: Medias-Presse-Info – Tradução: Dominus Est
O crucifixo, habitualmente entronizado na Sala da Paz (em 1648, esta sala foi palco da assinatura da Paz Hispano-Holandesa – parte da Paz de Vestfália), da histórica prefeitura de Münster, data de 1540. Mas foi retirado para o encontro da cúpula do G7 em Münster, que reuniu os Ministros das Relações Exteriores dos países que se consideram os mais importantes do mundo.

A iniciativa é da ministra federal das Relações Exteriores Annalena Baerbock (41, Verdes). Nunca antes este crucifixo havia sidoi retirado desta sala histórica, confirmou a cidade de Münster à imprensa alemã.
O que os “Verdes” têm contra os símbolos cristãos? A pergunta foi feita pelo jornal Bild, que lembra que dois dias antes, a Comissária Verde para a Cultura Claudia Roth queria retirar citações bíblicas do domo do palácio de Berlim e queria que ela fosse substituída por outros textos. “As citações das Sagradas Escrituras não são suficientemente ‘cosmopolitas’, daí o sua estranha motivação de fundo…”, escreve o jornal Bild.
O jornal Bild especifica ainda que até hoje todos os novos membros do conselho de Münster prestam juramento diante deste crucifixo, terminando com a fórmula “Assim, ajude-me, Deus”.
AMOR DE JESUS NA INSTITUIÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO, ANTES DE IR MORRER
D. ATHANASIUS SCHNEIDER VOLTA A DEFENDER A FSSPX

D. Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar de Astana, Cazaquistão, recentemente defendeu a Fraternidade São Pio X (FSSPX) de detratores que continuam insistindo que a Fraternidade está “em cisma”. Esta não é a primeira vez que Schneider vem em defesa da FSSPX e nem provavelmente será a última.
Fonte: SSPX USA – Tradução: Dominus Est
Durante uma sessão de perguntas e respostas em setembro de 2022, organizada pela Confraria de Nossa Senhora de Fátima, sediada em Ohio, D. Schneider reiterou o que a FSSPX sempre se manteve, ou seja, que não está fora da Igreja Católica. O Bispo também rejeitou as alegações de que os membros da Fraternidade foram excomungados e destacou o fato de que a Fraternidade mantém as tradições da Igreja como eram manifestadas até o Concílio Vaticano II. Schneider também observou que as supostas excomunhões dos Bispos da Fraternidade sempre foram muito contestadas e que o assunto foi finalmente encerrado em 2009 pelo Papa Bento XVI.
É importante ressaltar que D. Schneider aliviou as preocupações sobre participar de Missas oferecidas pela FSSPX. Embora Schneider acredite que a Fraternidade e outros grupos fundados por D. Marcel Lefebvre “estejam em uma situação canônica irregular, isso não seria uma barreira para os católicos receberem sacramentos do clero da FSSPX.”
Em uma entrevista em outubro de 2022 com o jornalista católico John-Henry Westen, Schneider afirmou novamente que a FSSPX não estava em cisma e que os católicos podem frequentar as capelas da Fraternidade. Ele observou que apenas “uma visão muito estreita e legalista da realidade da Igreja” poderia levar alguém a acreditar que a FSSPX é cismática e que aqueles que afirmam isso estão “colocando a letra do Direito Canônico acima da importância, da importância primária da plenitude da fé católica e da liturgia tradicional”. Além disso, Schneider destacou que a FSSPX exibe continuamente “comunhão canônica com o Papa”, rezando pelo Papa Francisco durante a Missa e oferecendo outras orações públicas por ele. Continuar lendo














