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ISTO É O MEU CORPO

O novo Missal de Paulo VI é imperfeito a ponto de tornar-se equívoco na expressão da Lei da fé e incorrer no risco de invalidade quanto à eficácia do sacramento.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
1. Em sua 22ª sessão, realizada em 17 de setembro de 1562, o Concílio de Trento afirmou que “neste sacrifício divino que se realiza na Missa, Cristo está contido e imolado de forma incruenta, Ele que se ofereceu de uma vez por todas de forma cruenta no altar da cruz (Hb 9, 14; 27)[1]. E para insistir no valor propiciatório deste sacrifício, o Concílio especifica ainda que “é, com efeito, uma única e a mesma vítima, a mesma que, oferecendo-se agora pelo ministério dos sacerdotes, ofereceu-se então na Cruz, sendo apenas diferente a forma de oferecer a si mesmo. Os frutos desta oblação – que é cruenta – são recebidos abundantemente através desta oblação incruenta; de tal modo que a última não diminui de modo algum a primeira”[2]. A Missa, portanto, não é outro sacrifício senão o sacrifício do Calvário. Ela é esse mesmo sacrifício, realizado de outra forma, já não mais físico, mas sacramental. Isso significa que ela é seu sinal eficaz: a Missa realmente realiza o próprio sacrifício do Calvário na exata medida em que o significa, através de um conjunto de palavras e gestos que constituem precisamente o rito. O missal é a expressão literal (ou a escrita) deste rito. O Missal tradicional dito “de São Pio V” é a expressão mais exata que a Igreja pôde dar aos seus fiéis até hoje, com todo o significado necessário para esta realização sacramental do sacrifício incruento.
2. O novo Missal de Paulo VI, por sua vez, “representa, tanto em seu todo como nos detalhes, um surpreendente afastamento da teologia católica da Missa tal qual formulada na sessão 22 do Concílio de Trento”. Tal é o veredicto do Breve Exame Crítico, apresentado ao Papa Paulo VI pelos Cardeais Ottaviani e Bacci. Para ilustrar seu fundamento, demos como exemplo a impressionante redução dos sinais da cruz neste Novus Ordo Missaede Paulo VI. A Institutio Generalis, em sua última versão revisada de 2002, prevê apenas dois fora do Cânon: um primeiro no início da Missa (n.º 124) como rito de entrada quando o celebrante se assinala ao mesmo tempo que os fiéis, e um segundo no final (n.º 167) como rito de conclusão, quando o celebrante dá a bênção aos fiéis. No Cânon (isto é, naquilo que o Missal de Paulo VI doravante designa por “Oração Eucarística”) resta apenas um, logo no início, quando o sacerdote faz o sinal da cruz tanto no pão como no cálice (“Ut benedicas + haec dona” na Oração Eucarística I; “ut nobis Corpus et + Sanguis fiant Domini nostri Jesu Christi” na Oração Eucarística II; “ut Corpus et + Sanguis fiant Filii tui Domini nostri Jesu Christi” na Oração Eucarística III; “ut Corpus et + Sanguis fiant Domini nostri Jesu Christi” na Oração Eucarística IV).
3. Só no Cânon do Missal dito “de São Pio V”, havia 26 sinais da cruz. A razão destes sinais da cruz é única e representativa: “O sacerdote”, explica São Tomás, “durante a celebração da Missa, faz os sinais da cruz para evocar a Paixão de Cristo, que o levou à Cruz”[3]. Segundo a explicação dada pelo Doutor Comum da Igreja, os vários sinais da cruz feitos pelo celebrante durante a Missa correspondem a uma progressão lógica de significado, para representar as nove etapas da Paixão, ou seja, deixando evidente que a Missa é idêntica ao sacrifício do Calvário. Continuar lendo
A CONTRIÇÃO DO REI DAVID – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido no Priorado de São Pio X, Lisboa, na Quarta-feira de Cinzas sobre o episódio bíblico sobre o Rei David e Urias.
MISSA DA QUARTA FEIRA DE CINZAS, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
BOLETIM DO PRIORADO PADRE ANCHIETA (SÃO PAULO/SP) E MENSAGEM DO PRIOR – MARCO/22
OBSERVÂNCIA DA QUARESMA – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido por ocasião do Domingo da Quinquagésima (27/02/22), no Priorado São Pio X de Lisboa, sobre os preceitos da Igreja para santificar a Quaresma.
MISSA DO DOMINGO DA QUINQUAGÉSIMA, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
COMUNICADO DA CASA GERAL DA FSSPX PEDINDO ORAÇÕES PELA UCRÂNIA

A pedido do Pe. Basile, Superior da Fraternidade São Josafá, de seus sacerdotes e fiéis, o Pe. Davide Pagliarani, Superior Geral da FSSPX, convida todos os membros da Fraternidade, bem como seus fiéis, a rezar pela Ucrânia.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Peçamos a Deus, por intercessão da Virgem Maria, venerada na Ucrânia especialmente a título de sua gloriosa Assunção, um socorro espiritual aos fiéis ucranianos, bem como a proteção dos locais de culto, igrejas e capelas, sobretudo as localizadas no leste do país.
O Pe. Basile e os sacerdotes da Fraternidade São Josafá agradecem antecipadamente a caridade que demonstrarão, rezando por aqueles que estão angustiados pela guerra e por um futuro incerto.
A Fraternidade São Josafá
A Santa Fraternidade do Hieromártir São Josafá Koncévitch, mais conhecida como Fraternidade São Josafá, é uma sociedade de sacerdotes católicos ucranianos de rito oriental eslavo. Está unida à FSSPX desde sua fundação, em 2000.
Colocada sob o patrocínio de São Josafá Koncévitch (1584-1623), a Fraternidade foi fundada pelo Pe. Basílio Kovpak. Tem como finalidade a formação dos sacerdotes e o apostolado paroquial. A comunidade tem um seminário e um ramo religioso feminino. Os sacerdotes da FSSJK alcançam milhares de fiéis.
AS COMUNIDADES ECCLESIA DEI, 30 ANOS DEPOIS

Um dos efeitos do motu proprio Traditionis custodes foi produzir, por parte das comunidades Ecclesia Dei, um acordo de adesão ao Concílio Vaticano II e o reconhecimento da benignidade do Novus Ordo. Essa aprovação enfraquece ainda mais a situação dessas comunidades.
Fonte: La Couronne de Marie n°103 – Tradução: Dominus Est
Criada em 1988 pelo Papa João Paulo II na sequencia da sagração de quatro bispos por D. Lefebvre, a Comissão Ecclesia Dei tinha como missão oficial de “facilitar a plena comunhão eclesial” daqueles que então se separaram da Fraternidade fundada por Dom Lefebvre, ao mesmo tempo que ” preservavam suas tradições espirituais e litúrgicas “.
Sua missão “oficiosa”, havia sido revelada por D. Lefebvre: a Comissão Ecclesia Dei, explicou ele com clarividência, “é responsável pela recuperação dos tradicionalistas a fim de submetê-los ao Concílio” (1). O tempo provou que ele verdadeiramente tinha razão.
A fim de obter o reconhecimento canônico da Igreja Conciliar, as comunidades Ecclesia Dei concordaram em se calar sobre os erros e escândalos doutrinários da hierarquia eclesiástica, ou mesmo em justificá-los. Não denunciam a nocividade da missa nova, do novo código de direito canônico, do diálogo inter-religioso, da liberdade religiosa etc., e sua contradição com o ensinamento tradicional da Igreja. Este silêncio é o preço a pagar para ser oficialmente reconhecido e poder exercer um ministério nas dioceses.
De forma privada, alguns membros dessas comunidades reconhecem os estragos do modernismo triunfante na Igreja. Mas, em público, silenciam-se sobre as causas da destruição da fé nas almas, que eles, como qualquer sacerdote, têm o dever de denunciar e combater. Continuar lendo
MISSA TRIDENTINA EM RIBEIRÃO PRETO – 26 E 27 DE FEVEREIRO
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A AÇÃO DE GRAÇAS DEPOIS DA COMUNHÃO

Jesus fala apenas com aqueles que O ouvem. Não negligenciemos o dever de ação de graças. Que frutos podem dar comunhões feitas com tanto descuido?
Fonte: Le Seigndou – Tradução: Dominus Est
Este artigo é inspirado nas notas de direção espiritual do Pe. Garrigou-Lagrange, A Vida espiritual, de setembro de 1935: As Comunhões sem ação de graças.
Se há um dom que exige uma ação de graças especial, é a instituição da Eucaristia e a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo à nossa alma a fim de nela habitar, de a tomar posse e a conduzir ao paraíso. Recebemos, neste sacramento, o próprio Autor da salvação e um crescimento na vida da graça, que é a semente da glória, ou o princípio da vida eterna; recebemos uma elevação na caridade, a mais alta das virtudes, que vivifica e anima todas as outras. É, certamente, o maior dom que podemos receber.
Então, quão dolorosa é, para Nosso Senhor Jesus Cristo, a ingratidão daqueles que não sabem conversar com Ele e agradecer-Lhe por Sua vinda depois da Comunhão! Nosso Senhor já havia expressado Sua surpresa quando apenas um dos dez leprosos curados veio agradecer-Lhe. Quão indignado Ele fica diante de todas aquelas almas que não Lhe prestam a devida atenção e não Lhe agradecem quando as enche com Sua presença divina!
Os fiéis que deixam a igreja quase imediatamente após a comunhão, então, esquecem que a Presença Real permanece neles, bem como as espécies sacramentais, durante cerca de um quarto de hora após a comunhão, e não podem fazer companhia à Hóstia Divina durante este curto período de tempo? Como podem não compreender sua irreverência? Nosso Senhor nos chama, Ele se entrega a nós com tanto amor, e nós, não temos nada a Lhe dizer e não queremos ouvi-lo por alguns instantes. Continuar lendo
A PALAVRA DE DEUS – PELO PE. JOSÉ MARIA, FSSPX
Sermão proferido por ocasião do Domingo da Sexagésima, no Piorado São Pio X de Lisboa (20/02/22)
MISSA DO DOMINGO DA SEXAGÉSIMA, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
D. LEFEBVRE: A BENÉFICA INDEPENDÊNCIA DA FSSPX DAS DIOCESES

A Providência preparou esta situação única na Igreja que permite que a doutrina e a liturgia sejam protegidas das ameaças modernistas.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Excerto de uma conferência proferida em um retiro para os seminaristas de Ecône, em 10 de abril de 1990. D. Lefebvre agradece à Providência por ter proporcionado à Fraternidade São Pio X uma situação viável que lhe permite continuar a viver de acordo com a Tradição Católica.
Texto
O Bom Deus assim o quis, não o posso negar pois os fatos estão aí, eles existem. Penso que a Fraternidade teve essa graça particular de, praticamente, não depender de nenhum Bispo diocesano. Os senhores me dirão: “existem as congregações religiosas”, mas as congregações religiosas ainda dependem, em certa medida, dos Bispos diocesanos.
A ideia inicial: colaborar com as dioceses
E não é por culpa nossa porque minha primeira ideia era formar seminaristas como o Pe. Aulagnier: ele, simplesmente, havia sido incardinado na diocese de Clermont-Ferrant para retornar à sua diocese.
Fui visitar D. de La Chanonie, que eu conhecia bem, ex-membro do Seminário Francês de Roma, e disse-lhe: “Tenho aqui um seminarista que veio me procurar, estuda na ‘Universidade de Friburgo, está aqui comigo, tenho vários como ele, mas uma vez que é de vossa diocese, peço a gentileza de incardiná-lo e, assim que terminar, espero que o aceitem de volta para lhe conferir uma função em vossa diocese.” Continuar lendo
LEI DA ORAÇÃO OU LEI DA FÉ/CRENÇA? O MOVIMENTO ECCLESIA DEI

A ilusão do Movimento Ecclesia Dei foi pretender separar os dois em nome da causa tradicional.
Fonte: Courrier de Rome n°649 – Tradução: Dominus Est
A Missa em Lille, celebrada há quase 50 anos por D. Lefebvre em 29 de agosto de 1976(1), ficou marcada, sem dúvidas, aos olhos do grande público e da mídia, como o ponto culminante da reação dos fiéis católicos à reforma litúrgica inaugurada pelo Papa Paulo VI sete anos antes, em 3 de abril de 1969, com a promulgação do Novus Ordo Missae. Durante esses anos, vozes foram ouvidas e as colunas do Courrier de Rome foram amplamente abertas a todos os experientes teólogos e canonistas da época, que se tornaram os intrépidos defensores do Missal dito “de São Pio V”. Isso foi particularmente evidenciado nas edições de 1973-1974, onde o Pe. Raymond Dulac (1903-1987)(2), Pe. Jacques-Emmanuel des Graviers(3), o professor Louis Salleron (1905-1992)(4) e seu filho Pe. Joseph de Sainte-Marie (1932-1984)(5) tentaram justificar o vínculo dos católicos ao seu rito, ao rito católico e romano da Missa, até agora expresso no Missal dito “de São Pio V”, na versão dada pouco antes do Concílio Vaticano II pelo Papa João XXIII. Todos aqueles que contribuíram para o Courrier de Rome naqueles anos fizeram-no, em grande parte, para defender o direito, o bom direito dos católicos de receber da Igreja a Missa de sempre, a Missa celebrada segundo o Missal dito “de São Pio V”.
2. Essas reflexões chamaram a atenção de D. Aimé-Georges Martimort (1911-2000), co-fundador do Centro Nacional de Pastoral Litúrgica (1943), perito no Concílio Vaticano II (1962-1965), professor do Instituto Católico de Toulouse e consultor da Congregação para o Culto Divino. Em um estudo intitulado “Mas o que é a Missa de São Pio V?” publicado no jornal La Croix de 26 de agosto de 1976(6), ele procurou identificar mais de perto “as razões de uma oposição”. Pois é disso que se trata: o vínculo ao Missal conhecido dito “de São Pio V” é apenas a consequência de uma recusa: a recusa do novo Missal de Paulo VI. Por que essa recusa?
3. É necessário reconhecer em D. Martimort o mérito de ter rejeitado as explicações insuficientes ou incompletas, recordadas demasiadamente pelos meios de comunicação. A recusa do Novus Ordo Missae de Paulo VI não se justifica fundamentalmente apenas em razão dos abusos que se pode ocasionar durante esta ou aquela celebração, tampouco pela introdução de certas práticas, como o fato de celebrar de frente do povo, ou pelo uso da língua vernácula, ou ainda pelo abandono de algumas outras práticas, como o uso do latim e do canto gregoriano. Também não seria, ainda fundamentalmente, a notável modificação das orações do ofertório, das palavras da consagração, nem a introdução de novas orações eucarísticas. Continuar lendo
A PREGUIÇA – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido por ocasião do Domingo da Septuagésima, sobre a importância da prática da diligência na luta contra a ociosidade, no Priorado São Pio X de Lisboa. (13/02/22)
MISSA DO DOMINGO DA SEPTUAGÉSIMA, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
GUARDAR E TRANSMITIR A TRADIÇÃO – CONFERÊNCIA DO PADRE DAVIDE PAGLIARANI, SUPERIOR DA FSSPX

Transcrição integral da conferência dada pelo padre Davide Pagliarani, superior-geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, no final do XVIº Congresso de Teologia do Courrier de Rome, em parceria com o DICI, no dia 15 de janeiro de 2022, em Paris.
Fonte: FSSPX
Não podemos desejar, ao mesmo tempo, o bem das almas pela Tradição e uma nova Igreja sem a Tradição.
É certo que estamos num momento crucial, num momento ao mesmo tempo triste, mas também numa situação lógica. Chegamos a um ponto que era previsível. É verdade que a Fraternidade São Pio X não foi diretamente atingida pelo motu proprio Traditionis Custodes, pelas razões que os senhores já conhecem. Mas, de fato, por causa da nova situação que se criou, hoje mais do que nunca, a posição da Fraternidade São Pio X se mostrou como a única viável, a única que mostra o caminho.
Não sou a pessoa mais indicada para afirmar isso, mas há fatos que são objetivos, e mesmo evidentes.
Por que isso? Porque os institutos Ecclesia Dei, que foram tocados diretamente por esse motu proprio, não são a Fraternidade São Pio X, é verdade; mas eles existem porque a Fraternidade São Pio X existe. Sua origem, de um ponto de vista geral, está ligada de algum modo à história da Fraternidade; dela dependem, ao menos indiretamente. E, hoje em dia, essa nova situação enfatiza grandemente o alcance do papel da Fraternidade, e de sua missão. E também, inevitavelmente, a necessidade da tradição integral.
A tradição é um todo, porque a fé é um todo. Hoje é preciso, mais do que nunca, a profissão livre dessa fé. A verdadeira liberdade dos filhos de Deus é a liberdade, em primeiro lugar, de professar a fé.
A oposição do Papa Francisco
Aqui abro um parênteses. Falaremos, inevitavelmente, dos institutos Ecclesia Dei, e quero esclarecer que no âmbito pessoal, não tenho nada contra aqueles que pertencem a tais institutos: nem contra os fiéis, nem contra os membros. Estamos completamente fora dessa perspectiva de oposição pessoal. Nas coisas humanas, em todo lugar há pessoas simpáticas e pessoas antipáticas. Isso vale para a humanidade inteira, isso vale também para nós de algum modo. Preciso colocar essa nota porque ela permitirá falar mais livremente durante minha exposição.
O problema não é que a Fraternidade São Pio X possa “criticar os institutos Ecclesia Dei”. No momento atual, é o próprio Papa Francisco quem parece estar cansado dos institutos Ecclesia Dei e, em geral, de todos os padres ligados à missa tridentina. Isto nos brinda a oportunidade de retornarmos aos começos da Ecclesia Dei: O texto de 2 de julho de 1988 contém a condenação da Fraternidade São Pio X, a condenação de Dom Lefebvre – e estende a mão aos institutos Ecclesia Dei. Continuar lendo
O TRIGO E O JOIO – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido por ocasião do V Domingo da Epifania, no Priorado São Pio X de Lisboa (06/02/22)
TOMADA DE BATINA, TONSURA E ORDENAÇÕES NAS ORDENS MENORES NOS SEMINÁRIOS DA FSSPX NO HEMISFÉRIO NORTE – 2022
Os dias 2 e 3 de fevereiro de 2022 foram de grande alegria para a FSSPX.
Nessas datas, nos Seminários do Hemisfério Norte, tivemos a Tomada de Batina, recebimento da Tonsura e conferência das Ordens Menores.
SEMINÁRIO DE FLAVIGNY (FRA)
Na França, 11 seminaristas receberam a batina das mãos de D. Tissier de Mallerais: 1 suíço, 1 luxemburguês, 1 queniano, 2 italianos e 6 franceses.
SEMINÁRIO SANTO TOMÁS DE AQUINO (EUA)
Nos Estados Unidos D. Fellay entregou a batina a 23 seminaristas: 20 americanos, 1 chinês, 1 nigeriano e 1 cingapuriano.
Em seguida, 8 seminaristas receberam a tonsura clerical: 6 americanos, 1 australiano e 1 irlandês.
SEMINÁRIO DE ZAITZOFEN (ALE)
Na Alemanha, no dia 2, D. de Galarreta entregou a batina a 9 seminaristas do primeiro ano: 2 alemães, 1 argentino, 1 holandês e 5 poloneses.
Em seguida, 8 seminaristas do segundo ano receberam a tonsura: 3 alemães, 1 australiano, 1 libanês, 2 poloneses e 1 suíço.
No dia 3, quatro seminaristas receberam as primeiras Ordens Menores (Porteiro e Leitor): 1 alemão, 1 austríaco e 2 suíços. E outros dois receberam as segundas Ordens Menores (Exorcista e Acólito): 1 alemão e 1 austríaco.
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A FSSPX conta atualmente com (números aproximados):
- 3 Bispos
- 693 sacerdotes
- 137 Irmãos
- 200 Irmãs em 28 casas [“Relacionadas” à FSSPX: 183 professas e 14 noviças]. As freiras ajudam em 15 escolas e administram outras 4. Estão presentes também em muitos prioradose em duas residências para idosos em Brémien Notre-Dame, na França, e na Maison Saint-Joseph, na Alemanha.
- 19 Irmãs Missionárias do Quênia
- 80 Oblatas
- 250 Seminaristas e 80 pré-seminaristas
Está presente em 37 países e visita regularmente outros 35.
Mantém:
- 1 Casa Geral
- 14 Distritos e 5 Casas Autônomas
- 4 Conventos Carmelitas
- 6 Seminários
- 167 priorados
- 772 centros de missa
- Mais de 100 escolas (do Ensino Básico ao Médio),
- 2 universidades
- 7 casas de repouso para idosos
- Numerosas Ordens Latinas e Orientais tradicionais amigas em todo o mundo
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Nota do blog: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:
- A VOCAÇÃO SACERDOTAL
- TENHO VOCAÇÃO?
- A FORMAÇÃO DE FUTUROS SACERDOTES
- ENQUETE: O QUE MOTIVA OS JOVENS A ENTRAR EM UM SEMINÁRIO DA FSSPX
- SEMINÁRIOS: FORMAÇÃO DE FUTUROS LÍDERES PARA A IGREJA
- NO CORAÇÃO DE UM SEMINÁRIO CATÓLICO
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“Senhor, dai-nos sacerdotes,
Senhor, dai-nos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,
Senhor, dai-nos famílias católicas,
São Pio X, rogai por nós”
ATUALIZAÇÃO DO PROJETO DA MAIOR IGREJA CONSTRUÍDA PELA FSSPX NO MUNDO
Atualização de 01/02/22 da construção da maior igreja construída pela FSSPX no mundo, em St. Mary’s, no estado do Kansas (EUA), com capacidade para comportar mais de 1.500 pessoas.
Para saber um pouco sobre esse projeto, clique aqui.
Para acessar o site americano do PROJETO e saber mais a história, os meios de ajudar, para assistir mais vídeos, etc…clique aqui
MISSA DA PURIFICAÇÃO DE NOSSA SENHORA, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
BOLETIM DO PRIORADO PADRE ANCHIETA (SÃO PAULO/SP) E MENSAGEM DO PRIOR – FEVEREIRO/22
SENHOR, SALVA-NOS QUE PERECEMOS – PELO PE. JOSÉ MARIA, FSSPX
Sermão proferido por ocasião do IV Domingo da Epifania, sobre a necessária confiança que temos de depositar em Nosso Senhor – Priorado São Pio X. de Lisboa (30/01/22)
FINALIZANDO O MÊS, UMA SELETA DE NOSSOS POSTS DE JANEIRO/22

ENTREVISTA DE MONS. ROCHE: AS “RESPONSA AD DUBIA” SE APLICAM AOS INSTITUTOS ECCLESIA DEI?
A REVOLUÇÃO REALIZADA PELA DECLARAÇÃO “NOSTRA AETATE”: “A ANTIGA ALIANÇA NUNCA FOI REVOGADA”
O ABORTO FOI A PRINCIPAL CAUSA DE MORTE EM TODO O MUNDO EM 2021
NA ALEMANHA: ELE FOI BANIDO DA IGREJA POR RECUSAR “LINGUAGEM INCLUSIVA”
ORDENAÇÕES SACERDOTAIS NO SEMINÁRIO SANTO TOMÁS DE AQUINO (EUA) – 2022
ONGS FEMINISTAS PROPÕEM ABORTO CONTRA A MUDANÇA CLIMÁTICA
O SEGREDO DA CONFISSÃO: LEI DIVINA OU LEI HUMANA?
BRUXELAS: FEIRA DE VENDA DE CRIANÇAS CAUSA POLÊMICA
OS BISPOS ITALIANOS E OS NOVOS SACRAMENTOS PANDÊMICOS
A FRATERNIDADE SÃO PIO X ESTÁ FORA DA IGREJA?
CRISTO JUIZ (PARTE 1): UMA VERDADE DE FÉ CAÍDA NO ESQUECIMENTO
UMA ESPIRITUALIDADE SALESIANA?
EUROPA: AMEAÇAS À OBJEÇÃO DE CONSCIÊNCIA
RESPONDENDO À ALGUMAS DÚVIDAS SOBRE O COMPORTAMENTO DAS CRIANÇAS NA MISSA
MISSA DO QUARTO DOMINGO DEPOIS DA EPIFANIA, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
RESPONDENDO À ALGUMAS DÚVIDAS SOBRE O COMPORTAMENTO DAS CRIANÇAS NA MISSA
Fonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est
Revmo. Padre, sou pai da família e me surgiram algumas dúvidas a respeito do comportamento de meus filhos ao assistirem o Santo Sacrifício da Missa. Formulei algumas perguntas que peço que me responda, assim poderei saber o que devo fazer.
1 – Padre, as crianças pequenas e bebês aproveitam a Missa?
Claro que sim, todo fiel batizado, ainda que seja um bebê de peito, recebe as graças celestiais quando se aproximam do Santo Sacrifício com as devidas disposições.
2 – Aproveitam da Missa os bebês que dormem durante a mesma?
Certamente que sim, pois os fiéis aproveitam cumprindo com suas boas disposições. No caso do bebê, seu dever de estado não parece ser outro além de comer, dormir e se comportar bem.
3 – Aproveitam a Missa as crianças maiores que brincam durante a Missa?
Não tanto, pois é claro que seu dever como um batizado é ter reverência ao culto divino e isso não é demonstrado jogando e fazendo caprichos.
4.- Meus filhos devem aprender a se comportar e participar da Missa. Sei que sou obrigado a ensiná-los e corrigi-los se necessário, no entanto, por estar vigiando-os não assisto a Missa e sinto que não cumpro o preceito dominical. O que devo fazer?
Primeiro deve cuidar de seus filhos e tentar ensinar-lhes a se comportarem como pede o Deus bom. O senhor também deve cumprir o dever do seu estado para receber as graças do Santo Sacrifício. Se o senhor não cuida de seus filhos, não está cumprindo seu dever de estado, portanto, não recebe todas as graças que deveria do Santo Sacrifício e ademais, não deixa que os outros cumpram com o preceito.
5.- O que devo fazer quando meu bebê, por mais que eu tente, não se cala durante a Missa e distrai os outros?
As crianças devem ser ensinadas a se comportarem durante a Santa Missa, preparando-as antecipadamente. O erro mais frequente dos pais é que, quando o bebê começa a incomodar, depois de tentar acalmá-lo, distraindo todos ao seu redor, terminam por leva-lo para fora. Há de preparar as crianças para a Santa Missa! Um lembrete para os pais: crianças pequenas ainda não entendem, simplesmente dependem muito de suas impressões sensíveis.
Pode-se ajudar um bebê a comportar-se bem na capela fazendo-o encontrar um lugar mais confortável dentro dela. Deixe-me explicar: os pais tiram seu bebê de um lugar confortável (sua casa), o cobrem como um esquimó para levá-lo para fora (a criança segue confortável) e o levam para a capela. Aqui lhes tiram o casaco e então a criança entende que é hora de brincar … Um pouco maiores, já sabem que bastam chorar ou fazer birra para que os pais o levem para o pátio (a um lugar mais cômodo) e alí pode brincar… Senhora Mamãe: Alguma vez já se perguntou por que quando está frio lá fora as crianças choram menos na capela?
Elementar, as crianças querem se sentir confortáveis !!! Conheci uma mãe que entendendo esses princípios, tomou duas resoluções práticas, que foram altamente eficientes com seus filhos pequenos: Primeiro: o bebê era levado com pouco abrigo até a capela e o bebê chegava meio tremendo de frio ao átrio. Ao entrar na capela, a mãe o cobria devidamente, lhe dava um beijo e o acalmava. Oh surpresa, o bebê queria ficar lá dentro!!! E se o bebê começava a incomodar, essa mãe “sanguinária e desnaturada”, lhe tirava o abrigo e depois de uma palmada o castigava. Oh, surpresa, o bebê não queria mais sair! Essa mãe “bárbara e sanguinária” educou a várias crianças que são um batalhão de ordem quando estão na missa.
Isso exige esforço e obediência. Uma criança caprichosa, na qual os pais não ensinaram a obedecer e se controlar (mesmo com um bom corretivo) é impossível entender de repente que deve ficar quieto e em ordem dentro da igreja. Infelizmente na capela só vemos uma parte do que os pais têm em suas casas … Continuar lendo
MISSA TRIDENTINA EM RIBEIRÃO PRETO – 29 E 30 DE JANEIRO
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UMA ESPIRITUALIDADE SALESIANA?

Na escola de São Francisco de Sales, a alma cristã possui um guia seguro, cheio de equilíbrio e bondade.
Fonte: Apostolo nº 159 – Tradução: Dominus Est
Muito acima de um simples humanismo, a espiritualidade salesiana é inteiramente católica, baseada na caridade e equilíbrio. Devemos reconhecer em São Francisco de Sales essa característica de temperar as exigências da ascese com uma nota de doçura e amor que torna sua espiritualidade especialmente atraente. Ele sempre retrata Deus na forma de um Pai que nos quer bem, ao contrário dos jansenistas e calvinistas que gostavam de apresentá-Lo como um juiz distante e implacável. Assim, São Francisco de Sales coloca o amor de Deus no centro da espiritualidade que ensina às almas: “Para o amor, no amor e do amor na Santa Igreja.”
E ele desenvolve esse pensamento no Tratado do Amor de Deus (compre aqui), sua obra-prima, na qual trabalhou durante 9 anos. Ele ensina, por exemplo, que, segundo sua atração, os santos deram mais importância a esta ou aquela virtude, como por exemplo São Francisco de Assis à pobreza ou São Bento à piedade litúrgica, mas que, no fundo, é o amor que anima tudo, que é o fim a qual devemos chegar e o meio para alcançar Deus. “Não é pela grandeza de nossas ações que agradamos a Deus, mas pelo amor com que as fazemos.“ Continuar lendo


