
Acessem nosso “Especial dos Especiais” sobre obediência, missa nova, ecumenismo, sagrações, Vaticano II, conservadorismo, pós conciliarismo, etc. clicando aqui.
Texto escrito pelo nosso amigo Robson Carvalho
Confesso que ao intentar escrever estas linhas, não pude deixar de pensar em dois adjetivos que calham muito bem para a maioria das pessoas de nossos tempos. Não falo das pessoas honestas, que buscam a verdade e a prática das virtudes sem se esconder atrás de estereótipos ou se agarrar à ignorância ou maledicência dos doutos de internet. Falo justamente dos “doutores” de nossos tempos, destes que se arrogam um conhecimento que não possuem, ou que deturpam aquilo que aprenderam de correto a fim de garantir benefícios ou privilégios. Falo principalmente daqueles que fazem, cinicamente, aquilo que condenam, que negam a realidade, a situação objetiva de nossos dias, fingindo que estamos em um país das maravilhas, que a situação atual é corriqueira, comum, normal da história da Igreja.
Eles são um pouco como aqueles que, na política, dos mais variados espectros, com base em fantasmas, em ideologias utópicas, são intolerantes em nome da tolerância, que, em nome da paz e da emancipação dos dogmas, pregam o assassinato de todos aqueles que vão contra suas cartilhas dogmáticas, que, em suma, praticam o que andam chamando de “discriminação positiva”.
No fundo, é tudo hipocrisia. Usam termos e malabarismos intelectuais para justificar o injustificado, para esconder propósitos e intenções nada virtuosas. Mostram os dentes para aqueles que defendem o que sempre foi crido, enquanto abrem as portas e se sentam à mesa com os inimigos da fé, chamando-os de amigos ou dissimulando as verdades católicas para não incomodar os invasores.
É o paradoxo do modernismo – basta ler a Encíclica Pascendi para ver que a maioria dos católicos de hoje são modernistas, inclusive a maioria do clero. Continuar lendo































