
Fonte: InfoVaticana – Tradução gentilmente cedida por um amigo
Os chamados redentoristas transalpinos – conhecidos como Transalpine Redemptorists – são uma comunidade de perfil tradicional que, após um período inicial na órbita da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, foi regularizada durante o pontificado de Bento XVI e incardinada em uma diocese da Nova Zelândia. Naquele tempo, aceitaram uma interpretação do Concílio Vaticano II à luz da Tradição e compatível com seu carisma.
Sua vida austera e estrita sensibilidade litúrgica não lhes impediram de se manter dentro da estrutura eclesial – até agora. Uma intervenção disciplinar motivada por denúncias internas, que apontam para práticas extremas em sua vida comunitária, causou uma reviravolta abrupta também no plano doutrinal.
Primeiro o conflito, depois a doutrina
A partir deste momento, reproduziu-se um padrão que aparece com demasiada frequência: o conflito pessoal ou institucional precede à ruptura doutrinal. De repente, o que foi tolerado ou aceito durante anos passa a ser denunciado como ilegítimo. No momento em que tem o calo pisado, subitamente o Concílio Vaticano II deixa de ser defensável, a reforma litúrgica torna-se herética e questiona-se a própria legitimidade do Papa. Continuar lendo



Caros fiéis,










Se o mundo mergulha no marasmo, é porque está à altura dos “heróis” que escolheu a si próprios: homens inúteis cuja fama assenta unicamente na cobertura midiática e não mais na verdadeira virtude.







Tomando conhecimento da morte de sua irmã mais velha, Jeanne, Dom Lefebvre decidiu não ir ao seu funeral [ndr: por conta de seus problemas de saúde]: “Rezo todo dia para que eu possa morrer antes de perder minha consciência. Prefiro partir, pois se caísse em contradição, diriam: ‘Aí está; ele disse que errou!’ E eles tirariam vantagem disso”.Muitas vezes o Arcebispo mencionava a morte suave de sua irmã mais velha, chamada de volta à casa por Deus quando acabara de ir tirar um cochilo; ele gostaria de ter falecido assim, embora com a Extrema Unção. Mas Deus pediria ao padre e bispo Marcel Lefebvre que tomasse parte em Seus sofrimentos redentores.
