Dom Joseph Strickland ofereceu um texto memorável sobre a crise da Igreja e a situação após o anúncio das sagrações, que reproduzimos integralmente.
“A paciência é uma virtude. Mas a paciência não significa assistir a morte do sacerdócio enquanto os responsáveis se recusam a agir. A confiança é necessária. Mas confiar não significa fingir que o silêncio é sabedoria quando não o é. A obediência é santa. Mas obediência nunca significou cooperar com a erosão da Fé.”
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
A Linha na areia
Todo texano conhece esta história: muito antes de entendermos de política, antes de compreendermos os argumentos, antes de aprendermos a esmiuçar detalhes, aprendemos na escola uma coisa que nos moldou até a medula. Em El Alamo, chegou um momento em que não havia mais cartas a enviar, nem reforços a caminho, nem negociações a tentar. O inimigo estava à porta. Exigia nossa capitulação. E todos sabiam o que a rendição significaria.
Então o comandante – William Barret Travis – reuniu seus homens – não para inspirá-los, não para motivá-los, mas para lhes dizer a verdade. Ele traçou uma linha no chão. De um lado dessa linha estava a segurança – pelo menos por ora. Do outro lado, a morte quase certa. E disse: “escolham”. Apenas um homem recuou. Todos os demais avançaram.
Essa linha na areia não foi traçada para iniciar uma rebelião. Foi traçada para acabar com as ilusões. Cruzá-la não garantia a vitória – somente a fidelidade. E, quer queiramos, quer não, é exatamente essa a situação atual da Igreja. Continuar lendo








































