ORDENAÇÕES SACERDOTAIS E DIACONAIS NO SEMINÁRIO SÃO PIO X – ÉCÔNE – 2022

Na festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, 29 de junho de 2022, no Seminário São Pio X de Ecône, D. Alfonso de Galarreta ordena 8 novos sacerdotes para a Fraternidade Sacerdotal São Pio X (1 inglês, 6 franceses e 1 suíço) e 5 novos diáconos (1 canadense, 2 franceses e 2 suíços)

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A FSSPX conta atualmente com (alguns números aproximados):

  • 3 Bispos
  • 693 sacerdotes
  • 137 Irmãos
  • 200 Irmãs em 28 casas [“Relacionadas” à FSSPX: 183 professas e 14 noviças]. As freiras ajudam em 15 escolas e administram outras 4. Estão presentes também em muitos Priorados e em duas residências para idosos em Brémien Notre-Dame, na França, e na Maison Saint-Joseph, na Alemanha.
  • 19 Irmãs Missionárias do Quênia
  • 80 Oblatas
  • 250 Seminaristas e 80 pré-seminaristas

Está presente em 37 países e visita regularmente outros 35.

Mantém:

  • 1 Casa Geral
  • 14 Distritos e 5 Casas Autônomas
  • 4 Conventos Carmelitas
  • 6 Seminários
  • 167 priorados
  • 772 centros de missa
  • Mais de 100 escolas (do Ensino Básico ao Médio),
  • 2 universidades
  • 7 casas de repouso para idosos
  • Numerosas Ordens Latinas e Orientais tradicionais amigas em todo o mundo

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Nota do blog: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

ABORTO, O GRITO SILENCIOSO

OS PECADOS QUE CLAMAM VINGANÇA AO CÉU

A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO – CRIME QUE CLAMA VINGANÇA AO CÉU

HOMEM DESDE O MOMENTO DA CONCEPÇÃO

ABORTO E CONTRACEPÇÃO – VÍDEOS DA FSSPX PORTUGAL

SOBRE O QUINTO MANDAMENTO, ABORTO E PENA DE MORTE

SACERDOTE: DEPOIS DE SER ABUSADA, MINHA MÃE NÃO ABORTOU, PERDOEI E CONFESSEI O MEU PAI

ELE FOI CONCEBIDO EM UM ESTUPRO E HOJE É UM SACERDOTE

DOCUMENTOS/TESES/CONFERÊNCIAS SOBRE AS FALÁCIAS DO ABORTO – PARA DOWNLOAD

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PARA MAIS NOTÍCIAS E TEXTOS DE NOSSO BLOG SOBRE O ABORTO, CLIQUE AQUI.

O SEMINÁRIO SANTO TOMÁS DE AQUINO – FSSPX – EUA

Um pequeno vídeo sobre o Seminário Santo Tomás de Aquino – um dos 5 Seminários da FSSPX pelo mundo – localizado em Dillwyn, Estados Unidos, que recebe os vocacionados de língua inglesa.

O vídeo original pode ser visto clicando aqui

Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

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Festa do Sagrado Coração de Jesus

O Sagrado Coração de Jesus

O Sagrado Coração de Jesus – pelo Pe. Pe. Patrick de La Rocque, FSSPX

As promessas do Sagrado Coração De Jesus

Ladainha do Sagrado Coração de Jesus

Exortação à prática mais pura e mais extensa do culto ao Sagrado Coração de Jesus

Nascimento e desenvolvimento progressivo do culto ao Sagrado Coração de Jesus

Participação ativa e profunda que teve o Sagrado Coração de Jesus na missão salvadora do Redentor

Legitimidade do Culto ao Santíssimo Coração de Jesus segundo a doutrina do Novo Testamento e da Tradição

Fundamentos e prefigurações do culto ao Sagrado Coração de Jesus no Antigo Testamento

METEU DUAS BALAS NA CABEÇA

Resultado de imagem para extrema unçãoUm senhor aborrecido com todos e com tudo pegou num revólver – escreve o Padre M. Blot – e meteu duas balas na própria cabeça, para dar cabo de si. Não obstante, não morreu logo.

Chamado o Sacerdote, pôde confessa-lo e dar-lhe a extrema-unção.

Estava o Padre a pensar na imensa bondade de Deus e na grande sorte do suicida, quando este, entreabrindo com as mãos a temer a camisa, mostrou o escapulário, que nunca abandonara, e disse com voz moribunda:

“Eu rezei tanto a Maria, quando era pequeno que ela se compadeceu de mim hoje”.

Como Maria Santíssima é boa! – Frei Cancio Berri

O SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – PELO PE. PATRICK DE LA ROCQUE, FSSPX

Neste mês que Lhe é dedicado, eis o Coração divino, para sempre aberto, eis a chaga que o Ressuscitado quis guardar e nos mostrar.

Fonte: Lou Pescadou nº 222 – Tradução: Dominus Est

Quando, em 27 de dezembro de 1673, Nosso Senhor manifestou o Seu Sagrado Coração a Santa Margarida-Maria Alacoque na capela de Paray-le-Monial, Ele o fez sob características muito específicas e doravante notórias. A coroa de espinhos o cobria, a cruz o sobrepunha, a ferida em seu lado estava aberta. Tudo isso parecia como um trono de chamas. E Nosso Senhor acrescentou que onde quer que esta imagem fosse exposta para ser honrada, Ele espalharia suas graças e suas bênçãos. Honrar essa imagem requer uma compreensão do seu significado, que é tão revelador.

A primeira característica apresentada, embora que exterior ao Sagrado Coração, é a coroa de espinhos. Estes espinhos, símbolos da maldição herdada do pecado original (cf. Gn 3, 17-18), manifestam quanto Nosso Senhor se encarnou para se tornar maldição por nós (Gl 3, 13), ou seja, para tomar sobre si as nossas culpas, a fim de expiá-las Nele. Honrar o Sagrado Coração requer, portanto, em primeiro lugar, como Madalena, a penitente, entregar-Lhe os nossos pecados, desapegar-nos deles aos Seus pés, cheios de arrependimento e confusão. “Dá-me os teus pecados“, implorou Nosso Senhor a São Jerônimo…

Tal perspectiva dificilmente assustava a pequena Teresa de Lisieux: “Como é que, quando se lança as próprias faltas, com confiança filial, no fogo do Amor, elas não podem ser consumidas sem um retorno?” E esse é, de fato, a característica mais marcante do Sagrado Coração de Jesus: uma chama de amor! Oprimido, abraçado pelos nossos pecados até a agonia, brota dela não uma justiça vingativa, mas a sua mais bela jóia, o último segredo que Nele habita: um amor infinito, ao mesmo tempo de justiça para o seu Pai e de misericórdia para nós. Eis o significado das chamas e da cruz que aí se encontram. Oferecendo a seu Pai toda a piedade filial que lhe havíamos ultrajantemente negado, vivendo esta obediência de amor infinito até a morte, Jesus destrói a acta de nossa condenação (Col 2, 14), merecendo-nos um perdão divino sem qualquer outro limite que não seja o da nossa verdadeira contrição. Continuar lendo

PELA HONRA DA IGREJA

Palestra pronunciada em Viena, 29 de Setembro de 1975. Apesar da data, traz muitas luzes sobre nossa atitude, hoje, diante da crise da Igreja e sobre suas causas que procedem do espírito liberal, condenado pela Igreja.

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É a primeira vez que estou na Áustria diante de um número tão grande de católicos. Estive antes em vosso país, mas só com poucas pessoas e com pequenos grupos. Desta vez encontro-me diante de uma assembléia numerosa e sinto-me muito feliz porque entendo, todos entendemos, que aqui viemos com o desejo de compreender melhor a crise da Igreja, de melhor avaliá-la, a fim de buscar-lhe os remédios e trabalharmos todos juntos para o bem da Igreja. 

A Crise da Igreja

Creio que não é por outro motivo que estais aqui, mas para medir de maneira mais exata a amplidão da crise que nos causa tanta dor e nos perturba interiormente. Desejaríamos muito que a Igreja estivesse florescente, que não houvesse divisões em seu seio e sim uma unidade perfeita como antes. Como seríamos felizes não tendo problemas e vendo a Igreja crescer cada vez mais. Pessoalmente, pude assistir ao crescimento da Igreja de uma maneira absolutamente admirável na África. Com efeito, quando fui Delegado Apostólico, entre 1948 e 1959, tive ocasião de visitar todos os países africanos. Durante esses onze anos, atravessei toda a África, visitando as dioceses em nome do Santo Padre a quem ia logo dar conta de minhas visitas. Era para mim maravilhoso ver o crescimento da Igreja. O que se terá passado em nossa Igreja para que, imediatamente depois de ter estado em plenas ascensão, em pleno crescimento, se encontre agora diante de uma tal crise? Atualmente, tenho tido ocasião de visitar todos os países da Europa e América do Sul, bem como os Estados Unidos e a Austrália. De todos os lados, em todos os contatos que tive, os ecos são os mesmos: a Igreja está dividida, os católicos estão inquietos, os sacerdotes já não sabem o que pensar da situação. Os próprios bispos comprovam essas dificuldades em suas dioceses: paróquias divididas, dioceses divididas, faltas de vocações, seminários vazios, congregações religiosas que não atraem mais os jovens. Tudo isso traz à Igreja uma angústia verdadeiramente profunda em todo o mundo, e até em Roma sentimos os mesmos ecos. Quando se tem ocasião de encontrar cardeais, personalidades, há sempre a mesma inquietação, cada um se pergunta quando, por fim, terminará essa crise e o que se pode fazer para dar-lhe fim. Há, pois, um problema que se apresenta — digamos francamente — depois do Concílio.

Sem dúvida, já havia antecedentes dessa crise desde muito tempo antes do Concílio. Antes de tudo, o pecado original seguido de todas as suas conseqüências. Mas, de qualquer maneira, ocorreu nesse momento um acontecimento que provocou na Igreja um impacto — uma crise verdadeiramente dolorosa. Continuar lendo

ORDENAÇÕES SACERDOTAIS E DIACONAIS NO SEMINÁRIO SANTO TOMÁS DE AQUINO (EUA) – 2022

D. Tissier eleva ao Sacerdócio 6 seminaristas: 

  • Jeffrey Tuttle – americano
  • Luke Washicko – americano
  • Joseph Skees – americano
  • Stephen Sheahan – americano
  • Cormack McCall – americano
  • Jorge Cruz-Alcántar – mexicano

E ao diaconato, 2 seminaristas:

  • Joseph Budds – irlandês
  • Gregory Pfeiffer – americano

Clique aqui e acompanhe a cerimônia em inglês e latim

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A FSSPX conta atualmente com (alguns números aproximados):

  • 3 Bispos
  • 693 sacerdotes
  • 137 Irmãos
  • 200 Irmãs em 28 casas [“Relacionadas” à FSSPX: 183 professas e 14 noviças]. As freiras ajudam em 15 escolas e administram outras 4. Estão presentes também em muitos priorados e em duas residências para idosos em Brémien Notre-Dame, na França, e na Maison Saint-Joseph, na Alemanha.
  • 19 Irmãs Missionárias do Quênia
  • 80 Oblatas
  • 250 Seminaristas e 80 pré-seminaristas

Está presente em 37 países e visita regularmente outros 35.

Mantém:

  • 1 Casa Geral
  • 14 Distritos e 5 Casas Autônomas
  • 4 Conventos Carmelitas
  • 6 Seminários
  • 167 priorados
  • 772 centros de missa
  • Mais de 100 escolas (do Ensino Básico ao Médio),
  • 2 universidades
  • 7 casas de repouso para idosos
  • Numerosas Ordens Latinas e Orientais tradicionais amigas em todo o mundo

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Nota do blog: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

SOLENIDADE DE CORPUS CHRISTI

Clique aqui e ouça o belíssimo ofício Adoro Te Devote, composto por Santo Tomás de Aquino a pedido do Papa Urbano IV, no século XIII, por ocasião da promulgação da Festa de Corpus Christi através da Bula “Transiturus de hoc mundo”.

Jesus Cristo habita conosco no Santíssimo Sacramento?

Ó sagrado convite em que se recebe a Cristo:
renova-se a memória de sua Paixão;
a alma se plenifica de graça,
e nos é dado um penhor da glória futura.

Fonte: Hojitas de Fe, 200, Seminário Nossa Senhora Corredentora, FSSPX
Tradução: 
Dominus Est

Nas Vésperas da festa de Corpus Christi cantamos esta linda antífona, escrita (como todo o Ofício do Santíssimo Sacramento) por Santo Tomás de Aquino, e carregada de significado teológico.

Com efeito, Santo Tomás nos ensina na Suma Teológica (III, 60, 3) que todo sacramento, especialmente o da Eucaristia, é um sinal sensível que significa a nossa santificação, na qual podemos considerar três coisas: 1º a própria causa da santificação, que é a Paixão de Cristo; 2º sua essência mesma, que é a graça; 3º seu fim último, que é a vida eterna.

E assim, a Sagrada Eucaristia é um sinal rememorativo da Paixão de Cristo; um sinal demonstrativo do que se realiza em nossas almas pela Paixão de Cristo, a saber, a graça; e um sinal prenunciativo da glória futura. Consideremos, pois, cada um desses três pontos.

1º A Sagrada Eucaristia – sinal rememorativo da Paixão de Cristo

Esta é uma das verdades fundamentais que se nos quer fazer esquecer hoje, quando nos apresentam a Sagrada Eucaristia somente sob o aspecto da comunhão ou de ceia. No entanto, a Sagrada Eucaristia deve ser apreciada e considerada também sob outro aspecto, mais importante, que é o de sacrifício. A Sagrada Eucaristia não é tão somente uma comunhão com o Corpo e Sangue de Cristo; é, antes de tudo, a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário. Ambos os aspectos são inseparáveis. Sem Sacrifício não haveria Sacramento: uma vez que Cristo faz-se presente sob as espécies de pão e vinho para ser imolado. Da mesma forma, sem Sacramento não há Sacrifício: porque, para que haja sacrifício, é necessária a presença da Vítima e porque a integridade do Sacrifício exige a comunhão com a Vítima sob o aspecto de Sacramento.

E para nos mostrar de maneira sensível a íntima união entre os dois aspectos, a Igreja sempre manteve juntos o sacrário e o altar. Desgraçadamente, por quase cinquenta anos agora, nas igrejas passou-se a separar o tabernáculo do altar; o Santíssimo, que anteriormente tinha seu trono solene no meio da igreja, no centro, onde todos os olhos imediatamente o viam, foi relegado para o lado, às vezes para um canto, quando não há que se voltar para tentar localizar a lâmpada que indica sua presença. Querem fazer-nos esquecer que a Eucaristia é, em primeiro lugar, sacrifício. Qual é a triste consequência disso? Uma vez destruída a noção católica da Missa, uma vez perdida a ideia de sacrifício, acaba mesmo por perder-se a noção de presença real. Já não se crê na presença eucarística; reduziu-se a uma simples presença espiritual, uma simples memória… Continuar lendo

O HOMEM É UM ANIMAL POLÍTICO

Enluminure du XVe s. ornant une traduction française de la Cité de Dieu de saint Augustin, réalisée sur les instructions de Robert Gaguin, général de l'ordre des trinitaires († 1501) par Maitre François. Source : BNF - Cette partie inférieure représente la cité terrestre où sont mêlés les sept péchés capitaux et les vertus contraires : orgueil & humilité, luxure & chasteté, gourmandise & sobriété, avarice & libéralité, paresse & diligence, colère (ire) & patience, envie & miséricorde

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Caros amigos e benfeitores,

O homem é um animal político.

Esta frase de Aristóteles, que Santo Tomás de Aquino repete frequentemente, significa que o ser humano não é, de modo algum, um átomo isolado, uma “mônada” que não tem qualquer relação com ninguém. Pelo contrário, o homem só existe dentro de um campo de relações humanas que o constituem e lhe permitem evoluir, progredir.

Na linha de frente dessas relações constitutivas de um ser humano estão, obviamente, seus pais, sem os quais ele simplesmente não existiria, mas também sem os quais não seria alimentado, vestido, cuidado, tratado, ensinado, educado, protegido, etc. Sobre o pequeno ser que acaba de nascer, mas que morreria rapidamente se fosse entregue à sua sorte, se debruçam boas fadas auxiliadoras, que constituem a sociedade familiar.

Contudo, os bens úteis e necessários ao ser humano são tão numerosos e variados que a sociedade familiar, por mais útil que seja, não é suficiente para fornecê-los à criança de modo certo e regular. Entre alimentação, vestuário, cuidados médicos, linguagem, aprendizado da vida, confecção de utensílios, habitação, o parentesco, mesmo estendido aos antepassados, tios e tias, primos, muitas vezes será incapaz de fornecer ao pequeno tudo o que ele precisa. E é por isso que as famílias são auxiliadas em suas tarefas por diversas estruturas, como o comércio, empresas, associações, etc. Continuar lendo