…que em todos os dias do ano se espelham “na Mulher” abaixo e A tem como exemplo de conduta de vida, nossos sinceros votos de crescimento espiritual e santificação.
Assim, parabenizamos a vocês, mulheres católicas, que no seu dia a dia (todos os dias do ano), como filhas de Nossa Senhora:
- Buscam incansavelmente sua santificação e a santificação de sua família;
- Que não se importam com comemorações liberais e pagãs;
- Não se deixam levar por ideologias feministas, esquerdistas e pela moda reinante;
- Que não querem essa “liberdade” anti-cristã para si e para suas filhas;
- Que não querem outro espaço a conquistar que não seja o coração do marido;
- Que sabem, como católicas, que homens e mulheres não são iguais em direitos e deveres;
- Que sabem, como solteiras, de seus direitos e deveres para com seu estado;
- Que sabem, como casadas, que não tem os mesmos direitos e deveres de seus maridos (e conhecem seus direitos e deveres para com o marido);
- Que sabem, como viúvas, de seus direitos e deveres para com seu estado;
Parabenizamos a vocês, mulheres católicas, que todos os dias, como filhas de Nossa Senhora:
- São virtuosas;
- São humildes;
- São generosas;
- São amáveis;
- São fiéis;
- São exemplo de caridade;
- São benevolentes;
- São exemplo de modéstia e pudor;
- Aceitam santamente o sofrimento;
- Aceitam com paciência todos os filhos que Deus envia;
- Se entregam à Providência;
- Que não colocam os bens materiais acima dos bens espirituais;
- Sabem o que é o verdadeiro amor cristão para com sua família e ao próximo;
- Concedem uma educação sobrenatural a seus filhos;
- São “o sol” de sua casa, iluminando e irradiando alegria, ternura, carinho e amor cristão aos filhos e ao marido;
Façamos hoje pequenos atos de desagravo ao Coração Imaculado de Maria, ao longo do dia. Façamos uma pequena penitência e ofereçamos à Mãe de Deus, pelos muitos membros do clero e pelos muitos católicos leigos que se atrevem a comemorar este dia que é fruto do liberalismo (o tal “Dia internacional da Mulher”).
Doce coração de Maria, sede nossa salvação.
**************************
Para saber mais sobre a origem do Dia Internacional das Mulheres e o Feminismo, clique aqui






Que é o ideal?





«Hoje, escreve Mgr. Dupanloup, tem estranhamente diminuído o conhecimento de tudo quanto há de divino num pai e numa mãe, e o sentimento do soberano respeito que a Sagrada Escritura manda que se lhes dê. Também, para nossa desgraça, a autoridade dos pais e das mães tende a desaparecer, e, segundo afirmam, são forçados a abdicá-la, para prevenirem grandes desordens. Nada explica a estranha negligência, a inconcebível tibieza de certos pais, para fazerem valer os direitos da sua autoridade, para com seus filhos. É duro mas é forçoso confessá-lo. Não se sabe quando se há de usar a autoridade paterna e materna. Quando as crianças têm doze ou treze anos, não têm forças para os conter, e já nada se lhes pode exigir seriamente. Quantas vezes tenho ouvido dizer: — «Mas se ele não quer como é que o ei de obrigar?» Mas para que estais vós na terra, pai e mãe, senão para quererdes com sabedoria, e fazerdes querer com autoridade?» As mães, principalmente, são quase sempre duma fraqueza extrema. Quem há aí, que as não tenha ouvido dizer ao filho: «Se não fazes o que te mando, faço queixa ao pai! «E quem sois vós, infeliz mãe, que assim falais? pergunta Mgr. Dupanloup. Não recebestes de Deus nenhum direito, nenhuma obrigação séria, nenhuma autoridade a exercer? Ignorais que o Senhor vos pedirá contas do uso que fizerdes dum poder de que vos revestiu? [1]
Pai da revolta contra a autoridade, o orgulho também cria, para com os iguais, a dureza de coração, e o desprezo para com os inferiores.
«Nunca deixes o orgulho reinar no teu coração; porque esse vício é a origem de todos os males» dizia muitas vezes Tobias a seu filho. Seguindo o exemplo deste santo velho, a mãe segundo a vontade de Deus extirpará do coração de seus filhos essa raiz de toda a iniquidade, com todos os seus amargos rebentões.
Os Romanos, diz Fénelon, e antes deles os Gregos, ensinavam a seus filhos a não estimarem senão a glória, e a quererem, não possuir riquezas, mas vencer os reis que as possuíam, julgando que só pela virtude se podia ser feliz. Quando, serão os filhos do século mais sábios que os filhos da luz?
O meio mais eficaz de combater, entre as crianças, a voluptuosidade e as suas tristes conseqüências, é fazer-lhes amar uma vida ativa e laboriosa. Nada é mais recomendado na sagrada Escritura, que o trabalho; e nada, depois do temor e do amor de Deus, é mais útil ao homem, que o hábito do trabalho, que, procurando-lhe o pão de cada dia, exerce e desenvolve as suas faculdades; oferece-lhe verdadeiras consolações no meio das vicissitudes e contrariedades da vida; arranca-o aos perigos da ociosidade, e faz-lhe expiar as suas faltas e fraquezas.
A pureza é a virtude dos anjos; torna o homem semelhante aos espíritos imortais, à Virgem Imaculada, a Jesus, ao próprio Deus. Quanto é bela essa virtude na fronte e no coração duma jovem! Que encantos celestes ela aumenta à beleza duma menina! Porque, é preciso dizê-lo: o vício que lhe é contrário, fato precoce da moleza em que crescem as crianças, murcha rapidamente as suas almas. Muitas crianças, desde a infância, bebem esse veneno, que corrompe o que há de mais nobre no seu espírito e no seu coração, roubando-lhe a vida da graça e a amizade de Deus. Ó mães preservai estas almas que vos são tão queridas, e que tão caras são a Deus, dum vício degradante para o homem e para o cristão, e fazei-lhes, logo desde a infância, amar a castidade.