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Alguns excelentes posts sobre São José:
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Concílio Vaticano II e as fontes da Revelação
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Lido nos meandros do caminho sinodal alemão:
“Essa diferença de status [entre clero e leigos], à qual estão atribuídos diferentes direitos e deveres, ainda hoje marca o direito eclesiástico e a liturgia. No entanto, ela não é bíblica. O clericalismo tem suas raízes na ênfase dada a essa diferença de status (1).”
Aparentemente, a mera ausência de qualquer menção nas Sagradas Escrituras é suficiente para invalidar a distinção entre clero e leigos. No entanto, é sabido que muitos elementos da doutrina católica não se encontram na Bíblia: a Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, a sua Imaculada Conceição, o próprio cânone das Escrituras, etc. “Há muitas coisas“, diz Santo Agostinho, “que a Igreja universal preserva e que, portanto, temos razão em crer que foram ordenadas pelos Apóstolos, apesar da ausência de textos escritos(2)”.
Devemos encarar essa insinuação tendenciosa do sínodo alemão como uma especialidade dos progressistas mais radicais? Na verdade, não, eles podem basear seu argumento em uma polêmica anterior ao Concílio Vaticano II, que se traduziu em um desses textos de compromisso nos quais o Concílio se especializou, nos quais ele se destaca por não dizer as coisas diretamente Continuar lendo
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S.Pio X de Lisboa, no terceiro Domingo da quaresma, sobre as formas modernas de idolatria.

Devemos aceitar que só na misericórdia de Deus e no seu amor encontraremos apoio, confiança e despreocupações. Essa é a maravilhosa surpresa que cada uma de nossas confissões nos reserva.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Por que nossas confissões frequentemente se assemelham a monólogos, nos quais o acusador apresenta ao confessor uma série de faltas de importância e significado tão diversos? Esse amontoado indistinto revela uma consciência que não estabelece uma hierarquia entre as faltas.
A confissão não é uma formalidade que se cumpre por hábito ou obrigação. Quando nos aproximamos do confessionário, devemos ter a intenção de ser perdoado e de receber o perdão de Cristo pela virtude de seu sangue. Este sacramento que Nosso Senhor instituiu para nos perdoar é um ato profundamente humano. Graças a ele, Deus suscita e aperfeiçoa interiormente, no coração do pecador, atos de fé viva, de arrependimento e de reparação, e isso no momento mesmo em que pede ao pecador que expresse exteriormente suas disposições através da confissão de seus pecados. Continuar lendo
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“Não queirais pois andar (demasiadamente) inquietos pelo dia de amanhã. Porque o dia de amanhã cuidará de si; a cada dia basta o seu cuidado.”(Mt 6, 34)
Fonte: Le Seignadou – Tradução: Dominus Est
Estas palavras são bem conhecidas. O que é menos conhecido é que elas são de Nosso Senhor Jesus Cristo. E, infelizmente, não são as mais bem compreendidas. Seria essa uma sentença da filosofia epicurista ou, pelo contrário, de uma máxima do Evangelho? Será que Jesus pretende incitar seus discípulos a uma vida despreocupada? Será que ele se esquece da necessidade de um mínimo de prevenção? O paradoxo é reforçado quando sabemos que é o mesmo Deus que nos ensina a agir com sabedoria e a organizar nossas vidas para não sermos pegos desprevenidos: “Por isso estai vós também preparados, porque não sabeis a que hora virá o Filho do homem.” (Mt 24, 44). Por um lado, Cristo condena a preocupação e a ansiedade estéreis que nos paralisam. Por outro, ele nos encoraja à prudência e à vigilância para viver sob o olhar de Deus. Então, devemos viver na despreocupação do momento presente ou devemos viver em vigilância constante?
Viver no presente de Deus
A verdadeira vida está no presente. É por isso que devemos viver um dia de cada vez, como Nosso Senhor nos recomenda. Continuar lendo
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no 2º Domingo da Quaresma, sobre como o progresso espiritual não consiste tanto nas consolações espirituais, mas antes na fiel perseverança em cumprir a vontade de Deus.
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Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado de S. Pio X de Lisboa, na quarta-feira de cinzas, sobre a necessidade de preparação para a morte.
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QUAIS AS OBRIGAÇÕES DE UM FIEL?
Lembrando que qualquer outro tipo de jejum mais rigoroso deve ter sempre a orientação e acompanhamento de um padre prudente.
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Viver o momento presente é o que o Bom Deus pede aos seus filhos, porque é a forma privilegiada de comungar com a presença eterna d’Ele.
Fonte: Le Seignadou – Tradução: Dominus Est
Uma disposição fundamental: receber
O momento presente é um instante no tempo. Mas o tempo nos é dado, não de uma só vez, mas gota a gota, a cada instante. Como, então, podemos viver o momento presente enquanto pensamos em Deus?
Antes de tudo, recebendo-o como um dom de Deus. Devemos, portanto, acolhê-lo, recebê-lo como um dom e desejar serenamente a ação que lhe está associado, sem sermos passivos, sem sofrermos nossa vida. Nossa alma poderá então oferecer mais facilmente a Deus as ações que realizamos, por meio de um ato voluntário de caridade. Ela deve primeiro ser receptiva, antes de se lançar em múltiplas atividades. Se nossa mente está ocupada com muitas outras coisas — julgamentos, murmurações, modos de pensar mais ou menos deficientes, etc. — ela não pode estar na atitude de quem recebe, de quem acolhe. A constante fixação no passado, a recusa em desapegar-se de certas coisas, as intermináveis projeções para o futuro, o medo do que pode acontecer nele — tudo isso esgota a pessoa. O Bom Deus nos dá a vida no presente, não para nos esgotar. Devemos, portanto, saber acolher este momento presente com humildade e gratidão. Continuar lendo

Maria é a Mãe de Misericórdia na medida em que é “a saúde dos enfermos, o refúgio dos pecadores, a consoladora dos aflitos, o auxílio dos cristãos”. Essa gradação de títulos que aparece nas litanias é belíssima; mostra que Maria exerce sua misericórdia sobre aqueles que sofrem no corpo, para curar sua alma, e que em seguida os consola em suas aflições e os fortalece em meio a todas as dificuldades que devem suportar. Nenhuma criatura é mais elevada que Maria, e ainda assim nenhuma é mais acessível, mais experiente e mais doce para nos reanimar (1).
Saúde dos enfermos
Maria é a saúde dos enfermos pelas inumeráveis curas providenciais ou mesmo verdadeiramente milagrosas obtidas por sua intercessão nos vários santuários da cristandade ao longo dos séculos e em nossos dias. O número incalculável dessas curas é tal que se pode dizer que Maria é um mar insondável de curas miraculosas. Mas só cura os corpos para levar o remédio às enfermidades da alma.
Ela cura, sobretudo, as quatro feridas espirituais, que são as consequências do pecado original e de nossos pecados pessoais: a ferida da concupiscência, da fraqueza, da ignorância e da maldade(2).
Maria cura da concupiscência ou da cobiça, que se radica na sensibilidade, mitigando o ardor das paixões e aniquilando os hábitos imorais; ela faz com que o homem comece a querer fortemente o bem para rejeitar os maus desejos e permanecer também insensível à embriaguez das honras ou ao atrativo das riquezas. Cura assim a “concupiscência da carne e a dos olhos”.
Remedia também as feridas da fraqueza, que é a debilidade da busca pelo bem, a preguiça espiritual. Maria dá à vontade a constância para aplicar-se à virtude e desprezar os atrativos do mundo lançando-se nos braços de Deus. Ela fortalece os que vacilam e reanima os caídos. Continuar lendo

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“…Meu amigo não me explicou se se tratava do Homo Sapiens, do Everlasting Man – de Chesterton, ou do HOMO POSTCONCILIARIUS…”
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Um amigo que se julga ateu ou não-católico telefonou-me outro dia, e logo me atirou pelos fios esta pergunta aflita: “Meu caro C. me diga uma coisa: a Igreja antigamente era ou não era uma coisa muito inteligente?“
Ia responder-lhe com ênfase: “Era!” Mas enquanto vacilei alguns segundos meu amigo desenvolveu a idéia: “Olhe aqui. Eu bem sei que antigamente existiam padres simplórios, freiras tapadíssimas, leigos ainda mais simplórios e tapados. A burrice não é novidade, é antiqüíssima. Garanto-lhe que ao lado do artista genial que pintava touros nas cavernas de Espanha, anunciando há quarenta mil anos a brava raça de toureiros, havia dois ou três idiotas a acharem mal feita a pintura.
— Mas, calavam-se, disse eu.
E logo o meu amigo uivou uma exclamação que trazia na composição harmônica de suas vibrações todas as explosões da alma: a alegria, a angústia, a aflição de convencer, a tristeza de um bem perdido e até a cólera…
— Pois é! CALAAAVAM-SE!!!
Contei-lhe então uma história de antigamente. Teria eu dezoito ou dezenove anos, e meu heróis dezessete ou dezoito. Ele era o aluno repetente de uma escola qualquer, e eu seu “explicador” de matemática. Eu sentia a resistência tenaz que, dentro dele, se opunha às generalizações matemáticas. Ficava rubro, vexado e alagado de suor. Continuar lendo

Fonte: FSSPX
Nota: Após o anúncio, em 2 de fevereiro, das futuras sagrações episcopais para a FSSPX, Sua Eminência o Cardeal Fernandez, escreveu ao Superior Geral para propor um encontro em Roma. o Superior Geral aceitou a proposta. A conversa terá lugar na quinta feira, 12 de fevereiro. Convidamos os membros e fiéis da Fraternidade a oferecerem suas orações pelo bom desenvolvimento deste encontro.
“‘A lei suprema é a salvação das almas.’ É deste princípio superior que depende, em última instância, toda a legitimidade do nosso apostolado.”
1. FSSPX.News: Senhor Superior-Geral, o senhor acaba de anunciar publicamente a sua intenção de realizar as sagrações episcopais para a Fraternidade São Pio X no próximo dia 1° de julho. Por que fazer esse anúncio hoje, 2 de fevereiro?
Padre Davi Pagliarani: A festa da Purificação da Santíssima Virgem é muito significativa dentro da Fraternidade. É o dia em que os candidatos ao sacerdócio vestem a batina. A Apresentação de Nosso Senhor no Templo, que hoje celebramos, lembra aos candidatos que a chave da sua formação e da sua preparação para as ordens está no dom de si mesmo, que passa pelas mãos de Maria. Trata-se de uma festa mariana de extrema importância, pois, ao anunciar uma espada de dor a Nossa Senhora, Simeão manifesta claramente o papel que ela tem de corredentora ao lado de seu divino Filho. Vemo-la associar-se a Nosso Senhor desde o início da sua vida terrena até a consumação do seu sacrifício no Calvário. Assim também, Nossa Senhora acompanha o futuro sacerdote durante a sua formação e ao longo de toda a vida: é ela quem continua a formar Nosso Senhor em sua alma.
2. Esse anúncio vinha sendo objeto de vários rumores nos últimos meses, especialmente desde o falecimento de Dom Tissier de Mallerais, em outubro de 2024. Por que o senhor esperou até agora? Continuar lendo
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no Domingo da Septuagésima.

Acessem nosso “Especial dos Especiais” sobre obediência, missa nova, ecumenismo, sagrações, Vaticano II, conservadorismo, pós conciliarismo, etc. clicando aqui.
Texto escrito pelo nosso amigo Robson Carvalho
Confesso que ao intentar escrever estas linhas, não pude deixar de pensar em dois adjetivos que calham muito bem para a maioria das pessoas de nossos tempos. Não falo das pessoas honestas, que buscam a verdade e a prática das virtudes sem se esconder atrás de estereótipos ou se agarrar à ignorância ou maledicência dos doutos de internet. Falo justamente dos “doutores” de nossos tempos, destes que se arrogam um conhecimento que não possuem, ou que deturpam aquilo que aprenderam de correto a fim de garantir benefícios ou privilégios. Falo principalmente daqueles que fazem, cinicamente, aquilo que condenam, que negam a realidade, a situação objetiva de nossos dias, fingindo que estamos em um país das maravilhas, que a situação atual é corriqueira, comum, normal da história da Igreja.
Eles são um pouco como aqueles que, na política, dos mais variados espectros, com base em fantasmas, em ideologias utópicas, são intolerantes em nome da tolerância, que, em nome da paz e da emancipação dos dogmas, pregam o assassinato de todos aqueles que vão contra suas cartilhas dogmáticas, que, em suma, praticam o que andam chamando de “discriminação positiva”.
No fundo, é tudo hipocrisia. Usam termos e malabarismos intelectuais para justificar o injustificado, para esconder propósitos e intenções nada virtuosas. Mostram os dentes para aqueles que defendem o que sempre foi crido, enquanto abrem as portas e se sentam à mesa com os inimigos da fé, chamando-os de amigos ou dissimulando as verdades católicas para não incomodar os invasores.
É o paradoxo do modernismo – basta ler a Encíclica Pascendi para ver que a maioria dos católicos de hoje são modernistas, inclusive a maioria do clero. Continuar lendo
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No dia dessa grande Santo, colocamos um link para todos os post publicados aqui no blog.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no III Domingo Depois da Epifania.

Caros fiéis,
No boletim anterior, adotando uma perspectiva materialista, fizemos uma pergunta provocativa: “Quem é mais inútil do que uma criança?” Da mesma perspectiva, poderíamos responder: “Um idoso”. De fato, uma criança tem todo o futuro pela frente. Ela é muitas coisas em potência. Ela personifica a esperança. O idoso não tem futuro. Ele consome, não contribui e nunca mais produzirá nada. Aos olhos do mundo, ele é um fardo a ser eliminado. Assim, surge a eutanásia. Eufemisticamente chamada de Assistência Médica para Morrer, ela é, na realidade, mais do que isso: causa a morte, contradizendo diretamente o Quinto Mandamento.
A justificativa para essa intervenção humana é sutil: a dignidade humana. É verdade que a velhice traz declínios que podem ser humilhantes: perda de memória, perda da razão, da mobilidade e da autonomia em geral. Essas provações são difíceis para o indivíduo e para aqueles que o cercam. Mas será que causam uma perda de dignidade? Continuar lendo