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TERCEIRO DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: A OVELHA PERDIDA E O PASTOR DIVINO
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POR QUAL RAZÃO SE CONVOCA UM CONCÍLIO NA IGREJA CATÓLICA?
A intenção original dos primeiros dezenove séculos: Difusão, guarda e defesa da Tradição católica
“Na Igreja Católica é preciso pôr o maior cuidado para manter o que se crê em todas as partes, sempre e por todos.”
São Vicente de Lérins, Comonitório
O chamado “Cânon de São Vicente de Lérins”, que nos serve de epígrafe, assinala três características de reconhecimento da doutrina católica: universalidade, antiguidade e unanimidade.
A universalidade, como denota sua palavra, está ligada à nota de catolicidade da Igreja e diz respeito à universalidade na difusão espacial e temporal de sua doutrina. Portanto, não basta que determinada doutrina esteja difundida espacialmente pelo globo, senão também que ela esteja difundida temporalmente desde quando ela foi revelada até o momento presente. A antiguidade diz respeito à rastreabilidade da doutrina em questão a ponto de ela poder ser remetida até à Revelação dada aos Apóstolos e encerrada em São João1. E, por fim, a unanimidade diz respeito à concordância que a Tradição escrita e oral têm naquilo que ensinam e nos veio transmitido pelo Magistério, pelos monumentos da Tradição e pelos Padres da Igreja.
Como podemos atestar ao ler o Comonitório, o cânon leriniano é um todo orgânico que constata a firmeza da Verdade católica ao atribuir os requisitos necessários para se certificar de uma verdade da nossa fé católica. As três notas do cânon, de tão interligadas que são uma com a outra, parecem uma só nota com três aspectos: é como se o dogma católico só aparecesse aos nossos olhos sob esse prisma.2
Isso quer dizer que a comprovação da antiguidade absoluta (ou apostolicidade) da doutrina e de sua adesão por toda a universalidade da Igreja estão na base mesma de seu acordo presente e passado, servindo de raiz vivificante e fundamento estável. Não é à toa que São Vicente de Lérins busca como salvaguarda um status anterior e estável diante de uma situação calamitosa, pois em sua regra ele quis buscar uma segurança em tempos de calamidade. Ademais, é algo que salta ao cânone da razão até mesmo natural que só podemos entender o que é movediço a partir daquilo que é firme.3…
…CONTINUE LENDO ESSE TEXTO NO EXCELENTE VERBUM FIDELIS
MISSA DA FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
ECÔNE: ORDENAÇÕES AO DIACONATO E SACERDÓCIO – 2025
Hoje, 27 de junho de 2025, no Seminário São Pio X, em Ecône, D. Alfonso de Galarreta ordenou 5 novos sacerdotes (4 franceses e 1 gabonês), bem como 4 novos diáconos (1 argentino, 1 belga, 1 espanhol e 1 francês).
FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
Festa do Sagrado Coração de Jesus
O Sagrado Coração de Jesus – pelo Pe. Pe. Patrick de La Rocque, FSSPX
O lugar do Sagrado Coração nas famílias católicas – pelo Pe. Carlos Mestre
As promessas do Sagrado Coração De Jesus
O Sagrado Coração – reservatório de graças
Ladainha do Sagrado Coração de Jesus
Exortação à prática mais pura e mais extensa do culto ao Sagrado Coração de Jesus
Nascimento e desenvolvimento progressivo do culto ao Sagrado Coração de Jesus
Participação ativa e profunda que teve o Sagrado Coração de Jesus na missão salvadora do Redentor
Fundamentos e prefigurações do culto ao Sagrado Coração de Jesus no Antigo Testamento
DILLWYN: ORDENAÇÕES AO DIACONATO E SACERDÓCIO – 2025
No dia 20 de junho, D. Fellay ordenou 6 seminaristas ao Diaconato (5 membros da FSSPX: 4 americanos e 1 irlandês, e 1 Beneditino do Mosteiro de Nossa Senhora de Guadalupe) e outros 6 ao Sacerdócio (5 membros da Fraternidade São Pio X: 1 australiano e 4 americanos, além de 1 irmão beneditino do mesmo mosteiro.
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A FSSPX conta atualmente com (alguns números aproximados):
- 2 Bispos
- 707 sacerdotes
- 137 Irmãos
- 200 Irmãs em 28 casas [“Relacionadas” à FSSPX: 183 professas e 14 noviças]. As freiras ajudam em 15 escolas e administram outras 4. Estão presentes também em muitos Priorados e em duas residências para idosos em Brémien Notre-Dame, na França, e na Maison Saint-Joseph, na Alemanha.
- 19 Irmãs Missionárias do Quênia
- 80 Oblatas
- 250 Seminaristas e 80 pré-seminaristas
Está presente em 37 países e visita regularmente outros 35.
Mantém:
- 1 Casa Geral
- 14 Distritos e 5 Casas Autônomas
- 4 Conventos Carmelitas
- 6 Seminários
- 167 priorados
- 772 centros de missa
- Mais de 100 escolas (do Ensino Básico ao Médio),
- 2 universidades
- 7 casas de repouso para idosos
- Numerosas Ordens Latinas e Orientais tradicionais amigas em todo o mundo
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Nota do blog: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:
- CINCO SINAIS DE UMA VOCAÇÃO
- A VOCAÇÃO SACERDOTAL
- TENHO VOCAÇÃO?
- A FORMAÇÃO DE FUTUROS SACERDOTES
- ENQUETE: O QUE MOTIVA OS JOVENS A ENTRAR EM UM SEMINÁRIO DA FSSPX
- SEMINÁRIOS: FORMAÇÃO DE FUTUROS LÍDERES PARA A IGREJA
- NO CORAÇÃO DE UM SEMINÁRIO CATÓLICO
- OS SEMINÁRIOS DA FSSPX
- AS ORDENS SAGRADAS
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“Senhor, dai-nos sacerdotes,
Senhor, dai-nos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,
Senhor, dai-nos famílias católicas,
São Pio X, rogai por nós”
PIO XII CONTRA O AMERICANISMO
Fonte: Sì Sì No No, Ano LI, n. 9 – Tradução: Dominus Est
O catolicismo entre o liberalismo e o socialismo
Pio XII[1], ao contrário de Russel Kirk (†1994), Edmund Burke (1797) e os neoconservadores atuais, compreendeu muito bem a oposição irreconciliável entre o espírito liberal/americanista (não uma questão de raça, mas de ideias) e o catolicismo; entre o comunismo (trotskista ou stalinista, essencialmente iguais, acidentalmente diferentes) e o cristianismo.
A excomunhão do comunismo ateu e materialista
De fato, depois de ter excomungado o comunismo apóstata, por ser ateu e materialista, em 1949, e de ter se pronunciado abertamente contra o perigo de uma junta social/comunista em Roma, em 1952, ele expulsou Alcide De Gasperi da Sé por não querer se aliar (tal como De Gasperi havia pedido) à direita contra a esquerda e por ter denunciado Giovanni Guareschi. Por fim, ele também expulsou Monsenhor Montini de Roma por estar muito próximo da mentalidade secularista e democrata-cristã de De Gasperi. Continuar lendo
A AUTORIDADE DA TRADIÇÃO – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no Domingo depois da Ascenção.
CRIADOS PARA GLORIFICAR A DEUS – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, na Festa da Ascenção.
MISSA TRIDENTINA EM RIBEIRÃO/CRAVINHOS – 27, 28 E 29 DE JUNHO
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MISSA DO SEGUNDO DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
SEGUNDO DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: CORAÇÃO AFLITO DE JESUS
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SÉRIE “CRISE NA IGREJA” – EPISÓDIO 5: LIBERALISMO – O QUE É? LEÃO XIII E CARDEAL BILLOT
Esta semana, damos novamente as boas-vindas ao Pe. Steven Reuter. Aprenderemos mais sobre o liberalismo, sob o olhar de um dos maiores pontífices dos últimos dois séculos, o Papa Leão XIII, e sua condenação do liberalismo em sua encíclica “Libertas”. Também aprenderemos mais sobre o Cardeal Billot, que falou abertamente sobre o liberalismo e, até 2020 (ano do vídeo), foi o último cardeal a renunciar ao cargo. Além disso, descobriremos por que 1927 foi um ano tão fascinante na Cidade Eterna de Roma.
A OPUS DEI, VISTO POR RUBÉN CALDERÓN BOUCHET
Fonte: Statis Veritas – Tradução: Dominus Est
Li a obra sobre o “Opus Dei” escrita por Jean Saunier, em 1973, e traduzida ao espanhol pela editora Roca de Méjico. O livro é um pouco velho, especialmente em tudo o que se refere à situação política da Espanha, que mudou bastante desde a morte de Franco e, especialmente, durante o período em que governou o socialismo sob a condução de Felipe González. O livro está escrito em tom claro e tem um desenrolar fácil de seguir. Não há dúvidas de que seu autor não é católico e isso se vê nas primeiras linhas da obra, por certas alusões equívocas que mostram sua ignorância de teologia e um modo de compreender a história europeia que ubicam Saunier em um radicalismo esquerdista e provavelmente marxistóide — embora este último não seja tão evidente.
A crítica, fundada em um bom conhecimento dos fatos, carece de perspectiva religiosa de tal modo que o católico tradicionalista se encontra perante uma diatribe que parece especialmente dirigida ao que o autor chama “integrismo” do Opus; que consistiria em uma defesa impetuosa da Igreja, sempre feita com métodos adequados à situação atual do mundo econômico. Com o propósito de evidenciar o caráter tradicional do Opus Dei, o autor nos lembra de associações religiosas passadas que buscaram recuperar, com maior ou menor sucesso, a antiga importância política da Igreja Católica em tentativas, mais ou menos bem-sucedidas, de assumir o poder político através de certas intrigas secretas levadas a cabo por esses grupos escolhidos. Assim teriam sido “A Cabala dos Devotos” no tempo de Luís XIV, os “Cavaleiros da Fé” durante a restauração e o movimento integrista “La Sapinière” durante o pontificado de São Pio X. Continuar lendo
MISSA DE CORPUS CHRISTI, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
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SOLENIDADE DE CORPUS CHRISTI
Clique aqui e ouça o belíssimo ofício Adoro Te Devote, composto por Santo Tomás de Aquino a pedido do Papa Urbano IV, no século XIII, por ocasião da promulgação da Festa de Corpus Christi através da Bula “Transiturus de hoc mundo”.
Clique aqui e leia o que alguns missais dizem sobre essa Festa.
Clique aqui e leia a Meditação de Santo Afonso sobre essa data.
Ó sagrado convite em que se recebe a Cristo:
renova-se a memória de sua Paixão;
a alma se plenifica de graça,
e nos é dado um penhor da glória futura.
Fonte: Hojitas de Fe, 200, Seminário Nossa Senhora Corredentora, FSSPX
Tradução: Dominus Est
Nas Vésperas da festa de Corpus Christi cantamos esta linda antífona, escrita (como todo o Ofício do Santíssimo Sacramento) por Santo Tomás de Aquino, e carregada de significado teológico.
Com efeito, Santo Tomás nos ensina na Suma Teológica (III, 60, 3) que todo sacramento, especialmente o da Eucaristia, é um sinal sensível que significa a nossa santificação, na qual podemos considerar três coisas: 1º a própria causa da santificação, que é a Paixão de Cristo; 2º sua essência mesma, que é a graça; 3º seu fim último, que é a vida eterna.
E assim, a Sagrada Eucaristia é um sinal rememorativo da Paixão de Cristo; um sinal demonstrativo do que se realiza em nossas almas pela Paixão de Cristo, a saber, a graça; e um sinal prenunciativo da glória futura. Consideremos, pois, cada um desses três pontos.
1º A Sagrada Eucaristia – sinal rememorativo da Paixão de Cristo
Esta é uma das verdades fundamentais que se nos quer fazer esquecer hoje, quando nos apresentam a Sagrada Eucaristia somente sob o aspecto da comunhão ou de ceia. No entanto, a Sagrada Eucaristia deve ser apreciada e considerada também sob outro aspecto, mais importante, que é o de sacrifício. A Sagrada Eucaristia não é tão somente uma comunhão com o Corpo e Sangue de Cristo; é, antes de tudo, a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário. Ambos os aspectos são inseparáveis. Sem Sacrifício não haveria Sacramento: uma vez que Cristo faz-se presente sob as espécies de pão e vinho para ser imolado. Da mesma forma, sem Sacramento não há Sacrifício: porque, para que haja sacrifício, é necessária a presença da Vítima e porque a integridade do Sacrifício exige a comunhão com a Vítima sob o aspecto de Sacramento.
E para nos mostrar de maneira sensível a íntima união entre os dois aspectos, a Igreja sempre manteve juntos o sacrário e o altar. Desgraçadamente, por quase cinquenta anos agora, nas igrejas passou-se a separar o tabernáculo do altar; o Santíssimo, que anteriormente tinha seu trono solene no meio da igreja, no centro, onde todos os olhos imediatamente o viam, foi relegado para o lado, às vezes para um canto, quando não há que se voltar para tentar localizar a lâmpada que indica sua presença. Querem fazer-nos esquecer que a Eucaristia é, em primeiro lugar, sacrifício. Qual é a triste consequência disso? Uma vez destruída a noção católica da Missa, uma vez perdida a ideia de sacrifício, acaba mesmo por perder-se a noção de presença real. Já não se crê na presença eucarística; reduziu-se a uma simples presença espiritual, uma simples memória… Continuar lendo
ESPECIAIS DO BLOG: O ENGANO CONSERVADOR
Em mais uma Operação Memória de nosso blog, trazemos parte de uma série publicada entre 2008 e 2009 no jornal antimodernista italiano Sì Sì No No por conta da visita de George W. Bush ao Papa Bento XVI em abril de 2008, onde o então Papa destacou a América neoconservadora como modelo a ser seguido. Mas, conforme mostraram os quatro articulistas (e outros mais que postaram ao longo desses 24 meses), não é bem assim.
Por conta de o conservadorismo não ser outra coisa que um ramo do liberalismo, e por ele ser tão sedutor aos católicos tradicionalistas, sempre ronda a tentação de aderir a um desses projetos com a ilusão de que eles podem combater a Revolução, mesmo sendo parte dela.
Mas, como é dito em um dos artigos da série, escolher o conservadorismo para combater a Revolução é como escolher pular do 5º andar do prédio em vez do 6º na esperança de que a queda será mais suave.
(NEO)CONSERVADORISMO – UMA IDEOLOGIA ATEU-REVOLUCIONÁRIA CAPAZ DE SEDUZIR OS CATÓLICOS
O ZELO PELA PLENA COMUNHÃO
Como o rei Ezequias considerou o retorno à plena comunhão.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Os livros históricos do Antigo Testamento (especialmente Juízes, os livros de Samuel, Reis e Crônicas) contam a história de Israel como uma sucessão de infidelidades e reformas até o último castigo divino que culminou na queda de Jerusalém diante das tropas de Nabucodonosor. O autor sagrado extrai lições desse fato.
A partir do reinado de Roboão (século X a.C.), filho de Salomão, dez tribos se separaram de Judá e Benjamim para formar o reino de Israel, cuja capital era Samaria. Seu primeiro rei, Jeroboão, acreditava que poderia garantir a unidade de seu reino estabelecendo o culto a vários bezerros de ouro dentro das fronteiras do reino para afastar o povo do Templo em Jerusalém. O cisma conduziu à distorção do verdadeiro culto.
O reinado do rei Ezequias de Judá (final do século VIII a.C.) seguiu-se aos desastrosos reinados da usurpadora Atalia e do rei Acaz, descendentes da funesta Jezabel. Os falsos cultos triunfaram no reino, até mesmo no próprio Templo de Jerusalém, profanado sob Acaz, e Ezequias decidiu erradicá-los. Por ocasião da purificação do Templo, ele considerou celebrar solenemente a festa da Páscoa e convidou as tribos separadas a se juntarem — zelo pela plena comunhão! Continuar lendo
A IGREJA DA NOVA LITURGIA
“A questão da inserção da liturgia nascida do Concílio em igrejas edificadas antes do referido Concílio ajuda a compreender seus fundamentos, implicações e resultados.”
Pelo Pe. Gregoire Célier, FSSPX
A reforma litúrgica foi um dos elementos mais importantes das evoluções decorrentes do Concílio Vaticano II, talvez o mais significativo. Uma citação de Paulo VI, em 13 de janeiro de 1965, entre muitas outras possíveis, recorda-o oportunamente: “A nova pedagogia religiosa que quer instaurar a presente renovação litúrgica se insere, para ocupar quase que o lugar de motor central, no grande movimento inscrito nos princípios constitucionais da Igreja de Deus, tornado mais fácil e mais imperioso pelo progresso da cultura humana.”
Logo, é conveniente se voltar a essa reforma litúrgica para compreender melhor os seus fundamentos, implicações e resultados.
Aqui, propomos fazê-lo por meio do “edifício igreja”. A questão da inserção da liturgia nascida do Concílio em igrejas edificadas antes do referido Concílio é, com efeito, particularmente característica para a apreciação da mudança operada pela reforma. Continuar lendo
MISSA DA FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE
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SÉRIE “CRISE NA IGREJA” – EPISÓDIO 4: LIBERALISMO: INTRODUÇÃO – OS ERROS
Esta semana, damos as boas-vindas ao Pe. Steven Reuter, Prior de St. Dennis, em Calgary (Canadá). Ele será nosso guia nos próximos episódios, enquanto mergulhamos nos erros do Liberalismo, algo que infectou todos nossos contemporâneos, e até mesmo aqueles que viveram no início do século XX, incluindo D. Lefebvre. Esta semana, descobriremos como isso aconteceu e como o Arcebispo, em seus anos de seminário, aprendeu a combater essa heresia. Também exploraremos o que é o Liberalismo e como podemos evitar de cair nele.
CARTA DO SUPERIOR GERAL AOS AMIGOS E BENFEITORES N° 94 – O PAPEL DO PAI DE FAMÍLIA NO SURGIMENTO DAS VOCAÇÕES
Prezados fiéis e, em particular, queridos pais de família,
Como sabem, quisemos dedicar este Ano Santo às orações e aos esforços necessários para atrair as vocações. Ora, não se pode falar do nascimento de uma vocação sem falar da família. Mesmo Nosso Senhor, sacerdote por excelência desde o momento de sua encarnação, quis crescer no seio de uma família para santificá-la de um modo particular e exemplar. Evidentemente, o exemplo das virtudes domésticas é, de certa forma, o primeiro seminário e noviciado de toda alma a quem Deus chama ao seu serviço.
Gostaríamos de dedicar essas poucas reflexões ao papel mais específico do pai de família. No mundo moderno, tudo contribui para a destruição de sua autoridade. Contudo, ainda mais hoje, sua responsabilidade e sua missão são cada vez mais distorcidas devido ao que denominam, para simplificar, de “wokismo” contemporâneo. Homens e mulheres, maridos e esposas parecem agora ter papéis idênticos e responsabilidades equivalentes, o que cria uma confusão total e uma atmosfera envenenada. As primeiras vítimas dessa terrível confusão são aquelas que deveriam ser educados para se tornarem adultos e assumirem eles mesmos, um dia, suas próprias responsabilidades. Aqui, novamente, somente o Evangelho pode restaurar a ordem que a modernidade destruiu. Continuar lendo
SANTO AGOSTINHO, SOBRE O CORPO MÍSTICO DE CRISTO E A VERDADEIRA RELIGIÃO
A este [ao único Deus] devemos o serviço chamado em grego λατρρεία, quer nos ritos sagrados quer em nós próprios. Porque todos, em conjunto e em cada um, somos o seu templo: ele digna-se habitar quer na concórdia de todos nós quer em cada um em particular; não está mais em todos do que em cada um; nem se alarga pela massa nem se diminui pela participação.
Quando se eleva para Ele, o nosso coração torna-se altar seu; o seu Unigênito é o Sacerdote com que o aplacamos; oferecemos-lhe vítimas cruentas quando, pela sua verdade, lutamos até ao sangue; oferecemos-lhe suavíssimo incenso quando na sua presença estamos abrasados em religioso e santo amor; dedicamos-lhe e devolvemos-lhe os dons que nos concede e a nós próprios; publicamos e consagramos a memória dos seus benefícios em festas solenes em dias certos com receio de que, no decorrer do tempo, se infiltre em nós um ingrato esquecimento; sacrificamos-lhe no altar do nosso coração uma hóstia de humildade e de louvor ao fogo duma fervente caridade.
Para o vermos como pode ser visto e para nos unirmos a Ele, purificamo-nos de toda a mancha do pecado e dos maus desejos e consagramo-nos ao seu nome. Continuar lendo
AS FALSAS RELIGIÕES FORAM INVENTADAS PELO DEMÔNIO
CONFERÊNCIAS EPISCOPAIS: ECLIPSE DA AUTORIDADE APOSTÓLICA NA IGREJA PÓS-MODERNA
por Daniele Trabucco*
Fonte: Blog Duc in Altum – Tradução: Dominus Est
No plano divino revelado por Cristo, a Igreja é uma sociedade sobrenatural fundada sob princípios inegociáveis de ordem e hierarquia, derivados imediatamente da vontade de seu Fundador. Sua estrutura essencial baseia-se em uma tríplice ordem: Cristo, Cabeça, o Romano Pontífice como seu Vigário visível, e os Bispos, sucessores dos Apóstolos, constituídos pastores das Igrejas particulares “in solidum cum Petro et sub Petro”. Qualquer introdução de estruturas intermediárias que se interponham entre o ofício episcopal e a autoridade suprema do Romano Pontífice, ou que substituam o exercício pessoal e direto do “munus” episcopal, aparece, após cuidadosa reflexão canônica e filosófica, como uma alteração da ordem desejada por Deus e transmitida apostolicamente. As Conferências Episcopais, tal como se desenvolveram especialmente no período pós-guerra — e ainda mais no período pós-conciliar — representam precisamente isso: uma estrutura organizacional e administrativa que, embora carente de fundamento teológico-dogmático e de jurisdição própria (cf. Cânon 455 “Codex iuris canonici” de 1983), adquiriu progressivamente uma proeminência indevida, a ponto de reduzir a responsabilidade pessoal do Bispo em sua própria Diocese. O princípio, em si mesmo admissível, da cooperação entre os bispos para fins pastorais específicos, deu lugar a uma concepção para-sinodal e quase “parlamentar” do episcopado, na qual a deliberação comum é transposta como se fosse dotada de magistério, quando na verdade não faz parte dele, exceto pela unanimidade ou aprovação “ex audientia pontifícia” (cf. a Carta Apostólica em forma de Motu Proprio “Apostolos suos” de 1998 de João Paulo II). A filosofia jurídica da Igreja ensina que a autoridade deriva da natureza e do propósito: “actus sequitur esse”.
Ora, o ser do Bispo é o ser sucessor dos Apóstolos, investido de um “múnus” que deriva não do corpo episcopal como um todo, nem de uma Conferência nacional, mas da atribuição sacramental unida ao mandato canônico. Qualquer realidade que tenda a nivelar essa identidade singular e imediata, em favor de uma “coletividade decisória”, contradiz a ontologia do poder sagrado e introduz um critério de operação que responde mais à lógica das estruturas democrático-funcionais do que à lógica da “potestas sacra”. O que tem valor na Igreja é o que flui da graça e da ordem: não o consenso horizontal, mas a obediência vertical à Tradição, à Sé Apostólica e à Verdade revelada. Continuar lendo
A LEALDADE – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no Domingo de Pentecostes, sobre a lealdade à família espiritual.
MISSA DO DOMINGO DE PENTECOSTES, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO
DOMINGO DE PENTECOSTES: AMOR DE DEUS PARA COM OS HOMENS NA MISSÃO DO ESPÍRITO SANTO
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