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Arquivos da Categoria: Espiritualidade
NÃO FOMOS FEITOS PARA ESSE MUNDO – PELO PE. JOSÉ MARIA, FSSPX
Revmo. Sr. Pe. José Maria, igreja de Nossa Senhora Rainha de Portugal, Lisboa, no décimo quinto Domingo de Pentecostes, sobre o homem não ter sido criado para este mundo, pelo que todos os bens terrenos são de segunda importância.
FESTA DA NATIVIDADE DE MARIA SANTÍSSIMA
DE NADA SERVE A ANSIEDADE – POR SÃO JOÃO CRISÓSTOMO
Fonte: Radio Spada – Tradução: Dominus Est
Não nos deixemos, portanto, dominar pelas preocupações, pois nenhum fruto colheremos senão apenas o de destruir-nos com nossas aflições. Com efeito, quer nos preocupemos ou não — ou melhor, extamente por não nos preocuparmos — Deus nos provê todas as necessidades. Que restará, então, da tua ansiedade senão ter imposto a ti mesmo sofrimentos inúteis? Quem está prestes a participar de um farto banquete jamais se angustiará por causa a comida, nem quem se aproxima de uma fonte se afligirá por causa da bebida. Nós, portanto, que temos à nossa disposição uma abundância de bens incomparavelmente maior do que a de mil fontes ou banquetes — isto é, a providência de Deus — não nos comportemos como pobres pusilânimes.
Em Matthaeum Homiliae XXII, 3, PG 57, col. 302-303
XV DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: O MOÇO DE NAIM E A LEMBRANÇA DA MORTE
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A MARCHA DE SÃO PIO X – HINO DA FSSPX

Por ocasião da festa de seu patrono, convidamos nosso leitores a ouvir a Marcha de São Pio X. Criada para as sagrações episcopais de 1º de julho de 2026, ela retoma o refrão histórico do Hino da Fraternidade, ao qual foram acrescentados novos versos.
A Fraternidade São Pio X celebra hoje a festa de seu Santo padroeiro, escolhido por D. Marcel Lefebvre como modelo e protetor de sua obra sacerdotal.
Papa da Eucaristia e do catecismo, defensor destemido da fé contra o modernismo, São Pio X dedicou seu pontificado à restauração de todas as coisas em Cristo, segundo o lema que escolheu: Instaurare omnia in Christo.
Os novos versos desta marcha foram cantados pela primeira vez em Écône, durante as sagrações episcopais de 1º de julho. Até então, a Marcha de São Pio X podia ser ouvida na transmissão ao vivo daquele dia histórico. Agora, ela é publicada e tem sua letra abaixo.
São Pio X, rogai pela Igreja e pela Fraternidade que leva o vosso nome.
Texto: H. Le Roux e padre L. Le Roux
Música: Padre M.-A. Moulin
Letra/Tradução:
1 – Ó São Pio X, Pastor zeloso,
Que inflama nosso coração fervoroso;
Reunidos sob o vosso pendão,
Marchamos sob a vossa proteção.
Refrão
Cantando: “Sancte Pie Decime, gloriose patrone, ora, ora pro nobis.”
2 – A Santa Liturgia restaurastes
E sua antiga harmonia recuperastes;
Nossas vozes, em santo ardor
Se elevam ao Eterno Senhor.
Refrão
3 – Pontífice santo e vigilante,
Reformastes o clero triunfante;
Vosso filho, nosso fundador,
Seguirá vossos passos com fervor.
Refrão
4 – Da verdadeira fé, baluarte sagrado,
O erro se dissipa ao vosso chamado;
Pelo fulgor que de vossa cátedra reluz,
Nossas almas se enchem de luz.
Refrão
5 – Chefe soberano, ante os malfeitores,
Convosco a Igreja caminha sem temores,
Imitando a vossa santa humildade,
Ela triunfa sobre a iniquidade.
Refrão
6 – Aos vossos filhos ofereceis a Hóstia sagrada
Pelo Cordeiro nossa alma é purificada;
O Pão dos fortes nos traz fortaleza,
E a chama da nossa fé recupera a certeza.
Refrão
7 – Em Jesus Cristo tudo enfim restaurar,
Do seu Amor tudo esperar;
Confiamos esta humilde oração
Ao nosso Deus, à nossa Mãe da salvação.
Refrão
8 – Protejais a nossa santa Fraternidade,
Guiai-nos à eterna felicidade;
Sede para nós a luz providencial,
E nos encontraremos no Paraíso celestial.
Refrão
3 DE SETEMBRO – DIA DE SÃO PIO X

Nesta data tão importante para a Igreja, listamos abaixo alguns links que já postamos sobre o Santo:
- 03 DE SETEMBRO – DIA DE SÃO PIO X
- SÃO PIO X, SANTO PROVIDENCIAL DOS TEMPOS MODERNOS
- A MARCHA DE SÃO PIO X – HINO DA FSSPX
- DIA DE SÃO PIO X – SOBRE O SANTO
- HOMENAGEM A SÃO PIO X POR OCASIÃO DO 65º ANIVERSÁRIO DE SUA CANONIZAÇÃO
- JURAMENTO ANTI-MODERNISTA
- A PASCENDI EXPLICADA
- SÃO PIO X CONTRA O SIONISMO: OS JUDEUS NÃO RECONHECERAM NOSSO SENHOR, É POR ISSO QUE NÃO PODEMOS RECONHECER O POVO JUDEU”
- ENCÍCLICA IL FERMO PROPOSITO – PARA O ESTABELECIMENTO E DESENVOLVIMENTO DA AÇÃO CATÓLICA
- CARTA ENCÍCLICA ACERBO NIMIS: SOBRE O ENSINO DO CATECISMO
- SANCTE PIE DÉCIME (MÚSICA)
- MOTU PROPRIO FIN DALLA PRIMA, DE SÃO PIO X, SOBRE O REGIME DA AÇÃO CATOLICA POPULAR
- SANTIDADE E ACÇÃO SOBRENATURAL DE SÃO PIO X
- SÃO PIO X, MODELO DE SANTIDADE (SERMÃO)
UM GRAVE EQUÍVOCO SOBRE A CULTURA CATÓLICA

Por Dardo Juan Calderón
Fonte: Revista Ultramontano
Por ocasião da publicação do livro “O nascimento da Cultura Cristã” de Rubén Peretó Rivas, publicou-se no site Infocatólica uma entrevista com o autor em que, para além daqueles primeiros tempos da cristandade que a obra percorre, tenta-se uma definição sobre “em que consiste essa cultura” e “quais são os seus momentos mais altos”, partindo do pressuposto de que o entrevistado é um “especialista”. No meio da entrevista, e a modo de conclusão, recorrendo à obra de John Senior, responde à pergunta fazendo um panorama descritivo de todos aqueles fenômenos que constituem essa cultura nos âmbitos artísticos e intelectuais; arquitetura, literatura, pensamento filosófico e teológico de vários autores durante a idade média e, em concordância com a ideia de Senior, dois pontos centrais: primeiro, “a ideia de justiça, de perdão e de humildade, todos derivados do mandamento de amor ao próximo que nos deixou Nosso Senhor Jesus Cristo” e “Em segundo lugar, uma série de tradições e rituais… sobretudo o tesouro enorme da Santa Missa. Todos eles formam parte da cultura cristã e nos identificam como herdeiros e membros dessa cultura. John Senior com acerto afirma que a missa é o centro e o coração da cultura cristã, já que foi em torno da celebração da santa missa onde e como se formou a nossa cultura”.
Tudo muito lindo, sim, sim. Mas não.
Tratando de sair do ambiente esteticista e emotivo em que estes dois autores se instalam, para gozo de seu frívolo mundinho católico, ensaiemos uma resposta mais adequada: a cultura cristã forma-se na consideração e adoção espiritual da Revelação de Nosso Senhor Jesus Cristo e seus Apóstolos, guardada e interpretada pelo Magistério da Igreja – para isso instituída pelo próprio Cristo – que se encarna numa sociedade política que busca o cumprimento das promessas evangélicas, produzindo com este sentido tudo o que é relacionado à vida de uma sociedade concreta na história. Transformando sob uma nova luz todos os elementos culturais positivos das culturas humanas anteriores. Continuar lendo
BOLETIM DO PRIORADO PADRE ANCHIETA (SÃO PAULO/SP) E MENSAGEM DO PRIOR – SETEMBRO/26

Caros fiéis,
Neste mês de nosso padroeiro, São Pio X, convém trazer à tona a célebre frase que ele pronunciou com profunda tristeza, mas irredutível firmeza, quando, em 9 de dezembro de 1905, a Terceira República Francesa aprovou a Lei de Separação da Igreja e do Estado. Dirigindo-se ao episcopado na Encíclica Gravissimo Officii Munere (10 de agosto de 1906), declarou o Papa: Queridos bispos da França, “prefiro uma Igreja pobre, mas livre.” Ou seja, uma Igreja independente do mundo e com mais razão, independente do espírito do mundo.
Poderíamos nos perguntar por que este santo Pontífice assim procedeu com o país considerado a “Fille aînée de l’Église”— a nação mais rica em catedrais barrocas, mosteiros românicos e conventos. A resposta é simples: “A verdade vos libertará” (Jo 8, 32). Trata-se da liberdade própria daquele que fala com autoridade e simplicidade, movido por uma convicção inabalável, pois a Verdade é simples, perfeita, infinita, imutável, eterna e única. A Verdade é o próprio Deus: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14, 6).
Na Teologia Moral, um famoso axioma prescreve: Bonum ex integra causa, malum ex quocumque defectu (“Para que uma coisa seja boa, deve sê-lo em toda a sua integridade; para que seja má, basta-lhe um único defeito”). Continuar lendo
NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E AO MUNDO – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Revmo. Pe. Carlos Mestre, igreja de Nossa Senhora Rainha de Portugal, Lisboa, no décimo quarto Domingo depois de Pentecostes, sobre a impossibilidade de servir ao mesmo tempo a Deus e ao mundo.
XIV DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: OS DOIS SENHORES E AS ALMAS TÍBIAS
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COMPREENDER O AMOR DE DEUS POR NÓS

“O que Deus quis ao vir até nós, senão mostrar-nos o seu amor? Se até agora não nos esforçamos para amá-Lo, que ao menos não demoremos mais em retribuir-Lhe amor com amor.”
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
O que não nos aparenta valor atrai pouca atenção. Esse é o destino reservado, com demasiada frequência, ao Evangelho. O fiel católico ouve e lê trechos da Sagrada Escritura todos os domingos na missa. O hábito se instala e, com ele, a falta de atenção. Essa negligência é profundamente prejudicial. Pois o que é a Sagrada Escritura, senão uma sucessão de cartas inspiradas pelo coração de Deus, nas quais Ele se revela às suas criaturas? Para ler essas cartas, é preciso, antes de tudo, possuir o espírito que as inspirou. “A letra mata, mas o espírito vivifica” (2 Cor 3, 6). Sem a fé e a humildade, o texto sagrado permanece mal compreendido, ou carece da atenção necessária. Torna-se, então, letra morta para a alma.
Para evitar essa armadilha, é essencial lembrar-se um fato singular entre todos: Deus escreve ao homem. Deus, na Trindade, digna-se a adaptar-se aos modos de agir do homem, sua criatura, para se dar a conhecer a ele. A simples constatação desse fato demonstra a importância das Sagradas Escrituras na vida de todo cristão. Sobrecarregada pelas muitas preocupações do cotidiano, testada pelas dificuldades da existência ou simplesmente entorpecida pela rotina ou pela mundanidade, a alma fiel chega, às vezes, a esquecer uma verdade que, no entanto, é primordial e fundamental: Deus nos ama, Ele se importa conosco.
A Palavra divina está repleta de exemplos e provas desse amor de Deus por cada um. Ele se manifesta de forma evidente na criação. Deus, então, decidiu livremente compartilhar sua existência, e até mesmo sua vida espiritual, com seres que não existiam. Isso só pode ser explicado por um gesto de amor, pois é preciso amar para dar a vida. Continuar lendo
XIII DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: OS DEZ LEPROSOS E O PECADO DE INGRATIDÃO
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22 DE AGOSTO – IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

- Coração de Maria, imagem fiel do coração de Jesus
- Consagração ao Imaculado Coração de Maria
- A devoção reparadora dos cinco primeiros sábados do mês
- Ao Imaculado Coração de Maria
- Coração Doloroso e Imaculado de Maria
- Encíclica Auspicia Quaedam do Papa Pio XII
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Ladainha ao Imaculado Coração de Maria
Senhor, tende piedade de nós
Cristo, tende piedade de nós
Senhor, tende piedade de nós
Cristo, olhai-nos.
Cristo, escutai-nos
Deus Pai celestial, Tem misericórdia de nós.
Deus Filho Redentor do mundo, Tem misericórdia de nós.
Deus Espírito Santo, Tem misericórdia de nós.
Santa Trindade, um só Deus, Tem misericórdia de nós.
Santa Maria, Coração Imaculado de Maria, rogai por nós
Coração de Maria, cheio de graça, rogai por nós
Coração de Maria, vaso do amor mais puro, rogai por nós
Coração de Maria, consagrado íntegro a Deus, rogai por nós
Coração de Maria, preservado de todo pecado, rogai por nós
Coração de Maria, morada da Santíssima Trindade, rogai por nós
Coração de Maria, delícia do Pai na Criação, rogai por nós
Coração de Maria, instrumento do Filho na Redenção, rogai por nós
Coração de Maria, a esposa do Espírito Santo, rogai por nós
Coração de Maria, abismo e prodígio de humildade, rogai por nós
Coração de Maria, medianeiro de todas as graças, rogai por nós
Coração de Maria, batendo em uníssono com o Coração de Jesus, rogai por nós
Coração de Maria, gozando sempre da visão beatífica, rogai por nós
Coração de Maria, holocausto do amor divino, rogai por nós
Coração de Maria, advogado ante a justiça divina, rogai por nós
Coração de Maria, transpassado por uma espada, rogai por nós
Coração de Maria, Coroado de espinhos por nossos pecados, rogai por nós
Coração de Maria, agonizando na paixão de teu Filho, rogai por nós
Coração de Maria, exultando na Ressurreição de teu Filho, rogai por nós
Coração de Maria, triunfando eternamente com Jesus, rogai por nós
Coração de Maria, fortaleza dos cristãos, rogai por nós
Coração de Maria, refúgio dos perseguidos, rogai por nós
Coração de Maria, esperança dos pecadores, rogai por nós
Coração de Maria, consolo dos moribundos, rogai por nós
Coração de Maria, alívio dos que sofrem, rogai por nós
Coração de Maria, laço de união com Cristo, rogai por nós
Coração de Maria, caminho seguro ao Céu, rogai por nós
Coração de Maria, prenda de paz e santidade, rogai por nós
Coração de Maria, vencedora das heresias, rogai por nós
Coração de Maria, da Rainha dos Céus e Terra, rogai por nós
Coração de Maria, da Mãe de Deus e da Igreja, rogai por nós
Coração de Maria, que por fim triunfarás, rogai por nós
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Perdoai-nos Senhor
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Escutai-nos Senhor
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Tem misericórdia de nós.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus
R. Para que sejamos dignos de alcançar as promessas de Nosso Senhor Jesus Cristo
Oremos:
Vós que nos tens preparado no Coração Imaculado de Maria uma digna morada de teu Filho Jesus Cristo, concedei-nos a graça de viver sempre conforme a sua vontade e de cumprir seus desejos.
Por Cristo teu Filho, Nosso Senhor. Amém
SER HOMEM E SER CRISTÃO: É A MESMA COISA?

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
A questão do humanismo surgiu desde o início do cristianismo. São Paulo escreve, por um lado, aos Filipenses (capítulo 4):
“Tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, santo, amável, de bom nome, as virtudes, seja isso o objeto de vossos pensamentos.”
E, por outro lado, vejamos os Gálatas (capítulo 6):
“O mundo morreu para mim na Cruz, e na Cruz eu morri para o mundo.”
São Paulo, portanto, começa por discernir o que vem do mundo: é preciso reter do mundo o que é verdadeiro. Mas há mentiras no mundo. O diabo reina nele como mentiroso. É preciso reter o que é nobre. Mas há baixezas no mundo. O senso de honra às vezes se mistura com a vaidade e a ambição. Devemos extrair do mundo o que é justo, mas a injustiça domina o mundo. O que encontramos no mundo é, antes, sede de justiça. É preciso reter do mundo o que nele há de puro. O exemplo natural das crianças, da maioria delas pelo menos, mas o mundo, como vemos com demasiada clareza hoje, está à mercê da imoralidade. Continuar lendo
NÃO SOMOS CAPAZES DE NADA POR NÓS MESMOS – PELO PE. JOSÉ MARIA, FSSPX
Revmo. Pe. José Maria, no décimo segundo Domingo de Pentecostes, sobre a nossa incapacidade de sequer um só bom pensamento sem a Graça de Deus.
A GRAÇA DE UMA BOA MORTE – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Revmo. Pe. Carlos Mestre, igreja de Nossa Senhora Rainha de Portugal, na festa da Assunção de Nossa Senhora sobre a Graça de uma boa morte, que não podemos merecer pelos nossos esforços, mas apenas por Graça de Deus.
XII DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: O BOM SAMARITANO E O DIVINO REDENTOR
15 DE AGOSTO – ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

Para ler a Meditação de Santo Afonso para essa data, clique aqui.
Para ler e ouvir um Sermão de D. Lefebvre, de 1990, sobre a Festa da Assunção, clique aqui.
Para ler e ouvir um Sermão de D. Lefebvre, de 1975, sobre a Festa da Assunção, clique aqui.
Para ler um Sermão de São Tomás de Villanueva sobre a Festa, clique aqui.
Para ler a belíssima Encíclica MUNIFICENTISSIMUS DEUS, de Pio XII, que define o Dogma da Assunção de Nossa Senhora ao Céu em Corpo e Alma, clique aqui.
Abaixo colocamos o momento da proclamação do dogma pelo Papa Pio XII
NÃO FIQUEMOS SURDOS À PALAVRA DE DEUS – PELO PE. JOSÉ MARIA
13 DE AGOSTO EM FÁTIMA: A APARIÇÃO QUE A MAÇONARIA QUERIA EVITAR
Durante a sua primeira aparição às três crianças de Fátima, no domingo, 13 de maio de 1917, a Virgem pediu-lhes que viessem todos os dias 13 dos meses seguintes. Mas em 13 de agosto, quando uma multidão de 20.000 pessoas já lotava a Cova da Iria, nenhum dos três pastores esteve presente.
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COMPREENDER O AMOR DE DEUS POR NÓS NO EVANGELHO

“O que Deus quis ao vir entre nós, senão nos mostrar o seu Amor? Se até agora não nos apressamos em amá-Lo, pelo menos não demoremos mais em retribuir-Lhe amor por amor.”
Fonte: Le Seignadou – Tradução: Dominus Est
O que não tem valor aparente atrai pouca atenção. Esse é o destino reservado, com demasiada frequência, ao Evangelho. O fiel católico ouve e lê trechos da Sagrada Escritura todos os domingos na missa. O hábito se instala e, com ele, a falta de atenção. Tal descuido é profundamente prejudicial. Pois o que é a Sagrada Escritura, senão uma sucessão de cartas inspiradas pelo coração de Deus, nas quais Ele se revela às suas criaturas? Para ler essas cartas, é preciso, antes de tudo, possuir o espírito que as inspirou. “A letra mata, mas o espírito vivifica” (2 Cor 3, 6). Sem a fé e a humildade, o texto sagrado permanece mal compreendido, ou carece da atenção necessária. Torna-se, então, letra morta para a alma.
Para evitar essa armadilha, é essencial lembrar um fato singular acima de todos os outros: Deus escreve ao homem. O Deus Trino digna-se a adaptar-se aos modos de agir do homem, sua criatura, para se dar a conhecer a ele. A simples constatação desse fato mostra até que ponto a Sagrada Escritura é importante em toda vida cristã. Oprimida pelas múltiplas preocupações do dia a dia, provada pelas dificuldades da existência ou simplesmente entorpecida pela rotina ou pela mundanidade, a alma fiel chega, às vezes, a esquecer uma verdade que, no entanto, é primordial e fundamental: Deus nos ama, Ele se importa conosco. Continuar lendo
ORDEM E DESORDEM

Fonte: Le Parvis nº 168 – Tradução: Dominus Est
Um provérbio conhecido afirma que a ordem exterior reflete a ordem interior. Essa verdade, embora às vezes incômoda, não deixa de ser uma realidade profunda. Quem já visitou conventos de freiras pôde observar uma ordem e uma limpeza notáveis, frutos de um espírito de disciplina, pobreza e recolhimento, que geram paz, tranquilidade e alegria interior.
Esse espírito de disciplina e pobreza deveria permear todas as instituições, comunidades e famílias. Trata-se de uma virtude que se adquire desde a mais tenra infância, mas que, infelizmente, se perde cada vez mais em nossos tempos.
Existe uma estreita ligação entre a ordem e a nossa vida espiritual. De fato, toda a obra da nossa vida espiritual consiste em restaurar em nossa alma a ordem que o pecado destruiu na natureza e, particularmente, em nossa alma. Por causa do pecado original, as paixões dominam a vontade e o intelecto, e, portanto, devemos restaurar a ordem, isto é, que o intelecto, iluminado pela Fé, busque a verdade, que a vontade se oriente para o bem e que o intelecto e a vontade controlem as nossas paixões (ordem material; ordem da disciplina na vida; ordem da vida espiritual; ordem da organização; ordem da realização de projetos; ordem da obediência a princípios, regulamentos, estatutos, leis, etc.). Continuar lendo
OUTRA MEDITAÇÃO PARA O XI DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES:O SURDO-MUDO E AS CONFISSÕES SACRÍLEGAS
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XI DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: O MILAGRE DO SURDO-MUDO E OS ESPIRITUALMENTE MUDOS
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A RELIGIOSIDADE SINCERA – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Revmo. Pe. Carlos Mestre, na igreja Nossa Senhora Rainha de Portugal, em Lisboa, no décimo Domingo depois de Pentecostes, sobre o que é a verdadeira religiosidade, por oposição às observância das meras práticas exteriores, conforme demonstra a bela passagem do Evangelho deste dia sobre o fariseu e o publicano.
06 DE AGOSTO: TRANSFIGURAÇÃO DE NOSSO SENHOR
A Transfiguração de Nosso Senhor Jesus Cristo não é propriamente um milagre, mas a cessação momentânea de um milagre: o da Encarnação do Verbo. Durante algum tempo, Jesus abdica dos direitos e prerrogativas da Sua divindade; a Sua pessoa divina esconde a Sua glória e faz-Se voluntariamente, durante toda a Sua vida terrena, um mortal. Esconde a Sua divindade para preparar a Sua Paixão. A Sua Transfiguração, ao mostrar-nos por um momento no estado glorioso em que devia ter estado durante toda a Sua vida, mostra-nos ainda mais claramente o Seu Amor por nós, o Seu ardente desejo de sofrer pelos nossos pecados e, consequentemente, o mérito infinito de tantas humilhações, ignomínias e sofrimentos assim aceites, desejados e preferidos por Sua livre vontade.A iluminação do monte Tabor antecipa o escândalo do monte Gólgota. Aquele que seguiremos com lágrimas através de todas as fases dolorosas da Paixão é verdadeiramente, pela Sua natureza consubstancial a Deus Pai, coroado de glória e de honra, o Rei do Céu, a alegria dos Anjos, o soberano Juiz que virá um dia, em todo o esplendor da Sua majestade, julgar todos os homens…
Este rosto, que será profanado por golpes e saliva, desfigurado, torna-se mais brilhante do que o sol do monte Tabor, transfigurado: Continuar lendo
UMA VESTIMENTA CATÓLICA?

As roupas dizem algo sobre nós mesmos.
Fonte: Le Saint Vincent n°42 – Tradução: Dominus Est
Em ocasiões importantes, é fácil perceber que a roupa é importante: um desfile de militares sem uniforme, um diretor-geral sem paletó nem gravata ou uma noiva sem seu vestido nos parecem improváveis.
Gostemos ou não, a roupa importa. Ela diz algo sobre nós, revela quem somos e como queremos ser vistos. Para se convencer disso, basta observar o cuidado que uma mãe dedica ao vestir toda a sua família e perceber o quanto ela fica constrangida ao ver seus queridos filhos voltarem da escola com roupas manchadas ou rasgadas. No teatro, fica claro que o traje desempenha seu papel e define um personagem.
Qual é o nosso papel? … não no teatro, mas na vida real, no nosso dia a dia, para nós que somos batizados? Que vestimenta corresponde a esse papel?
Sem entrar em muitos detalhes, estas poucas linhas visam proporcionar alguns pontos de reflexão sobre a elegância católica. Continuar lendo
DÉCIMO DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: O FARISEU E O PUBLICANO
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BOLETIM DO PRIORADO PADRE ANCHIETA (SÃO PAULO/SP) E MENSAGEM DO PRIOR – AGOSTO/26

Caros fiéis,
Não podemos iniciar este 69º boletim sem manifestar, primeiramente, nossa profunda gratidão a Deus, nosso Senhor, que nos concede a graça de sermos membros da grande obra da Tradição, que é a Fraternidade São Pio X, autênticos filhos de Mons. Marcel Lefebvre, em tempos nos quais as almas se encontram tão perdidas, desamparadas e enganadas. Impõe-se, naturalmente, agradecer a nossos superiores, em particular ao Superior Geral, com o seu conselho, que nos guia neste caminho de fidelidade.
Manifestamos nossa gratidão igualmente ao estimado e querido Padre Francisco Mouroux, que dedicou sete incansáveis anos de seu sacerdócio, em terras estrangeiras, para nos guiar, santificar e instruir na Verdade, no amor à Igreja e à sua Tradição — em uma palavra, no caminho da salvação. Trata-se de uma tarefa que nos compete continuar com fidelidade, sob o manto e a guia de Nossa Senhora das Dores, Mãe do Divino Sacerdote.
Há exatamente um mês que vivenciamos as sagrações episcopais: momento em que se experimentou um sopro de cristandade em seu maior esplendor. Contudo, uma ponta de tristeza pairava sobre todos. Não tanto pelas ameaças concretizadas por parte do Santo Padre, o Papa, mas pela incompreensão, oposição e negação do Vigário de Cristo a respeito da Tradição. Nisto, paradoxalmente, manifestava-se aquela nota própria e essencial da Igreja que nunca deixa de brilhar em nossa querida Fraternidade, que não é outra coisa senão uma obra da Igreja: a sua romanidade. Continuar lendo






