Trecho de um discurso de D. Lefebvre, em 22 de agosto de 1979, em Shawinigan, Quebec.
Foi mantido o estilo oral na tradução.
Tradução: Dominus Est
Mas o que também legitima o nosso medo é pensar que através dessa degradação da Igreja, essa degradação das ideias mesmo na Igreja, das ideias, porque são as ideias liberais que penetram no interior da Igreja, as ideias definitivamente maçônicas que penetram na Igreja, que ainda era o bastião da resistência. Agora que o inimigo penetrou nos mais altos níveis da Igreja, como Nossa Senhora disse em Fátima, como predisse Nossa Senhora em Fátima e em La Salette, é ao mesmo tempo todo o edifício social que está em vias de ruir, porque a Igreja, através de seus princípios, ainda sustentava, diria eu, a verdadeira liberdade, a verdadeira liberdade. A liberdade de cumprir o nosso dever. É isso. Por que temos liberdade? Para cumprir o nosso dever. Porque temos o dever de amar a Deus e amar nosso próximo e cumprir, portanto, o nosso dever, o nosso dever para com Deus na religião e no nosso dever para com o próximo através das funções que temos, funções sociais, quaiquer que sejam elas. Temos que cumprir nosso dever como Estado.
Ora, cada vez menos somos capazes de cumprir nosso dever como estado, tanto religioso quanto social, porque tudo está sendo dirigido e orientado por um Estado socialista. “O socialismo está fazendo progressos consideráveis, mas isso com todo o poder da maçonaria presente em toda parte, em toda parte, em toda parte, que está em Roma e em toda parte. A Maçonaria está em toda parte e dirige tudo. Em breve estaremos listados (conectados) com computadores, todos teremos nosso número e não poderemos fazer nada sem que tudo esteja indicado na planilha que teremos, e tudo isso pelo computador. Estaremos em uma situação pior que de um país soviético. Dirão que são países livres, mas não são países livres: não seremos mais livres para fazer nada. Imagine só, é absolutamente inacreditável. Continuar lendo























