
Caros fiéis,
Não podemos iniciar este 69º boletim sem manifestar, primeiramente, nossa profunda gratidão a Deus, nosso Senhor, que nos concede a graça de sermos membros da grande obra da Tradição, que é a Fraternidade São Pio X, autênticos filhos de Mons. Marcel Lefebvre, em tempos nos quais as almas se encontram tão perdidas, desamparadas e enganadas. Impõe-se, naturalmente, agradecer a nossos superiores, em particular ao Superior Geral, com o seu conselho, que nos guia neste caminho de fidelidade.
Manifestamos nossa gratidão igualmente ao estimado e querido Padre Francisco Mouroux, que dedicou sete incansáveis anos de seu sacerdócio, em terras estrangeiras, para nos guiar, santificar e instruir na Verdade, no amor à Igreja e à sua Tradição — em uma palavra, no caminho da salvação. Trata-se de uma tarefa que nos compete continuar com fidelidade, sob o manto e a guia de Nossa Senhora das Dores, Mãe do Divino Sacerdote.
Há exatamente um mês que vivenciamos as sagrações episcopais: momento em que se experimentou um sopro de cristandade em seu maior esplendor. Contudo, uma ponta de tristeza pairava sobre todos. Não tanto pelas ameaças concretizadas por parte do Santo Padre, o Papa, mas pela incompreensão, oposição e negação do Vigário de Cristo a respeito da Tradição. Nisto, paradoxalmente, manifestava-se aquela nota própria e essencial da Igreja que nunca deixa de brilhar em nossa querida Fraternidade, que não é outra coisa senão uma obra da Igreja: a sua romanidade. Continuar lendo


















