SUBDIACONATO NOS ESTADOS UNIDOS – 2017

Fonte: St. Thomas Aquinas Seminary – Tradução: Dominus Est 

No dia 1º de abril, Mons. Bernard Fellay conferiu a ordem maior do Subdiaconato a 1 seminarista irlandês, Thomas O ‘Hart e 5 americanos: Thomas Buschmann, Samuel Fabula, John Graziano, Michael Sheahan e Thomas Tamm. 

O papel do subdiácono é apresentar a patena e o cálice ao diácono na Missa solene, derramar a água no cálice e cantar a Epístola. Ele também é responsável pela purificação dos lenços sagrados.

As cerimônias da ordenação ao Subdiaconado ocorrem da seguinte forma: após as advertências acerca do seu compromisso definitivo, os ordenandos prostram-se de frente para o chão, como um sinal de humildade e adoração, como fizeram os patriarcas e profetas. Então é cantada a Ladainha dos Santos e os ordenandos listam as funções do subdiácono. Segue-se a apresentação do cálice e da patena, do galheteiro, a oração pelos novos subdiáconos e, finalmente, a imposição das vestes sagradas e a entrega do livro das Epístolas.

Desde o início da ordenação, o bispo adverte os subdiáconos da castidade perpétua que lhes é imposta e que ninguém pode ser admitido nesta ordem sem a sincera aceitação do celibato (ver Código de Direito Canônico 1917, cân 132). A fim de permitir que os subdiáconos elevem sua mente regularmente a Deus, a Igreja os ordena que recitem o breviário (Ibid., 135). Seu novo estado exige deles um profundo espírito de fé e a prática não somente da pureza de corpo, mas também de alma.

O bispo pede para os subdiáconos a graça para que cumpram bem as suas funções, juntamente com os dons do Espírito Santo, para que sejam os guardiões vigilantes do altar e da santa hóstia durante o sacrifício.

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

NÃO OS AFASTEIS DOS SACRAMENTOS

Resultado de imagem para jovem desanimadoHavia em Tolosa (França) uma família pouco religiosa. Como o colégio dos Jesuítas era sem dúvida o melhor da cidade, os pais resolveram internar nele seu primeiro filho.

O menino, mais dado à piedade que seus pais, começou a frequentar os sacramentos e disso tirava grande proveito espiritual.

Tendo notícia desse fato, correu a mãe do menino no Diretor do colégio e disse-lhe:

– Padre, o Sr. está fazendo de meu filho um beato, um carola. Saiba que não quero que ele seja um frade ou um vigário.

Não contente com isso, e para vigiá-lo melhor, mudou-se para a cidade e pôs o filho no colégio como externo. Assim poderia impedir as comunhões frequentes.

Pobre mãe! Tinha medo que o menino se desse todo a Deus e que fosse um cristão fervoroso.

Que é, porém que aconteceu? Eis: pouco a pouco as comunhões do jovem foram sendo mais raras… até que, afinal, nem uma por ano, nem pela Páscoa… O mais se adivinha facilmente. A corrupção invadira o coração do rapaz e tomara o lugar da virtude e da piedade.

Quando o percebeu a infeliz mãe, correu alvoroçada a suplicar ao Diretor que fizesse seu filho voltar à comunhão e à moral cristã. Mas o Padre deu-lhe uma resposta:

– Minha senhora, é demasiado tarde; seu filho está perdido. Cumpri com o meu dever; era preciso que a senhora cumprisse com o seu.

E o Padre tinha razão. Não levou muito tempo o desgraçado jovem morreu consumido de vícios horrendos e vergonhosos.

Tesouro de Exemplos – Pe. Francisco Alves

A LIBERDADE RELIGIOSA DO VATICANO II – PARTE 2

Resultado de imagem para marcel lefebvreLiberdade Religiosa, Direito Natural à Imunidade? 

Sem invocar a tolerância, o Concílio definiu um simples direito natural à imunidade: o direito de não ser perturbado no exercício do próprio culto, qualquer que seja.

A astúcia ou pelo menos o procedimento astuto, era evidente: por não poder definir um direito ao exercício de todo culto, pois este direito não existe para os falsos cultos, empenharam-se em formular um direito natural somente para a imunidade, que sirva aos adeptos de todos os cultos.

Assim todos os “grupos religiosos” (inocente qualificativo para esconder a Babel das religiões) gozariam naturalmente da imunidade a toda coação em seu “culto público à divindade suprema” (por Deus!, de que divindade se trata?) e também se beneficiariam do “direito de não ser impedidos de ensinar e manifestar sua fé (que  fé?) publicamente, oralmente ou por escrito” (DH. 4).

É imaginável maior confusão? Todos os adeptos de todas as religiões, tanto da verdadeira como das falsas, absolutamente reduzidos ao mesmo pé de igualdade, gozariam de um mesmo  direito natural, sob o pretexto de que se trata somente de um “direito à imunidade”. É por acaso concebível? É mais do que evidente que os adeptos das falsas religiões, somente por este título, não gozam de nenhum direito natural à imunidade. Permitam-me ilustrar esta verdade com um exemplo concreto: se vocês quisessem impedir a oração pública de um grupo muçulmano na rua, ou perturbar seu culto em uma mesquita, pecariam talvez contra a caridade e seguramente contra a prudência, mas não fariam  a estes crentes nenhuma injustiça. Não se sentiriam feridos em nenhum dos bens a que têm direito, nem em nenhum de seus direitos a estes bens211; em nenhum de seus bens, porque seu verdadeiro bem não é exercer sem coação seu culto falso, mas poder exercer um dia  o verdadeiro; em nenhum de seus direitos, pois eles têm  precisamente o direito de exercer o “culto de Deus em particular e em público”212 e a não ser nisso impedidos, mas o culto de Alá não é o culto de Deus! Realmente Deus revelou, Ele mesmo, o culto com que quer ser honrado exclusivamente, que é o da  Religião católica213.

Por conseguinte, se na justiça natural não se prejudica de nenhum modo a estes crentes ao impedir ou perturbar seu culto, é porque não têm nenhum direito natural de não serem perturbados em seu exercício. Continuar lendo

COMUNICADO DA CASA GERAL SOBRE A CARTA DA COMISSÃO ECCLESIA DEI SOBRE OS MATRIMÔNIOS NA FSSPX

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Assim como nas disposições tomadas pelo Papa Francisco, concedendo a faculdade de confessar aos sacerdotes da Fraternidade de São Pio X para o Ano Santo (1º de Setembro de 2015) e estendendo essa faculdade para além dele (20 novembro 2015), a Casa Geral informa que o Santo Padre decidiu “autorizar os Ordinários locais a conceder também as permissões para a celebração dos matrimônios a fiéis que seguem a atividade pastoral da Fraternidade” (Carta da Congregação para a Doutrina de Fé de 27 de Março de 2017, publicado em 04 de abril).

Esta decisão do Sumo Pontífice prevê que: “Na medida do possível, a delegação do Ordinário para celebrar o matrimônio será concedida a um padre da diocese (ou pelo menos um sacerdote plenamente regular) para que ele receba o consentimento dos cônjuges no rito do sacramento, que na liturgia do Vetus Ordo, se realiza no início da Santa Missa, acompanhada então da celebração da Santa Missa votiva por um sacerdote da FSSPX”.

No entanto ela também afirma que: “Em caso de impossibilidade ou inexistência de padres da diocese que possam receber o consentimento das partes, o Ordinário pode conceder diretamente as faculdades necessárias ao padre da Fraternidade que celebrará também a Santa Missa, recordando-lhe da obrigação de fazer chegar o quanto antes à Cúria diocesana, a documentação que ateste a celebração do sacramento

A Fraternidade São Pio X agradece profundamente o Santo Padre por sua solicitude pastoral, como expresso através da carta da Comissão Ecclesia Dei a fim de dissipar “as dúvidas quanto a validade do sacramento do matrimônio.” O Papa Francisco quer manifestar que, como no caso das confissões, todos os fiéis que desejam se casar na presença de um sacerdote da Sociedade de São Pio X, possam fazê-lo sem preocupação sobre a validade do sacramento. É nosso desejo que todos os bispos compartilhem a mesma solicitude pastoral.

Os sacerdotes da Fraternidade de São Pio X se empenharão fielmente, como fazem desde sua ordenação, a preparar o matrimônio aos futuros esposos, segundo a doutrina imutável de Cristo sobre a unidade e indissolubilidade desta união (cfr Mt 19, 6), antes de receber o consentimento no rito tradicional da Santa Madre Igreja.

Menzingen, 04 de abril de 2017

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Nota do blog: assim como dissemos no post da “Extensão de Francisco sobre as Confissões na FSSPX, repetimos acerca do Matrimônio: na Declaração publicada em 2015 a FSSPX reiterou de forma clara a validade e a licitude de todos seus sacramentos, visto o atual estado de necessidade na Igreja e a consequente jurisdição extraordinária, apoiada pelo próprio Código de Direito Canônico. 

O que muda com essa “concessão” de Francisco é que as confissões os matrimônios deixam seu caráter extraordinário de suplência (necessidade) e passam a ser Ordinários. Porém, na prática, isso não muda nada em relação ao período anterior à tal gesto. Se não houvesse essa “extensão”, as confissões os matrimônios continuariam sendo válidos e lícitos, porém voltando à jurisdição anterior de suplência. 

Para saber mais sobre a FSSPX, a “jurisdição” e o “estado de necessidade”, clique aqui.

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA – TRÍDUO PASCAL

Resultado de imagem para paques fsspxPrezados amigos, leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Segue a programação do Tríduo Pascal a ser realizado na semana que vem:

Quinta-feira Santa (13/04):

18:30h – Confissões

19:30h – Terço

20:00h – Missa “in coena Domini, seguida da adoração do Santíssimo até meia-noite

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Sexta-feira Santa (14/04):

14:00h – Confissões

15:00h – Via Sacra

15:30h – Solene Ação Litúrgica

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Sábado Santo (15/04):

21:30h – Confissões

22:30h – Vigília Pascal

00:00h – Missa da Vigília

(a Missa começa à 00h do Domingo, então já cumpre com o preceito dominical)

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Mais informações pelo: gespiox@yahoo.com.br

 

AJUDE-NOS, MAIS UMA VEZ!

Resultado de imagem para caridadePrezados amigos, prezados leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Vocês que acessam e gostam de nosso blog, vocês que acompanham as ações da FSSPX pelo mundo, vocês que lutam pelo Reinado Social de Nosso Senhor, vocês que sabem que a Tradição é a única solução para a restauração a Igreja… AJUDE-NOS! 

Estamos, mais uma vez, pedindo vossa ajuda nessa campanha em prol da compra de um terreno e futura construção de mais uma Capela para a Tradição e para a Santa Igreja. Sabemos que o caminho é longo e árduo, por isso, toda ajuda é importante.

CLIQUE AQUI E SAIBA COMO!

Faça um gesto nobre de caridade, por amor à Santa Igreja!!

Ad Majorem Dei Gloriam

Aproveitamos para agradecer a todos que nos ajudam ou ajudaram em algum momento nessa campanha, mesmo de forma anônima. Contem com nossas orações.

Que Nossa Senhora os conduza ao caminho da santidade.

BREVE CRÔNICA DA OCUPAÇÃO NEO-MODERNISTA NA IGREJA CATÓLICA – PARTE 5

Para ler a Primeira Parte clique aqui.

Para ler a Segunda Parte clique aqui.

Para ler a Terceira Parte clique aqui.

Para ler a Quarta Parte clique aqui.

Para ler a Sexta Parte clique aqui.

VATICANO II, PRIMEIRA SESSÃO:
O INÍCIO DA REVOLUÇÃO 

A primeira sessão do Concílio Vaticano II se abriu na manhã de 13 de outubro de 1962[1], mas os neo­modernistas tiveram todo o tempo necessário para se organizar e aproveitar a ocasião propícia.

O grupo principal da ala modernista e liberal dos Padres conciliares era constituído por bispos alemães e ingleses — evidentemente discípulos entusiastas de seus novos teólogos que os manobravam a seu gosto — com os quais logo fizeram bloco outros episcopados da Europa, e que formaram o “grupo do Reno” ou a “Aliança Europeia”, como os denominou um cronista conciliar, o Pe. Ralph Wiltgen.

O golpe de Estado dos “bispos do Reno” se fez sentir desde o início da sessão, quando foi tratada a questão preliminar da eleição dos membros das dez comissões conciliares que deviam trabalhar sobre os textos doutrinais já redigidos pela comissão central preparatória.

O episcopado “do Reno” tenta a introduzir ali o maior número possível dos seus “peritos”, no intuito de orientar os trabalhos do Concílio segundo seus próprios planos: mas para isso, era necessário fazer rejeitar pelos Padres conciliares a lista de “peritos” já preparada pelo Santo Ofício, composta de teólogos que já tinham desempenhado algum papel na redação das primeiras provas dos textos, comissão preparatória. Peritos julgados “tradicionais demais” pelos inovadores deviam ser afastados; caso fossem eleitos, o que parecia mais do que provável, a margem de manobra dos “novos teólogos” seria drasticamente reduzida, até mesmo anulada.

Um segundo problema era constituído pelos próprios textos, redigidos pela comissão preparatória, fiéis à doutrina católica da tradição, usando uma linguagem teológica escolástica e, portanto, dificilmente susceptíveis de serem manipulado pelos neo-modernistas. Continuar lendo

A LIBERDADE RELIGIOSA DO VATICANO II – PARTE 1

Resultado de imagem para marcel lefebvreDe acordo com o Vaticano II a pessoa humana teria direito em nome de sua dignidade, a não ser impedida no culto religioso, qualquer   que ele fosse, em particular ou em público, salvo se prejudicasse a tranqüilidade ou a moralidade pública193. Reconheçam que a moralidade pública do Estado “pluralista” promovida pelo Concílio não é do tipo a causar dano a esta liberdade, como também a corrupção avançada da sociedade liberal não limitaria o direito à liberdade do “concubinato” se fosse proclamado indistintamente, em nome da dignidade humana, para casais em união livre ou casados.

Assim pois, muçulmanos, rezai tranqüilamente no meio de nossas ruas cristãs, construí vossas mesquitas e minaretes junto aos campanários de nossas igrejas, a Igreja do Vaticano II vos assegura que não o podemos impedir194; o mesmo para vocês budistas e hindus…!

Em troca, nós católicos pediremos a liberdade religiosa em vossos países, em nome da liberdade que damos nos nossos… Poderemos assim defender nossos direitos religiosos ante os regimes  comunistas, em nome de um princípio declarado por uma assembléia religiosa tão solene e já reconhecida pela O.N.U. e pela maçonaria… É a declaração que me fez o Papa João Paulo II, na audiência que concedeu em 18 de novembro de 1978: “O senhor sabe, me disse, a liberdade religiosa nos foi muito útil contra o comunismo na Polônia”. Eu tinha vontade de contestar: “Muito útil pode ser como argumento  “ad  hominem”,  já  que  os  regimes  comunistas  têm   a liberdade de culto inscrita em suas constituições195, mas não como princípio doutrinal da Igreja Católica”.

I 

Liberdade Religiosa e Verdade 

Era isto ao menos, o que dizia o P. Garrigou-Lagrange:

“Nós podemos (…) fazer da liberdade de culto um argumento ‘ad hominem’ contra aqueles que, enquanto proclamam a liberdade de culto, perseguem a Igreja (Estados laicos e socializantes), ou impedem o culto direta e indiretamente (Estados comunistas, islâmicos, etc.). Este argumento ‘ad hominem’ é justo e a Igreja não o despreza, usando-o para defender eficazmente o direito de sua liberdade. Mas não se segue que a liberdade de culto, considerada em si mesma, seja sustentada pelos católicos como um princípio, porque ela é em si absurda e ímpia; com efeito, a verdade e o erro não podem ter os mesmos direitos”196. Continuar lendo

BENÇÃO DA CAPELA DA ESCOLA ST-MARTIN DE LA PLACELIÈRE (FSSPX–FRANÇA)

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

No domingo, 12 de março, o Rev. Pe. Christian Bouchacourt, superior do Distrito da França da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, abençoou solenemente a nova igreja na região de Nantes. Ele foi assistido pelo Rev. Pe. Bruno Lajoinie, diretor da escola St. Martin e pelo Revmo. Pe. Edouard Boissonnet, do Priorado Saint Louis, de Nantes, encarregado do ministério paroquial. Estavam presentes o Revmo. Pe. Bruno França, Prior decano de Nantes, Revmo Pe. Jean-Luc Raft, Prior de Gastinesem Anjou, Pe. Benoît-Joseph de Villemagne, diretor da escola St. Michael, Revmo. Pe. Denis Bedel, colaborador em Placelière, e também do Revmo  Pe. Atanásio, capelão das Pequenas Irmãs de Rafflay .

O sr. Jean-Paul Loyer, prefeito de Château-Thébaud e a sra. Jacqueline Levesque, sua assistente, também estavam presentes. Ao lado deles o Sr. Pierre-Yves Mercieca, arquiteto da capela.

O padre abençoa a capela aspergindo água benta em suas paredes. “Vamos ao tabernáculo preparado para o Senhor … Que vossos sacerdotes sejam revestidos de santidade e que vossos fiéis possam exultar de alegria.”

Os fiéis descobriram a capela, sua abóbada semicircular, painéis (forro) acastanhados. Os bancos e os confessionários são de faia e as portas de carvalho. As paredes rebocadas com cal. O altar, em mármore branco e rosa, magnificamente ornado com mosaicos que datam do início do século XX, provenientes de uma igreja já fechada.

Nesta capela abençoada, o céu visita a terra: a primeira missa, do 2º Domingo da Quaresma, o mistério da Transfiguração. ” Senhor, é bom estar aqui.”

Deus abençoe vocês e suas famílias.

Pe. Bruno Lajoinie, padre da FSSPX

CRUZADA DE ROSÁRIOS – ABRIL 2017

Prezados amigos, leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Aos que estão em oração conosco na NOVA CRUZADA DE ROSÁRIOS DA FSSPX, segue abaixo a planilha para acompanhamento em ABRIL.

AbrilOs que quiserem informar a quantidade de terços e sacrifícios oferecidos em março, podem nos enviar pelo gespiox@yahoo.com.br que repassaremos ao Priorado de São Paulo para a contabilização.

Que Nossa Senhora nos mantenha fiel na verdadeira Fé.

MISSÃO DA FSSPX NO QUÊNIA – O TRABALHO CONTINUA

Fonte: La Porte Latine

A Holy Cross Academy, no Quênia, está se tornando uma grande escola. Ela conta agora com 12 professores e 130 alunos.

Algumas fotos da Missão da FSSPX no Quênia podem ser vistas aqui.

QUEM É O SUPREMO SENHOR?

Resultado de imagem para são cristovaoRefere a lenda que no 3º século depois de Cristo, um gigante pagão, chamado Cristóvão, teve um propósito interessante: “Mostrem-me o maior senhor do mundo, só a ele quero servir!”

“O maior senhor é o rei”, responderam-lhe. Cristóvão entrou pois ao serviço do rei.

Todavia, certa vez, por ocasião de brilhante festa da corte, Cristóvão notou que o rei empalidecia,quando um dos trovadores começou a cantar o poder de Satanás.

“Este deve ser mais forte que o rei”, pensou Cristóvão consigo, e entrou a servir o demônio.

Um dia, a estrada passava diante de um crucifixo; mas o demônio começou a tremer,  os sinais de terror: não tinha coragem de passar em frente do crucifixo e retrocedeu covardemente.

“Este homem na cruz é mais forte do que Satã”, disse Cristóvão consigo mesmo. E interpelo uo eremita ajoelhado diante da imagem: “Irmão,como poderei eu servir ao Crucificado”?

“Reza!” foi a resposta.

“Rezar? Que é rezar? Não sei!”

“Então jejua!”

“Jejuar, eu? Não vês que colosso sou! Preciso comer muito”.

“Faze, pois, assim, retorquiu o ermitão. “És bastante grande; coloca-te aqui junto ao rio, e carrega nas costas, através da água, as pessoas que quiserem passar”.
Continuar lendo

VATICANO II À LUZ DA TRADIÇÃO

Resultado de imagem para marcel lefebvre“A liberdade religiosa (…) não causa nenhum prejuízo à doutrina católica…”

“Por outro lado, ao falar desta liberdade religiosa, o Santo Concílio entende por ela, o desenvolvimento da doutrina dos últimos Soberanos Pontífices sobre os direitos invioláveis da pessoa humana…”180.

Este preâmbulo que quer parecer tranqüilizador, precede a Declaração conciliar sobre a liberdade religiosa. Ela é apresentada como uma continuação da linha da Tradição. O que há de certo nisto? A questão se apresenta, como vimos, a partir do fato de que os Papas do século XIX condenaram, sob o nome de liberdade de consciência e de cultos, uma liberdade religiosa que parece irmã daquela do Vaticano II.

I 

Vaticano II e Quanta Cura 

Proposições condenadas por Pio XI em Quanta Cura

A – “A melhor condição da sociedade é aquela na qual não se reconhece o direito de reprimir com penas legais aos que violam a religião católica, salvo quando a paz pública o exige”.

B – “A liberdade de consciência e de culto é um direito próprio de todo indivíduo”.

C – “Tal direito deve ser proclamado e estar garantido em toda sociedade corretamente organizada”181.

Proposições afirmadas em Vaticano II, Dignitatis H. 

A’ – “Em matéria religiosa que ninguém seja impedido de agir segundo sua consciência, em privado ou em público, só ou associado, nos justos limites”.

B’ – “A pessoa tem o direito à liberdade religiosa. Ela consiste…” (segue em A’).

C’ – “Este direito da pessoa humana à liberdade religiosa deve ser reconhecido na ordem jurídica da sociedade como um direito civil”182. Paralelo assombroso! Sua análise183 nos leva a concluir numa contradição em suas doutrinas. O próprio Pe. Congar confessa que “Dignitatis Humanae” é contrário ao Syllabys de Pio IX: Continuar lendo

MEU FILHO, TUA MÃO ESTA CURADA

São João DamascenoConta o evangelista S. Mateus, no capitulo doze, versículo 10 a 14  que Jesus, entrando na sinagoga (casa  de orações  dos judeus), encontrou um homem  que tinha seca uma das mãos. Teve pena dele e disse-lhe “Estende a tua mão’’.Tendo-a estendido, Jesus restituiu-lha sã  como a outra.

Extraordinário milagre! Grande bondade de Jesus.

Coisa semelhante conta-se na vida de S. João Damasceno, célebre Doutor da Igreja. Esse Santo, falecido em 780, era primeiramente prefeito da cidade Damasco, na Síria. Depois abandonou tudo (pois lera no Evangelho que é muito difícil um rico ganhar o céu) e fez-se sacerdote. No tempo de imperador Leão Isauro publicou-se leis perversas contra o culto das imagens. Foi proibido venerar Nossa Senhora e os Santos. Grupos de pessoas, por ordem do imperador, andavam espedaçando todas as imagens que encontrassem. (Esses homens são chamados iconoclastas, isto é, destruidores de imagens). S. João, que sabia escrever muito bem, defendeu publicamente o culto e a veneração das imagens sagradas.

O governador de Damasco, cheio de ira, não podendo contra o zelo e o saber do Santo, mandou  prende-lo e corta-lhe mão direita. Sem essa mão não poderia mais escrever.

Que faz S. João? Devotíssimo de Nossa senhora dirige-se a uma linda imagem, levando com a esquerda a mão decepada.

Aos pés de Maria, fez a prece seguinte:

Minha boa Mãe, a Senhora sabe por que perdi a mão. Foi para defendê-la. Se a Senhora me restituir, continuarei a combater os inimigos até a morte’’.

A boníssima Mãe não esperou que repetisse o pedido.

Meu filho – disse-lhe ternamente – tua mão está curada, faze dela bom uso, conforme prometeste”.

E a mão estava unida ao antebraço, deixando apenas ver uma leve cicatriz.

Quem não vê nisso imensa bondade da Mãe de Deus e dos homens?

Como Maria Santíssima é boa! – Frei Cancio Berri C. F. M

UMA PRIMEIRA COMUNHÃO E UMA CURA

Imagem relacionadaLuís e Zélia Martin, pais de S. Teresinha, tinham uma filhinha chamada Maria, que se preparava para a primeira comunhão. Ao mesmo tempo a Irmã Maria Dositéia, tia da pequena, estava afetada de tuberculose. Um dos conselhos mais veementes que Zélia dava à filha era o de arrancar de Deus a cura da Irmã Dositéia.

 ”No dia da primeira comunhão, repetia ela a cada passo, alcança-se tudo o que se pede”.

A criança assim o entendeu. Estudou o catecismo com entusiasmo e fez uma verdadeira ofensiva de orações e sacrifícios. Estava certa do milagre, como se já o visse feito. O que ela queria, em sua ingênua teimosia, era, se fosse necessário, fazer mudar a vontade de Deus. S. José servia-lhe de advogado.

Chegou , enfim, o grande dia da primeira comunhão: 2 de julho de 1869. A pequenita ainda não completara nove anos e meio. Falando da neo-comungante, dizia a mãe:

– Oh! como ela estava bem preparada; parecia uma santinha. O Pe. Capelão disse-me que estava muito satisfeito com ela e deu-lhe o primeiro prêmio de catecismo.

Maria, após a comunhão, dizia que havia rezado tanto pela tia Dositéia que tinha a certeza de ser ouvida por Deus.

Realmente a tia começou a melhorar: as lesões pulmonares foram cicatrizando rapidamente. Mais tarde, não sem uma certa melancolia, havia de dizer à sobrinha:

– A você é que devo estes sete anos de vida.

A pequenita, por seu lado, atribuía as honras da cura a S. José, e na confirmação, quis que acrescentassem ao seu nome o de Josefina.

Tesouro de Exemplos – Pe. Francisco Alves

QUESTIONAMENTO E DIÁLOGO – MORTE DO ESPÍRITO MISSIONÁRIO

Resultado de imagem para marcel lefebvreO Questionamento 

Temos visto que o espírito católico-liberal não tem suficiente confiança na verdade. O espírito conciliar, por sua vez, perde a esperança de conseguir chegar à verdade; sem dúvida a verdade existe, mas ela passa a ser objeto de uma procura sem fim.

Veremos que isto significa que a sociedade não se pode organizar sobre a verdade, verdade que é Jesus Cristo. Em tudo isto, a palavra chave é “questionamento”, ou orientação, tendência para a verdade, procura da verdade, caminho para a verdade. Na linguagem conciliar e pós-conciliar encontra-se com abundância os termos “movimento” e “dinâmica”.

Com efeito, o Concílio Vaticano II canonizou a procura em sua Declaração sobre a liberdade religiosa: “A verdade deve ser procurada conforme o modelo próprio da pessoa humana e de sua natureza social, ou seja, por meio da livre procura…”. O Concílio  põe a procura em primeiro lugar, antes do ensino e da educação. Entretanto a realidade é outra: as convicções religiosas são impostas pela educação das crianças, e uma vez que estão fixadas nos  espíritos e manifestadas nos cultos religiosos, para que procurá-las?

Por outro lado, muito raramente a “livre procura” conseguiu alcançar a verdade religiosa e filosófica. O grande Aristóteles não está isento de erros. A filosofia do livre exame acaba em Hegel… E também, que dizer das verdades sobrenaturais? Eis o que diz São Paulo falando aos pagãos: “Como poderão crer, se não lhes fazem  prédicas? Como se poderá pregar, se não lhes enviam missões?”  (Rm 10, 15). Não é o questionamento que a Igreja deve pregar, mas  a necessidade das missões: “Ide e ensinai todas as nações” (Mt 28, 19), tal é a ordem dada por Nosso Senhor. Sem a ajuda do Magistério da Igreja, quantas almas poderão encontrar a verdade, permanecer na verdade? A livre procura é um irrealismo total, no fundo um naturalismo radical. Na prática, qual a diferença entre quem se questiona e um livre pensador?

Os Valores das outras Religiões 

O Concílio se ocupou em exaltar os valores salvíficos ou simplesmente os valores das outras religiões. Falando das religiões cristãs não católicas, o Vaticano II ensina que “mesmo que as consideremos vítimas de deficiências, elas não estão de modo algum desprovidas de significação e de valor no mistério da salvação”173. Isto é uma heresia! O único meio de salvação é a Igreja Católica. As comunidades protestantes, enquanto estão separadas da unidade da verdadeira Fé, não podem ser utilizadas pelo Espírito Santo. Ele só pode agir diretamente sobre as almas, ou usar meios (por exemplo o batismo), que em si não leva nenhum sinal de separação. Continuar lendo

A FIDELIDADE AOS PAIS

Resultado de imagem para mães e filhas modestiaConforme a vontade de Deus deve antes de tudo dedicar aos teus pais amor e fidelidade. São Jerônimo refere-se um belo exemplo desta fidelidade na vida da Santa Eustáquia, filha de Santa Paula, notável dama romana. Segundo conta, ela portou-se em tudo, como boa filha, ternamente amorosa para com a sua mãe. Amava a mãe de todo o coração e se empenhava por imitá-la em todo o bem.

Assinalavam-se, constantemente, por uma voluntária e pontual obediência, e cumpria-lhe prazerosa os menores desejos. Sempre ficava satisfeita, quando podia proporcionar-lhe alguma alegria. Seu maior gosto era permanecer em sua presença e assisti-la, com incansável dedicação e ilimitada diligência, tanto nos dias de saúde, como nos de doença, até o derradeiro momento de sua existência. Tais foram às disposições e o procedimento de uma filha verdadeiramente boa, que tu, donzela cristã, deverás ternamente imitar.

Sim, cumpre com absoluta fidelidade, os teus deveres para com teus pais que, segundo a determinação de Deus são os teus maiores benfeitores. Lembra-te, por um instante que tudo deve agradecer a teus pais. Vê quanto por ti se afadigou teu pai, no decorrer de muitos anos. Todos os dias, pela manhã, erguia-se do leito e, depois de curta oração, encaminhava-se para os duros trabalhos de sua profissão. Quantas pesadas gotas de suor derramou para satisfazer às suas obrigações! Quantas vezes sentia que as forças ameaçavam abandoná-lo, e as mãos denunciavam cansaço! Sem embargo, o pensamento em ti, o amor por ti, estimulava-o sempre a continuar o trabalho, não obstante toda a fadiga.

Enumera, se puderes, os penosos passos que deu por ti, as muitas alegrias e prazeres de que se privou para que nada te faltasse, os gastos incalculáveis que fez para que tivesses o necessário e te instruísses convenientemente. Contempla os duros calos de suas mãos, os sulcos de sua fronte, a gravidade que lhe transparece na face e em todo o ser – tudo isso te fará lembrar uma infinidade de incômodos e cuidados que teu pai suportou por tua causa. Interpela, depois tua mãe, sobre o que tem feito. Responder-te-á: Minha filha, não te posso narrar, é impossível. Horas e dias consecutivos trouxe-te em meus braços, acalentei-te ao meu coração e velei-te no berço; cumulei-te de carícias, antes que tu as pudesses compreender. Tu me fatigaste, muitas vezes; longas horas me roubaste ao repouso noturno pelo qual suspirava e do sono de que eu tanto necessitava. Sustentei a tua fraca vida, alimentei-te e tanta coisa suportei, até que pudesses falar, andar e de algum modo agir por ti mesma. E, que de cuidados eu não sentia por tua vida, quando ela de qualquer modo corria perigo! Como eu oscilava entre a angústia e a esperança, esquecendo o comer e o beber, quando alguma doença te retinha no pequeno leito.
Continuar lendo

O ESPÍRITO DO CONCÍLIO

Resultado de imagem para marcel lefebvreQuantos enganos e orientações heterodoxas poderiam ter sido evitados, se o Vaticano II tivesse sido um concílio dogmático e não um concílio que se chamou pastoral!

Quando se examina as sucessivas redações de documentos conciliares, vê-se as orientações que eles deram. Permitam-se indicar algumas:

O Sacerdócio dos Fiéis 

“Lúmen Gentium” faz distinção entre o sacerdócio comum dos fiéis e o sacerdócio ministerial dos padres (nº 10). Mas em continuação, apresenta as páginas que falam do sacerdócio em geral, confundindo os dois e fazendo do sacerdócio ministerial uma função mais ligada ao sacerdócio comum (nº 11).

Exaltação da Consciência acima da Lei 

Igualmente se diz que o homem deve se submeter à lei de Deus (Dignitatis Humanae, nº 2). Mas logo a seguir exalta-se a liberdade do homem, a consciência pessoal (nº 3), chega-se a sustentar a “objeção de consciência” (ib. nº 3) de maneira tão geral que chega a ser falsa: “o homem não deve ser constrangido a agir contra sua consciência”.

Isto está certo somente para uma consciência verdadeira  ou  para  uma  consciência  invencivelmente  errônea.  A tendência é colocar a consciência acima da lei e a subjetividade acima da ordem objetiva das coisas, quando na verdade, é evidente,  a consciência existe para conformar-se com a lei.

Definição Liberal da Verdade 

Da mesma maneira, continuamente e de um modo especial na Declaração sobre a liberdade religiosa, repete-se que não se deve forçar, que não deve haver coação (Gaudium et Spes, nº 47, Dignitatis Humanae, nº 1, 2, 3, 10). A liberdade é definida como a ausência de coação. É evidente que não há sociedade sem a coação física das penas, sem a coação moral do temor das penas que estão nas leis; em caso contrário surge a anarquia. Nosso Senhor ele mesmo não deixou de usar a coação; que coação mais forte do que a frase: “Quem não crer será condenado” (Mc 16, 16)? O inferno pesa sobre as consciências, isto é bem uma coação. Há portanto boas e saudáveis coações. Continuar lendo

QUANDO É QUE SOU DEVOTO DE NOSSA SENHORA?

Resultado de imagem para nossa senhora auxiliadoraÉ, sem dúvida, imensa a felicidade daqueles que são verdadeiros devotos da Mãe de Deus. Pois viverão

sempre felizes. Receberão todas as graças e bênçãos celestiais. E depois da morte terão o lindo Céu como recompensa.

Vejamos o que faz o devoto de Maria.

1) Antes de tudo ele procura conhecer bem a vida e as virtudes de sua Mãe. Há de ler livros que falam do poder, da grandeza e da bondade dela.  Não é possível que haja quem não conheça de perto e a fundo o extraordinário prodígio que é a Mãe de Jesus.

2) O devoto da Virgem Imaculada recorre muitas vezes a ela. Conversa familiarmente com sua Mãe como o bom filho faz com sua mãe terrena. Confia a ela suas mágoas, seus aborrecimentos, suas dúvidas e receios, na certeza sempre de que ela se interessa por ele e o ajude. Nossa Senhora gosta  de que confiemos cegamente nela e que lhe peçamos muitas graças.

3) O devoto de Maria gosta  de visitá-la nas igrejas e Santuários. Aprecia suas imagens. Faz romarias aos lugares onde atende com mais facilidade e às vezes maravilhosamente. Continuar lendo

CRIADA OFICIALMENTE A “CASA AUTÔNOMA DO BRASIL”

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Conforme anunciado anteriormente, nesse último domingo, 19/03, foi criada oficialmente a Casa Autônoma da FSSPX no Brasil.

A data foi escolhida para que essa nova etapa da Fraternidade no Brasil esteja sob o patrocínio de São José, patrono da Igreja.

Mais de 300 pessoas se apertaram no Priorado Pe. Anchieta para assistir a Missa solene cantada pelo Pe. Pablo Suárez (ecônomo da FSSPX), tendo como assistentes o Pe. Juan María de Montagut (antigo Prior do Priorado de São Paulo, agora Superior da Casa Autônoma) e o Pe. Mario Trejo (Superior do Distrito da América do Sul).

Nessa nova etapa, pelos regulamentos internos da FSSPX, haverá maior autonomia na administração dos 3 Priorados existentes no Brasil (São Paulo/SP, Santa Maria/RS e Bom Jesus do Itabapoana/RJ) que são responsáveis por 16 centros de Missa e capelas pelo Brasil, bem como na abertura de novas Missões. Hoje a Fraternidade conta com 10 padres aqui no país (inclusive 1 recém ordenado em 2016) e mais 5 seminaristas brasileiros que serão ordenados em 2017/2018 em La Reja (Arg) e que contribuirão na expansão do apostolado em nossa terra.

Após a Missa houve um almoço comemorativo em um hotel da cidade.

No final da tarde houveram também: o Canto solene das Vésperas e a Benção do Santíssimo.

Rezemos para que a FSSPX cresça no seu trabalho em favor da Igreja. Que São José e São Pio X mantenha seus incansáveis padres firmes em suas missões e que Nossa Senhora (ouvindo nossas orações – na Cruzada de Rosários pelo centenário de Fátima) dê uma proteção especial à Fraternidade.

“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

 

A MISTIFICAÇÃO DO VATICANO II

Resultado de imagem para marcel lefebvreÉ interessante encontrar um precedente ao Concílio Vaticano II, pelo menos quanto aos métodos usados por uma ativa minoria liberal, que rapidamente se transformou em maioria. A este respeito deve-se observar o Concílio Geral de Éfeso, a que o Papa São Leão I deu o nome de “A Mistificação de Éfeso”. Este concílio foi presidido por um bispo ambicioso e sem escrúpulos, Dióscoro, que com a ajuda de seus monges e dos seus soldados imperiais, exerceu uma pressão extraordinária sobre os Padres do Concílio. Foi negada a presidência aos legados do Papa, presidência que eles reclamavam; as cartas pontificais não foram lidas. Este Concílio, que não foi ecumênico, chegou a declarar ortodoxo o herege Eutiques, que sustentava o erro do monofisismo (uma única natureza em Cristo).

O Vaticano II foi igualmente uma mistificação, com a diferença de que os Papas (João XXIII e Paulo VI) apesar de estar presentes, não opuseram resistência nem ao menos à manipulação dos liberais, mas até a favoreceram. Como foi possível isto? Declarando este Concílio pastoral e não dogmático, insistindo no “aggionarmento” e no ecumenismo, estes Papas privaram a si mesmos e ao próprio Concílio da intervenção do carisma da infalibilidade, que o haveria preservado de qualquer erro.

Neste  capítulo  mostrarei  três  manobras  do  clã  liberal  durante o Concílio Vaticano II. 

Manipulação nas Comissões Conciliares 

O Pélerin Magazine de 22 de novembro de 1985 citava declarações muito esclarecedoras do Cardeal Liénart ao repórter Claude  Beaufort, em 1972, sobre a primeira congregação Geral do Concílio. Cito “in extenso” este artigo intitulado “O Cardeal Liénart: O Concílio, a Apoteose de Minha Vida”. Apenas acrescentarei minhas observações167.

“Dia 13 de outubro de 1962: o Concílio Vaticano II tem sua primeira sessão de trabalho. A ordem do dia prevê que a Assembléia designe os membros das Comissões  especializadas, chamadas para ajudá-la em sua tarefa. Mas os 2300 padres reunidos na imensa nave de São Pedro mal se conheciam. Podem eleger assim equipes competentes? A Cúria resolve a dificuldade: distribui juntamente com as cédulas de votação as listas das comissões preparatórias, que haviam sido constituídas por ela. É evidente o convite para manter as mesmas equipes…”. Continuar lendo

ATENÇÃO – TRÍDUO PASCAL (FSSPX) EM RIBEIRÃO PRETO

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Prezados amigos, leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

É com grande alegria que anunciamos os horários do Tríduo Pascal no rito tridentino, em Ribeirão.

Publicamos com certa antecedência para que os interessados possam se programar para presenciar as belíssimas cerimônias que teremos. Segue….

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Quinta-feira Santa (13/04):

18:30h – Confissões

19:30h – Terço

20:00h – Missa “in coena Domini, seguida da adoração do Santíssimo até meia-noite

Sexta-feira Santa (14/04):

14:00h – Confissões

15:00h – Via Sacra

15:30h – Solene Ação Litúrgica

Sábado Santo (15/04):

21:30h – Confissões

22:30h – Vigília Pascal

00:00h – Missa da Vigília

(a Missa começa à 00h do Domingo, então já cumpre com o preceito dominical)

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 Mais informações pelo: gespiox@yahoo.com.br

 

NOVENA A SÃO JOSÉ – NONO DIA


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José, Padroeiro dos Moribundos

Ditoso São José que, morrendo nos braços de Jesus e Maria, partistes deste mundo ornado de  virtudes e enriquecido de méritos: Assisti-me na hora suprema e decisiva da minha vida contra os ataques do poder infernal. Obtende-me a graça de morrer confortado com os santos Sacramentos, necessários para a minha salvação. Tendo compaixão de todos os agonizantes, alcançando-lhes a graça da salvação por intermédio de Maria, vossa Santíssima Esposa. Amém.

Rogai por nós, São José, Padroeiro dos Moribundos
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

OREMOS! Ó Deus que por uma inefável Providência Vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo de vossa Mãe Santíssima: concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como Protetor, mereçamos tê-lo no céu por nosso Intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.

† Reza-se um terço

Pode acrescentar-se todos os dias:

ORAÇÃO: Glorioso São José, que fostes exaltado pelo Eterno Pai, obedecido pelo Verbo Encarnado, favorecido pelo Espírito Santo e amado pela Virgem Maria: louvo e bendigo a Santíssima Trindade pelos privilégios e méritos com que vos enriqueceu. Sois poderosíssimo e jamais se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a vós e fosse por vós desamparado. Sois o Consolador dos aflitos, o amparo dos míseros e o advogado dos pecadores. Acolhei, pois, com bondade paternal a quem vos invoca com filial confiança e alcançai-me as graças que vos peço nesta Novena ……… Eu vos escolho por meu especial Protetor. Sêde, depois de Jesus e Maria, minha consolação nesta terra, meu refugio nas desgraças, meu guia nas incertezas, meu conforto nas tribulações, meu pai solícito em todas as necessidades. Obtende-me finalmente como coroa dos vossos favores, uma boa e santa morte na graça de Nosso Senhor . Assim seja.

A SUBVERSÃO DA IGREJA OPERADA POR UM CONCÍLIO

Resultado de imagem para marcel lefebvreUm grande iluminado, o cônego Roca, viu há mais de um século os detalhes da tentativa de subversão da Igreja e do Papado projetada pela seita maçônica. Mons. Rudolf Graber em seu livro “Atanásio”, cita as obras de Roca (1830-1893), sacerdote em 1858, cônego honorário em 1869. Excomungado mais tarde, pregou a revolução e anunciou o advento da sinarquia. Fala a miúdo, em seus escritos, de uma “Igreja novamente iluminada”, que estaria influenciada pelo socialismo de Jesus e seus Apóstolos. “A nova Igreja, diz ele, que certamente não poderá guardar nada do ensino e da forma primitiva da antiga Igreja, receberá entretanto a benção e a jurisdição canônica de Roma”. Roca anuncia também a reforma litúrgica: “O culto  divino tal como rege a liturgia, o cerimonial, o ritual, as prescrições da Igreja romana, sofrerão uma transformação após um concílio ecumênico (…) que lhe devolverá a simplicidade respeitável da idade de ouro apostólica, segundo o novo estado da consciência da civilização moderna”.

Roca especifica os frutos deste concílio: “sairá dele algo que encherá o mundo de estupor e o porá de joelhos ante seu Redentor: a demonstração do perfeito acordo entre o idealismo da civilização moderna e o idealismo de Cristo e de seu Evangelho. Será a consagração da Nova Ordem Social e o solene  batismo  da civilização moderna”.

Ou seja: todos os valores dessa cultura liberal, serão reconhecidos e canonizados logo após o concílio em questão.

Vejam também o que Roca escreve sobre o Papa: “Prepara-se um sacrifício que apresentará uma penitência solene (…) O Papado cairá, morrerá sob o punhal sagrado forjado pelos Padres do último concílio. O César pontifical é a hóstia preparada para o sacrifício”. Devemos acreditar que tudo isto está para chegar, a não ser que Nosso Senhor o impeça! Por fim Roca fala dos novos sacerdotes que aparecerão, chamando-os de “progressistas”; fala da supressão da batina, do casamento de sacerdotes… muitas outras profecias! Notem como Roca viu bem o papel determinante para a subversão da Igreja, de um último concílio ecumênico.

Mas não foram somente os inimigos da Igreja que assinalaram os transtornos que traria consigo um concílio ecumênico reunido em uma época em que as idéias liberais já haviam penetrado profundamente na Igreja.
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NOVENA A SÃO JOSÉ – OITAVO DIA

IMG-20190317-WA0017José, Esperança dos Enfermos

Compassivo São José, esperança dos doentes e necessitados: valei-me em todas as enfermidades e tribulações alcançando-me plena conformidade com os admiráveis desígnios de Deus. Obtende-me também, para mim e para todos pelos quais rezo nesta Novena, a cura das enfermidades espirituais que são as paixões desordenadas, fraquezas, faltas e pecados e protegei-nos contra as tentações do inimigo da nossa salvação, amém.

Rogai por nós, São José, Esperança dos Enfermos; 
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

OREMOS! Ó Deus que por uma inefável Providência Vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo de vossa Mãe Santíssima: concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como Protetor, mereçamos tê-lo no céu por nosso Intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.

† Reza-se um terço

Pode acrescentar-se todos os dias:

ORAÇÃO: Glorioso São José, que fostes exaltado pelo Eterno Pai, obedecido pelo Verbo Encarnado, favorecido pelo Espírito Santo e amado pela Virgem Maria: Louvo e bendigo a Santíssima Trindade pelos privilégios e méritos com que vos enriqueceu. Sois poderosíssimo e jamais se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a vós e fosse por vós desamparado. Sois o Consolador dos aflitos, o amparo dos míseros e o advogado dos pecadores. Acolhei, pois, com bondade paternal a quem vos invoca com filial confiança e alcançai-me as graças que vos peço nesta Novena ……… Eu vos escolho por meu especial Protetor. Sêde, depois de Jesus e Maria, minha consolação nesta terra, meu refugio nas desgraças, meu guia nas incertezas, meu conforto nas tribulações, meu pai solícito em todas as necessidades. Obtende-me finalmente como coroa dos vossos favores, uma boa e santa morte na graça de Nosso Senhor . Assim seja.

ROSÁRIO DE REPARAÇÃO NA PRAÇA DE SÃO PEDRO

Fonte: FSSPX Itália – Tradução: Dominus Est

Um grande grupo de fiéis (cerca de oitenta), liderado pela Milizia dell’Immacolata e acompanhado por alguns sacerdotes do Priorado de Albano Laziale (Lazio-Italia), se reuniram na Praça de São Pedro na segunda-feira à tarde para um ato de profissão pública de fé.

Pouco antes havia sido realizada, de fato, a cerimônia do “Vésperas” anglicanas na basílica central do cristianismo, com a aprovação da hierarquia vaticana. Este ato, certamente não é o primeiro de molde ecumênico nesses últimos cinquenta anos, mas que teve o triste privilégio de tido lugar na Basílica do Príncipe dos Apóstolos, despertou a justa indignação de muitos fiéis que procuraram expressar seu desacordo com uma oração de reparação: o encontro foi, portanto, marcado para as 16h na capela da via Urbana, em Roma, para a missa “Ad Tollendum Schisma” e em seguida, partiram para a Via della Conciliazione para a recitação pública do Rosário.

Depois de alguma discussão com a polícia, que parecia não querer permitir a realização das orações muito perto da basílica, o grupo se manteve firme em seu lugar, no topo da Via della Conciliazione, e, guiado por sacerdotes, de joelhos na calçada e voltados para a basílica vaticana, recitaram o santo Rosário e a ladainha de Nossa Senhora.

O grupo, em seguida, moveu-se, conforme os pedidos da polícia, para o Castel Sant’Angelo para entoarem algumas canções marianas e distribuir panfletos à população, a fim de explicar o alcance desse gesto ecumênico e o significado da oração de reparação.

Após este belo testemunho de fé, tudo terminou de forma organizada por volta das 19h. Que o Senhor dê cada vez mais força aos católicos para resistir às tendências ecumênicas e coragem de expressar abertamente sua fé!

NOVENA A SÃO JOSÉ – SÉTIMO DIA

protetorJosé, Protetor da Santa Igreja

Glorioso Patriarca São José, Protetor e Padroeiro da Igreja Universal: obtende-me a graça de amar a Igreja como Mãe e de a honrar como verdadeiro discípulo de Cristo. Rogo-vos que veleis sobre o Seu Corpo Místico, como outrora velastes sobre Jesus e Maria. Protegei o Santo Padre e os Bispos, os Sacerdotes e os Religiosos. Alcançai-lhes santidade de vida e eficácia no apostolado. Guardai a inocência da infância, a castidade da juventude, a honestidade do lar, o ordem e paz da sociedade. Amém.

Rogai por nós, São José, Protetor da Santa Igreja; 
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

OREMOS! Ó Deus que por uma inefável Providência Vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo de vossa Mãe Santíssima: concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como Protetor, mereçamos tê-lo no céu por nosso Intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.

† Reza-se um terço

Pode acrescentar-se todos os dias:

ORAÇÃO: Glorioso São José, que fostes exaltado pelo Eterno Pai, obedecido pelo Verbo Encarnado, favorecido pelo Espírito Santo e amado pela Virgem Maria: Louvo e bendigo a Santíssima Trindade pelos privilégios e méritos com que vos enriqueceu. Sois poderosíssimo e jamais se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a vós e fosse por vós desamparado. Sois o Consolador dos aflitos, o amparo dos míseros e o advogado dos pecadores. Acolhei, pois, com bondade paternal a quem vos invoca com filial confiança e alcançai-me as graças que vos peço nesta Novena ……… Eu vos escolho por meu especial Protetor. Sêde, depois de Jesus e Maria, minha consolação nesta terra, meu refugio nas desgraças, meu guia nas incertezas, meu conforto nas tribulações, meu pai solícito em todas as necessidades. Obtende-me finalmente como coroa dos vossos favores, uma boa e santa morte na graça de Nosso Senhor . Assim seja.

NOVENA A SÃO JOSÉ – SEXTO DIA

OperarioJosé, Modelo dos Operários

Humilde São José, que, vivendo em pobreza, dignificastes a vossa profissão pelo trabalho constante e vos sentistes feliz em servir a Jesus e Maria com o fruto de vossos suores: alcançai-me amor ao trabalho, que me foi imposto como dever de estado, procurando cumprir nisto sempre a vontade de Deus. Protegei os lares dos operários do Brasil contra as influências nefastas dos inimigos de Cristo e da Santa Igreja. Obtende-lhes a graça de santificarem o seu trabalho pela reta intenção em tudo conformados com os desígnios da Divina Providência. Amém.

Rogai por nós, São José, Modelo dos Operários;
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

OREMOS! Ó Deus que por uma inefável Providência Vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo de vossa Mãe Santíssima: concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como Protetor, mereçamos tê-lo no céu por nosso Intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.

† Reza-se um terço

Pode acrescentar-se todos os dias:

ORAÇÃO: Glorioso São José, que fostes exaltado pelo Eterno Pai, obedecido pelo Verbo Encarnado, favorecido pelo Espírito Santo e amado pela Virgem Maria: Louvo e bendigo a Santíssima Trindade pelos privilégios e méritos com que vos enriqueceu. Sois poderosíssimo e jamais se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a vós e fosse por vós desamparado. Sois o Consolador dos aflitos, o amparo dos míseros e o advogado dos pecadores. Acolhei, pois, com bondade paternal a quem vos invoca com filial confiança e alcançai-me as graças que vos peço nesta Novena ……… Eu vos escolho por meu especial Protetor. Sêde, depois de Jesus e Maria, minha consolação nesta terra, meu refugio nas desgraças, meu guia nas incertezas, meu conforto nas tribulações, meu pai solícito em todas as necessidades. Obtende-me finalmente como coroa dos vossos favores, uma boa e santa morte na graça de Nosso Senhor . Assim seja.

OS PAPAS DENUNCIAM A CONSPIRAÇÃO DA SEITA

Resultado de imagem para marcel lefebvreA trama da seita liberal contra a Igreja consistia em atacá-la utilizando sua própria hierarquia, pervertendo-a até ao seu mais alto posto, como lhes mostrei no capítulo precedente.

Mas os Papas, com a clarividência de seu cargo e as luzes que Deus lhes deu, viram e denunciaram claramente este programa.

Leão XIII (1878-1903) pressentiu este “subversio capitis”, esta subversão do chefe e a descreveu com todos os detalhes, em toda a sua crueza, escrevendo o pequeno exorcismo contra Satanás e os espíritos malignos. Eis o techo em questão, que figura na versão original mas foi suprimido nas versões posteriores por não sei qual sucessor de Leão XIII, provavelmente por considerá-lo impossível, impensável, impronunciável… Pelo contrário, após cem anos de sua composição, este trecho nos parece cheio de uma verdade candente:

“Eis que astutos inimigos encheram de amargura a Igreja, Esposa do Cordeiro Imaculado, deram-lhe absinto para beber e puseram suas mãos ímpias sobre tudo o que há nEla de mais precioso. Onde a Sede do bem-aventurado Pedro e a Cátedra da Verdade haviam sido estabelecidas como luz para as  nações, eles erigiram o trono da abominação da sua impiedade, para que uma vez golpeado o pastor possam dispersar o rebanho”.

Como isto é possível? me perguntarão. Asseguro-lhes que não sei, mas isto ocorre cada vez mais, dia após dia. Isto nos causa uma grande angústia, nos sugere uma pergunta dolorosa: quais são então estes Papas que toleram a autodemolição que contribuem para ela? Em seu tempo, São Paulo já dizia: “já se está realizando o mistério da iniqüidade” (2 Ts 2, 7). O que diria ele hoje?

Por sua parte São Pio X (1903-1914) confessará a angústia de que era possuído ante os progressos alcançados pela seita no interior mesmo da Igreja. Em sua primeira Encíclica “E Supremi Apostolatus” de 4 de outubro de 1903, expressa seu temor de que o tempo da apostasia que entrava na Igreja, fosse o tempo do Anti- Cristo, falsificação de Cristo, usurpador de Cristo. Eis abaixo  o texto:
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NOVENA A SÃO JOSÉ – QUINTO DIA

saojose2José, Espelho de Paciência

Bondoso São José que suportastes com heróica paciência as provações e adversidades na viagem a Belém, na fuga para o Egito e durante a vida oculta em Nazaré e me destes o exemplo de admirável conformidade com a vontade de Deus: obtende-me a virtude da paciência nas dificuldades de cada dia. Alcançai também invencível paciência a todos que suportam pesadas cruzes, a fim de que se unam sempre mais a Jesus, divino modelo de mansidão e paciência Amém.

Rogai por nós São José, Espelho de Paciência:
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

OREMOS! Ó Deus que por uma inefável Providência Vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo de vossa Mãe Santíssima: concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como Protetor, mereçamos tê-lo no céu por nosso Intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.

† Reza-se um terço

Pode acrescentar-se todos os dias:

ORAÇÃO: Glorioso São José, que fostes exaltado pelo Eterno Pai, obedecido pelo Verbo Encarnado, favorecido pelo Espírito Santo e amado pela Virgem Maria: Louvo e bendigo a Santíssima Trindade pelos privilégios e méritos com que vos enriqueceu. Sois poderosíssimo e jamais se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a vós e fosse por vós desamparado. Sois o Consolador dos aflitos, o amparo dos míseros e o advogado dos pecadores. Acolhei, pois, com bondade paternal a quem vos invoca com filial confiança e alcançai-me as graças que vos peço nesta Novena ……… Eu vos escolho por meu especial Protetor. Sêde, depois de Jesus e Maria, minha consolação nesta terra, meu refugio nas desgraças, meu guia nas incertezas, meu conforto nas tribulações, meu pai solícito em todas as necessidades. Obtende-me finalmente como coroa dos vossos favores, uma boa e santa morte na graça de Nosso Senhor . Assim seja.