SERMÃO DE D. LEFEBVRE PARA A PÁSCOA – 11 DE ABRIL DE 1982

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Tradução gentilmente cedida pelo nosso amigo Robson Carvalho

Caríssimos amigos,

Caríssimos irmãos,

Cristo Ressuscitou. Nós cremos nisso de toda nossa alma e de todo nosso coração. E como dizia o padre ontem, ao dispor os grãos de incenso em forma de Cruz sobre o Círio pascal, repetimos com ele hoje:

Christus heri et hodie: Cristo ontem e hoje.

Principium et finis alpha et oméga: Jesus Cristo é o Princípio e o fim de todas as coisas.

Ipsius sunt tempora et scæula: A Ele todos os tempos e todos os séculos.

Ipsius sunt gloria et imperium per omnia sæcula: A Ele a glória e o poder pelos séculos dos séculos.

Gloriosa vulnera custodiant nos: Que suas chagas gloriosas nos conservem, nos conservem na fé.

Sabeis, meus caríssimos irmãos, hoje existe entre os católicos, infelizmente, um grande número que hesita sobre a realidade da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nosso Senhor não teria tomado, não teria reavido seu Corpo. Esse Corpo que ele recebeu da Virgem Maria. Mas seria um corpo espiritual, um corpo diferente que ele teria tomado, reavido, e não aquele que foi crucificado sobre a Cruz. Ora, Nosso Senhor quis ele próprio, para combater esses erros, que houvesse entre os apóstolos um incrédulo, São Tomé, que não quis acreditar na realidade da Ressurreição de Nosso Senhor. Então Nosso Senhor se apresentou em pessoa enquanto ele mesmo estava presente, enquanto Tomé estava presente e lhe disse: “Tomé, vejas, coloques teus dedos em minhas feridas”. Continuar lendo

SÁBADO SANTO – MEDITAÇÃO PARA A TARDE

SOLENIDADE DE MARIA SANTÍSSIMA DEPOIS DA SEPULTURA DE JESUS

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SÁBADO SANTO – MEDITAÇÃO PARA A MANHÃ

SÉTIMA DOR DE MARIA SANTÍSSIMA – SEPULTURA DE JESUS

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SEXTA-FEIRA SANTA – MEDITAÇÃO PARA A TARDE

SEXTA DOR DE MARIA SANTÍSSIMA – JESUS É DESCIDO DA CRUZ

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TENDE EM VÓS OS SENTIMENTOS DE CRISTO – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX

Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, do Priorado S. Pio X em Lisboa, na Festa de Nossa Senhora das Dores, sobre a necessidade de acompanharmos os sentimentos de Cristo ao longo desta Semana Santa.

BOLETIM DO PRIORADO PADRE ANCHIETA (SÃO PAULO/SP) E MENSAGEM DO PRIOR – ABRIL/26

O discípulo continua a missão do Mestre (Jo 20,19-23)

Caros fieís,

No mundo, a palavra “tradição” não tem uma conotação negativa. Pelo contrário, transmite uma imagem positiva e conota qualidade. Ao chegar em Indaiatuba, antes de virar na rua onde será construída a Igreja da Imaculada Conceição, um anúncio de um novo loteamento traz o título bastante apropriado: “A tradiçao encontra um novo capítulo”. No vídeo promocional do projeto, um orador argumenta: “Valorizar a história… raízes profundas… recebendo o novo sem perder a essência”. Ele compreende o conceito de tradição: receber, valorizar e transmitir.

Mas, na Igreja, por que é tão difícil falar sobre tradição(ões) hoje em dia? Vamos arriscar uma explicação baseada na preservação do patrimônio. Essa palavra (derivada do latim patrimonium) originalmente se referia a todos os bens e direitos herdados do pai (pater). Hoje em dia, adquiriu o significado mais geral de “propriedade transmitida a uma pessoa ou comunidade por gerações anteriores”. E quanto ao patrimônio religioso?

No início do ano, um padre diocesano de Minas Gerais me contou que tinha uns 15 anos quando o velho pároco de sua paróquia faleceu. Isso foi na década de 1980. O novo padre havia empilhado todas as vestes litúrgicas em uma propriedade rural para serem queimadas. Ele dirigiu um trator até a nave da igreja, arrancou o piso e removeu todos os corpos enterrados para fazer uma laje de concreto. Continuar lendo

STABAT MATER

Hoje, na devoção das sete dores de Nossa Senhora, na sexta feira da semana da Paixão, colocamos aqui alguns textos sobre o tema e algumas versões desse belíssimo canto:

NOS PASSOS DE NOSSA SENHORA DAS 7 DORES

POR QUE CELEBRAMOS AS DORES DE NOSSA SENHORA – PE. PAGLIARANI

COMEMORAÇÃO DAS 7 DORES DE NOSSA SENHORA






19 DE MARÇO – FESTA DE SÃO JOSÉ

Novena de São José: receba as bençãos do santo

Alguns excelentes posts sobre São José:

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OUTRA MEDITAÇÃO PARA O QUARTO DOMINGO DA QUARESMA: TERNA COMPAIXÃO DE JESUS CRISTO PARA COM OS PECADORES

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PECADO POR OMISSÃO

Concílio Vaticano II e as fontes da Revelação

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Lido nos meandros do caminho sinodal alemão:

“Essa diferença de status [entre clero e leigos], à qual estão atribuídos diferentes direitos e deveres, ainda hoje marca o direito eclesiástico e a liturgia. No entanto, ela não é bíblica. O clericalismo tem suas raízes na ênfase dada a essa diferença de status (1).”

Aparentemente, a mera ausência de qualquer menção nas Sagradas Escrituras é suficiente para invalidar a distinção entre clero e leigos. No entanto, é sabido que muitos elementos da doutrina católica não se encontram na Bíblia: a Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, a sua Imaculada Conceição, o próprio cânone das Escrituras, etc. “Há muitas coisas“, diz Santo Agostinho, “que a Igreja universal preserva e que, portanto, temos razão em crer que foram ordenadas pelos Apóstolos, apesar da ausência de textos escritos(2)”.

Devemos encarar essa insinuação tendenciosa do sínodo alemão como uma especialidade dos progressistas mais radicais? Na verdade, não, eles podem basear seu argumento em uma polêmica anterior ao Concílio Vaticano II, que se traduziu em um desses textos de compromisso nos quais o Concílio se especializou, nos quais ele se destaca por não dizer as coisas diretamente Continuar lendo

TEM PIEDADE DE MIM, Ó DEUS, SEGUNDO A VOSSA MISERICÓRDIA

Devemos aceitar que só na misericórdia de Deus e no seu amor encontraremos apoio, confiança e despreocupações. Essa é a maravilhosa surpresa que cada uma de nossas confissões nos reserva.

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Por que nossas confissões frequentemente se assemelham a monólogos, nos quais o acusador apresenta ao confessor uma série de faltas de importância e significado tão diversos? Esse amontoado indistinto revela uma consciência que não estabelece uma hierarquia entre as faltas.

A confissão não é uma formalidade que se cumpre por hábito ou obrigação. Quando nos aproximamos do confessionário, devemos ter a intenção de ser perdoado e de receber o perdão de Cristo pela virtude de seu sangue. Este sacramento que Nosso Senhor instituiu para nos perdoar é um ato profundamente humano. Graças a ele, Deus suscita e aperfeiçoa interiormente, no coração do pecador, atos de fé viva, de arrependimento e de reparação, e isso no momento mesmo em que pede ao pecador que expresse exteriormente suas disposições através da confissão de seus pecados. Continuar lendo

VIVER NA PRESENÇA DE DEUS

“Não queirais pois andar (demasiadamente) inquietos pelo dia de amanhã. Porque o dia de amanhã cuidará de si; a cada dia basta o seu cuidado.(Mt 6, 34)

Fonte:  Le Seignadou – Tradução: Dominus Est

Estas palavras são bem conhecidas. O que é menos conhecido é que elas são de Nosso Senhor Jesus Cristo. E, infelizmente, não são as mais bem compreendidas. Seria essa uma sentença da filosofia epicurista ou, pelo contrário, de uma máxima do Evangelho? Será que Jesus pretende incitar seus discípulos a uma vida despreocupada? Será que ele se esquece da necessidade de um mínimo de prevenção? O paradoxo é reforçado quando sabemos que é o mesmo Deus que nos ensina a agir com sabedoria e a organizar nossas vidas para não sermos pegos desprevenidos: “Por isso estai vós também preparados, porque não sabeis a que hora virá o Filho do homem.” (Mt 24, 44). Por um lado, Cristo condena a preocupação e a ansiedade estéreis que nos paralisam. Por outro, ele nos encoraja à prudência e à vigilância para viver sob o olhar de Deus. Então, devemos viver na despreocupação do momento presente ou devemos viver em vigilância constante?

Viver no presente de Deus

A verdadeira vida está no presente. É por isso que devemos viver um dia de cada vez, como Nosso Senhor nos recomenda. Continuar lendo

O VERDADEIRO PROGRESSO ESPIRITUAL – PELO PE. JOSÉ MARIA, FSSPX

Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no 2º Domingo da Quaresma, sobre como o progresso espiritual não consiste tanto nas consolações espirituais, mas antes na fiel perseverança em cumprir a vontade de Deus.