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Fonte: Infovaticana – Tradução: Dominus Est
Há anos, em ambientes ideológicos, midiáticos e inclusive eclesiásticos (veja aqui e aqui), tentou-se apresentar o culto à Pachamama como uma mera expressão folclórica, uma espiritualidade inofensiva vinculada à natureza ou uma forma poética de religiosidade indígena. Mas a realidade, quando se examina sem propaganda e sem covardia moral, é muito mais sinistra. Em pleno século XXI continuam aparecendo na Bolívia casos, testemunhos e investigações jornalísticas que vinculam esse culto com sacrifícios humanos reais. Não se trata de lendas coloniais ou de exageros apologéticos. São fatos publicados por meios de comunicação, recolhidos por jornalistas identificados e respaldados, em alguns casos em processos judiciais.
O caso mais brutal foi relatado pelo jornalista Ariel Melgar Cabrera em El Deber. Em sua reportagem, publicada no dia 15 de março de 2024, explica-se como a justiça de La Paz condenou dois homens pelo desaparecimento de Shirley H. R. A., uma jovem mãe de 25 anos, cujo desaparecimento se remontava a 2021. Segundo a Promotoria e a investigação policial, a mulher foi enganada, dopada, levada inconsciente e enterrada em uma mina do município de Palca como oferenda à Pachamama. Não estamos perante uma interpretação enviesada nem de uma leitura simbólica de um rito ancestral. O caso de acusação feito pela justiça boliviana foi exatamente esse: a vítima foi entregue como sacrifício. Continuar lendo

Essa abominação é antiga, mas tem uma atualização também nisso: LEÃO XIV INAUGURA A MISSA BERGOLIANA PELO CUIDADO DA CRIAÇÃO
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O portal LifeSiteNews publicou, pela primeira vez, uma série de fotografias nas quais o atual Papa Leão XIV, então o agostiniano Robert Francis Prevost, aparece de joelhos participando em um rito da Pachamama durante um simpósio celebrado em São Paulo, em janeiro de 1995. As imagens vêm das atas oficiais do encontro, editadas em 1996 com o título Ecoteologia: uma perspectiva desde San Agustín.
A reportagem se apoia no trabalho do sacerdote Charles Murr, que prepara um livro sobre o atual Pontífice e afirma ter recompilado, durante meses, a documentação do caso. Segundo Murr, três sacerdotes argentinos identificaram sem margem de dúvida a Prevost na fotografia principal, na qual é visto ajoelhado com outros participantes no contexto do rito. Continuar lendo
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no 4º domingo da quaresma, sobre a necessidade das sagrações episcopais, perante o estado atual da igreja.

O cisma existe de fato. Mas não está onde alguns acreditam vê-lo.
Fonte: La Porte Latine – Tradução gentilmente cedida pelo nosso amigo André Abdelnor Sampaio
O anúncio das sagrações episcopais, previstas para o próximo dia 1º de julho, não deixou ninguém indiferente. Especialmente porque a Carta endereçada em 18 de fevereiro passado ao Cardeal Fernández pelo Superior Geral da Fraternidade permaneceu, até agora, sem qualquer reação por parte de Roma. Diante deste silêncio de Roma, bispos se pronunciam: uns para censurar a iniciativa das sagrações, outros para justificá-la e defendê-la contra as censuras incorridas.
As declarações de Dom Schneider são agora bem conhecidas. Recebido em audiência em 18 de dezembro de 2025 pelo Papa Leão XIV, o bispo auxiliar de Astana já havia pleiteado a causa da Fraternidade São Pio X. Posteriormente, em uma entrevista concedida em 17 de fevereiro ao jornalista Robert Moynihan, Dom Schneider opôs-se firmemente às declarações feitas pelo Cardeal Fernández ao Superior Geral da Fraternidade São Pio X durante o encontro de 12 de fevereiro — declarações tornadas públicas, pelas quais o Prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé pretendia impor à Fraternidade a retomada de um diálogo que já se previa sem saída, e que teria como único efeito tangível adiar sine die a data das sagrações episcopais, em grande detrimento da salvação das almas.
Em 24 de fevereiro, Dom Schneider tornou público um “Apelo fraterno dirigido ao Papa Leão XIV“: “A Santa Sé“, declara ele, “deveria estar grata à FSSPX, pois ela é atualmente quase a única entidade eclesiástica de relevo a sublinhar aberta e publicamente a existência de elementos ambíguos e incorretos em certas declarações do Concílio e no Novus Ordo Missae. Nesta empreitada, a FSSPX é guiada por um amor sincero à Igreja: se não amasse a Igreja, o Papa e as almas, não empreenderia este trabalho, nem dialogaria com as autoridades romanas — e sua vida seria, sem dúvida, mais fácil”. E concluiu que o Papa deveria conceder sem condições o mandato apostólico para as sagrações episcopais de 1º de julho de 2026. Por fim, em 9 de março passado, em uma longa entrevista concedida ao jornalista Andreas Wailzer no canal de YouTube Kontrapunkt, Dom Schneider afirma categoricamente que as sagrações episcopais não serão cismáticas, pois são a reação necessária e legítima exigida pela salvação das almas por parte da Fraternidade São Pio X. Continuar lendo

Alguns excelentes posts sobre São José:
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Para acessar todos os posts publicados relacionados ao glorioso São José, clique aqui.

O Distrito da FSSPX na Itália enviou a todos os bispos residentes no país um livro, recém-publicado, no qual reitera as razões implícitas de suas anunciadas sagrações episcopais. O livro, publicado pela Edizioni Piane, editora oficial da FSSPX na Itália, com o eloquente título: “A Serviço da Igreja“, expõe os principais argumentos teológicos e canônicos que justificam o que D. Marcel Lefebvre, em 1988, chamou de “operação sobrevivência” da Tradição.
Fonte: FSSPX Itália – Tradução: Dominus Est
Entregue aos bispos nestes dias, o livro apresenta-se com a célebre citação de São Paulo: “Ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além daquele que já vos anunciamos, seja anátema” (Gl 1,8). Ao dizer “nós mesmos“, o Apóstolo se refere a todo o Colégio Apostólico, com Pedro à sua frente, e hoje devemos reconhecer a terrível realidade deste “evangelho” adulterado pelos próprios pastores do rebanho, que colocam as almas na necessidade de se protegerem, situação que fundamenta o direito de resistir à autoridade invocado pela Fraternidade São Pio X.
Este gesto pretende ser, escreve o Superior do Distrito, D. Gabriele D’Avino, em sua carta de apresentação aos Bispos, “um convite para renovar a reflexão sobre a crise” na Igreja e sobre a batalha que que é necessária empreender para contribuir para a sua restauração, na esperança de “poder proporcionar, com esta contribuição, um caminho comum de reflexão, estudo e debate, sempre e somente no interesse das almas e para a maior glória de Deus”. Continuar lendo

Prezados amigos, leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
Pela graça de Deus está confirmada a tradicional Peregrinação da FSSPX à Aparecida desse ano: 16/05.
Fiéis de vários Priorados e Missões se encontrarão em Pindamonhangaba e, de lá, partirão a pé para visitar nossa Mãe Santíssima.
Serão cerca de 21 quilômetros de caminhada de uma cidade à outra.
No trajeto iremos cantando músicas tradicionais, rezando rosários e os padres ficarão à disposição para ouvir confissões.
No meio da tarde teremos uma Missa solene e depois partiremos para visitar nossa Mãe Santíssima na Basílica de Aparecida.
No ano passado, mais de 1200 pessoas participaram do evento.
CLIQUE AQUI e assista um vídeo do canto do Credo no encerramento da Peregrinação de 2025.
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A FSSPX está com um site próprio para o evento (CLIQUE AQUI para acessá-lo) disponibilizando nele outras informações sobre essa Peregrinação:
– os procedimentos para inscrição;
– a taxa obrigatória a ser paga;
– as cidades e contatos de onde partirão os ônibus;
– os locais de encontro.
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COMO SEMPRE, A MISSÃO DE RIBEIRÃO ESTARÁ PRESENTE.
Aos que quiserem participar conosco, PARTINDO DE RIBEIRÃO, e/ou ter mais informações, favor entrar em contato pelo email gespiox@yahoo.com.br ou Whatsapp (16) 98135-1720 (Rodrigo).
Nesse momento, daqui, já estamos com 2 ônibus completos e estamos abrindo mais um veículo para atender a futura demanda. Não deixem para a última hora!
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Concílio Vaticano II e as fontes da Revelação
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Lido nos meandros do caminho sinodal alemão:
“Essa diferença de status [entre clero e leigos], à qual estão atribuídos diferentes direitos e deveres, ainda hoje marca o direito eclesiástico e a liturgia. No entanto, ela não é bíblica. O clericalismo tem suas raízes na ênfase dada a essa diferença de status (1).”
Aparentemente, a mera ausência de qualquer menção nas Sagradas Escrituras é suficiente para invalidar a distinção entre clero e leigos. No entanto, é sabido que muitos elementos da doutrina católica não se encontram na Bíblia: a Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, a sua Imaculada Conceição, o próprio cânone das Escrituras, etc. “Há muitas coisas“, diz Santo Agostinho, “que a Igreja universal preserva e que, portanto, temos razão em crer que foram ordenadas pelos Apóstolos, apesar da ausência de textos escritos(2)”.
Devemos encarar essa insinuação tendenciosa do sínodo alemão como uma especialidade dos progressistas mais radicais? Na verdade, não, eles podem basear seu argumento em uma polêmica anterior ao Concílio Vaticano II, que se traduziu em um desses textos de compromisso nos quais o Concílio se especializou, nos quais ele se destaca por não dizer as coisas diretamente Continuar lendo
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S.Pio X de Lisboa, no terceiro Domingo da quaresma, sobre as formas modernas de idolatria.

Segunda parte das explicações do Pe. Raphael Diniz sobre as Sagrações Episcopais de 1988, estudo que se tornou de grande atualidade pelo anúncio das Sagrações de 1º de julho próximo.
CLIQUE AQUI para acessar o vídeo.
CLIQUE AQUI para acessar a Parte 1.
Para aprofundar os estudos, acesse a nossa editora e adquira grandes obras sobre o tema: https://www.editorapermanencia.com.br
Recomendamos particularmente:
Marcel Lefebvre – Biografia, por Dom Tissier de Mallerais
Dom Marcel Lefebvre: Do Liberalismo à Apostasia.
Revista Permanência nº 321
Pe. Gaudron: Catecismo da Crise na Igreja.
Romano Amerio: Iota Unum
Gustavo Corção: A Igreja Católica e a Outra.
Entre outros.
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Devemos aceitar que só na misericórdia de Deus e no seu amor encontraremos apoio, confiança e despreocupações. Essa é a maravilhosa surpresa que cada uma de nossas confissões nos reserva.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Por que nossas confissões frequentemente se assemelham a monólogos, nos quais o acusador apresenta ao confessor uma série de faltas de importância e significado tão diversos? Esse amontoado indistinto revela uma consciência que não estabelece uma hierarquia entre as faltas.
A confissão não é uma formalidade que se cumpre por hábito ou obrigação. Quando nos aproximamos do confessionário, devemos ter a intenção de ser perdoado e de receber o perdão de Cristo pela virtude de seu sangue. Este sacramento que Nosso Senhor instituiu para nos perdoar é um ato profundamente humano. Graças a ele, Deus suscita e aperfeiçoa interiormente, no coração do pecador, atos de fé viva, de arrependimento e de reparação, e isso no momento mesmo em que pede ao pecador que expresse exteriormente suas disposições através da confissão de seus pecados. Continuar lendo

Leão XIV, Mons. Breis Pereira e o bagre pontifício (12/01/2026) – (min.: 0.34)
Fonte: Adelante la Fe – Tradução: Dominus Est
Por César Félix Sanchéz
A última notícia na guerra contra a liturgia tradicional, realizada pelas atividades eclesiásticas, é o anúncio da excomunhão de, no mínimo, os sacerdotes que celebrem o rito de São Pio V fora do único lugar designado por mons. Carlos Alberto Breis Pereira, Arcebispo de Maceió, em Alagoas. Segundo uma nota oficial, qualquer outra celebração será vista como um “ato de cisma público” e implicaria uma excomunhão automática.
Além da lambança legal – que, por exemplo, ignora que o direito canônico “recomenda encarecidamente” a todo sacerdote que não sofre sanções a celebrar a Santa Missa com frequência (c. 904), em um lugar sagrado ou, se houver necessidade, em qualquer lugar digno (c. 932), sem fazer referência a algum rito específico – há uma monstruosidade doutrinal: como poderia ser a celebração da missa católica, em si, um ato de cisma? Continuar lendo

DIA 10 – S. José, Pai Nutrício de Jesus
DIA 11 – José, Esposo da Mãe de Deus
DIA 12 – José, Chefe da Sagrada Família
DIA 13 – José, Exemplo de Fidelidade
DIA 14 – José, Espelho de Paciência
DIA 15 – José, Modelo dos Operários
DIA 16 – José, Protetor da Santa Igreja

Leão XIV retoma o tema da unidade, tão caro ao Concílio Vaticano II.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
O Papa Leão XIV prosseguiu com suas catequeses de quarta-feira sobre os documentos do Concílio Vaticano II. Em 18 de fevereiro, ele abordou a Constituição Dogmática Lumen Gentium sobre a Igreja, em particular sobre o tema da Igreja como “sacramento… da unidade de todo o gênero humano” (LG1). O Papa afirmou que o plano de Deus é “unificar todas as criaturas através da ação reconciliadora de Jesus Cristo”, realizada na Cruz. O efeito dessa ação é reunir as pessoas apesar das “diferenças”, derrubar os “muros de separação entre indivíduos e grupos sociais”. Este é o plano de Deus: “o que Deus quis realizar para toda a humanidade” é este mistério que “se manifesta em experiências locais, que gradualmente se estendem a todos os seres humanos e até mesmo ao cosmos”.
A ênfase é, portanto, colocada fortemente na unidade dos homens (e até mesmo do universo), a ser restaurada apesar das “fragmentações”, como se fosse um fim em si mesma, respondendo ao anseio de unidade que habita no coração humano. Até mesmo a “união com Deus” é relacionada à “união das pessoas humanas“, que é seu reflexo: “Tal é a experiência da salvação“. Continuar lendo
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…que em todos os dias do ano se espelham “na Mulher” apresentada abaixo e tem-Na como exemplo de conduta de vida, nossos sinceros votos de crescimento espiritual e santificação.
Assim, parabenizamos a vocês, mulheres católicas, que no seu dia a dia (todos os dias do ano), como filhas de Nossa Senhora:
Parabenizamos a vocês, mulheres católicas, que todos os dias, como filhas de Nossa Senhora:
Façamos hoje pequenos atos de desagravo ao Coração Imaculado de Maria, ao longo do dia. Façamos uma pequena penitência e ofereçamos à Mãe de Deus, pelos muitos membros do clero e pelos muitos católicos leigos que se atrevem a comemorar este dia, fruto do liberalismo (o tal “Dia internacional da Mulher”).
Doce coração de Maria, sede nossa salvação.
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Para saber mais sobre a origem do Dia Internacional das Mulheres e o Feminismo, clique aqui
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O cardeal Joseph Zen, bispo emérito de Hong Kong, e uma das vozes mais respeitadas do catolicismo asiático, publicou em seu site oldyosef.hkcatholic.com (e também no X) uma reflexão dedicada à situação da FSSPX.
O Caso da FSSPX
Sexta-feira, 2ª Semana da Quaresma
Em relação ao caso da FSSPX, parece que até mesmo os tradicionalistas estão divididos. Isso é compreensível; há dois pontos a considerar.
A.) Um cisma deve ser evitado a todo custo, pois causará danos graves e duradouros à Igreja; mas, por outro lado, B.) uma séria questão de consciência também deve ser respeitada: “Como alguém pode ser forçado a seguir ensinamentos que evidentemente negam a Sagrada Tradição da Igreja?“
Então, como o caso pode ser resolvido?
A FSSPX foi enviada para dialogar com o chefe do Dicastério para a Doutrina da Fé, mas há alguma esperança nesse diálogo?
Lendo a primeira leitura e o salmo responsorial seguinte da missa de hoje, parece-me que podemos ver as coisas desta maneira:
José ─ FSSPX
Irmãos de José ─ Cardeal Tucho
Rúben ─ Papa Leão XIV (talvez com a ajuda de Sua Excelência Schneider)
“Os irmãos de José o odiavam.“
Tucho, que pretende desfazer as tradições da Igreja, como pode não odiar a FSSPX? Ele provavelmente ficará feliz em vê-los excomungados!
Então não há mais esperança?
Aí está Rúben, o bom irmão!
Aí está Leão XIV, o bom Padre!
A unidade da família de Deus lhe é cara! Mas e se seus filhos não aceitarem o Concílio?
O Papa Leão XIV é alguém que ouve! Ele compreende e fará com que seus filhos compreendam que certas coisas perpetradas em nome do chamado “espírito do Concílio“, mas contrárias à Tradição da Igreja, não são do Concílio!
E a Missa Tridentina? Claramente, é um erro querer eliminá-la! O Novus Ordo não respeitou as intenções dos Padres Conciliares (Sua Excelência Atanásio Schneider reuniu ampla evidência a esse respeito).
O Papa Bento XVI, ao falar de uma “reforma da reforma”, admitiu a possibilidade de enriquecimento mútuo das duas formas de liturgia da Missa Romana.
Confiemos no Papa Leão XIV; ele iniciou sua catequese nos Documentos Conciliares; é a eles que todos devemos retornar!
Esse texto, divulgado por ocasião da sexta-feira da segunda semana da Quaresma, recorre ao Evangelho e às leituras da missa do dia para evocar as tensões atuais em torno da Tradição na Igreja.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Nessa meditação, o cardeal Zen aborda diretamente a questão do diálogo entre a Santa Sé e a FSSPX. Inicialmente, recorda que um cisma constituiria um grave prejuízo para a Igreja, e deve ser evitado (a FSSPX não aventa qualquer intenção de causar um cisma: se deseja proceder às sagrações episcopais, é sem a menor intenção cismática, com a única preocupação de assegurar a continuidade de seu apostolado a serviço da Igreja). Além do mais, o cardeal salienta a gravidade do problema de consciência ao qual são confrontados numerosos fiéis ligados à tradição. Fundamentalmente, questiona: “Como se pode obrigar alguém a seguir ensinamentos que negam manifestadamente a santa Tradição da Igreja?” Continuar lendo

“Não queirais pois andar (demasiadamente) inquietos pelo dia de amanhã. Porque o dia de amanhã cuidará de si; a cada dia basta o seu cuidado.”(Mt 6, 34)
Fonte: Le Seignadou – Tradução: Dominus Est
Estas palavras são bem conhecidas. O que é menos conhecido é que elas são de Nosso Senhor Jesus Cristo. E, infelizmente, não são as mais bem compreendidas. Seria essa uma sentença da filosofia epicurista ou, pelo contrário, de uma máxima do Evangelho? Será que Jesus pretende incitar seus discípulos a uma vida despreocupada? Será que ele se esquece da necessidade de um mínimo de prevenção? O paradoxo é reforçado quando sabemos que é o mesmo Deus que nos ensina a agir com sabedoria e a organizar nossas vidas para não sermos pegos desprevenidos: “Por isso estai vós também preparados, porque não sabeis a que hora virá o Filho do homem.” (Mt 24, 44). Por um lado, Cristo condena a preocupação e a ansiedade estéreis que nos paralisam. Por outro, ele nos encoraja à prudência e à vigilância para viver sob o olhar de Deus. Então, devemos viver na despreocupação do momento presente ou devemos viver em vigilância constante?
Viver no presente de Deus
A verdadeira vida está no presente. É por isso que devemos viver um dia de cada vez, como Nosso Senhor nos recomenda. Continuar lendo
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no 2º Domingo da Quaresma, sobre como o progresso espiritual não consiste tanto nas consolações espirituais, mas antes na fiel perseverança em cumprir a vontade de Deus.

Um texto do famoso convertido Pe. Joseph Lémann (1836-1915).
Fonte: Radio Spada – Tradução: Dominus Est
Desde o princípio, a Revolução foi venenosa, mas com arte, com habilidade; imitou e até superou as misturas de Agripina e Locusta .
Revisemos, por um momento, a Roma pagã: Locusta é uma famosa envenenadora da época dos Césares. Primeiro, ela foi incumbida de matar o Imperador Cláudio, a mando de Agripina. Em seguida, foi convocada ao conselho e incumbida de envenená-lo com engenhosidade! Um veneno de ação rápida demais tornaria evidente o assassinato de Cláudio. Um veneno de ação lenta demais lhe daria tempo para perceber o crime e garantir os direitos de Britânico, seu filho. Locusta compreende e encontra algo sofisticado em termos de venenos, que perturbará sua razão e extinguirá lentamente sua vida. Um eunuco fez o infeliz César beber esse veneno, colocando-o em um cogumelo, que ele saboreia com prazer: ele morre atordoado!
Um ano depois, Locusta se livrou de Britânico, que era um obstáculo para Nero. Desta vez, não lhe pediram um veneno lento, tímido e secreto, como aquele que ela havia preparado com tanta elegância para Cláudio, mas sim um veneno ativo, rápido e fulminante. Britânico caiu morto à mesa imperial. Continuar lendo

Colocando a obediência ao mesmo nível da fé, o cardeal Robert Sarah abstem-se de reconhecer a confusão inaudita que assola a Igreja, o que torna seu apelo à unidade pouco convincente.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
O discurso de um conservador
A declaração do cardeal Sarah publicada neste primeiro domingo da Quaresma, dia 22 de fevereiro, e divulgada por meios de comunicação, rapidamente suscitou uma resposta contundente por parte de John-Henry Westen, cofundador e editor-chefe do site americano LifeSiteNews. (Veja o vídeo incorporado em outro post, clicando aqui)
Até aqui, sua Eminência Robert Sarah gozava de certa simpatia por parte dos círculos conservadores da Igreja Católica. Seus posicionamentos em favor do celibato eclesiástico ou contra o “casamento para todos” chamaram a atenção dos católicos perplexos. Prefeito da Congregação para o Culto divino sob o Papa Francisco, não fez mistério de suas reticências em relação à orientação tomada pelo sucessor de Bento XVI. Recentemente, em 24 de maio de 2025, enviado pelo Papa Leão XIV para representá-lo durante as cerimônias pelo quarto centenário do aniversário das aparições a Santa Ana d’Auray, ainda fez declarações sobre o estado presente do mundo e da Igreja que impressionaram as almas.
Um discurso pouco convincente
Apesar de tudo, sua declaração de 22 de fevereiro passado, publicada no Journal du Dimanche sob o título sensacionalista “Antes que seja tarde demais” não conseguiu ofuscar as afirmações de D. Schneider. Continuar lendo

Primeira parte das explicações do Pe. Raphael Diniz sobre as Sagrações Episcopais de 1988, estudo que se tornou de grande atualidade pelo anúncio das Sagrações de 1º de julho próximo.
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Para aprofundar os estudos, acesse a nossa editora e adquira grandes obras sobre o tema: https://www.editorapermanencia.com.br
Recomendamos particularmente:
Marcel Lefebvre – Biografia, por Dom Tissier de Mallerais
Dom Marcel Lefebvre: Do Liberalismo à Apostasia.
Revista Permanência nº 321
Pe. Gaudron: Catecismo da Crise na Igreja.
Romano Amerio: Iota Unum
Gustavo Corção: A Igreja Católica e a Outra.
Entre outros.
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