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Fonte: Le Parvis nº 169 – Tradução: Dominus Est
O martírio é o principal ato da virtude da fortaleza.
A crise atual na Igreja pode-nos levar a várias perguntas e, entre elas: Quanto tempo irá durar? Parece haver muitas opções para lidar com o sofrimento e as inquietações que ela provoca. Tanto a precipitação quanto a hesitação prolongada, mesmo que com boas ações, nos conduzem pelo caminho errado e nos levam a tomar decisões equivocadas.
Nestes tempos marcados por incertezas, sofrimentos e provações, a doutrina católica oferece uma perspectiva especial por meio da virtude da fortaleza, uma das quatro virtudes cardeais. Ela pode ser definida da seguinte forma: “A fortaleza é a virtude moral que assegura, diante das dificuldades, firmeza e constância na busca do bem. Ela fortalece a resolução de resistir às tentações e superar os obstáculos na vida moral. A virtude da fortaleza nos capacita a vencer o medo, inclusive da morte, e a enfrentar provações e perseguições. Ela nos dispõe a chegar até a abnegação e ao sacrifício da própria vida para defender uma causa justa.” Essa virtude não é uma simples resistência estoica ou uma coragem puramente natural. É uma disposição habitual da alma, aperfeiçoada pela graça, que ordena o apetite irascível — aquela parte de nós que reage às dificuldades e ameaças — segundo a razão iluminada pela fé. Santo Tomás de Aquino, na Suma Teológica (I-II, q. 123), esclarece que a fortaleza tem como principal objeto o medo e a ousadia, particularmente diante dos perigos da marte. Consiste em dois movimentos complementares: “aggredi” (enfrentar, atacar o mal) e “sustinere” (suportar; perseverar). Em tempos de crise, é frequentemente o segundo que prevalece: a paciência e a constância diante daquilo que não pode ser mudado imediatamente. Continuar lendo
Em entrevista concedida ao Distrito italiano da Fraternidade São Pio X e publicada em 14 de agosto de 2026, o Padre Daniele Di Sorco explica as necessidades práticas que impossibilitaram o adiamento das sagrações episcopais, apesar dos esforços empreendidos junto a Roma. Ele também aborda a profissão de fé publicada pela Fraternidade e os obstáculos doutrinais que, até o momento, impediram qualquer acordo verdadeiro.
FSSPX Itália — Voltando especificamente às sagrações, elas poderiam ter sido evitadas?
Alguns defendem que a Fraternidade poderia ter esperado mais um pouco, construído um relacionamento com Leão XIV, tentado obter um mandato pontifício ou aguardado uma mudança na liderança do Dicastério para a Doutrina da Fé.
A Fraternidade realmente tentou todas as vias possíveis antes de chegar a essa decisão?
Por que o senhor considera que era o momento oportuno para sagrar os novos bispos?
Padre Di Sorco — A Fraternidade decidiu prosseguir agora com as sagrações episcopais por uma razão eminentemente prática.
Na Fraternidade, restavam apenas dois bispos em atividade. Esses dois bispos estão envelhecendo e enfrentavam dificuldades para atender a todas as necessidades dos fiéis e dos sacerdotes. Continuar lendo
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Fonte: Le Seignadou – Tradução: Dominus Est
Nenhuma sociedade humana pode subsistir sem autoridade. Eis uma verdade fundamental da ordem natural e política: a partir do momento que as pessoas se unem para formar uma comunidade, uma família, uma cidade ou mesmo a Igreja, a existência de um princípio de ordem e direção torna-se absolutamente imprescindível. A autoridade é, portanto, o poder moral conferido a um superior para compelir seus inferiores a agirem em prol do bem comum da sociedade. Ela não pode ser concebida e não tem sentido senão no âmbito social. Sem uma orientação clara, sem uma direção firme em direção a esse bem comum para todo o corpo social, e sem a posse de uma força coercitiva legítima capaz de assumir e impor essa direção, a comunidade se dissolve imediatamente no caos da anarquia ou no choque de interesses particulares.
A origem divina e a natureza paternal do poder
As Sagradas Escrituras afirmam isso sem ambiguidade: toda autoridade vem de Deus. São Pedro ensina isso explicitamente aos primeiros fiéis: “Sêde, pois, submissos a toda a instituição humana, por amor de Deus: quer ao rei, como a soberano, quer aos governadores, como enviados por ele” (1 Pedro 2, 13-14). E quando a autoridade humana falha em sua missão suprema, os Apóstolos recordam simultaneamente sua origem e seus limites: ”Deve-se obedecer a Deus antes do que aos homens” (Atos 5, 29). Da mesma forma, diante do poder temporal personificado por Pôncio Pilatos, Nosso Senhor Jesus Cristo já havia declarado: “Tu não terias poder algum sobre mim, se te não fosse dado do alto.” (João 19, 11). Portanto, se toda autoridade vem de Deus, então ela não deriva seu princípio fundamental de um contrato social arbitrário ou da mera vontade da maioria. Continuar lendo
Revmo. Pe. José Maria, igreja de Nossa Senhora Rainha de Portugal, Lisboa, no décimo sexto Domingo depois de Pentecostes, sobre a necessidade de evitarmos um rigorismo excessivo para com o próximo.
Pode um cristão viver com dinheiro sujo?
Sermão do VIII Domingo depois de Pentecostes
Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.
Celebramos o oitavo domingo depois de Pentecostes. O Evangelho nos apresenta uma parábola singular de Nosso Senhor, na qual Ele louva o administrador infiel: aquele que, fraudando ainda mais o patrão, faz esmola com bens que não são seus. E, no entanto, o Senhor louva a sua astúcia — uma “misericórdia”, diríamos entre aspas — e dá um conselho que também soa estranho:
Fazei-vos amigos com o dinheiro da iniquidade — mammona iniquitatis —, para que, quando morrerdes, vos recebam nas moradas eternas.
Mammon é uma palavra de origem semítica para designar o dinheiro. Era costume acrescentar-lhe esse adjetivo — dinheiro da iniquidade —, precisamente neste contexto evangélico.
Alguém poderia pensar que Nosso Senhor, ao pôr o exemplo de um administrador desonesto, quer nos dizer: com maior razão fazei esmola com dinheiro honesto, bem ganho, que seja verdadeiramente vosso. Mas o adjetivo de iniquidade, se se reflete um pouco, corresponde a todo dinheiro. Sempre foi assim; mais ainda em tempos em que as sociedades se desordenam e se afastam da justiça ao se afastarem de Deus. Continuar lendo
Clique aqui ou na imagem para acessar a Meditação de Santo Afonso para essa data, e clique aqui para ler o excelente texto do Pe. Patrick de La Rocque nos exortando a seguir os passos de Nossa Senhora das 7 dores.
Para acessar a Meditação de Santo Afonso para essa Festa, clique na imagem acima.
E para acessar um Sermão do Pe. Emmanuel André, clique aqui
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Revmo. Sr. Pe. José Maria, igreja de Nossa Senhora Rainha de Portugal, Lisboa, no décimo quinto Domingo de Pentecostes, sobre o homem não ter sido criado para este mundo, pelo que todos os bens terrenos são de segunda importância.
Fonte: Radio Spada – Tradução: Dominus Est
Não nos deixemos, portanto, dominar pelas preocupações, pois nenhum fruto colheremos senão apenas o de destruir-nos com nossas aflições. Com efeito, quer nos preocupemos ou não — ou melhor, extamente por não nos preocuparmos — Deus nos provê todas as necessidades. Que restará, então, da tua ansiedade senão ter imposto a ti mesmo sofrimentos inúteis? Quem está prestes a participar de um farto banquete jamais se angustiará por causa a comida, nem quem se aproxima de uma fonte se afligirá por causa da bebida. Nós, portanto, que temos à nossa disposição uma abundância de bens incomparavelmente maior do que a de mil fontes ou banquetes — isto é, a providência de Deus — não nos comportemos como pobres pusilânimes.
Em Matthaeum Homiliae XXII, 3, PG 57, col. 302-303
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Por ocasião da festa de seu patrono, convidamos nosso leitores a ouvir a Marcha de São Pio X. Criada para as sagrações episcopais de 1º de julho de 2026, ela retoma o refrão histórico do Hino da Fraternidade, ao qual foram acrescentados novos versos.
A Fraternidade São Pio X celebra hoje a festa de seu Santo padroeiro, escolhido por D. Marcel Lefebvre como modelo e protetor de sua obra sacerdotal.
Papa da Eucaristia e do catecismo, defensor destemido da fé contra o modernismo, São Pio X dedicou seu pontificado à restauração de todas as coisas em Cristo, segundo o lema que escolheu: Instaurare omnia in Christo.
Os novos versos desta marcha foram cantados pela primeira vez em Écône, durante as sagrações episcopais de 1º de julho. Até então, a Marcha de São Pio X podia ser ouvida na transmissão ao vivo daquele dia histórico. Agora, ela é publicada e tem sua letra abaixo.
São Pio X, rogai pela Igreja e pela Fraternidade que leva o vosso nome.
Texto: H. Le Roux e padre L. Le Roux
Música: Padre M.-A. Moulin
Letra/Tradução:
1 – Ó São Pio X, Pastor zeloso,
Que inflama nosso coração fervoroso;
Reunidos sob o vosso pendão,
Marchamos sob a vossa proteção.
Refrão
Cantando: “Sancte Pie Decime, gloriose patrone, ora, ora pro nobis.”
2 – A Santa Liturgia restaurastes
E sua antiga harmonia recuperastes;
Nossas vozes, em santo ardor
Se elevam ao Eterno Senhor.
Refrão
3 – Pontífice santo e vigilante,
Reformastes o clero triunfante;
Vosso filho, nosso fundador,
Seguirá vossos passos com fervor.
Refrão
4 – Da verdadeira fé, baluarte sagrado,
O erro se dissipa ao vosso chamado;
Pelo fulgor que de vossa cátedra reluz,
Nossas almas se enchem de luz.
Refrão
5 – Chefe soberano, ante os malfeitores,
Convosco a Igreja caminha sem temores,
Imitando a vossa santa humildade,
Ela triunfa sobre a iniquidade.
Refrão
6 – Aos vossos filhos ofereceis a Hóstia sagrada
Pelo Cordeiro nossa alma é purificada;
O Pão dos fortes nos traz fortaleza,
E a chama da nossa fé recupera a certeza.
Refrão
7 – Em Jesus Cristo tudo enfim restaurar,
Do seu Amor tudo esperar;
Confiamos esta humilde oração
Ao nosso Deus, à nossa Mãe da salvação.
Refrão
8 – Protejais a nossa santa Fraternidade,
Guiai-nos à eterna felicidade;
Sede para nós a luz providencial,
E nos encontraremos no Paraíso celestial.
Refrão

Nesta data tão importante para a Igreja, listamos abaixo alguns links que já postamos sobre o Santo:

Por Dardo Juan Calderón
Fonte: Revista Ultramontano
Por ocasião da publicação do livro “O nascimento da Cultura Cristã” de Rubén Peretó Rivas, publicou-se no site Infocatólica uma entrevista com o autor em que, para além daqueles primeiros tempos da cristandade que a obra percorre, tenta-se uma definição sobre “em que consiste essa cultura” e “quais são os seus momentos mais altos”, partindo do pressuposto de que o entrevistado é um “especialista”. No meio da entrevista, e a modo de conclusão, recorrendo à obra de John Senior, responde à pergunta fazendo um panorama descritivo de todos aqueles fenômenos que constituem essa cultura nos âmbitos artísticos e intelectuais; arquitetura, literatura, pensamento filosófico e teológico de vários autores durante a idade média e, em concordância com a ideia de Senior, dois pontos centrais: primeiro, “a ideia de justiça, de perdão e de humildade, todos derivados do mandamento de amor ao próximo que nos deixou Nosso Senhor Jesus Cristo” e “Em segundo lugar, uma série de tradições e rituais… sobretudo o tesouro enorme da Santa Missa. Todos eles formam parte da cultura cristã e nos identificam como herdeiros e membros dessa cultura. John Senior com acerto afirma que a missa é o centro e o coração da cultura cristã, já que foi em torno da celebração da santa missa onde e como se formou a nossa cultura”.
Tudo muito lindo, sim, sim. Mas não.
Tratando de sair do ambiente esteticista e emotivo em que estes dois autores se instalam, para gozo de seu frívolo mundinho católico, ensaiemos uma resposta mais adequada: a cultura cristã forma-se na consideração e adoção espiritual da Revelação de Nosso Senhor Jesus Cristo e seus Apóstolos, guardada e interpretada pelo Magistério da Igreja – para isso instituída pelo próprio Cristo – que se encarna numa sociedade política que busca o cumprimento das promessas evangélicas, produzindo com este sentido tudo o que é relacionado à vida de uma sociedade concreta na história. Transformando sob uma nova luz todos os elementos culturais positivos das culturas humanas anteriores. Continuar lendo

Caros fiéis,
Neste mês de nosso padroeiro, São Pio X, convém trazer à tona a célebre frase que ele pronunciou com profunda tristeza, mas irredutível firmeza, quando, em 9 de dezembro de 1905, a Terceira República Francesa aprovou a Lei de Separação da Igreja e do Estado. Dirigindo-se ao episcopado na Encíclica Gravissimo Officii Munere (10 de agosto de 1906), declarou o Papa: Queridos bispos da França, “prefiro uma Igreja pobre, mas livre.” Ou seja, uma Igreja independente do mundo e com mais razão, independente do espírito do mundo.
Poderíamos nos perguntar por que este santo Pontífice assim procedeu com o país considerado a “Fille aînée de l’Église”— a nação mais rica em catedrais barrocas, mosteiros românicos e conventos. A resposta é simples: “A verdade vos libertará” (Jo 8, 32). Trata-se da liberdade própria daquele que fala com autoridade e simplicidade, movido por uma convicção inabalável, pois a Verdade é simples, perfeita, infinita, imutável, eterna e única. A Verdade é o próprio Deus: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14, 6).
Na Teologia Moral, um famoso axioma prescreve: Bonum ex integra causa, malum ex quocumque defectu (“Para que uma coisa seja boa, deve sê-lo em toda a sua integridade; para que seja má, basta-lhe um único defeito”). Continuar lendo
Revmo. Pe. Carlos Mestre, igreja de Nossa Senhora Rainha de Portugal, Lisboa, no décimo quarto Domingo depois de Pentecostes, sobre a impossibilidade de servir ao mesmo tempo a Deus e ao mundo.
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“O que Deus quis ao vir até nós, senão mostrar-nos o seu amor? Se até agora não nos esforçamos para amá-Lo, que ao menos não demoremos mais em retribuir-Lhe amor com amor.”
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
O que não nos aparenta valor atrai pouca atenção. Esse é o destino reservado, com demasiada frequência, ao Evangelho. O fiel católico ouve e lê trechos da Sagrada Escritura todos os domingos na missa. O hábito se instala e, com ele, a falta de atenção. Essa negligência é profundamente prejudicial. Pois o que é a Sagrada Escritura, senão uma sucessão de cartas inspiradas pelo coração de Deus, nas quais Ele se revela às suas criaturas? Para ler essas cartas, é preciso, antes de tudo, possuir o espírito que as inspirou. “A letra mata, mas o espírito vivifica” (2 Cor 3, 6). Sem a fé e a humildade, o texto sagrado permanece mal compreendido, ou carece da atenção necessária. Torna-se, então, letra morta para a alma.
Para evitar essa armadilha, é essencial lembrar-se um fato singular entre todos: Deus escreve ao homem. Deus, na Trindade, digna-se a adaptar-se aos modos de agir do homem, sua criatura, para se dar a conhecer a ele. A simples constatação desse fato demonstra a importância das Sagradas Escrituras na vida de todo cristão. Sobrecarregada pelas muitas preocupações do cotidiano, testada pelas dificuldades da existência ou simplesmente entorpecida pela rotina ou pela mundanidade, a alma fiel chega, às vezes, a esquecer uma verdade que, no entanto, é primordial e fundamental: Deus nos ama, Ele se importa conosco.
A Palavra divina está repleta de exemplos e provas desse amor de Deus por cada um. Ele se manifesta de forma evidente na criação. Deus, então, decidiu livremente compartilhar sua existência, e até mesmo sua vida espiritual, com seres que não existiam. Isso só pode ser explicado por um gesto de amor, pois é preciso amar para dar a vida. Continuar lendo
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Ladainha ao Imaculado Coração de Maria
Senhor, tende piedade de nós
Cristo, tende piedade de nós
Senhor, tende piedade de nós
Cristo, olhai-nos.
Cristo, escutai-nos
Deus Pai celestial, Tem misericórdia de nós.
Deus Filho Redentor do mundo, Tem misericórdia de nós.
Deus Espírito Santo, Tem misericórdia de nós.
Santa Trindade, um só Deus, Tem misericórdia de nós.
Santa Maria, Coração Imaculado de Maria, rogai por nós
Coração de Maria, cheio de graça, rogai por nós
Coração de Maria, vaso do amor mais puro, rogai por nós
Coração de Maria, consagrado íntegro a Deus, rogai por nós
Coração de Maria, preservado de todo pecado, rogai por nós
Coração de Maria, morada da Santíssima Trindade, rogai por nós
Coração de Maria, delícia do Pai na Criação, rogai por nós
Coração de Maria, instrumento do Filho na Redenção, rogai por nós
Coração de Maria, a esposa do Espírito Santo, rogai por nós
Coração de Maria, abismo e prodígio de humildade, rogai por nós
Coração de Maria, medianeiro de todas as graças, rogai por nós
Coração de Maria, batendo em uníssono com o Coração de Jesus, rogai por nós
Coração de Maria, gozando sempre da visão beatífica, rogai por nós
Coração de Maria, holocausto do amor divino, rogai por nós
Coração de Maria, advogado ante a justiça divina, rogai por nós
Coração de Maria, transpassado por uma espada, rogai por nós
Coração de Maria, Coroado de espinhos por nossos pecados, rogai por nós
Coração de Maria, agonizando na paixão de teu Filho, rogai por nós
Coração de Maria, exultando na Ressurreição de teu Filho, rogai por nós
Coração de Maria, triunfando eternamente com Jesus, rogai por nós
Coração de Maria, fortaleza dos cristãos, rogai por nós
Coração de Maria, refúgio dos perseguidos, rogai por nós
Coração de Maria, esperança dos pecadores, rogai por nós
Coração de Maria, consolo dos moribundos, rogai por nós
Coração de Maria, alívio dos que sofrem, rogai por nós
Coração de Maria, laço de união com Cristo, rogai por nós
Coração de Maria, caminho seguro ao Céu, rogai por nós
Coração de Maria, prenda de paz e santidade, rogai por nós
Coração de Maria, vencedora das heresias, rogai por nós
Coração de Maria, da Rainha dos Céus e Terra, rogai por nós
Coração de Maria, da Mãe de Deus e da Igreja, rogai por nós
Coração de Maria, que por fim triunfarás, rogai por nós
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Perdoai-nos Senhor
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Escutai-nos Senhor
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Tem misericórdia de nós.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus
R. Para que sejamos dignos de alcançar as promessas de Nosso Senhor Jesus Cristo
Oremos:
Vós que nos tens preparado no Coração Imaculado de Maria uma digna morada de teu Filho Jesus Cristo, concedei-nos a graça de viver sempre conforme a sua vontade e de cumprir seus desejos.
Por Cristo teu Filho, Nosso Senhor. Amém

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
A questão do humanismo surgiu desde o início do cristianismo. São Paulo escreve, por um lado, aos Filipenses (capítulo 4):
“Tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, santo, amável, de bom nome, as virtudes, seja isso o objeto de vossos pensamentos.”
E, por outro lado, vejamos os Gálatas (capítulo 6):
“O mundo morreu para mim na Cruz, e na Cruz eu morri para o mundo.”
São Paulo, portanto, começa por discernir o que vem do mundo: é preciso reter do mundo o que é verdadeiro. Mas há mentiras no mundo. O diabo reina nele como mentiroso. É preciso reter o que é nobre. Mas há baixezas no mundo. O senso de honra às vezes se mistura com a vaidade e a ambição. Devemos extrair do mundo o que é justo, mas a injustiça domina o mundo. O que encontramos no mundo é, antes, sede de justiça. É preciso reter do mundo o que nele há de puro. O exemplo natural das crianças, da maioria delas pelo menos, mas o mundo, como vemos com demasiada clareza hoje, está à mercê da imoralidade. Continuar lendo
Revmo. Pe. José Maria, no décimo segundo Domingo de Pentecostes, sobre a nossa incapacidade de sequer um só bom pensamento sem a Graça de Deus.
Revmo. Pe. Carlos Mestre, igreja de Nossa Senhora Rainha de Portugal, na festa da Assunção de Nossa Senhora sobre a Graça de uma boa morte, que não podemos merecer pelos nossos esforços, mas apenas por Graça de Deus.

Para ler a Meditação de Santo Afonso para essa data, clique aqui.
Para ler e ouvir um Sermão de D. Lefebvre, de 1990, sobre a Festa da Assunção, clique aqui.
Para ler e ouvir um Sermão de D. Lefebvre, de 1975, sobre a Festa da Assunção, clique aqui.
Para ler um Sermão de São Tomás de Villanueva sobre a Festa, clique aqui.
Para ler a belíssima Encíclica MUNIFICENTISSIMUS DEUS, de Pio XII, que define o Dogma da Assunção de Nossa Senhora ao Céu em Corpo e Alma, clique aqui.
Abaixo colocamos o momento da proclamação do dogma pelo Papa Pio XII