ESTATÍSTICAS DA FSSPX ATUALIZADAS – 2025

Estatísticas referentes a 1º de novembro de 2025.

MEMBROS

Total: 1.482

  • Bispos: 2
  • Sacerdotes (excluindo Bispos): 733
  • Seminaristas (incluindo postulantes): 264
  • Irmãos: 145
  • Oblatas: 88
  • Irmãs: 250

Idade média dos membros: 47 anos

Membros falecidos: 99

Número de nacionalidades dos membros: 50

                           Distribuição de membros

                  Evolução do número de sacerdotes

                        Sacerdotes por nacionalidade

264 SEMINARISTAS

                        Seminaristas por Seminário

144 IRMÃOS

                          Irmãos por nacionalidade

88 OBLATAS

                         Oblatas por nacionalidade

250 IRMÃS

               Distribuição das Irmãs por país de missão

PRESENÇA:

Países atendidos: 77

Distritos e Casas Autônomas: 17

Seminários: 5

Número de Casas/Priorados: 

  • FSSPX: 184
  • Comunidades amigas: 19

Escolas:  

  • FSSPX: 94
  • Comunidades amigas: 46

798 LOCAIS DE MISSA

  • FSSPX: 798
  • Comunidades amigas: 79

Locais de Missa por país (incluindo comunidades amigas)

Locais de missa por continente (incluindo comunidades  amigas)

184 CASAS (PRIORADOS E CASAS DE RETIRO)

  • FSSPX: 184
  • Comunidades amigas: 19

Casas (Priorados) por país (incluindo comunidades amigas)

Casas (Priorados) por continente (incluindo comunidades amigas)

94 ESCOLAS (PRIMARIAS, SECUNDÁRIAS E UNIVERSIDADES):

  • FSSPX: 94
  • Comunidades amigas: 46

      Escolas por país (incluindo comunidades amigas)

Escolas por continente (incluindo comunidades amigas)

A história da FSSPX, assim como a da Igreja Católica, é um belo mistério. Ambas continuam a se desenvolver apesar das contradições e provações. Fundada em circunstâncias humildes e partindo do nada, a Fraternidade cresceu exponencialmente e hoje prega a fé católica a muitos fiéis em todo o mundo.

ÁUSTRIA: 40 ANOS DE PRESENÇA DA FSSPX NO CASTELO DE JAIDHOF

A Fraternidade São Pio X na Áustria comemora este ano o 40º aniversário da inauguração de seu Centro de Formação Católica, em Jaidhof, inaugurado por D. Marcel Lefebvre em 1985. Localizada em Waldviertel, na Baixa Áustria, esta propriedade histórica tornou-se um importante centro da vida católica tradicional na Europa Central.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Em 25 de março de 1985, Festa da Anunciação, a Fraternidade obteve um contrato de arrendamento para o uso de parte do Castelo de Jaidhof, que lhes foi legado em 2003. A primeira Missa foi celebrada lá em 12 de maio pelo Pe. Georg Pfluger. A inauguração oficial ocorreu em 19 de outubro de 1985, presidida pelo próprio D. Lefebvre.

Na época, o edifício ainda apresentava as marcas da destruição da Segunda Guerra Mundial, dos saques do pós-guerra e da ocupação soviética. Foi necessário um longo trabalho de restauração. O Irmão Anton Zihlmann desempenhou um papel fundamental nesse processo, antes de ser substituído por outros membros da Fraternidade.

Ao longo dos anos, o castelo recuperou seu esplendor, a ponto do Superior Geral da época, Pe. Franz Schmidberger, poder qualificá-lo como “a mais bela propriedade da Fraternidade na Europa”. Continuar lendo

VÍDEO/CURSO 7: RETROSPECTIVA: DE S. PIO X AO VATICANO II – PARTE 1 – PELO PE. AUREO MENDES, FSSPX

O padre Aureo Mendes analisa a obra de São Pio X diante dos ataques da maçonaria e do modernismo. O impressionante ataque contra a Santa Igreja perpetrado na primeira metade do século XX desemboca no Concílio Vaticano II como em sua consequência natural.

Para acessá-la, CLIQUE AQUI.

ESTADOS UNIDOS: DUAS NOVAS OBLATAS PARA A FSSPX

No dia 15 de setembro, Festa de Nossa Senhora das Dores, duas freiras dominicanas do sul da Califórnia fizeram seus primeiros votos na FSSPX.

Há mais de dois anos, as duas irmãs foram obrigadas a deixar sua congregação devido ao modernismo. Elas rapidamente encontraram seu caminho para a FSSPX na Igreja de Nossa Senhora dos Anjos, em Arcadia, Califórnia.

Após um ano de preparação com os sacerdotes do Priorado, as irmãs fizeram seu ato de oblação diante do tabernáculo aberto. Cada uma recebeu um crucifixo e um anel, simbolizando seu papel como esposas de Cristo.

Em setembro desse ano de 2025 tivemos uma brasileira fazendo sua oblação entre as Oblatas da FSSPX (veja aqui).

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Para saber mais sobre as Oblatas da FSSPX clique aquiaqui aqui.

Para saber mais sobre as Irmãs Consoladoras do Sagado Coração de Jesus, clique aqui e aqui.

Sobre as Irmãs da FSSPX e a vocação religiosa feminina pode ser visto clicando aquiaquiaquiaquiaqui e aqui.

BREVE CONSIDERAÇÃO SOBRE O CORAÇÃO DOLOROSO E IMACULADO DE MARIA

Happy Feast of the Immaculate Heart of Mary | FSSPX News

“É preciso compreendermos bem o papel da mulher no pecado para compreendermos bem o seu papel na Redenção. Eva explica Maria”

Thomas Dehau, op, Eve e Marie, 1950, p. 76.

Pelo Pe. Jean-Michel Gleize, FSSPX

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Em 8 de dezembro de 1854, na Constituição Apostólica Ineffabilis Deus, o Papa Pio IX definiu o dogma da Imaculada Conceição; em 2 de fevereiro de 1904, na encíclica Ad diem illum, o Papa São Pio X ensinou que a Mãe de Deus estava associada ao seu Filho no ato redentor de toda a humanidade; em 11 de outubro de 1954, na encíclica Ad caeli reginam, o Papa Pio XII baseou-se nesse duplo ensinamento de seus predecessores para declarar que a Mãe de Deus também compartilha a realeza de seu Filho sobre todas as almas. Assim, por mais de um século e meio, os papas prepararam o caminho para uma futura definição dogmática: espera-se que estas possam oferecer à fé de toda a Igreja Católica o que seria o dogma da Mediação Universal da Santíssima Virgem Maria.

Essa solene afirmação chegaria no momento oportuno para dissipar todas as ambiguidades decorrentes do Concílio Vaticano II. De fato, uma das consequências desse ecumenismo, que inspira a nova teologia, é a rejeição, mais ou menos velada da ideia de mediação. No caso de Cristo, assim como no de sua Mãe Santíssima, a ideia de mediação, real e objetiva, é substituída pela ideia de sacramentalidade: assim como seu divino Filho, a Virgem Santíssima é apresentada primordialmente como modelo para a consciência da Igreja; esta é, aliás, a ideia que aparece no Capítulo 8 da constituição Lumen Gentium. Observemos, por fim, o seguinte: esta verdade da mediação mariana nos dá acesso à compreensão profunda de um mistério que está, por ora, e providencialmente, no centro da devoção do povo católico: o mistério do Coração Imaculado e Doloroso de Maria. Se esse mistério fosse melhor explicado por meio desses ensinamentos do magistério, sem dúvida essa devoção que o expressa ganharia todo o seu sentido e se tornaria mais proveitosa. Continuar lendo

D. DAVIDE PAGLIARANI: CREIO NA IGREJA “UNA” – REFLEXÕES SOBRE O CONCEITO DE PLENA E NÃO PLENA COMUNHÂO

É absolutamente insustentável o princípio de que a Unidade deve ser recomposta: é devido, ao invés, cumprir todos os esforços para recolher os “separados” na Unidade que a Igreja jamais perdeu e jamais perderá“.

Fonte: Salve Regina – Tradução Gederson Falcometa

É agora comum no vocabulário a expressão de “comunidade cristã” em “não plena comunhão” com a Igreja, e através deste conceito serem justificadas as inumeráveis iniciativas ecumênicas as quais assistimos. Mas examinando-a à luz da doutrina tradicional, descobrimos que isso é incompatível com a própria natureza da Igreja.

Entre os elementos mais significativos introduzidos pela eclesiologia do Concílio Vaticano II há, como se pode notar, uma noção “analógica” do conceito de comunhão com a Igreja; referimo-nos a concepção que admite a possibilidade de união com a Igreja Católica em vários graus ou níveis: se temos assim uma plena comunhão e uma não plena comunhão, que então, se obtermos as consequências mais lógicas deste princípio, podem ser declinadas em mil modos: uma comunhão imperfeita, uma comunhão “as margens”, uma comunhão crescente, uma comunhão virtualmente existente, etc…

Este elemento, longe de revestir um interesse puramente acadêmico, é na realidade indispensável para assegurar dinamismo ao movimento ecumênico e, sobretudo para dar um fundamento eclesiológico as convergências (1) sobre o qual esse se funda e que entende estimular: estamos persuadidos que exatamente neste ponto se encontre principalmente o elemento doutrinal mais necessário e funcional a tal escopo. Na verdade todos os elementos cristãos presentes nas falsas Igrejas (a definição é obviamente incompatível com a nova eclesiologia) são apresentados como um reclamo a unidade da qual a Igreja Católica possuí em plenitude. Neste sentido eles já estariam operando e de alguma forma se delineariam já positivamente como fundamento de uma certa unidade: a comunhão já está presente ainda se não é ainda plena; é a não plena comunhão, mas contudo, comunhão.
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JESUS CRISTO É REI: ROMANTISMO ULTRAPASSADO OU UM REMÉDIO NECESSÁRIO?

A questão crucial não é se Cristo é Rei? Mas sim: Uma vez que Cristo é Rei, quem sou eu para viver como se fosse meu próprio soberano?

Fonte: Le Seignadou – Tradução: Dominus Est

Nas palavras de Pio XI em sua encíclica Quas primas (1925), “o remédio eficaz à peste que corrói a sociedade humana” hoje é a Realeza universal de Jesus Cristo. Um Rei? Como solução para os males do século XX? Não seria essa uma visão romantizada do passado? Essa palavra soa como uma moeda velha e enferrujada perdida no fundo de uma gaveta já ultrapassada. Vivemos, antes, na era do indivíduo-rei, do “eu primeiro”, de uma democracia corrompida. Esta verdade fundamental de que Jesus Cristo é Rei se opõe ao laicismo e ao naturalismo contemporâneos, ideologias que afirmam que a sociedade pode e deve ser governada “como se Deus não existisse”. Vemos os frutos amargos disso todos os dias em nossa pobre França… Se retirarmos Cristo Rei das sociedades naturais, o que acontece? A autoridade perde sua fonte sagrada e se torna tirania ou uma mera luta pelo poder. A lei perde sua base imutável e se torna uma opinião majoritária, mudando conforme os caprichos das pesquisas de opinião. A humanidade perde seu destino eterno e se torna uma mera produtora-consumidora destinada ao esquecimento.

Então, o que significa que Jesus Cristo é rei? E como isso pode ser vivenciado na realidade atual? Cristo pode ser visto como Deus a quem se presta culto privado, ou, no máximo, como uma bela figura histórica, um mestre espiritual… mas um rei que comanda?

No entanto, o Evangelho (João 18, 37: “Tu o dizes: ‘Eu sou rei’”) e a Igreja, em seu seguimento, são categóricos: Continuar lendo

BOLETIM DO PRIORADO PADRE ANCHIETA (SÃO PAULO/SP) E MENSAGEM DO PRIOR – DEZEMBRO/25

Oferecimento dos méritos do Menino Jesus

Caros fiéis,

Tudo o que acontece na Europa tem repercussões nas Américas. Portanto, prestemos atenção.

A Revolução Francesa foi o fruto de duas correntes anticatólicas violentas: o Protestantismo, fundado por Lutero no século XVI, e a Maçonaria, fundada na Inglaterra em 1717. Assim como o Édito de Constantino em 313 e o batismo de Clóvis em 496 inauguraram uma sociedade abertamente cristã — o cristianismo emergindo das catacumbas e triunfando sobre a barbárie —, de modo parecido em 1789 inaugurou-se uma sociedade maçônica anticristã. Um dos pilares dessa nova sociedade é o laicismo: uma ideologia política que promove a exclusão da religião de todas as instituições públicas. O discurso oficial é sedutor: os conflitos surgem quando todos querem impor sua verdade, especialmente em questões religiosas; portanto, mantendo-se neutro, o Estado garante a paz. Na prática, isso significa que o Estado não reconhece nenhuma religião. Ele, portanto, comete uma profunda injustiça ao descartar a única religião verdadeira e age gravemente contra o bem comum ao conceder às falsas religiões os mesmos direitos que a verdadeira. Nesse sistema, a verdade é desprezada e o homem é superior à divindade. E na raiz dessa rebelião insensata, sabemos quem manipula o homem: Satanás. Em última análise, essa paz maçônica oferecida pelo mundo é uma paz diabólica. O laicismo é uma arma de guerra contra o cristianismo. Aqueles que não compreenderam isso pensam que podem usá-lo contra o islamismo, que está invadindo a Europa. Na realidade, o islamismo é outra arma contra o cristianismo, e essas duas armas são usadas juntas para a destruição da cristandade. Continuar lendo

QUANDO A BÚSSOLA SE TRANSFORMA EM UM CATAVENTO

Do novo rito da Missa à negação do sacrifício

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Em um artigo publicado por La Croix(1), o Pe. Martin Pochon SJ afirma deliberadamente o oposto do Concílio de Trento: Jesus “ofereceu o seu corpo e sangue, não a Deus, mas aos seus discípulos, em nome do seu Pai”, considerando que a doutrina tridentina não faz justiça ao verdadeiro significado evangélico da Ceia Pascal, e que o rito de Paulo VI contribuiu para recuperá-lo. 

Recordemos o que afirma o Concílio de Trento: “Se alguém disser que na Missa não se oferece a Deus um verdadeiro e autêntico sacrifício ou que “ser oferecido” não significa outra coisa senão o fato de Cristo nos ser dado como alimento: que seja anátema.(2)” Continuar lendo

BRUXELAS: A IGREJA DE SÃO JOSÉ RECUPERA SUAS IMAGENS

Depois de mais de três anos, literalmente em solo belga, as 17 grandes e belas imagens da fachada da Igreja de São José, juntamente com a magnífica cruz que adornava o centro da fachada, foram todas restauradas, voltando a ocupar seus lugares, uma a uma, no ponto alto da Capital. Agora, com a fachada limpa, os andaimes também estão prestes a serem retirados. Vejam como foi:

A FSSPX está presente na Igreja de São José, em Bruxelas, desde 2001. Trata-se do  santuário nacional belga dedicado a São José, o santo padroeiro do país.

“SENTIR” FÉ?

O arrependimento: um sentimento inútil? - A mente é maravilhosa

Muitos se preocupam por não sentirem nada quando rezam.

Fonte: Apostol nº 200 – Tradução: Dominus Est

Muitos se preocupam por não sentirem nada quando rezam; por não sentirem nada quando vão à confissão pedir perdão pelos seus pecados; por não sentirem nada quando comungam na Missa; por não sentirem nada quando se esforçam para amar a Deus ou perdoar o próximo. Não seria isso um sinal, dizem eles, de que Deus não os está ouvindo; de que seus pecados não estão perdoados; de que sua comunhão é ruim; de que seu amor por Deus é inexistente; de que seu perdão é hipócrita?

Essa preocupação é frequentemente reavivada pela lembrança de agradáveis sensações de bem-estar, plenitude, paz… às vezes até físicos: lágrimas, arrepios, sensações de calor… em certos momentos da vida – especialmente nos momentos que se seguem a uma conversão – a ponto de sermos tentados a associar, ou mesmo identificar, nossos sentimentos com a qualidade de nossa vida de fé. Continuar lendo

EM 21 DE NOVEMBRO….HÁ 51 ANOS…

“Nós aderimos de todo o coração e com toda a nossa alma à Roma católica, guardiã da fé católica e das tradições necessárias para a manutenção dessa fé, à Roma eterna, mestra de sabedoria e de verdade.

Pelo contrário, negamo-nos e sempre nos temos negado a seguir a Roma de tendência neomodernista e neoprotestante que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II, e depois do Concílio em todas as reformas que dele surgiram.

Todas estas reformas, com efeito, contribuíram, e continuam contribuindo, para a demolição da Igreja, a ruína do sacerdócio, a destruição do Sacrifício e dos Sacramentos, a desaparição da vida religiosa, e a implantação de um ensino naturalista e teilhardiano nas universidades, nos seminários e na catequese, um ensino surgido do liberalismo e do protestantismo, condenados múltiplas vezes pelo magistério solene da Igreja.

Nenhuma autoridade, nem sequer a mais alta na hierarquia, pode obrigar-nos a abandonar ou a diminuir a nossa fé católica, claramente expressa e professada pelo magistério da Igreja há dezenove séculos. Continuar lendo

RELEMBRANDO O 50º ANIVERSÁRIO DAS DOMINICANAS DE FANJEAUX – FSSPX [VÍDEO]

Uma retrospectiva do 50º aniversário da Comunidade Dominicana de Ensino do Santíssimo Nome de Jesus, em Fanjeaux (28 de junho a 2 de julho de 2025).

A Congregação conta agora com 271 irmãs e 2.851 alunos, distribuídos em 23 casas em 5 países.

Te Deum Laudamus!

Abaixo um vídeo comemorativo com uma retrospectiva do 50º aniversário da comunidade:

E aqui, o vídeo completo:

MAIS SOBRE A VOCAÇÃO RELIGIOSA FEMININA E AS IRMÃS DA FSSPX PODE SER VISTO CLICANDO AQUIAQUI,  AQUI, AQUI, AQUI, AQUI E AQUI. 

NÃO JULGUE RECEBER A MISERICÓRDIA DE DEUS AQUELE QUE OFENDE A SUA SANTA MÃE – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX

Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no XXIII Domingo depois de Pentecostes, com um comentário sobre a nota apostólica acerca de Nossa Senhora.

BRASIL: D. FELLAY ADMINISTRA CERCA DE 500 CONFIRMAÇÕES

Fonte: DICI

Crédito das fotos à Caritatem Fotografia

Durante seis cerimônias realizadas nas últimas semanas em diversos Centros de Missa atendidos pela FSSPX no Brasil, cerca de 500 fiéis receberam o sacramento da Confirmação (incluindo as sub conditione).

As celebrações mais significativas ocorreram nos dias 1 e 2 de novembro, quando D. Fellay confirmou 162 fiéis em São Paulo e acolheu 14 postulantes na Ordem Terceira.

Fiéis vindos de longe

A cerimônia em São Paulo reuniu não apenas os fiéis da cidade, mas também crismandos de diversas regiões do país. Alguns viajaram 300, 400 ou até 1500 quilômetros para receber o sacramento.

Esforços que ilustram a sede espiritual por receber os sacramentos e a determinação de muitos católicos em viver plenamente sua fé, apesar das distâncias.

Um apelo à confiança e à coragem.

Em seus sermões, D. Fellay enfatizou a sublime realidade da presença do Espírito Santo na plenitude de seus dons. Ele encorajou os crismandos a não se deixarem influenciar pelas pressões mundanas ou pela perspectiva de isolamento que a fidelidade à fé pode acarretar.

A confirmação dá ao cristão a força para resistir, amar e seguir em frente, enquanto Deus permanecer como protetor, companheiro e artista divino para transformar as almas.

Com essas confirmações e as novas admissões à Ordem Terceira, a Casa autônoma da FSSPX no Brasil confirma seu dinamismo, impulsionado por uma juventude numerosa e motivada.

DO SITE INTERNACIONAL DE NOTÍCIAS DA FSSPX: PROCISSÃO DE CRISTO REI PELAS RUAS DO RIO DE JANEIRO

Em 26 de outubro, domingo, mais de 1000 fiéis se reuniram no coração do Rio de Janeiro para participar de uma procissão em honra a Cristo Rei, marcando o centenário da instituição desta festa pelo Papa Pio XI na encíclica Quas Primas (1925). O evento, marcado por grande fervor, foi organizado pelo Centro Cultural Permanência e pela FSSPX, com o apoio do Centro Dom Bosco.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Um testemunho público de fé no coração da cidade

A concentração começou na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, em frente ao monumento ao Santíssimo Sacramento erguido em 2024 pelo Centro Dom Bosco. Às 15h em ponto, a procissão teve início, precedida pela cavalaria da polícia militar, que abriu o cortejo com respeito e dignidade.

Por quase dois quilômetros, os fiéis acompanharam Nosso Senhor com piedade, em espírito de reparação e proclamação pública de sua realeza sobre as sociedades e sobre as almas.

As imagens mostram uma participação particularmente voltada para a família, com muitas crianças, jovens e pais, refletindo a vitalidade da fé transmitida e vivida diariamente.

Missa Pontifícal na chegada

A procissão terminou na Praça das Crianças, no Aterro do Flamengo, onde D. Bernard Fellay, Bispo da FSSPX, celebrou uma Missa pontifícal. Ele foi assistido por D. Lourenço Fleichman (OSB), D. Estevão (OSB) e o Pe. Montagut (Superior da Casa Autônoma da FSSPX no Brasil).

Segundo o Centro Dom Bosco, trata-se da “primeira Missa tradicional celebrada em público no Rio de Janeiro desde o Congresso Eucarístico Internacional de 1955“, um fato marcante para muitos católicos no Brasil que estão descobrindo cada vez mais a liturgia de sempre.

VEJA TODAS AS FOTOS E UM VÍDEO DA PROCISSÃO CLICANDO AQUI.

OS QUATRO PILARES DE UMA VERDADEIRA VIDA CRISTÃ

Para toda alma, independente do seu grau de intimidade com Deus, uma verdadeira vida cristã pressupõe quatro elementos essenciais: um relacionamento frequente com Deus através da oração; uma grande fidelidade em submeter a Deus todas as ações; uma grande constância em afastar todos os obstáculos que impeçam alguém de servi-Lo; e, finalmente, uma união íntima com Deus através dos sacramentos.

Fonte: Le Bachais – N° 83 – Tradução: Dominus Est

A Oração

Devemos orar, e orar bem. As duas palavras-chave são: regularidade e respeitosa atenção. Contra a regularidade, geralmente se opõem o cansaço e a falta de vontade. A “regra” nº 1 é dedicar-nos a isso a todo custo, com esforços generosos, independentemente dos “estados de espírito”. Trata-se, acima de tudo, de orar e orar ainda mais, apesar das dificuldades que encontramos nisso, da pouca atração, ou mesmo da repugnância.

Devemos dedicar-nos às nossas orações com devoção. Embora nem sempre seja a falta de desejo que prejudica nossa vida de oração, às vezes é também a pressa, o desejo de terminar o mais rápido possível porque temos outra coisa em mente; às vezes é também a rotina ou a desatenção: oramos porque… mas sim, por quê, exatamente? Continuar lendo