BOLETIM DO PRIORADO PADRE ANCHIETA (SÃO PAULO/SP) E MENSAGEM DO PRIOR – JANEIRO/26

Quantos anos tinha São José quando Jesus nasceu?

Caros fiéis,

Quem é mais inútil do que uma criança? Não só não produz nada, como também consome. É preciso alimentá la, vesti-la, cuidar dela, protegê-la. Ela obriga a uma disciplina de vida: ter horários e estar disponível a qualquer momento. A sua presença exige sacrifícios: férias, carro, casa e lazer são reduzidos. Não é de se admirar, portanto, que a criança seja considerada, numa sociedade de consumo, um fardo. A taxa de fecundidade no Brasil é de cerca de 1,6 filho por mulher. Este número indica uma queda significativa na natalidade, sendo a taxa inferior ao limiar de reposição das gerações (2,1). O número de nascimentos anuais diminui, refletindo um rápido envelhecimento da população. No entanto, todos, especialmente os egoístas e os hedonistas, esperam uma velhice agradável; mas esta dependerá das crianças que nascem hoje. Os casais que recusam a vida, ou ignoram esta realidade, ou deixam o trabalho para outros…

Ter um filho e educá-lo é como plantar uma árvore. É um compromisso a longo prazo. Um tempo necessário para construir florestas e nações. A história da humanidade começou com a história de uma família, a dos nossos primeiros pais, Adão e Eva. A união de certas famílias entre si constituiu povos. A transmissão de territórios e culturas constituiu países. Os povos são imensas florestas compostas por múltiplas árvores genealógicas. Cada ramo, cada criança é suscetível de dar origem a uma nova árvore. Recebe a seiva vivificante e transmite-a com uma nova vitalidade. A tradição está no centro deste processo. Cada criança é um rebento, cada criança é uma riqueza para quem tem a humildade de se inscrever neste processo. Com efeito, a humildade é necessária para receber e o desapego é obrigatório para transmitir. Continuar lendo

SÓ SE PODE ENTRAR NO PRESÉPIO DE JOELHOS – PELO PE. JOSÉ MARIA, FSSPX

Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no Domingo dentro da Oitava de Natal com uma reflexão sobre a humildade e o espírito infantil necessário para viver um Santo Natal.

EXEGESE FUMÍGENA

 

Exegetas semeando dúvidas

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Por ocasião do Natal, tornou-se habitual dar a palavra a estudiosos sobre a historicidade dos relatos evangélicos. O jornal La Croix volta a fazê-lo(1), entrevistando dois especialistas: uma exegeta protestante de Montpellier e um padre jesuíta que leciona em Paris.

Percebe-se que eles parecem concordar que situar o nascimento do Salvador em Belém é uma reconstrução teológica e que o relato da vinda dos magos do Oriente não tem qualquer fundamento histórico. Quanto a saber se Jesus tinha consciência de ser Deus, a única certeza é que se trata de uma questão complexa! Nesses casos, basta dizer que essa não é a questão principal.

Em todas as ciências, incluindo a exegese, o valor das conclusões depende do valor dos princípios, independentemente do rigor do método empregado. Se quisermos estudar as Sagradas Escrituras com os preconceitos do racionalismo e das teorias contemporâneas sobre a composição dos textos sagrados, então podemos, sem dúvida, reescrever tudo sem hesitação; mas não devemos exigir a confiança do leitor sob o pretexto de autoridade científica. Continuar lendo

LA REJA: ORDENAÇÕES AO DIACONATO E SACERDÓCIO – 2025

No sábado, 20 de dezembro de 2025, D. Alfonso de Galarreta procedeu com as ordenações ao sacerdócio e ao diaconato no Seminário Nossa Senhora Corredentora, em La Reja, na Argentina.

Os dois novos padres são argentinos.

Três dos cinco novos diáconos são mexicanos, um é argentinos e outro australiano.

Diversos Superiores importantes estiveram presentes na cerimônia, incluindo os Superiores da América do Sul, do Brasil e do México. 

Trinta sacerdotes impuseram as mãos sobre os ordenandos.

A cerimônia contou com grande número de fiéis, especialmente das famílias dos novos padres, incluindo seus pais e vários de seus irmãos e irmãs.

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SERMÃO DE D. GALARRETA

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Nota do blog: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

ESTATÍSTICAS DA FSSPX ATUALIZADAS – 2025

Estatísticas referentes a 1º de novembro de 2025.

MEMBROS

Total: 1.482

  • Bispos: 2
  • Sacerdotes (excluindo Bispos): 733
  • Seminaristas (incluindo postulantes): 264
  • Irmãos: 145
  • Oblatas: 88
  • Irmãs: 250

Idade média dos membros: 47 anos

Membros falecidos: 99

Número de nacionalidades dos membros: 50

                           Distribuição de membros

                  Evolução do número de sacerdotes

                        Sacerdotes por nacionalidade

264 SEMINARISTAS

                        Seminaristas por Seminário

144 IRMÃOS

                          Irmãos por nacionalidade

88 OBLATAS

                         Oblatas por nacionalidade

250 IRMÃS

               Distribuição das Irmãs por país de missão

PRESENÇA:

Países atendidos: 77

Distritos e Casas Autônomas: 17

Seminários: 5

Número de Casas/Priorados: 

  • FSSPX: 184
  • Comunidades amigas: 19

Escolas:  

  • FSSPX: 94
  • Comunidades amigas: 46

798 LOCAIS DE MISSA

  • FSSPX: 798
  • Comunidades amigas: 79

Locais de Missa por país (incluindo comunidades amigas)

Locais de missa por continente (incluindo comunidades  amigas)

184 CASAS (PRIORADOS E CASAS DE RETIRO)

  • FSSPX: 184
  • Comunidades amigas: 19

Casas (Priorados) por país (incluindo comunidades amigas)

Casas (Priorados) por continente (incluindo comunidades amigas)

94 ESCOLAS (PRIMARIAS, SECUNDÁRIAS E UNIVERSIDADES):

  • FSSPX: 94
  • Comunidades amigas: 46

      Escolas por país (incluindo comunidades amigas)

Escolas por continente (incluindo comunidades amigas)

A história da FSSPX, assim como a da Igreja Católica, é um belo mistério. Ambas continuam a se desenvolver apesar das contradições e provações. Fundada em circunstâncias humildes e partindo do nada, a Fraternidade cresceu exponencialmente e hoje prega a fé católica a muitos fiéis em todo o mundo.

ÁUSTRIA: 40 ANOS DE PRESENÇA DA FSSPX NO CASTELO DE JAIDHOF

A Fraternidade São Pio X na Áustria comemora este ano o 40º aniversário da inauguração de seu Centro de Formação Católica, em Jaidhof, inaugurado por D. Marcel Lefebvre em 1985. Localizada em Waldviertel, na Baixa Áustria, esta propriedade histórica tornou-se um importante centro da vida católica tradicional na Europa Central.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Em 25 de março de 1985, Festa da Anunciação, a Fraternidade obteve um contrato de arrendamento para o uso de parte do Castelo de Jaidhof, que lhes foi legado em 2003. A primeira Missa foi celebrada lá em 12 de maio pelo Pe. Georg Pfluger. A inauguração oficial ocorreu em 19 de outubro de 1985, presidida pelo próprio D. Lefebvre.

Na época, o edifício ainda apresentava as marcas da destruição da Segunda Guerra Mundial, dos saques do pós-guerra e da ocupação soviética. Foi necessário um longo trabalho de restauração. O Irmão Anton Zihlmann desempenhou um papel fundamental nesse processo, antes de ser substituído por outros membros da Fraternidade.

Ao longo dos anos, o castelo recuperou seu esplendor, a ponto do Superior Geral da época, Pe. Franz Schmidberger, poder qualificá-lo como “a mais bela propriedade da Fraternidade na Europa”. Continuar lendo

VÍDEO/CURSO 7: RETROSPECTIVA: DE S. PIO X AO VATICANO II – PARTE 1 – PELO PE. AUREO MENDES, FSSPX

O padre Aureo Mendes analisa a obra de São Pio X diante dos ataques da maçonaria e do modernismo. O impressionante ataque contra a Santa Igreja perpetrado na primeira metade do século XX desemboca no Concílio Vaticano II como em sua consequência natural.

Para acessá-la, CLIQUE AQUI.

ESTADOS UNIDOS: DUAS NOVAS OBLATAS PARA A FSSPX

No dia 15 de setembro, Festa de Nossa Senhora das Dores, duas freiras dominicanas do sul da Califórnia fizeram seus primeiros votos na FSSPX.

Há mais de dois anos, as duas irmãs foram obrigadas a deixar sua congregação devido ao modernismo. Elas rapidamente encontraram seu caminho para a FSSPX na Igreja de Nossa Senhora dos Anjos, em Arcadia, Califórnia.

Após um ano de preparação com os sacerdotes do Priorado, as irmãs fizeram seu ato de oblação diante do tabernáculo aberto. Cada uma recebeu um crucifixo e um anel, simbolizando seu papel como esposas de Cristo.

Em setembro desse ano de 2025 tivemos uma brasileira fazendo sua oblação entre as Oblatas da FSSPX (veja aqui).

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Para saber mais sobre as Oblatas da FSSPX clique aquiaqui aqui.

Para saber mais sobre as Irmãs Consoladoras do Sagado Coração de Jesus, clique aqui e aqui.

Sobre as Irmãs da FSSPX e a vocação religiosa feminina pode ser visto clicando aquiaquiaquiaquiaqui e aqui.

BREVE CONSIDERAÇÃO SOBRE O CORAÇÃO DOLOROSO E IMACULADO DE MARIA

Happy Feast of the Immaculate Heart of Mary | FSSPX News

“É preciso compreendermos bem o papel da mulher no pecado para compreendermos bem o seu papel na Redenção. Eva explica Maria”

Thomas Dehau, op, Eve e Marie, 1950, p. 76.

Pelo Pe. Jean-Michel Gleize, FSSPX

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Em 8 de dezembro de 1854, na Constituição Apostólica Ineffabilis Deus, o Papa Pio IX definiu o dogma da Imaculada Conceição; em 2 de fevereiro de 1904, na encíclica Ad diem illum, o Papa São Pio X ensinou que a Mãe de Deus estava associada ao seu Filho no ato redentor de toda a humanidade; em 11 de outubro de 1954, na encíclica Ad caeli reginam, o Papa Pio XII baseou-se nesse duplo ensinamento de seus predecessores para declarar que a Mãe de Deus também compartilha a realeza de seu Filho sobre todas as almas. Assim, por mais de um século e meio, os papas prepararam o caminho para uma futura definição dogmática: espera-se que estas possam oferecer à fé de toda a Igreja Católica o que seria o dogma da Mediação Universal da Santíssima Virgem Maria.

Essa solene afirmação chegaria no momento oportuno para dissipar todas as ambiguidades decorrentes do Concílio Vaticano II. De fato, uma das consequências desse ecumenismo, que inspira a nova teologia, é a rejeição, mais ou menos velada da ideia de mediação. No caso de Cristo, assim como no de sua Mãe Santíssima, a ideia de mediação, real e objetiva, é substituída pela ideia de sacramentalidade: assim como seu divino Filho, a Virgem Santíssima é apresentada primordialmente como modelo para a consciência da Igreja; esta é, aliás, a ideia que aparece no Capítulo 8 da constituição Lumen Gentium. Observemos, por fim, o seguinte: esta verdade da mediação mariana nos dá acesso à compreensão profunda de um mistério que está, por ora, e providencialmente, no centro da devoção do povo católico: o mistério do Coração Imaculado e Doloroso de Maria. Se esse mistério fosse melhor explicado por meio desses ensinamentos do magistério, sem dúvida essa devoção que o expressa ganharia todo o seu sentido e se tornaria mais proveitosa. Continuar lendo

D. DAVIDE PAGLIARANI: CREIO NA IGREJA “UNA” – REFLEXÕES SOBRE O CONCEITO DE PLENA E NÃO PLENA COMUNHÂO

É absolutamente insustentável o princípio de que a Unidade deve ser recomposta: é devido, ao invés, cumprir todos os esforços para recolher os “separados” na Unidade que a Igreja jamais perdeu e jamais perderá“.

Fonte: Salve Regina – Tradução Gederson Falcometa

É agora comum no vocabulário a expressão de “comunidade cristã” em “não plena comunhão” com a Igreja, e através deste conceito serem justificadas as inumeráveis iniciativas ecumênicas as quais assistimos. Mas examinando-a à luz da doutrina tradicional, descobrimos que isso é incompatível com a própria natureza da Igreja.

Entre os elementos mais significativos introduzidos pela eclesiologia do Concílio Vaticano II há, como se pode notar, uma noção “analógica” do conceito de comunhão com a Igreja; referimo-nos a concepção que admite a possibilidade de união com a Igreja Católica em vários graus ou níveis: se temos assim uma plena comunhão e uma não plena comunhão, que então, se obtermos as consequências mais lógicas deste princípio, podem ser declinadas em mil modos: uma comunhão imperfeita, uma comunhão “as margens”, uma comunhão crescente, uma comunhão virtualmente existente, etc…

Este elemento, longe de revestir um interesse puramente acadêmico, é na realidade indispensável para assegurar dinamismo ao movimento ecumênico e, sobretudo para dar um fundamento eclesiológico as convergências (1) sobre o qual esse se funda e que entende estimular: estamos persuadidos que exatamente neste ponto se encontre principalmente o elemento doutrinal mais necessário e funcional a tal escopo. Na verdade todos os elementos cristãos presentes nas falsas Igrejas (a definição é obviamente incompatível com a nova eclesiologia) são apresentados como um reclamo a unidade da qual a Igreja Católica possuí em plenitude. Neste sentido eles já estariam operando e de alguma forma se delineariam já positivamente como fundamento de uma certa unidade: a comunhão já está presente ainda se não é ainda plena; é a não plena comunhão, mas contudo, comunhão.
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JESUS CRISTO É REI: ROMANTISMO ULTRAPASSADO OU UM REMÉDIO NECESSÁRIO?

A questão crucial não é se Cristo é Rei? Mas sim: Uma vez que Cristo é Rei, quem sou eu para viver como se fosse meu próprio soberano?

Fonte: Le Seignadou – Tradução: Dominus Est

Nas palavras de Pio XI em sua encíclica Quas primas (1925), “o remédio eficaz à peste que corrói a sociedade humana” hoje é a Realeza universal de Jesus Cristo. Um Rei? Como solução para os males do século XX? Não seria essa uma visão romantizada do passado? Essa palavra soa como uma moeda velha e enferrujada perdida no fundo de uma gaveta já ultrapassada. Vivemos, antes, na era do indivíduo-rei, do “eu primeiro”, de uma democracia corrompida. Esta verdade fundamental de que Jesus Cristo é Rei se opõe ao laicismo e ao naturalismo contemporâneos, ideologias que afirmam que a sociedade pode e deve ser governada “como se Deus não existisse”. Vemos os frutos amargos disso todos os dias em nossa pobre França… Se retirarmos Cristo Rei das sociedades naturais, o que acontece? A autoridade perde sua fonte sagrada e se torna tirania ou uma mera luta pelo poder. A lei perde sua base imutável e se torna uma opinião majoritária, mudando conforme os caprichos das pesquisas de opinião. A humanidade perde seu destino eterno e se torna uma mera produtora-consumidora destinada ao esquecimento.

Então, o que significa que Jesus Cristo é rei? E como isso pode ser vivenciado na realidade atual? Cristo pode ser visto como Deus a quem se presta culto privado, ou, no máximo, como uma bela figura histórica, um mestre espiritual… mas um rei que comanda?

No entanto, o Evangelho (João 18, 37: “Tu o dizes: ‘Eu sou rei’”) e a Igreja, em seu seguimento, são categóricos: Continuar lendo

BOLETIM DO PRIORADO PADRE ANCHIETA (SÃO PAULO/SP) E MENSAGEM DO PRIOR – DEZEMBRO/25

Oferecimento dos méritos do Menino Jesus

Caros fiéis,

Tudo o que acontece na Europa tem repercussões nas Américas. Portanto, prestemos atenção.

A Revolução Francesa foi o fruto de duas correntes anticatólicas violentas: o Protestantismo, fundado por Lutero no século XVI, e a Maçonaria, fundada na Inglaterra em 1717. Assim como o Édito de Constantino em 313 e o batismo de Clóvis em 496 inauguraram uma sociedade abertamente cristã — o cristianismo emergindo das catacumbas e triunfando sobre a barbárie —, de modo parecido em 1789 inaugurou-se uma sociedade maçônica anticristã. Um dos pilares dessa nova sociedade é o laicismo: uma ideologia política que promove a exclusão da religião de todas as instituições públicas. O discurso oficial é sedutor: os conflitos surgem quando todos querem impor sua verdade, especialmente em questões religiosas; portanto, mantendo-se neutro, o Estado garante a paz. Na prática, isso significa que o Estado não reconhece nenhuma religião. Ele, portanto, comete uma profunda injustiça ao descartar a única religião verdadeira e age gravemente contra o bem comum ao conceder às falsas religiões os mesmos direitos que a verdadeira. Nesse sistema, a verdade é desprezada e o homem é superior à divindade. E na raiz dessa rebelião insensata, sabemos quem manipula o homem: Satanás. Em última análise, essa paz maçônica oferecida pelo mundo é uma paz diabólica. O laicismo é uma arma de guerra contra o cristianismo. Aqueles que não compreenderam isso pensam que podem usá-lo contra o islamismo, que está invadindo a Europa. Na realidade, o islamismo é outra arma contra o cristianismo, e essas duas armas são usadas juntas para a destruição da cristandade. Continuar lendo

QUANDO A BÚSSOLA SE TRANSFORMA EM UM CATAVENTO

Do novo rito da Missa à negação do sacrifício

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Em um artigo publicado por La Croix(1), o Pe. Martin Pochon SJ afirma deliberadamente o oposto do Concílio de Trento: Jesus “ofereceu o seu corpo e sangue, não a Deus, mas aos seus discípulos, em nome do seu Pai”, considerando que a doutrina tridentina não faz justiça ao verdadeiro significado evangélico da Ceia Pascal, e que o rito de Paulo VI contribuiu para recuperá-lo. 

Recordemos o que afirma o Concílio de Trento: “Se alguém disser que na Missa não se oferece a Deus um verdadeiro e autêntico sacrifício ou que “ser oferecido” não significa outra coisa senão o fato de Cristo nos ser dado como alimento: que seja anátema.(2)” Continuar lendo

BRUXELAS: A IGREJA DE SÃO JOSÉ RECUPERA SUAS IMAGENS

Depois de mais de três anos, literalmente em solo belga, as 17 grandes e belas imagens da fachada da Igreja de São José, juntamente com a magnífica cruz que adornava o centro da fachada, foram todas restauradas, voltando a ocupar seus lugares, uma a uma, no ponto alto da Capital. Agora, com a fachada limpa, os andaimes também estão prestes a serem retirados. Vejam como foi:

A FSSPX está presente na Igreja de São José, em Bruxelas, desde 2001. Trata-se do  santuário nacional belga dedicado a São José, o santo padroeiro do país.

“SENTIR” FÉ?

O arrependimento: um sentimento inútil? - A mente é maravilhosa

Muitos se preocupam por não sentirem nada quando rezam.

Fonte: Apostol nº 200 – Tradução: Dominus Est

Muitos se preocupam por não sentirem nada quando rezam; por não sentirem nada quando vão à confissão pedir perdão pelos seus pecados; por não sentirem nada quando comungam na Missa; por não sentirem nada quando se esforçam para amar a Deus ou perdoar o próximo. Não seria isso um sinal, dizem eles, de que Deus não os está ouvindo; de que seus pecados não estão perdoados; de que sua comunhão é ruim; de que seu amor por Deus é inexistente; de que seu perdão é hipócrita?

Essa preocupação é frequentemente reavivada pela lembrança de agradáveis sensações de bem-estar, plenitude, paz… às vezes até físicos: lágrimas, arrepios, sensações de calor… em certos momentos da vida – especialmente nos momentos que se seguem a uma conversão – a ponto de sermos tentados a associar, ou mesmo identificar, nossos sentimentos com a qualidade de nossa vida de fé. Continuar lendo