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Em mais uma Operação Memória de nosso Blog, listamos aqui uma série de Especiais e alguns textos variados que estamos publicando já há vários anos.
Como os ataques à FSSPX aqui no Brasil se intensificaram nos últimos tempos, por pessoas que claramente não sabem praticamente nada sobre os assuntos relacionados a ela, nada melhor que disponibilizarmos alguns estudos sobre os mais diversos temas “da moda”.
Para quem ainda não sabe, tais ataques são de assuntos “requentados“, “batidos”, já usados pelo conservadorismo de certos Institutos europeus e já refutados pelos Padres da FSSPX dos Distritos de lá.
De tempos em tempos a onda passa por aqui. Anos atrás foram uns dois sites conciliares famosos no meio modernista que passaram a atacar D. Lefebvre e a FSSPX. O efeito foi contrário, a Fraternidade recebeu um número ainda maior de pessoas.
Hoje, por aqui, repetem-se as mesmíssimas coisas, porém com “ares de novidade”, como algo “descoberto e nunca falado”, como algo “acusatório, incriminatório e sem escapatória“.
Uau!!
De certa forma, os doutos brasileiros atuais estão um pouco atrasados nessa empreitada.
Prezados amigos, leitores e benfeitores, os padres da FSSPX no Brasil não tem tempo para discussões, ainda mais para assuntos já batidos. Nossos poucos padres têm como prioridades no apostolado: a oração, a Missa, a confissão, os Retiros, a Formação e salvação das almas de seu rebanho. Assim, aproveitem as leituras daqui mesmo do Dominus Est, para não caírem nas trapaças de continuístas e afins que não se importam em se expor à vergonha, de rifar toda a credibilidade que supostamente tem, para assim tentar salvar alguma coisa daquilo que recentemente perderam (entendedores sabem o que há por trás de tudo isso).
Como pedido pelo Pe. Mouroux no BOLETIM DE SETEMBRO, rezemos por eles.
Rezemos mesmo, porque está sendo muito fácil se exporem ao ridículo, falhando em premissas básicas, mas posando de gurus das supostas novidades.
Aproveitem….
ESPECIAIS DO BLOG: OBEDIÊNCIA E DESOBEDIÊNCIA
ESPECIAIS DO BLOG: AS SAGRAÇÕES NA FSSPX
ESPECIAIS DO BLOG: A MISSA NOVA
ESPECIAIS DO BLOG: CONSERVADORISMO/CONTINUÍSMO/ECCLESIA DEI
ESPECIAIS DO BLOG: VATICANO II
ESPECIAIS DO BLOG: A LIBERDADE RELIGIOSA
ESPECIAIS DO BLOG: O ECUMENISMO
ESPECIAIS DO BLOG: BREVE CATECISMO SOBRE A IGREJA E O MAGISTÉRIO
ESPECIAIS DO BLOG: PAPAS JOÃO PAULO II, PAULO VI E JOÃO XXIII
ESPECIAIS DO BLOG: O ERRO SEDEVACANTISTA
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OUTROS ASSUNTOS
ESPECIAIS DO BLOG: MARIA MEDIANEIRA E CORREDENTORA
BREVE CRÔNICA DA OCUPAÇÃO NEO-MODERNISTA NA IGREJA CATÓLICA
CARTA ABERTA AOS CATÓLICOS PERPLEXOS

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Para acessar a Parte 1, CLIQUE AQUI
Tradivacantismo?
I – Da obediência bem compreendida
1. A obediência — fosse ela devida ao Vigário de Cristo — é uma virtude moral, parte da justiça, e, como tal, situa-se em um justo meio (14). Com efeito, a virtude moral está no princípio de uma ação propriamente humana, realizada de acordo com toda a perfeição exigida, perfeição de um ser dotado de razão – e sabemos que “a razão perfeita foge de todos os extremos”. A obediência ocupa, portanto, o equilíbrio, diz o Aquinate, “entre o excesso e a falta”. Seu objeto é nada mais nada menos do que o preceito (ou mandamento) legítimo de um superior humano(15). Esse preceito exige a obediência como algo que lhe é devido – e a obediência cumpre, a partir de então, uma obra de justiça – na medida exata em que é legítimo, ou seja, na medida exata em que é a expressão do governo de Deus, que governa as criaturas inferiores não imediatamente por Si mesmo, mas por intermédio das criaturas superiores(16). Assim que o preceito deixa de ser a expressão exata desse governo divino, a obediência cessa, por falta de objeto. Exigir ou impor a submissão da vontade a tal preceito constituiria, então, uma atitude viciosa, oposta, por excesso, ao bem da verdadeira obediência.
2. A obediência bem compreendida, a obediência virtuosa, exclui, portanto, por si mesma, como escreve o Pe. Hilaire Vernier(17), “a submissão aos abusos de poder”, ainda que proviessem da hierarquia eclesiástica. Abusos de poder que, como explica Santo Tomás, podem ocorrer de duas maneiras(18). Primeiro, quando o preceito de um superior humano contradiz um preceito de um superior de ordem mais elevada, por exemplo, quando o comando do homem contradiz o de Deus: assim, não há obediência possível em relação a um governo que legitimasse atos contrários à lei divina natural do Decálogo, por exemplo, a eutanásia ou o aborto. Segundo, quando o preceito do superior humano aborda um domínio que não lhe pertence, pois atentaria à esfera privada e a autonomia física ou moral do indivíduo: assim, não há obediência possível em relação a um governo que pretendesse impor às famílias um limite de nascimentos a um número específico de filhos, ou o controle de sua vida privada pela instalação de câmeras em suas casas (incluindo nos banheiros). Aqui, Santo Tomás recorre, com Sêneca, à autoridade do senso comum: “Errat si quis existimat servitutem in totum hominem descendere – Seria um erro querer fazer com que o peso de sua autoridade recaísse sobre o homem todo”, sobre todos os domínios e todas as áreas da vida do indivíduo. Continuar lendo
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no XII Domingo depois de Pentecostes.

Surpreendente efeito colateral da Traditionis Custodes: alguns continuístas brasileiros o site Claves, da Fraternidade São Pedro, parece estar tomado por um novo zelo antilefebvrista. Sob risco de “tradivacantismo”?
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Cismáticos e hereges? Uma acusação contra a Fraternidade São Pio X
I – Atestado de procedência
1. A certidão de nascimento da Fraternidade São Pedro – e, de modo geral, das comunidades do chamado “movimento tradicional”– está registrada no Motu Proprio Ecclesia Dei afflicta,de 2 de julho de 1988, que declara o cisma de D. Lefebvre e o condena por ter criado “uma noção incompleta e contraditória da Tradição”(1), por ter se recusado a reconhecer “a continuidade do Concílio Vaticano II com a Tradição”(2). Logo, as ditas comunidades estão congenitamente destinadas a denunciar o mesmo suposto cisma e a condenar a mesma noção supostamente incompleta e contraditória da Tradição. Elas estão destinadas a isso de forma inerente, em razão de sua própria fundação, sob pena de deixarem de ser o que são, e enquanto se reivindicarem como resultado das medidas tomadas por João Paulo II no Motu Proprio que lhes deu o nome. Outrossim, também estão destinadas, de forma igualmente inerente, a “evidenciar a continuidade do Concílio com a Tradição”(3).
II – Um predeterminismo teológico?
2. Portanto, não é de se surpreender que, nesses últimos tempos, o site “Claves” da Fraternidade São Pedro tenha se empenhado em denunciar uma suposta falta de eclesialidade na Fraternidade São Pio X. Nos últimos tempos, ou seja, há quase três anos, após a publicação do Motu Próprio Traditionis custodes. A manutenção dos privilégios concedidos por João Paulo II exigiria um renovado protesto de não-lefebvrismo? De qualquer forma, vemos que o Pe. de Blignières se esforçou para demonstrar que o episcopado dos bispos da Fraternidade não era católico, insistindo na acusação de cisma(4). E eis que, no verão passado(5), o Pe. Hilaire Vernier, da Fraternidade São Pedro, pretende denunciar, por sua vez, “o impasse do sedevacantismo”, com uma crítica implícita dirigida à Fraternidade São Pio X. A conclusão do artigo assume a franca aparência de um clichê: a atitude de Dom Lefebvre e seus sucessores, implicitamente estigmatizada como um “sedevacantismo oculto, teórico ou prático”,levaria, inevitavelmente, a “um verdadeiro eclesiovacantismo”. De fato, “não é apenas a sé de Pedro que estaria vaga há mais de 50 anos, mas é a Igreja Católica que teria deixado de ser o que essencialmente é desde sua fundação!” Um clichê, no sentido de que a violência exagerada da expressão mal esconde a inconsistência dos argumentos que pretendem sustentá-la. Antes de avaliar sua consistência, comecemos – e esse será o objetivo do presente artigo – examinando os argumentos por si mesmos. Continuar lendo

Nesta data tão importante para a Igreja, listamos abaixo alguns links que já postamos sobre o Santo:
Com as especulações atuais sobre se, e quando, a FSSPX irá sagrar novos bispos, todos podemos concordar em uma coisa: são necessárias.
Fonte: Rorate Caeli – Tradução: Dominus Est
Uma característica extraordinária da história da Fraternidade São Pio X é que, sempre que há algum contato com Roma, um grupo de padres e leigos nas capelas se revolta e a abandona. Ofendidinhos, eles fogem irritados e acusam os que ficaram de “trair” o legado de D. Lefebvre. Todos os grandes acontecimentos na Fraternidade nos últimos 50 anos são, em certo grau, resultado de conflitos internos, seguidos pelo êxodo.
As sagrações episcopais em junho de 1988 foram um choque terrível para muitas pessoas que, até então, alegremente apoiavam a Fraternidade. Para aqueles que gostavam da solenidade, as sagrações foram choque brutal com a realidade. Nossa pequena congregação em uma igreja anglicana abandonada em Bath, no Reino Unido, viu-se subitamente reduzida pela metade. Ao observar os remanescentes no primeiro domingo de julho de 1988, com muitos rostos familiares desaparecidos e que nunca mais seriam vistos, foi minha mãe quem me sussurrou de sua cadeira de rodas: “os que ficaram tomaram posição”. De repente, o Vaticano empunhou suas enferrujadas espadas de penalidades eclesiásticas, incluindo a excomunhão latae sententiae. Quem em sã consciência não correria para se proteger? A última excomunhão no Reino Unido havia sido em 1907.
Para os padres e leigos ligados à FSSPX, esses foram tempos assustadores, pois foram acusados de heresia e cisma. Muitos bispos, abades e clérigos que, até o momento, haviam apoiado publicamente o Arcebispo, sumiram de cena ou se tornaram abertamente hostis. No fim das contas, pode-se argumentar que Deus permitiu esses eventos para afastar os obstáculos da Fraternidade. Dito de outro modo, todos aqueles que pensavam que poderiam ter as aparências da tradição católica e, ao mesmo tempo, a aprovação de Roma, foram enganados. O que restou foi um grupo mais enxuto, preparado e perseguido; fortificado para enfrentar o avanço da crise na Igreja Católica – embora, olhando para nossa própria congregação em Bath, poucos de nós estávamos preparados! Continuar lendo

O especialista americano em bioética, Charles Camosy, Ph.D., alerta para a combinação da inteligência artificial (IA) com a fertilização in vitro (FIV), que poderia levar a uma seleção em massa de embriões, criando uma “casta biológica“. Ele denuncia o “neopaganismo consumista” na medicina reprodutiva e apela à resistência cristã.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Em um artigo publicado pelo The Catholic Herald, o bioeticista observa “os rápidos avanços na tecnologia de IA, associados à sua aplicação à FIV”, que, segundo ele, poderiam “levar a uma situação distópica” pelo uso de milhares de embriões “em um único ciclo de tratamento”.
O professor Camosy vê isso como uma forma moderna de infanticídio influenciada “pelo ressurgimento de práticas culturais pagãs pré-cristãs“. Ele ressalta que “os pagãos gregos e romanos não hesitavam em desumanizar os recém-nascidos e não viam nenhum problema em decidir quais bebês deveriam viver e quais deveriam morrer, de acordo com suas próprias necessidades e desejos”.
Essa visão está de volta hoje: “ela manipula de forma irresponsável o poder de vida e morte sobre as crianças, de acordo com a vontade dos pais“. Mas “hoje, ela o faz de maneira muito mais sofisticada e em escala potencialmente industrial”, permitindo uma seleção com base na inteligência e outras características. Continuar lendo
Caros fiéis,
Os padres da Fraternidade já têm trabalho suficiente para se envolver nas polêmicas que mais frequentemente surgem nas redes sociais. No entanto, às vezes é aconselhável reagir e impor limites a quem exagera.
Nos últimos meses, um padre de Osasco encheu-se de coragem para denunciar um dos maiores perigos da Igreja: abusos litúrgicos? Não! Imoralidade (nos seminários, por exemplo)? Não! Perda da fé? Não! O valente Padre José Eduardo embarcou em uma cruzada contra a Fraternidade (16 padres e aproximadamente 5.000 fiéis no Brasil). Nessa batalha, ele não arrisca nada, exceto uma promoção. O padre doutor rasga sua batina, revelando ao mundo inteiro uma realidade insuportável que abala os alicerces da Igreja: a Fraternidade não está em plena comunhão! A Fraternidade não obedece ao Papa! Incrível! Ele compartilhou suas valiosas descobertas com a Cúria Romana e a CNBB?
Todos os que lêem estas linhas testemunharam vários escândalos em suas paróquias; escândalos sistêmicos, não de poucos, perpetrados por pessoas “em plena comunhão” e que obedecem ao Papa, especialmente quando seu nome era Francisco e muito menos quando se chamava Bento.
O Padre José Eduardo conhece a Fraternidade, tendo conhecido seus padres, inclusive seu superior, Padre Pagliarani, na Itália e no Brasil. Ele foi bem recebido. No fundo, este Padre foi, talvez, um daqueles padres em cima do muro. Se defendem demais a Tradição, são punidos. Se não a defendem suficientemente, sua consciência os repreende. Conhecemos esses padres que sofrem, mas não têm a coragem ou a capacidade de se engajar mais na luta. Rezamos por eles e os acompanhamos da melhor maneira possível. Poucos ousam deixar um cargo bem remunerado como pároco ou vigário, com inúmeros benefícios. Eles merecem nossa admiração e apoio.
Mas nosso padre atingiu outro nível. Tendo perdido a decência do silêncio, ele agora uiva com os lobos. Na verdade, ele busca desacreditar o que, para ele, é uma reprovação. Sim, a Fraternidade é uma reprovação para os falsos conservadores que desesperadamente justificar seu liberalismo. Continuar lendo


Por Dardo J. Calderón
Fonte: Argentinidad – Tradução: Dominus Est
Do recente intercâmbio epistolar com D. Mário Caponnetto, surgiu a dúvida sobre o uso desses rótulos. Quem é tradicionalista e quem é conservador? A bronca que tomei me fez compreender que, bem ou mal, estou usando os termos em sentido denigrativo, já que em português claro, ser católico é ser tradicionalista, e ser conservador, no fundo, é não ser católico.
Aqueles que puramente nos acusam de “tradicionalistas” colocam-se no ponto que queremos. Declaram-se, com franqueza, que não são católicos, já que a tradição é a fonte essencial pela qual conhecemos a revelação, inclusive acima da Bíblia, que somente é interpretada pela tradição apostólica e pelo magistério tradicional da Igreja. Aqui não há rancor.
Publicamos, agora, um livro de Calderón Bouchet [1] que define, com bastante precisão, o que é o pensamento conservador e o aproxima com o pensamento cantante da Igreja Conciliar. Disso se segue que todos aqueles que querem salvar certa continuidade entre o pensamento do Concílio e a tradição caem, sem dúvidas, nos “pecados” do conservadorismo. Mas, em suma, o que é o conservadorismo? A chave do dilema está na frase do autor destacada pelo prólogo: “O conselho de Jesus: ‘Buscai o Reino de Deus e sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo’, sofrerá nas mentes conservadoras uma transposição que invalida totalmente sua eficácia redentora. O conservador parece aconselhar que, para salvar os acréscimos, é conveniente buscar o Reino de Deus e sua justiça”. Continuar lendo

AO CARDEAL ADOLFO BERTRAM, BISPO DE BRESLAU: SOBRE OS PRINCÍPIOS E FUNDAMENTOS GERAIS DA AÇÃO CATÓLICA.

Diletíssimo filho Nosso, saudações e bênção apostólica.
Grande foi Nossa alegria pela notícia que Nos comunicastes acerca de vossas iniciativas em ordem a promover o crescimento da Ação Católica entre os vossos fiéis, mostrando assim vosso respeito à Sé Apostólica, ao desejar que em carta aos queridos filhos da vossa diocese indicássemos o método mais acertado de progredir no caminho empreendido e déssemos novos encorajamentos para maiores progressos.
A causa em questão não era desconhecida da própria era apostólica, visto que o Apóstolo São Paulo, em sua carta aos Filipenses (cap. IV, v. 3), menciona “seus cooperadores” e fala daquelas “que combateram” com ele no Evangelho. Mas mais do que nunca em nossos tempos, quando a integridade da fé e da moral está em perigo cada vez maior e a escassez de padres é, infelizmente, tão extremada que eles são completamente incapazes de atender às necessidades das almas, devemos ter maior confiança na Ação Católica para ajudar e, com numerosos colaboradores leigos do poder temporal, suprir essa considerável escassez de clérigos.
É evidente que Nossos predecessores aprovaram e aplicaram este método de cuidar da causa católica, os quais, à medida que os tempos se tornavam mais difíceis para a Igreja e para a sociedade dos homens, exortavam todos os fiéis com ainda mais fervor, em uníssono, a se empenharem, sob a liderança dos Bispos, em lutas santas e a proverem a salvação eterna de seus semelhantes da melhor maneira possível. Não foi pouca nossa preocupação com o crescimento da Ação Católica desde o início do nosso pontificado, pois, na Encíclica “Ubi arcano Dei”, declaramos publicamente que ela não estava de modo algum separada do ministério pastoral e da vida cristã, e depois explicamos sua natureza e finalidade, que, se forem devidamente consideradas, não têm outro objetivo senão o de que os leigos participem de certo modo do apostolado hierárquico.
Continue lendo essa Carta, no excelente Verbum Fidelis, CLICANDO AQUI

Pe. Jean-Michel Gleize, FSSPX
Fonte: Courrier de Rome n° 687 – Tradução: Dominus Est
Esse artigo é uma continuação do UMA LEITURA CUIDADOSA? SOBRE AS FUTURAS SAGRAÇÕES NA FSSPX
1 – Direito Divino e Direito Eclesiástico
1. Em todos os textos em que Pio XII fala da sagração episcopal realizada sem mandato apostólico,(1) é tratado da sagração conferida com jurisdição. Ora, a sagração conferida com jurisdição só constitui uma violação ao direito divino quando é conferida sem mandato apostólico e contra a vontade do Papa. A passagem da Encíclica Ad Apostolorum Principisem que Pio XII caracteriza essa violação do direito divino utiliza a expressão “contra jus fasque“, que designa tanto o direito humano (“jus”)quanto o divino (“fas”). Aqui, mais uma vez, é importante ter uma compreensão bastante clara do que esses conceitos implicam.
2. O direito divino é o objeto da lei divina, imediatamente promulgada por Deus. É costume distinguir entre direito divino natural e direito divino positivo. O direito divino natural equivale à lei natural, isto é, a expressão da ordem moral estabelecida por Deus, autor da ordem natural por meio de sua criação, expressão presente para todos os homens. O direito divino positivo é o objeto de uma lei da qual Deus é o autor e que Ele promulgou por meio de sua Revelação sobrenatural (em oposição à lei divina natural). O direito eclesiástico é o objeto da lei humana promulgada pela Igreja para o bem comum de toda a sociedade eclesiástica e que obriga todos os fiéis batizados a partir dos 7 anos de idade.
3. Pode-se dizer que um poder é de direito divino ou de direito eclesiástico em três sentidos diferentes. Continuar lendo

Irmãs da Fraternidade São Pio X
As flores, para desabrocharem, precisam dos raios quentes do sol. E no jardim das almas, é a alegria que proporciona a atmosfera necessária para os corações se expandirem.
Não deixemos as crianças se fecharem em si mesmas
Há temperamentos alegres, otimistas, que nunca se mostram apáticos ou abatidos; sabem ser gratos ao bom Deus, e isso é um dom precioso.
Ao lidarmos com crianças mal-humoradas, emburradas, ranzinzas e tristes (e que acabam por se afastar de todos), precisamos ensiná-las a serem alegres. Que saibamos apontar o lado bom das coisas — porque sempre há um. O tempo está ruim? A chuva nutre a Terra e ajuda as plantações a crescer. Se um motivo de aborrecimento se apresenta, encaremo-lo como uma oportunidade de oferecer um sacrifício ao Bom Deus! Recebi um pedaço menor de bolo que o meu irmão? Fico feliz por ele!
Não deixemos que as crianças fiquem ensimesmadas em seu mal-humor. Tão logo isso se apresente, devemos aliviar as tensões com uma piada ou um gracejo como “Cuidado, seu beicinho está crescendo! Vamos, tire rápido um sorriso do bolso!”, ou algo do tipo. Crianças irritadiças, que nunca estão satisfeitas, devem ser interrompidas com comentários do tipo: “Pare de reclamar. Você reclama tanto do que não tem, que esquece de perceber o que tem!”. Continuar lendo

Pe. Jean-Michel Gleize, FSSPX
Fonte: Courrier de Rome n° 687 – Tradução: Dominus Est
DA ENDOXA À CIÊNCIA.
1. A endoxa(1) equivale somente a uma probabilidade, que normalmente fornece a presunção necessária em favor da verdade declarada. O fato é que ela não passa, nem mais nem menos, de uma opinião seriamente fundamentada. Ela difere, como tal, da ciência, que sozinha pode fornecer uma verdadeira certeza. Essa certeza da ciência se baseia na evidência fornecida por argumentos verdadeiramente demonstrativos, que diferem, como tal, do simples sinal que advém da adesão quase unânime da grande maioria das pessoas à verdade em questão. Para ir além da endoxa, é necessário, portanto, recorrer a uma demonstração científica e, neste caso, em matéria teológica, esta nasce no argumento de autoridade que representa o ensinamento do Magistério.
2. A compreensão adequada disso requer certo domínio. E isso deve ser alcançado particularmente em uma matéria como a eclesiologia, cujos dados essenciais estão diretamente envolvidos na solução das graves dificuldades da atualidade. O autor do panfleto publicado na edição de 27 de março de 2025 do site da revista La Nef reconhece isso, afinal: “Alguns defensores da FSSPX sustentam que D. Lefebvre não cometeu um ato cismático, pois, de acordo com eles, a prerrogativa de escolher os bispos não seria uma prerrogativa que pertence ao Papa por direito divino, mas apenas por direito eclesiástico. No entanto, o direito eclesiástico pode reconhecer exceções em casos de estado de necessidade, o que permite a justificação das sagrações. O Pe. Gleize, teólogo oficial da FSSPX, resume bem essa posição em seus escritos. No entanto, ele reconhece que, se sagrar um bispo contra a vontade do Papa for proibido por direito divino, logo, as sagrações de 1988 seriam cismáticas. Portanto, essa é única premissa que deve ser examinada. E isso se dá por meio de uma leitura diligente do Magistério”. Continuar lendo

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Fonte: SSPX USA – Tradução anônima
por Nicolas Dehan
LEIA TAMBÉM: A OPUS DEI, VISTA POR RUBÉN CALDERÓN BOUCHET
E ASSISTA: OPUS DEI: LIBERAL OU CONSERVADOR? CATECISMO DE ADULTOS
Em 17 de maio de 1992, uma cerimônia grandiosa na Praça de São Pedro, em Roma, revelou ao mundo o nome de um homem e de sua obra que até então eram praticamente desconhecidos do público em geral.
Diante de 46 cardeais, 300 bispos e 300.000 peregrinos, João Paulo II celebrou a missa de beatificação de Josemaria Escrivá de Balaguer, o fundador do Opus Dei.
Essa “obra de Deus” tem trabalhado discretamente por mais de sessenta anos, tão discretamente que alguns de seus oponentes a descreveram como maçonaria clerical.
Josemaria Escrivá, que morreu em 1975, subiu do altar com uma velocidade surpreendente: 17 anos. A mídia, é claro, aproveitou o sensacionalismo do evento, pois trata-se de algo raramente visto na história da Igreja, quando se considera o tempo que levou — 170 anos — para definir as virtudes heroicas de um apóstolo genuíno para as massas como Louis-Marie Grignion de Montfort.
A lógica nos leva a crer que uma necessidade justificou a introdução urgente da causa e a aceleração do processo de beatificação, que foi aberto em 1981, seis anos após sua morte. Continuar lendo

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Ladainha ao Imaculado Coração de Maria
Senhor, tende piedade de nós
Cristo, tende piedade de nós
Senhor, tende piedade de nós
Cristo, olhai-nos.
Cristo, escutai-nos
Deus Pai celestial, Tem misericórdia de nós.
Deus Filho Redentor do mundo, Tem misericórdia de nós.
Deus Espírito Santo, Tem misericórdia de nós.
Santa Trindade, um só Deus, Tem misericórdia de nós.
Santa Maria, Coração Imaculado de Maria, rogai por nós
Coração de Maria, cheio de graça, rogai por nós
Coração de Maria, vaso do amor mais puro, rogai por nós
Coração de Maria, consagrado íntegro a Deus, rogai por nós
Coração de Maria, preservado de todo pecado, rogai por nós
Coração de Maria, morada da Santíssima Trindade, rogai por nós
Coração de Maria, delícia do Pai na Criação, rogai por nós
Coração de Maria, instrumento do Filho na Redenção, rogai por nós
Coração de Maria, a esposa do Espírito Santo, rogai por nós
Coração de Maria, abismo e prodígio de humildade, rogai por nós
Coração de Maria, medianeiro de todas as graças, rogai por nós
Coração de Maria, batendo em uníssono com o Coração de Jesus, rogai por nós
Coração de Maria, gozando sempre da visão beatífica, rogai por nós
Coração de Maria, holocausto do amor divino, rogai por nós
Coração de Maria, advogado ante a justiça divina, rogai por nós
Coração de Maria, transpassado por uma espada, rogai por nós
Coração de Maria, Coroado de espinhos por nossos pecados, rogai por nós
Coração de Maria, agonizando na paixão de teu Filho, rogai por nós
Coração de Maria, exultando na Ressurreição de teu Filho, rogai por nós
Coração de Maria, triunfando eternamente com Jesus, rogai por nós
Coração de Maria, fortaleza dos cristãos, rogai por nós
Coração de Maria, refúgio dos perseguidos, rogai por nós
Coração de Maria, esperança dos pecadores, rogai por nós
Coração de Maria, consolo dos moribundos, rogai por nós
Coração de Maria, alívio dos que sofrem, rogai por nós
Coração de Maria, laço de união com Cristo, rogai por nós
Coração de Maria, caminho seguro ao Céu, rogai por nós
Coração de Maria, prenda de paz e santidade, rogai por nós
Coração de Maria, vencedora das heresias, rogai por nós
Coração de Maria, da Rainha dos Céus e Terra, rogai por nós
Coração de Maria, da Mãe de Deus e da Igreja, rogai por nós
Coração de Maria, que por fim triunfarás, rogai por nós
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Perdoai-nos Senhor
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Escutai-nos Senhor
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Tem misericórdia de nós.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus
R. Para que sejamos dignos de alcançar as promessas de Nosso Senhor Jesus Cristo
Oremos:
Vós que nos tens preparado no Coração Imaculado de Maria uma digna morada de teu Filho Jesus Cristo, concedei-nos a graça de viver sempre conforme a sua vontade e de cumprir seus desejos.
Por Cristo teu Filho, Nosso Senhor. Amém

DIA 19 – TERÇA FEIRA
Procissão da Santa Cruz de Jerusalém até Santa Maria Maior.
De 19 a 21 de agosto, 7.200 peregrinos de 44 países diferentes participam da Peregrinação da FSSPX a Roma durante este Ano Santo. Entre eles, 680 padres, religiosos e religiosas. Um acampamento foi instalado perto de Roma, acolhendo mais de 700 peregrinos.
A procissão da terça-feira conduziu os peregrinos de Santa Cruz de Jerusalém até Santa Maria Maior, onde passaram pela Porta Santa. À frente da procissão, estava a cruz processional, carregada por Sua Excelência D. Bernard Fellay, que presidiu a procissão desse dia, ao final da qual foram recitadas as orações jubilares.
Para acessar as fotos do primeiro dia CLIQUE AQUI.
CINQUENTA ANOS ATRÁS….

…D. Lefebvre em Roma para o Jubileu do Ano Santo de 1975
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DIA 20 – QUARTA FEIRA
Missa Solene no Parque Colle Oppio (Roma)
Procissão solene até a Basílica de São João de Latrão
Veja as fotos do segundo dia CLICANDO AQUI.

Em mais uma “Operação Memória” de nosso blog, colocamos abaixo alguns textos/vídeos/estudos que publicamos sobre a missa nova:
A MISSA NOVA DE PAULO VI É UM SACRIFÍCIO? PARTE 1
A MISSA NOVA DE PAULO VI É UM SACRIFÍCIO? PARTE 2
A NOVA DEFINIÇÃO DA MISSA SEGUNDO PAULO VI
O NOVO ORDO MISSÆ DE PAULO VI É MAU EM SI MESMO?
CONFERÊNCIA: A MISSA NOVA E A TRÍPLICE RUPTURA: LITÚRGICA, TEOLÓGICA E MAGISTERIAL
MISSA NOVA: UM CASO DE CONSCIÊNCIA
A NOVA MISSA E A FÉ CATÓLICA, PELO CÔNEGO RENÉ MARIE BERTHOD
NA “MISSA NOVA”, O SANTO SACRIFÍCIO SE TORNOU A LITURGIA DOS SALVOS
A MISSA NOVA – PELO PE. BONIFACE, FSSPX
A PARTICIPAÇÃO NA MISSA, TRADICIONAL OU NOVA, INFLUENCIA A FÉ?
BREVE EXAME CRÍTICO DO NOVUS ORDO MISSAE
LIVRO – A MISSA NOVA DE PAULO VI, DE MICHAEL DAVIES
TESTEMUNHOS INSUSPEITOS DE PROTESTANTES SOBRE A MISSA NOVA
O ESPÍRITO SANTO E A MISSA NOVA
PODEMOS CHAMAR A MISSA NOVA DE “RITO ROMANO ORDINÁRIO”?
VÍDEO: A MISSA NOVA DE PAULO VI – NOVA ETAPA NA CRISE
VÍDEO: CONFERÊNCIA PADRE HESSE 1: SOBRE A VALIDADE OU INVALIDADE DA NOVA MISSA E A ECCLESIA DEI

Pelo Padre Giuseppe Pace
Fonte: Salve Regina – Tradução: Gederson Falcometa
Este artigo foi escrito pelo já falecido Padre Giuseppe Pace em 1978, que depois foi publicado no volume Zibaldone (de Frei Galdino da Pescarenico, Editiones Sancti Michaelis, pg. 42-45).
Apesar de o artigo ressentir de elementos ligados ao tempo em que foi escrito, o tempo das reformas “ad experimentum”, por exemplo, esse mantém toda a sua atualidade em repetir o verdadeiro sentido da obediência intimamente ligada a fidelidade … a fidelidade a Deus mais que aos homens.
Os negritos são da Unavox
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Muitos ingleses obedeceram aos seus bispos, e tornaram-se Anglicanos, primeiro cismáticos e então, heréticos. Do mesmo modo no tempo de Ário, muitos fiéis, obedeceram aos seus bispos e se tornaram Arianos.
Eis porque não é possível meditar sobre a obediência sem ter também presente a fidelidade.
Os Apóstolos se recusaram obedecer ao Sinédrio, embora sendo o Sinédrio a suprema autoridade de todos os Judeus, e então também dos Apóstolos: ”É preciso obedecer antes a Deus que aos homens” (Atos V, 29).
Quando São Paulo, não apenas não se conformou a conduta de São Pedro, apesar da mesma estar se tornando norma de conduta universal, acolhida por personagens de primaria importância como São Barnabé: mas precisamente porque estava para se tornar norma de conduta universal, com inelutáveis consequências doutrinais, São Paulo resistiu em face a São Pedro “In faciem ei restiti, quia reprehensibilis erat” (Gal. II, 12). Continuar lendo

Caros fiéis,
Segundo a expressão de Santo Agostinho, o mundo após o pecado original era “uma massa condenada” sob o domínio do demônio. Esse império das trevas recebeu o golpe fatal com o triunfo de Nosso Senhor na Cruz. No entanto, a guerra não havia terminado. O triunfo final da Igreja é certo, assim como a derrota de Satanás no fim do mundo. Enquanto isso, a batalha continua. O Batismo arranca almas do demônio, que tenta reconquistá-las. E, como soldados no campo de batalha, os padres que dão a absolvição recuperam para Deus o terreno das almas cedidas, por um tempo, ao demônio por nossa covardia. Consequentemente, o inimigo da humanidade dedica um ódio particular ao padre e ao sacramento da Confissão. Nos Estados Unidos, na Austrália, na França e em outros países, o sacramento da Penitência é atacado. Isso não deve nos surpreender. O ângulo de ataque é o segredo da Confissão. O argumento é simples: o segredo da confissão protege os criminosos.
Tudo isso não passa de um pretexto. Compreende-se bem que ninguém se confessaria, especialmente os criminosos, se o padre não fosse obrigado a guardar segredo. Muitas vezes, o confessionário é o único lugar onde podemos nos aliviar de segredos pesados e receber conselhos e encorajamentos adequados às situações pessoais. O culpado encontra a oportunidade de tomar consciência e corrigir-se. A vítima encontra apoio e força para falar . A salvação das almas continua a ser a prioridade da Igreja, que, logicamente, obriga o padre ao sigilo sob pena de excomunhão. Isso não agrada ao demônio, que gostaria de ver os pecadores afastados da absolvição. Santo Cura d’Ars foi o pesadelo do demônio. Deus lhe deu o dom de conduzir as almas; ele inspirava o gosto, quase a fome da confissão: lia nas consciências, dizendo a cada uma a verdade, e aconselhava com algumas palavras luminosas e sábias. Levantava-se à meia-noite e ia para a igreja uma hora depois; confessava aqueles que o esperavam; depois da missa, recomeçava até a hora do catecismo, que acontecia antes do meio-dia. Por volta da uma da tarde, ele estava novamente na igreja para confessar até a hora da oração da tarde. Passou de dezesseis a vinte horas por dia no confessionário durante mais de trinta anos. Este santo bem conhecido nos permite apresentar outro que foi canonizado no mesmo dia pelo Papa Pio XI, há um século, em 31 de maio de 1925. Continuar lendo
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