Pelo amor a alma torna-se morada de Deus.
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É tradição que, quando o Real Madrid conquista um título importante, a instituição ofereça o troféu à Virgem de Almudena, padroeira da cidade. Este ano, o clube venceu a La Liga e a Liga dos Campeões, e as ofereceu à Virgem na catedral da capital espanhola.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
A tradição foi mantida e a Catedral da Almudena foi a primeira parada do Real Madrid durante sua visita institucional. A equipe ofereceu a 14ª Copa dos Campeões da Europa e o 35º título da Liga à Padroeira de Madrid. Eles foram recebidos pelo Arcebispo da capital espanhola, Carlos Osoro.
Uma vez na igreja, os jogadores foram, um a um, ao altar, enquanto dois deles carregavam o troféu da Liga dos Campeões e o colocavam em um púlpito antes dos discursos. Outros dois jogadores levaram o troféu da Liga.
O Cardeal Arcebispo de Madrid, D. Carlos Osoro dedicou algumas palavras à equipe: “O Real Madrid é a cultura do encontro, de equipe. Agradeço-lhes do fundo do coração por terem levado o nome de Madrid a todos os continentes.” Continuar lendo

AS PROMESSAS DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
FUNDAMENTOS E PREFIGURAÇÕES DO CULTO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS NO ANTIGO TESTAMENTO
PARTICIPAÇÃO ATIVA E PROFUNDA QUE TEVE O SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS NA MISSÃO SALVADORA DO REDENTOR
EXORTAÇÃO À PRÁTICA MAIS PURA E MAIS EXTENSA DO CULTO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
Sermão proferido por ocasião do Domingo depois da Ascenção, no Priorado São Pio X de Lisboa, sobre a mensagem que Nosso Senhor nos transmitiu, exortando-nos a viver uma vida santa (29/05/22)
O amor é uma água que apaga a sede.
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As sagrações de D. Lefebvre contra a vontade do Papa constituíram um ato cismático? Foram elas apenas uma desobediência a um preceito legítimo? Por falta das distinções necessárias, a argumentação Ecclesia Dei para afastar os fiéis da Fraternidade São Pio X conduz apenas a um dilema insustentável.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Essa é a continuação de duas partes anteriores:
PARTE 2: AS SAGRAÇÕES REALIZADAS POR D. LEFEBVRE EM 1988 REPRESENTAM UM ATO DE NATUREZA CISMÁTICA?
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1. Na segunda entrevista, na seção “teologia”, publicada na página de 27 de abril de 2022, do site “Claves.org”, o Pe. de Blignières menciona o estudo apresentado em 1983 a D. Lefebvre pelo Pe. Josef Bisig e retomado após as sagrações de 30 de junho de 1988, sob a forma de um folheto intitulado: Da sagração episcopal contra a vontade do papa, Ensaio teológico coletivo dos membros da Fraternidade São Pedro(FSSP, Distrito da França, 5, Rue McDonald, 18000 Bourges). Este estudo tinha por finalidade, evidentemente, justificar a posição dos sacerdotes e dos fiéis que se recusaram a seguir D. Lefebvre em sua decisão de prosseguir com as sagrações episcopais contra a vontade do Papa.
2. O principal argumento apresentado por este estudo, e que aparece no parágrafo IV da primeira parte, é que as sagrações episcopais realizadas – não apenas sem a vontade do Papa, mas também e sobretudo contra a sua vontade expressa – são, em si mesmas ou intrinsecamente, um ato mau: “O problema das sagrações de 30 de junho é que elas são contra a vontade explícita daquele por quem toda a jurisdição é dada (principaliter) como a Cabeça visível da Igreja”(1). E este ato é mau, acrescenta o Pe. de Blignières, retomando a substância do estudo do Pe. Bisig, porque prejudica um elemento da fé católica, que é a necessária comunhão hierárquica com os outros bispos católicos, uma comunhão cujo garante é o Bispo de Roma. Mas esse atenta contra essa comunhão por si mesmo ou em seu efeito? É aqui que as inferências dos padres fundadores do movimento Ecclesia Dei podem parecer um pouco precipitadas. Continuar lendo
A alma: Confesso contra mim mesmo minha maldade (Sl 31,5), confesso, Senhor, minha fraqueza. Muitas vezes a menor coisa basta para me abater e entristecer. Proponho agir valorosamente, mas assim que me sobrevém uma pequena tentação, vejo-me em grandes apuros. Às vezes é de uma coisa mesquinha que me vem grave aflição. E quando me julgo algum tanto seguro, vejo-me, não raro, vencido por um sopro, quando menos o penso.
Olhai, pois, Senhor, para esta minha baixeza e fragilidade, que conheceis perfeitamente. Compadecei-vos de mim e tirai-me da lama, para que não fique atolado (Sl 68,18) e arruinado para sempre. É isto que a miúdo me atormenta e confunde em vossa presença: o ser eu tão inclinado a cair, e tão fraco a resistir às paixões. E embora não me levem ao pleno consentimento, muito me molestam e afligem seus assaltos, e muito me enfastia o viver sempre nesta peleja. Nisto conheço minha fraqueza, que mais depressa me vem do que se vão essas abomináveis fantasias da imaginação.
Ó poderosíssimo Deus de Israel, zelador das almas fiéis, olhai para os trabalhos e dores de vosso servo, e assisti-lhe em todos os seus empreendimentos! Confortai-me com a força celestial, para que não me vença e domine o homem velho, a mísera carne, ainda não inteiramente sujeita ao espírito, contra a qual será necessário pelejar enquanto estiver nesta miserável vida. Ai! que vida é esta, em que nunca faltam as tribulações e misérias, em que tudo está cheio de inimigos e ciladas! Porque mal acaba um tribulação ou tentação, outra já se aproxima, e até antes de acabar um combate, muitos outros já sobrevêm, e inesperados. Continuar lendo

A igreja na qual entramos é a casa de Deus. Assim, saudemo-Lo com um gesto perfeitamente verdadeiro e próprio.
Fonte: Apostol n ° 157 – Tradução: Dominus Est
A igreja na qual entramos é “a casa de Deus”, não apenas como lugar reservado à sua divina liturgia mas também como lugar da sua residência eucarística. Deus está presente. Saudemo-Lo com um gesto perfeitamente verdadeiro e apropriado: a genuflexão. O liturgista M. Hébert, sacerdote em Saint-Sulpice, escreve: “estar de joelhos ou se ajoelhar é a atitude humilde do suplicante, do pecador arrependido, da criatura perante o seu criador”.
A genuflexão, porém, é mais do que uma atitude: é um gesto litúrgico prescrito pela Igreja. Faz parte de uma lista de reverências, muitas das quais dizem respeito aos clérigos que participam de uma Missa ou de um ofício. Existem inclinações ao celebrante, à Cruz, aos fiéis. Essas inclinações não são todas iguais: existem as profundas (o busto é inclinado), outras simples (só a cabeça é inclinada), outras menores (cabeça e ombros) … A propósito, a genuflexão: dobramos o joelho direito no chão sem inclinar a cabeça. Continuar lendo

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Um dia conta-nos um vigário dos subúrbios de Paris, notei uma ovelha estranha misturada ao rebanho do meu catecismo. Aquela figurinha pálida e apoucada, que se insinuara na ponta do último banco, não me era totalmente desconhecida; minha memória lembrou-me logo que o intruso era filho do contramestre da fábrica, homem de opiniões violentas e exaltadas, orador de clube, inimigo de padres, etc. Aliás, o pequeno parecia deslocado no santo lugar.
Olhava para todos os lados e tinha uma atitude constrangida na extremidade do seu banco. Não aparentei reparar na presença dele, mas, após acabar de interrogar os meus meninos, fui a ele e fi-lo levantar. Ele segurava um gorro na mão e olhava-me com grandes olhos tristes. As suas roupas belas e bem feitas careciam de frescor. Ao vê-las, adivinhava-se que não as preparava um mãe.
– Vais à escola, – disse-lhe eu, – já ouviste falar de Deus Nosso Senhor? – Silêncio, gesto vago e indiferente.
– Da Santíssima Virgem? – O pequeno levantou a fronte e subitamente o semblante se lhe animou.
– Ouvi, – disse-me ele baixinho, misteriosamente. – Ouvi dizer que os meninos do catecismo têm uma Mãe, a SS.Virgem. Foi por isso que eu vim… – E grossas lágrimas rolaram-lhe pelas faces, enquanto ele acrescentava: ” Eu preciso tanto de uma mãe!”
Esse grito comoveu-me. Assim que meus alunos saíram, voltei ao pequeno estranho, e lhe disse: ” Vem cá, vou-te levar à tua Mãe.” – Ele deitou-me um olhar profundo. ” Aquela que substituirá tua mãe”, continuei. E conduzi-o ao branco altar que as Filhas de Maria ornamentam com desvelo piedoso. Quando o menino avistou a bela imagem coroada do diadema de ouro, rodeada de flores e iluminada pelo reflexo dos vitrais, exclamou de mão postas: ” Ah! lá está ela! Como é bela! Continuar lendo

Adentremos na tradição e na intenção da Igreja, evitando usar a água benta mecanicamente.
Fonte: Apostol n ° 156 – Tradução: Dominus Est
Quando entramos em uma igreja, nosso primeiro gesto é se utilizar da água benta com a qual fazemos o sinal da cruz sobre nós mesmos. Em suma, abençoamo-nos com a água benta.
A água benta é o sacramental básico, por assim dizer. Não contém a graça – como é o caso dos 7 sacramentos – mas é uma prece muito poderosa da Igreja. O seu efeito principal é expulsar os demônios graças aos exorcismos que esta água recebeu, e ao sal que o sacerdote acrescenta durante a sua bênção. A água benta remove, portanto, as perturbações imediatas do demônio, tais como apegos ao pecado, tentações e distrações.
É aconselhável, portanto, utilizar a água benta para estar melhor preparado para honrar o lugar sagrado – que é a igreja, para alí rezar, para assistir os ofícios e receber os sacramentos. Em poucas palavras, a água benta leva-nos do profano ao sagrado. Continuar lendo
Sermão proferido por ocasião do V Domingo depois da Páscoa, no Priorado São Pio X, sobre o poder da oração e a necessidade de rezar, e rezar muito (22/05/22)

Meus senhores, as aparições de Bernadete foram reais? Este movimento universal, esta manifestação grandiosa é apenas uma forma de fanatismo que tem as suas raízes no embuste ou na ilusão? Meus senhores, a realidade das aparições de Massabielle trazem o cunho duma verdade indubitável.
As leis que regem o testemunho histórico dos fatos naturais são as mesmas que regem o testemunho dos fatos maravilhosos. Se o testemunho de Bernadete está revestido das condições devidas para arrastar o consenso, ninguém mais poderá negar a realidade de suas extraordinárias visões.
Ora, ele o está duma maneira soberana. Para que Bernadete seja digna de crédito, basta provarmos que ela não quis enganar-nos nem se enganou: a sinceridade e a ciência de Bernadete. Quem estuda a psicologia de Bernadete, quem observa a alma ingênua desta montanhesa, simples não pode duvidar da sua sinceridade.
A ignorância, a simplicidade, a modéstia, o desinteresse dessa menina, deixam à parte toda a suspeita.
Impossível que Bernadete fosse uma comediante.
Quanto a afligiam os interrogatórios!
Jamais quis focalizar na sua pessoa que mais escondia na solidão do claustro. Continuar lendo

Conferência ilustrada com projeções
Meus senhores, não sou eu quem vai fazer conferência. O vivo das telas, o colorido dos quadros, tudo que há de impressionante nas projeções se encarregará de dizer à vossa alma o que a minha palavra não pode nem sabe.
Se algum raio de eloquência brilhar nesta palestra, será o raio de eloquência esmagadora do fato, estudado à luz da crítica sábia dos competentes. Dar-me-ei por imensamente remunerado se depois no santuário da minha alma a vossa consciência me disser: cumpriste o teu dever de padre, de semeador do Evangelho. O trabalho que ides ouvir não tem preocupações científicas: é o trabalho do vulgarizador religioso. Dividi esta palestra em duas partes: — uma histórica e a outra apologética. Na primeira parte ouvireis a narrativa dos acontecimentos de Lourdes, cidade do sul da França; na segunda, vereis que esses prodigiosos acontecimentos provam a existência do sobrenatural, a divindade e a verdade da religião católica que os possui. Ponde em ação as vossas nobres faculdades e contemplai este novo paraíso que Deus plantou na terra e no qual Maria, a nova Eva, a Mãe da vida, oferece o fruto fecundo de extraordinárias bênçãos, de incontáveis benefícios de um coração de mãe.
A GRUTA
Eis ali a gruta, a gruta abençoada, onde a Formosa Senhora aparece a Bernadete Soubirous! Eis ali a gruta selvagem, silenciosa e triste entrelaçada pelos ramos de uma roseira brava! Quem diria que esta solidão seria o lugar de tanta maravilha? Quem diria que a rocha bruta desses ermos seria o teatro das graças mais escolhidas do Altíssimo?
Falando da gruta, o peregrino convertido escreveu o livro Du Diable à Dieu. Adolfo Retté arranca da sua alma na sua obra Un séjour à Lourdes estes belos sentimentos: “Daí se irradiam através das brumas do materialismo, as claridades deste astro fixo: o Sol da graça. Na gruta, o Sursum Corda realizado que se experimenta por toda a parte em Lourdes, toma todo o seu desenvolvimento. Continuar lendo